A Ecovias Imigrantes, empresa que administra o Sistema Anchieta-Imigrantes (SAI), alerta os motoristas para os cuidados necessários durante o período de estiagem, quando a baixa umidade do ar, a vegetação seca e os ventos aumentam o risco de incêndios nas proximidades das rodovias. Além de ameaçarem áreas de vegetação, as queimadas podem provocar redução da visibilidade e elevar o risco de acidentes.
Apesar da redução no número de ocorrências, o período mais seco exige atenção. Em 2025, foram registrados 123 incêndios no SAI, contra 158 em 2024, uma queda de 22,15%. Entre janeiro e julho deste ano, a concessionária contabilizou 38 ocorrências no trecho sob sua administração.
Os meses de estiagem concentram parte significativa dos casos. Em 2024, junho teve o maior número de registros, com 47 ocorrências. No ano seguinte, o pico foi observado em agosto, com 23 casos. Os quilômetros 16 e 18 da Rodovia dos Imigrantes foram os pontos com maior concentração de atendimentos no período analisado.
COMO PROCEDER
A fumaça de um incêndio próximo à pista pode reduzir rapidamente a visibilidade. Por isso, a orientação da concessionária é que o motorista diminua a velocidade gradualmente, aumente a distância em relação ao veículo da frente e mantenha o farol baixo ligado.
Também é recomendado fechar os vidros e colocar o sistema de ventilação do veículo na função de recirculação do ar. O motorista deve evitar parar no acostamento ou sobre a faixa de rolamento, principalmente em locais onde a visibilidade esteja prejudicada.
Caso seja necessário interromper a viagem, a recomendação é procurar um ponto seguro, como um posto de serviço ou uma base operacional.
AÇÃO HUMANA
Segundo a Ecovias, boa parte dos incêndios em áreas de vegetação está relacionada à ação humana. Entre os fatores estão o descarte de bitucas de cigarro às margens das rodovias, queimadas realizadas próximas às pistas e a queima inadequada de resíduos.
A concessionária orienta os usuários a não jogarem objetos pela janela dos veículos e não realizarem queimadas próximas às rodovias.
Fonte: Jornal Da Orla


