“Na prática, o produtor precisa estar mais presente no dia a dia da lavoura”
Agrolink
– Leonardo Gottems
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“Na prática, o produtor precisa estar mais presente no dia a dia da lavoura” – Foto: Canva
O avanço da safra de algodão 2025/2026 tem sido favorecido pelas condições climáticas em áreas importantes de produção, mas a maior umidade também acende alerta para o controle de pragas e doenças. O cenário exige monitoramento constante das lavouras e adoção de estratégias de manejo para reduzir riscos de perdas.
De acordo com o 7º Levantamento da Safra de Grãos da Companhia Nacional de Abastecimento, as condições climáticas adequadas nos Cerrados têm beneficiado o estabelecimento da cultura. Ao mesmo tempo, o excesso de chuvas em algumas regiões tem criado ambiente favorável ao aumento de doenças fúngicas, o que demanda atenção dos produtores.
Na Bahia, principal estado produtor de algodão do MATOPIBA, as chuvas registradas na primeira quinzena de abril foram bem distribuídas e contribuíram para o bom desenvolvimento das lavouras. Apesar disso, a incidência de bicudo e mosca-branca tem exigido maior acompanhamento. No Maranhão, o volume excessivo de chuvas em algumas áreas levou produtores a reforçarem o controle de doenças fúngicas, com aplicações mais frequentes de fungicidas no início dos problemas.
Segundo Bruno Vilarino, gerente de produto da ORÍGEO, joint venture entre Bunge e UPL, o produtor precisa acompanhar de perto a lavoura e observar os primeiros sinais de doenças para evitar a disseminação. “Na prática, o produtor precisa estar mais presente no dia a dia da lavoura e ficar atento aos primeiros sinais das doenças para evitar que o problema se espalhe. Bruno alerta que “quem acompanha de perto a lavoura e age rápido consegue segurar melhor as doenças e evitar perdas”. Segundo ele, o aumento das chuvas e da umidade tem colocado o produtor de algodão em posição mais delicada nesta safra, exigindo planejamento.”
Fonte: AGROLINK


