A programação do Agosto Lilás busca fortalecer a rede de acolhimento e ampliar as políticas públicas de enfrentamento à violência contra a mulher. O evento começa nesta sexta-feira (7) em São Vicente com uma capacitação voltada aos servidores municipais.
A primeira atividade será um letramento de gênero, realizado das 9h às 16h, no auditório da UNIBR, localizado na Rua Sorocabana, 59, no Centro. A Supervisão de Políticas Públicas para a Mulher promove a formação para preparar os profissionais que atuam no atendimento à população.
Durante a capacitação, os servidores aprenderão a identificar sinais de violência, oferecer um atendimento humanizado e orientar mulheres que precisam de apoio. Dessa forma, a Prefeitura pretende ampliar a integração entre os serviços municipais e garantir um acolhimento mais eficiente às vítimas.
Além disso, a programação seguirá durante todo o mês de agosto com palestras e mobilizações de conscientização. Entre as ações previstas está a campanha “Rompa o Silêncio: Conhecer para Proteger”, que passará por unidades de saúde do município, e a divulgação do Protocolo Não Se Cale, realizado em parceria com o Procon para orientar estabelecimentos comerciais sobre o atendimento a mulheres em situação de risco.
As palestras da campanha “Rompa o Silêncio: Conhecer para Proteger” acontecerão em três unidades de saúde. A primeira será no dia 12 de agosto, às 14h, na ESF Gleba (Rua Cid dos Santos, 250 – Parque das Bandeiras). Em seguida, a ação será realizada no dia 19 de agosto, também às 14h, na ESF Sambaiatuba (Rua Santos Dumont, 37-105 – Jóquei Clube). Por fim, o último encontro ocorrerá no dia 26 de agosto, às 13h30, na ESF Sá Catarina (Travessa do Parque, s/n – Catiapoã).
Já no dia 14 de agosto, equipes da Prefeitura e do Procon realizarão uma mobilização em estabelecimentos comerciais da cidade para apresentar o Protocolo Não Se Cale e orientar os comerciantes sobre como agir em casos de violência ou risco.
“As ações do Agosto Lilás têm como objetivo prevenir, orientar e conscientizar a população sobre o enfrentamento à violência contra a mulher, além de divulgar os principais canais de denúncia. A informação é uma ferramenta essencial para romper o ciclo da violência, pois permite que a vítima reconheça a situação, busque ajuda com segurança e encontre acolhimento por meio da rede de proteção do município”, destaca a supervisora de Políticas Públicas para a Mulher, Bruna Maria Lopes.
Fonte: Jornal Da Orla


