O manejo do solo deixou de ser apenas uma prática agronômica
Agrolink
– Leonardo Gottems
Estimado usuário.
Preencha o formulário abaixo para remeter a página.
O manejo do solo deixou de ser apenas uma prática agronômica – Foto: Canva
O solo brasileiro é um dos principais pilares da produção agrícola, mas enfrenta pressão crescente com sistemas intensivos, custos elevados e maior frequência de estresses climáticos. O tema é analisado em artigo de Walmor Roim, gerente de Marketing Corporativo da Allterra, que aponta a saúde do solo como fator determinante para a produtividade e a previsibilidade das safras.
Com ciclos produtivos mais curtos e exigência por maior eficiência, o manejo do solo deixou de ser apenas uma prática agronômica básica e passou a ocupar posição central nas decisões técnicas do campo. Avanços científicos reforçaram a compreensão do solo como um sistema vivo, cuja capacidade produtiva depende do equilíbrio entre atributos físicos, químicos e biológicos. Quando esse equilíbrio é comprometido, a lavoura perde desempenho e torna-se mais vulnerável às variações climáticas e fitossanitárias.
Nesse contexto, a biologia do solo ganhou relevância ao demonstrar seu papel na ciclagem de nutrientes, na melhoria da estrutura e no aumento da resiliência das plantas. O uso adequado de microrganismos pode ampliar o aproveitamento dos fertilizantes e reduzir perdas, contribuindo para maior retorno por hectare.
“O produtor que investe na saúde do solo colhe ganhos em todas as etapas: melhor estrutura física, maior capacidade de infiltração de água, redução de compactação, aumento da matéria orgânica, menor dependência de correções emergenciais e maior resposta aos fertilizantes aplicados. Em um cenário em que cada ponto percentual de eficiência importa, cuidar do solo não é apenas uma decisão técnica, é uma estratégia econômica”, conclui.
Fonte: AGROLINK


