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Saúde do solo ganha centralidade no campo



O manejo do solo deixou de ser apenas uma prática agronômica



O manejo do solo deixou de ser apenas uma prática agronômica – Foto: Canva

O solo brasileiro é um dos principais pilares da produção agrícola, mas enfrenta pressão crescente com sistemas intensivos, custos elevados e maior frequência de estresses climáticos. O tema é analisado em artigo de Walmor Roim, gerente de Marketing Corporativo da Allterra, que aponta a saúde do solo como fator determinante para a produtividade e a previsibilidade das safras.

Com ciclos produtivos mais curtos e exigência por maior eficiência, o manejo do solo deixou de ser apenas uma prática agronômica básica e passou a ocupar posição central nas decisões técnicas do campo. Avanços científicos reforçaram a compreensão do solo como um sistema vivo, cuja capacidade produtiva depende do equilíbrio entre atributos físicos, químicos e biológicos. Quando esse equilíbrio é comprometido, a lavoura perde desempenho e torna-se mais vulnerável às variações climáticas e fitossanitárias.

Nesse contexto, a biologia do solo ganhou relevância ao demonstrar seu papel na ciclagem de nutrientes, na melhoria da estrutura e no aumento da resiliência das plantas. O uso adequado de microrganismos pode ampliar o aproveitamento dos fertilizantes e reduzir perdas, contribuindo para maior retorno por hectare.

“O produtor que investe na saúde do solo colhe ganhos em todas as etapas: melhor estrutura física, maior capacidade de infiltração de água, redução de compactação, aumento da matéria orgânica, menor dependência de correções emergenciais e maior resposta aos fertilizantes aplicados. Em um cenário em que cada ponto percentual de eficiência importa, cuidar do solo não é apenas uma decisão técnica, é uma estratégia econômica”, conclui.

 





Fonte: AGROLINK

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