O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes decidiu nesta segunda-feira (26) manter a prisão preventiva de Filipe Martins, ex-assessor para Assuntos Internacionais do governo Bolsonaro (PL).
Na decisão, Moraes considerou que a defesa de Martins “não apresentou qualquer fato superveniente que pudesse afastar a necessidade de manutenção da custódia cautelar”.
Em dezembro de 2025, o magistrado havia concedido a prisão domiciliar a Martins, condicionada ao uso de tornozeleira eletrônica e à proibição total de uso de redes sociais.
Dias depois, Moraes decretou a prisão preventiva do ex-assessor por suposto uso da rede social LinkedIn para buscar perfis de terceiros, o que configuraria descumprimento das restrições impostas pela Corte.
A Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifestou, neste sábado (24), pela manutenção da prisão preventiva. Segundo a PGR, a conduta de Martin demonstra “desdém pelas determinações judiciais” e reforça a avaliação de que medidas alternativas à prisão seriam ineficazes.
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Fonte: Revista Oeste


