O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta quinta-feira (26) que não ficou ofendido após ser chamado de “Opala velhão” pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). O petista se comparou a um “Opala turbinado” enquanto o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) está “no desmanche”.
“Outro dia, o filho do Bolsonaro falou assim: ‘o Lula é um Opala velho’. Quando ele fala assim, não me ofendo porque eu tive um Opala 94 turbinado. Se ele conhecesse o meu Opala… Ele fala isso porque o Opala dele é o pai dele, que tá no desmanche”, declarou Lula durante a abertura da Caravana Federativa do Rio de Janeiro, em Niterói.
Em resposta a alfinetada, Flávio divulgou um vídeo com a declaração do presidente e a seguinte legenda: “O Opala afogou no álcool!”. Desde o último dia 13, Bolsonaro está internado no Hospital DF Star, em Brasília, após passar mal na Papudinha, onde estava preso.
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O ex-presidente se recupera de pneumonia bacteriana bilateral decorrente de broncoaspiração. A expectativa é que ele receba alta nesta sexta (27) e seja transferido para a prisão domiciliar.
Pré-candidato ao Planalto, Flávio definiu Lula como um “produto vencido” ao participar de um evento com empresários no mês passado.
“O Lula é um produto vencido de verdade, se comparar o Lula a um carro, ele é um Opala velhão, com câmbio manual, que já foi bonito, mas hoje não leva para lugar nenhum. E ainda bebe pra caramba. A gasolina que o presidente Bolsonaro deixou no tanque do Brasil, o Lula já bebeu toda. Descontrolou completamente as contas”, disse o senador.
Lula diz que brasileiro gasta muito com cachorro e que China “não deve ter esse problema”
Mais cedo, Lula afirmou que os brasileiros gastam muito com cachorros e que na China “não deve ter esse problema”. A declaração ocorreu em um evento da montadora Caoa, que firmou uma parceria com a empresa chinesa Changan para a produção de novos carros.
“Meu caro Zhu, na China não deve ter esse problema, mas aqui no Brasil nós gostamos muito de cachorro”, disse o petista ao presidente do conselho da Changan, Zhu Huarong.
Na China, algumas regiões ainda consomem carne de cachorro, no entanto, a prática é cada vez mais rejeitada no país. O mandatário comentou sobre o endividamento da população brasileira.
“Quem tem um cachorrinho tem que levar no dentista para cuidar da boca dele, ninguém aceita que se dê mais resto de comida para o cachorro. Os cachorrinhos querem dormir com a gente. Tem que estar limpinho, dar banho uma vez por semana, levar no veterinário. E tudo isso vai aumentando”, acrescentou.
Fonte: Revista Oeste


