O Emater/RS-Ascar divulgou, na quinta-feira (26), o Informativo Conjuntural com atualização sobre o andamento das lavouras de feijão da primeira e da segunda safra no Rio Grande do Sul.
Na primeira safra, a semeadura se encaminha para o final na região dos Campos de Cima da Serra. No Estado, resta menos de 1% das áreas em desenvolvimento vegetativo. Conforme o levantamento, 6% das lavouras estão em floração, 30% em enchimento de grãos, 11% em maturação e 53% já foram colhidas.
As condições variam de acordo com a localização das áreas. O informativo aponta que, “devido à irregularidade das chuvas, algumas áreas apresentam excelente desenvolvimento, enquanto outras sofrem abortamento de flores e de vagens devido ao estresse hídrico, impactando negativamente a produtividade”. A Emater/RS-Ascar projeta área de 26.096 hectares e produtividade média de 1.779 quilos por hectare.
Na região administrativa de Caxias do Sul, 10% das áreas estão em floração, 51% em enchimento de grãos, 16% em maturação e 23% já foram colhidas. Em Ijuí, a colheita supera 99% das áreas, mas a produtividade ficou abaixo do esperado em razão de períodos de estresse hídrico. Em Pelotas, a colheita está finalizada em vários municípios e ultrapassa 85% em diversas áreas. Em Santana da Boa Vista e Morro Redondo, os trabalhos superam 95%, com produtividade média em torno de 1.103 quilos por hectare.
Na segunda safra, a semeadura também se aproxima do fim no Estado. Segundo o informativo, “o estado fitossanitário e o desenvolvimento da cultura estão adequados”. A entidade destaca que, “devido ao plantio mais tardio, as lavouras da 2ª safra não foram afetadas pelo estresse hídrico que atingiu a 1ª safra em algumas regiões”.
Atualmente, 77% das lavouras estão em desenvolvimento vegetativo, 15% em floração, 6% em enchimento de grãos e 2% em maturação. A projeção é de área de 11.690 hectares e produtividade média de 1.401 quilos por hectare.
Na região administrativa de Ijuí, houve redução na intenção de plantio. Foram semeados 85% da área prevista, com bom desenvolvimento e baixa incidência de pragas e doenças. Na região de Soledade, a reposição de umidade permitiu a continuidade da semeadura, e a área plantada ultrapassa 75% do total planejado.
Fonte: AGROLINK


