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Colheita de uva avança e preços seguem estáveis no RS


A safra de uva avança no Rio Grande do Sul com colheita em andamento e comercialização crescente, segundo o Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (22) pela Emater/RS-Ascar. Na região administrativa de Caxias do Sul, a entidade registra “queda de vinhedos em Picada Café e Guaporé”, situação que, conforme o levantamento, “está se tornando rotineira nesta safra”.

De acordo com a Emater/RS-Ascar, as variedades precoces já estão em colheita, e “o volume da safra tende a aumentar nos próximos dias”. As uvas colhidas e processadas apresentam “boa sanidade e qualidade”. Os preços pagos ao produtor pelas variedades destinadas ao consumo in natura, especialmente Niágara Branca e Niágara Rosada, permaneceram estáveis em relação à semana anterior, variando de R$ 2,00 a R$ 4,50 por quilo, enquanto a venda direta ao consumidor final pode alcançar até R$ 6,00 por quilo.

Na região de Frederico Westphalen, a Emater/RS-Ascar informa que a cultivar Bordô está em maturação, com “15° Brix”, e ocorre colheita de Niágara Rosada e Niágara Branca. A comercialização avança nas cultivares em período de colheita, com “expectativas positivas para as variedades em fase de maturação”. Segundo os dados, 80% da produção destinada ao consumo in natura e 17% da voltada ao processamento já foram colhidos e comercializados, o que representa 55% da área total prevista para a safra. O ciclo 2025/2026 é avaliado como “muito bom”. Em Alpestre, a Emater/RS-Ascar destaca que a viticultura mantém importância estratégica para a economia local, contribuindo para a geração de renda e para a permanência de 255 famílias na atividade.

Na região de Soledade, segue a colheita da variedade Niágara Rosada, uma das mais demandadas pelos consumidores. Em Ibarama, no Centro-Serra, iniciou a colheita de Niágara Rosada, Niágara Branca e Concord, com preços entre R$ 6,00 e R$ 7,00 por quilo na venda direta ao consumidor. Já em Encruzilhada do Sul, a cultivar Chardonnay está em fase inicial de colheita, e o manejo preventivo para “podridão-da-uva-madura” segue em execução.





Fonte: AGROLINK

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