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a posição brasileira no conflito EUA x Irã


No programa Última Análise desta segunda-feira (02), os convidados analisaram a postura do governo brasileiro de solidariedade ao Irã, após os ataques militares dos EUA e Israel.

“Milhares de iranianos foram massacrados por protestarem contra o aviltamento das liberdades públicas no país, vindo de um regime que já perdeu a legitimidade. Agora Lula, infelizmente, coloca o Brasil entre os párias internacionais, afinal, o Irã é o maior financiador de terrorismo no mundo”, critica o jurista Frederico Junkert.

A ofensiva trumpista vem na linha da estratégia dominante neste mandato do republicano, buscando redesenhar a geopolítica global. O combate ao Irã, depois do ataque à Venezuela, pode ter o condão de enfraquecer a China, ao cortar o fornecimento de energia vindo de ambos os países.

Junkert avalia que a postura iraniana não é somente bravata, afinal eles demonstram, sim, estarem dispostos a utilizar também de armamento nuclear. “O Trump deu um basta na situação, assim como ocorreu com a Venezuela e com a Colômbia”, ele diz.

Pressionado, Lulinha confessa

Fábio Luiz Lula da Silva, o “Lulinha”, filho do presidente, teve seus sigilos quebrados pela CPMI do INSS e pela Polícia Federal. Logo em seguida, aparentemente pressionado, confessou que fez uma viagem de luxo a Portugal, paga por Antônio Carlos Camilo Antunes, o “Careca do INSS”, principal responsável pelo suposto esquema de fraudes bilionárias.

“Temos a confissão de Lulinha, o que já é bastante indício. Há ainda um empresário com interesse em driblar e se aproveitar do Estado brasileiro. Isso não é ético e o conflito de interesse é evidente”, avalia a advogada Fabiana Barroso.

A manobra de Gilmar

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, concedeu nesta sexta-feira (27) liminar com um habeas corpus para declarar a nulidade da quebra dos sigilos bancário, fiscal, telefônico e telemático da empresa Maridt Participações S.A., que entre seus sócios tem o também ministro da corte Dias Toffoli. A quebra do sigilo havia sido aprovada na CPI do Crime Organizado, do Senado Federal.

Segundo o ex-juiz de Direito Adriano Sores da Costa o episódio revela uma “anomalia jurídica”. Para ele, “é uma estratégia fraudulenta, do ponto de vista processual. Gilmar pegou um habeas corpus para salvar uma pessoa jurídica, sendo que a finalidade do instituto é preservar a liberdade ambulatorial, reservada a pessoas físicas”.

O programa Última Análise faz parte do conteúdo jornalístico ao vivo da Gazeta do Povo, no YouTube. O horário de exibição é das 19h às 20h30, de segunda a sexta-feira. A proposta é discutir de forma racional, aprofundada e respeitosa alguns dos temas desafiadores para os rumos do país.



Fonte: Revista Oeste

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