O Seithor atua por contato e é aplicado em pós-emergência
Agrolink
– Leonardo Gottems
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O Seithor atua por contato e é aplicado em pós-emergência – Foto: Divulgação
O lançamento de um novo bioherbicida em Portugal reforça o avanço de soluções sustentáveis no controle de plantas invasoras, em meio à crescente pressão por redução do uso de substâncias químicas no campo. A novidade amplia as alternativas disponíveis aos produtores e acompanha mudanças regulatórias e técnicas no setor agrícola.
A Seipasa anunciou a chegada do Seithor ao mercado português após obter autorização de venda concedida pela DGAV . O produto marca a entrada da empresa no segmento de herbicidas e amplia o portfólio de biocontrolo, que já conta com mais de 70 registros fitofarmacêuticos em diferentes países.
O Seithor atua por contato e é aplicado em pós-emergência, com foco nas fases iniciais de desenvolvimento das infestantes. A solução apresenta ação rápida, boa cobertura e elevada absorção, permitindo eficácia com menor quantidade de substância ativa. Por não ter atividade residual no solo, sua utilização é direcionada a estratégias específicas e programas de gestão integrada.
Segundo responsáveis pelo desenvolvimento de negócio em Portugal, o lançamento reforça a estratégia de oferecer alternativas eficazes e seguras diante da redução de substâncias químicas disponíveis. Já a atuação na Europa acompanha um cenário de restrições regulatórias e aumento de resistência de infestantes, o que amplia a relevância de soluções biológicas.
O produto já possui registro na Grécia e deverá avançar para outros mercados europeus. Entre seus diferenciais está a tecnologia de encapsulação, que protege o ingrediente ativo e melhora sua performance no momento da aplicação. O modo de ação provoca a dessecação rápida das plantas, com efeitos visíveis pouco tempo após o uso.
Além do amplo espectro de controle, o bioherbicida apresenta perfil biodegradável e sem resíduos, contribuindo para a preservação do solo e da biodiversidade, sem afetar o desenvolvimento das culturas.
Fonte: AGROLINK


