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Mongaguá articula apoio do Exército para situações de emergência


A Coordenadoria Municipal de Proteção e Defesa Civil de Mongaguá está articulando com o Comando da Guarnição Militar da Baixada Santista e o Comando de Defesa Antiaérea do Exército para garantir que, em caso de eventos climáticos extremos ou desastres tecnológicos, as Forças Armadas já conheçam os pontos críticos para uma intervenção precisa no território da Cidade. O encontro entre os órgãos teve a participação das Defesas Civis da Baixada Santista e, representando a Defesa Civil Estadual, o Coordenador Regional Coronel PM Daniel Onias.

Durante a audiência, a Defesa Civil de Mongaguá apresentou as vulnerabilidades locais, expondo os cenários de risco hidrológico e geológico que a Cidade enfrenta. O diálogo detalhou como a geografia do município demanda protocolos de resposta rápidos e integrados.

O General de Brigada Marcus Cesar Oliveira de Assis, Comandante da Guarnição Militar, detalhou a capacidade de suporte operacional do Exército. A estrutura, que engloba logística de transporte, engenharia e comunicações, está à disposição para atuar em total sintonia com as equipes da Defesa Civil da Baixada Santista.

ADITAMENTO

Após enfrentar períodos chuvosos severos, Mongaguá consolidou uma etapa importante para a recuperação de sua infraestrutura hídrica. A Prefeita Cristina Wiazowski (Progressistas) assinou, ao lado do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), o aditamento de R$ 1 milhão com Defesa Civil Estadual, sendo 10% deste valor como contrapartida do Município.

O recurso chega para viabilizar as frentes de trabalho focadas na desobstrução dos rios Aguapeú e Bichoró. Este investimento ocorre em resposta direta aos meses de janeiro e fevereiro, quando o volume pluviométrico excepcional sobrecarregou o sistema de drenagem.

Análises técnicas da Prefeitura identificaram que as inundações prolongadas foram agravadas por barreiras naturais e pelo acúmulo histórico de sedimentos nos leitos dos rios. Esse bloqueio impedia o escoamento natural, mantendo bairros inundados por dias após as tempestades. A partir desses recursos, a expectativa da administração é de que em 30 dias, todo trâmite de documentação seja concluído e a Máquina Anfíbia inicie os trabalhos de limpeza profunda desses locais, com o objetivo de eliminar os gargalos e garantir que o fluxo das águas em direção ao mar ocorra com a fluidez necessária.

Além das intervenções imediatas, a Prefeitura de Mongaguá aguarda a devolutiva oficial do SP Águas. O órgão estadual deve apresentar, em breve, uma solução técnica detalhada para a modernização do sistema de drenagem do Município.



Fonte: Jornal Da Orla

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