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Estado confirma caso de sarampo e alerta para importância da vacina


A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo confirma um caso de sarampo importado no município de São Paulo. A paciente é uma criança de seis meses, do sexo feminino, sem histórico de vacinação e com registro de deslocamento para a Bolívia em janeiro deste ano. O caso foi notificado à Secretaria em fevereiro, e confirmado por exames laboratoriais neste mês. O Centro de Vigilância Epidemiológica de São Paulo emitiu alerta na segunda-feira (9).

De acordo com o governo, é o primeiro caso confirmado no estado de São Paulo, em 2026. No ano passado, foram registrados dois casos importados da doença no território paulista. A Secretaria da Saúde ressalta que monitora continuamente o cenário epidemiológico do sarampo e reforça que a vacinação é a principal forma de prevenção.

VACINAÇÃO
Para crianças, a imunização contra o sarampo faz parte do Calendário Nacional de Vacinação. A administração da primeira dose deve ser aplicada aos 12 meses de idade (tríplice viral – sarampo, caxumba e rubéola) e a segunda aos 15 meses (tetra viral– sarampo, caxumba, rubéola e varicela).

No caso de pessoas com idade entre cinco e 29 anos, elas devem tomar duas doses da vacina com intervalo mínimo de 30 dias entre as

doses. A pessoa que comprovar duas doses da vacina tríplice viral será considerada vacinada. Já quem tem entre 30 e 59 anos de idade deve tomar uma dose da vacina – comprovada que recebeu uma dose da tríplice viral, será considerada vacinada. Os trabalhadores da área da saúde devem receber duas doses de tríplice viral, a depender da situação vacinal encontrada, independentemente da idade. São considerados vacinados os profissionais da saúde que comprovarem duas doses da tríplice viral.

A Secretaria de Estado da Saúde explica que o sarampo é uma doença aguda causada por um vírus altamente transmissível, que pode levar a complicações. “Casos graves são mais comuns em menores de 5 anos de idade, sobretudo crianças desnutridas, em adultos maiores de 20 anos, em indivíduos com doenças que provocam a baixa imunidade e outras condições de vulnerabilidade. As complicações que podem ocorrer são otite média, broncopneumonia, diarreia e encefalite. Mortes podem decorrer de complicações, especialmente pneumonia, infecção nos pulmões e a encefalite, infecção no sistema nervoso central que provoca inflamação do cérebro”, afirma texto publicado no portal https://www.vacina100duvidas.sp.gov.br/.

DÚVIDAS
Aliás, o portal Vacina 100 Dúvidas reúne as perguntas mais frequentes da população sobre vacinação, efeitos colaterais, eficácia dos imunizantes, doenças imunopreveníveis e os riscos da não vacinação.



Fonte: Jornal Da Orla

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