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Safra 26/27 de algodão começa com atraso no Mato Grosso



A comercialização do algodão em Mato Grosso apresentou avanço nos últimos meses, segu



Foto: Canva

A comercialização do algodão em Mato Grosso apresentou avanço nos últimos meses, segundo análise divulgada na segunda-feira (9) pelo Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea). O instituto informou que publicou novo relatório sobre o andamento das vendas da fibra no estado.

De acordo com o levantamento do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária, a intensificação das vendas aproximou o ritmo de comercialização das médias históricas. Segundo a análise, “as negociações da safra 25/26 avançaram 3,74 pontos percentuais em relação a jan/26, atingindo 58,55% até fev/26”, índice que permanece 0,50 ponto percentual abaixo da média das últimas cinco safras. O relatório destaca que “essa diferença chegou a ser de 13,56 pontos percentuais em nov/25”.

O instituto explica que o movimento está relacionado à maior definição sobre a área cultivada, após a conclusão da semeadura. Conforme o relatório, “o cenário está ligado à maior segurança em relação ao que de fato será cultivado no ciclo”. A análise acrescenta que os produtores têm aproveitado momentos específicos do mercado para fechar contratos, buscando cotações consideradas mais atrativas.

Para a safra 2026/27, o relatório aponta avanço mensal de 2,08 pontos percentuais, com a comercialização atingindo 7,43%. Segundo o Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária, o volume ainda representa atraso de 2,66 pontos percentuais em relação à média dos últimos cinco anos, “mesmo com a comercialização iniciando cinco meses após o período de início da safra 22/23, que foi a mais adiantada no comparativo”.

O levantamento conclui que os cotonicultores devem continuar avançando nas vendas de forma gradual, acompanhando as condições do mercado. Conforme a análise do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária, “os produtores tendem a avançar de forma pontual, conforme as condições de mercado”.





Fonte: AGROLINK

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