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Lulinha e aliados de Lula têm sigilos quebrados


A CPMI do INSS aprovou hoje, 27 de fevereiro de 2026, a quebra de sigilo de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, e de empresários ligados ao governo. A decisão amplia a investigação sobre fraudes bilionárias em descontos de aposentados, gerando um forte embate político no Congresso Nacional.

Por que o filho do presidente Lula está sendo investigado?

Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, tornou-se alvo após a Polícia Federal apontar suspeitas de um repasse de R$ 300 mil feito por um intermediário. O objetivo da CPMI e do ministro André Mendonça, do STF, é esclarecer se ele teve algum envolvimento no esquema de fraudes contra aposentados do INSS ou se recebeu valores indevidos.

Quem é Augusto Ferreira Lima e qual sua ligação com o governo?

Augusto Ferreira Lima é ex-CEO do Banco Master e atual controlador do Banco Pleno. Apelidado pela oposição de ‘banqueiro do PT’, ele é o idealizador do CredCesta, um cartão de crédito consignado para servidores. A comissão investiga se as operações de suas instituições financeiras serviram como base para o escoamento de recursos das fraudes no INSS.

O que são as quebras de sigilo bancário e fiscal aprovadas?

A quebra de sigilo é uma medida judicial ou parlamentar que permite aos investigadores acessar extratos bancários, transferências e declarações de impostos de uma pessoa ou empresa. No caso da CPMI, essa ferramenta será usada para rastrear o fluxo do dinheiro e identificar quem pagava e quem recebia as supostas ‘mesadas’ do esquema criminoso.

Quais outros nomes importantes entraram na mira da comissão?

Além de Lulinha e do banqueiro Augusto Lima, a lista inclui Danielle Fonteles, ex-publicitária do PT suspeita de lavar dinheiro no exterior, e Adroaldo Portal, ex-número 2 do Ministério da Previdência. Também estão sob investigação empresários como Gustavo Marques Gaspar e Roberta Luchsinger, ambos com trânsito político em Brasília.

Qual é o impacto político dessas convocações para o Palácio do Planalto?

As medidas representam uma derrota para a base governista, que tentava blindar o governo. Com a aprovação dos requerimentos, a oposição ganha munição para desgastar a imagem de Lula e seus aliados em pleno ano eleitoral. O governo agora tenta manobras no Senado para anular as votações, alegando irregularidades no comando da comissão.

Conteúdo produzido a partir de informações apuradas pela equipe de repórteres da Gazeta do Povo. Para acessar a informação na íntegra e se aprofundar sobre o tema leia a reportagem abaixo.

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Fonte: Revista Oeste

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