Nesse contexto, Ribeirão Preto recebe o plantio de 1.211 árvores nativas
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– Leonardo Gottems
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Nesse contexto, Ribeirão Preto recebe o plantio de 1.211 árvores nativas – Foto: Divulgação
O plantio de árvores nativas é apontado como uma das medidas mais eficazes para recuperar áreas degradadas, melhorar a qualidade ambiental nas cidades e contribuir para a mitigação das mudanças climáticas. Além de capturarem dióxido de carbono, as árvores ajudam a regular a temperatura, favorecem a infiltração de água no solo, reduzem ilhas de calor e ampliam a biodiversidade, fatores considerados estratégicos em regiões com histórico de pressão ambiental.
Estudos da organização internacional The Nature Conservancy indicam que áreas submetidas à restauração florestal apresentam ganhos relevantes em serviços ecossistêmicos, com impactos positivos tanto para o meio ambiente quanto para a qualidade de vida da população. A proteção do solo contra erosão e a melhoria da qualidade do ar também estão entre os benefícios associados a esse tipo de iniciativa.
Nesse contexto, Ribeirão Preto recebe o plantio de 1.211 árvores nativas, ação conduzida pela Netafim como parte do projeto de expansão de sua planta produtiva no município. A empresa assumiu o compromisso de não apenas realizar o plantio, mas também acompanhar e cuidar das mudas por três anos, garantindo sua formação e desenvolvimento adequado.
Segundo João Dutra, gerente da unidade no Brasil, mesmo diante de uma transição na legislação ambiental que poderia exigir apenas a doação de mudas, a decisão foi manter o modelo anterior, que prevê o plantio e o acompanhamento das árvores. A iniciativa, de acordo com o executivo, reforça o compromisso ambiental da companhia e amplia o vínculo com a comunidade local, além de estimular a conscientização entre os colaboradores.
Especialistas avaliam que projetos de restauração associados a compromissos de longo prazo tendem a potencializar os resultados ambientais e sociais, consolidando-se como parte efetiva das estratégias de sustentabilidade adotadas por empresas e municípios.
Fonte: AGROLINK


