Os mercados agrícolas encerraram o dia 26 de janeiro com predominância de ajustes negativos nos contratos futuros, refletindo oscilações moderadas nos principais grãos e derivados acompanhados pelos investidores. Levantamento da TF Agroeconômica aponta que o trigo apresentou quedas nas três referências internacionais, com perdas mais intensas em Kansas, enquanto a soja e seus subprodutos também fecharam em baixa em Chicago, assim como o milho, com exceção de leves ganhos pontuais no mercado brasileiro.
Em Chicago, o trigo com vencimento em março de 2026 foi cotado a 522,50, recuo diário de 1,32%, enquanto o contrato de maio caiu 1,16%, para 532,75. Em Kansas, as perdas foram mais acentuadas, com o março recuando 2,03%, a 529,75, e o maio cedendo 1,82%, a 540,50. Em Minneapolis, o trigo registrou baixas mais moderadas, com retração de 0,91% no março, a 569,75, e de 0,89% no maio, a 581,50. Em Paris, o cereal também fechou em campo negativo, com o março a 189,00 e o maio a 189,50.
A soja em Chicago acompanhou o movimento de ajuste, com o contrato março a 1.061,75, queda de 0,56%, e o maio a 1.074,00, recuo de 0,51%. O farelo de soja apresentou perdas mais expressivas, com baixa de 1,87% no março e de 1,39% no maio. O óleo de soja teve variação negativa discreta, com ambos os vencimentos recuando 0,19%.
No milho, Chicago registrou quedas de 0,52% no março, a 428,25, e de 0,46% no maio, a 436,00. No mercado brasileiro, o milho B3 mostrou comportamento distinto, com alta de 0,22% no março, a 68,99, enquanto o maio avançou 0,16%, para 68,31. O dólar comercial encerrou o dia em leve baixa, cotado a 5,2798.
Fonte: AGROLINK


