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Janeiro marca o nascimento dos espumantes


Todos espumantes Chandon nascem em janeiro. Isso porque as uvas processadas pela vinícola são 100% colhidas nos primeiros 30 dias do ano, em uma colheita guiada por critérios rigorosos de precisão técnica. Sempre foi assim e sempre será. A escolha não é por acaso: para se elaborar uma bebida de excelência tão diferenciada, a matéria-prima precisa apresentar características muito específicas para gerar um vinho base de qualidade, como equilíbrio exato entre acidez e teor de açúcar e um perfil aromático delicado, marcado por frescor e notas frutadas – atributos alcançados apenas quando a colheita ocorre no ponto exato de maturação.

Para a Chandon, a elaboração de seus espumantes parte de um conjunto de variedades historicamente adotadas pela marca. A escolha por Moscato, Riesling Itálico, Chardonnay e Pinot Noir é resultado de mais de cinco décadas de pesquisa no Brasil, dedicadas a compreender os diferentes terroirs e identificar as castas que melhor se adaptam a cada um deles para a elaboração de espumantes excepcionais. Esse conhecimento acumulado orienta um padrão técnico consolidado ao longo do tempo e alinhado ao estilo que define os espumantes Chandon.

As primeiras uvas colhidas em 2026 começaram a chegar à Chandon, em Garibaldi, a partir desta terça-feira, 06 de janeiro, trazidas por parceiros de diversas cidades da Serra Gaúcha. Juntos, famílias de viticultores das comunidades da região e equipe técnica da Chandon, acompanham cada etapa do ciclo da videira – do plantio à colheita, em suas propriedades ou em seu vinhedo próprio de Encruzilhada do Sul.  

Todo ano, a vindima na Chandon potencializa um movimento coletivo construído ao longo de todo o ciclo da videira. É nesse período que a força do trabalho conjunto ganha ainda mais intensidade para entregar excelência em forma de borbulhas. São famílias de agricultores parceiros e uma equipe técnica que atuam de forma contínua, ao longo do ano, dividindo-se entre as comunidades vitícolas e os vinhedos próprios de Encruzilhada do Sul, acompanhando cada etapa do cultivo da uva — do plantio à colheita.

Para a Chandon, a vindima é mais do que colheita: é o encontro entre natureza, conhecimento e pessoas que dedicam um ano inteiro ao cuidado do vinhedo. “A vindima representa o momento em que todo esse trabalho se materializa. É quando decisões técnicas, observação da natureza e o empenho de muitas pessoas convergem para dar origem aos nossos espumantes”, afirma o enólogo-chefe Philippe Mével.

Todo o processo é conduzido com alto rigor operacional. Cada entrega de uvas realizada pelos parceiros é previamente agendada, garantindo organização logística e evitando que a fruta permaneça em espera. Dessa forma, as uvas chegam à vinícola e são imediatamente processadas, preservando frescor, integridade e as características sensoriais essenciais para a elaboração do vinho base.

Os terroirs

Na Serra Gaúcha (Serra do Nordeste), agricultores parceiros da Chandon atuam em sintonia com a vinícola em um trabalho coordenado que envolve acompanhamento técnico permanente, troca de conhecimento e uma relação de confiança construída ao longo de mais de 50 anos. Neste momento, a vinícola recebe diariamente uvas provenientes de diferentes localidades da região, resultado de uma colheita organizada e acompanhada de perto pelas equipes técnicas. Cada família viticultora carrega saberes transmitidos no tempo, aliados à orientação agronômica e enológica que assegura padrões elevados de qualidade e sustentabilidade. É uma parceria viva, cultivada ao longo das quatro estações do ano, que conecta tradição, técnica e compromisso com a excelência.

Ao mesmo tempo, nos vinhedos próprios de Encruzilhada do Sul, na Serra do Sudeste, o time técnico da Chandon acompanha com atenção e paciência o ritmo da natureza até o momento exato da colheita. Ali, o respeito ao tempo do vinhedo dá início a uma operação cuidadosamente planejada, que entra em ação na metade de janeiro, com trabalho em tempo integral durante a vindima. O clima e os solos diferenciados da região contribuem com uvas de perfil singular, ampliando a complexidade e a identidade brasileira dos espumantes da marca. É quando tecnologia, ciência e sensibilidade caminham juntas, com decisões tomadas parcela a parcela, dia após dia.

Especialista em espumantes

Especialista em espumantes desde a sua origem, a Chandon foi a primeira vinícola brasileira a optar por elaborar exclusivamente espumantes, construindo ao longo do tempo uma expertise única no país. Essa escolha moldou uma cultura técnica profunda, que se renova a cada safra e se reflete no respeito absoluto ao tempo da natureza e à mão de quem cultiva a uva. É um saber fazer apoiado na ciência da terra e do homem.

Para a Chandon, a vindima também cumpre um papel educacional e social. É um período de aprendizado contínuo, de valorização do agricultor, de geração de renda no campo e de fortalecimento das comunidades onde a viticultura é mais do que uma atividade econômica: é identidade, herança e futuro. Assim, a Vindima 2026 é celebrada como um brinde à natureza, à participação do homem e da mulher da terra e à força do coletivo. Um momento em que a Chandon reconhece que cada espumante começa muito antes da taça: nasce no vinhedo, cresce no tempo e se completa no encontro entre pessoas, terra e paixão criativa.





Fonte: AGROLINK

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