{"id":7144,"date":"2025-03-22T01:44:47","date_gmt":"2025-03-22T04:44:47","guid":{"rendered":"https:\/\/mussicom.com\/andreas-kisser-fala-a-rs-sobre-sepultura-no-lolla-despedida-em-estadio-e-legado\/"},"modified":"2025-03-22T01:44:47","modified_gmt":"2025-03-22T04:44:47","slug":"andreas-kisser-fala-a-rs-sobre-sepultura-no-lolla-despedida-em-estadio-e-legado","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/mussicom.com\/noticias\/andreas-kisser-fala-a-rs-sobre-sepultura-no-lolla-despedida-em-estadio-e-legado\/","title":{"rendered":"Andreas Kisser fala \u00e0 RS sobre Sepultura no Lolla, despedida (em est\u00e1dio?) e legado"},"content":{"rendered":"<p> <br \/>\n<\/p>\n<div>\n<p><strong>Sepultura<\/strong> no <strong>Lollapalooza Brasil 2025<\/strong>. Nada a ver? <strong>Andreas Kisser<\/strong> discorda. \u201cDesde a d\u00e9cada de 1990, sempre fizemos festivais alternativos, principalmente na Europa\u201d, reflete o guitarrista em bate-papo com a <strong>Rolling Stone Brasil<\/strong>.<\/p>\n<p>Kisser, o vocalista <strong>Derrick Green<\/strong>, o baixista <strong>Paulo Xisto<\/strong> e o baterista <strong>Greyson Nekrutman<\/strong> tocam no terceiro e \u00faltimo dia de evento \u2014 30 de mar\u00e7o, domingo \u2014, como a atra\u00e7\u00e3o final do palco Mike\u2019s Ice. Na mesma data, se apresentam <strong>Justin Timberlake<\/strong>, <strong>Tool<\/strong>, <strong>Bush<\/strong>, <strong>Foster the People<\/strong>, <strong>Parcels<\/strong>, <strong>Terno Rei<\/strong>, <strong>Charlotte De Witte<\/strong>, entre outros. O Lolla acontece no Aut\u00f3dromo de Interlagos, em S\u00e3o Paulo, nos dias 28, 29 e 30 deste m\u00eas. H\u00e1 ingressos \u00e0 venda no site Ticketmaster.<\/p>\n<p>Al\u00e9m de ter sido escalado para diversos festivais fora do metal ao longo dos anos \u2014 Andreas cita o neerland\u00eas Pinkpop e eventos t\u00edpicos da prov\u00edncia espanhola Jerez de la Frontera como exemplos \u2014, o Sepultura est\u00e1 acostumado a ocupar espa\u00e7os que n\u00e3o s\u00e3o destinos ao g\u00eanero. O guitarrista, ali\u00e1s, \u00e9 um defensor vocal da presen\u00e7a da m\u00fasica pesada at\u00e9 em eventos como o beneficente <em><strong>Crian\u00e7a Esperan\u00e7a<\/strong><\/em>. E faz sentido, dada a popularidade do estilo no Brasil e no mundo.<\/p>\n<p>Hoje em meio a uma turn\u00ea de despedida, o grupo se tornou benquisto em territ\u00f3rios \u201cextramet\u00e1licos\u201d por sua sonoridade \u00fanica, que, desde o \u00e1lbum <em><strong>Arise<\/strong><\/em> (1991) e especialmente em <em><strong>Chaos A.D.<\/strong><\/em> (1993) e <em><strong>Roots<\/strong><\/em> (1996), come\u00e7ou a agregar elementos da m\u00fasica brasileira. A respeito disso, Kisser reflete:<\/p>\n<blockquote class=\"citacao\"><p><em>\u201cAcho que trazer elementos novos para o metal abriu portas para tocarmos nesses festivais, onde se via poucas camisas pretas na plateia. \u00c9 muito bom tocar para quem nunca nem ouviu falar da banda e que, na terceira m\u00fasica, est\u00e1 ali curtindo. Nos Estados Unidos ainda havia certo paradigma, mas na Europa sempre foi muito misturado. Em todo caso, \u00e9 sensacional estar no Lollapalooza Brasil com essas bandas, n\u00e3o s\u00f3 pelo que rola no palco, mas tamb\u00e9m no backstage, de conversar e conhecer pessoas.\u201d<\/em><\/p><\/blockquote>\n<figure class=\"image\"><figcaption>Sepultura em 2025 (E-D): Derrick Green, Paulo Xisto, Andreas Kisser, Greyson Nekrutman &#8211; Foto: Stephanie Veronezzi<\/figcaption><\/figure>\n<p>No Brasil, ainda assim, n\u00e3o \u00e9 t\u00e3o comum ver o Sepultura em festivais um pouco mais misturados. Quando acontece, \u00e9 recorrente ouvir na plateia pessoas distantes do heavy metal comentar: \u201cachava que era inaud\u00edvel de t\u00e3o pesado, mas \u00e9 bom\u201d. Talvez seja medo de um nome t\u00e3o direto: Sepultura. Andreas reflete:<\/p>\n<blockquote class=\"citacao\"><p><em>\u201c\u00c9 dif\u00edcil generalizar o que \u00e9 ou n\u00e3o \u00e9 o f\u00e3 do Sepultura. Se voc\u00ea mostra o <strong>Morbid Visions<\/strong> (1986), o <strong>Roots<\/strong> (1996) e o <strong>Quadra<\/strong> (2020), tudo isso \u00e9 Sepultura. Tr\u00eas pessoas diferentes podem gostar de cada um. Sepultura \u00e9 o presente. Por isso a import\u00e2ncia da experi\u00eancia do ao vivo. O que est\u00e1 gravando s\u00e3o registros de um momento, n\u00e3o significa que a m\u00fasica seja aquilo. A m\u00fasica sempre evolui. Tocamos <strong>\u2018Kaiowas\u2019<\/strong> de v\u00e1rias maneiras diferentes e continua a mesma m\u00fasica, mas com experi\u00eancias sempre diferentes, com os convidados no palco. Por isso que n\u00e3o me enjoo de tocar <strong>\u2018Roots Bloody Roots\u2019<\/strong> em todo show. Cada show \u00e9 uma experi\u00eancia diferente.\u201d<\/em><\/p><\/blockquote>\n<h3><strong>O que esperar do show do Sepultura<\/strong><\/h3>\n<p>Como citado, o Sepultura est\u00e1 se despedindo dos palcos. A turn\u00ea final <em><strong>Celebrating Life Through Death<\/strong><\/em> foi iniciada em mar\u00e7o de 2023 ap\u00f3s um drama interno: semanas antes, o baterista <strong>Eloy Casagrande<\/strong>, vinculado ao grupo, teve sua sa\u00edda confirmada de modo repentino e misterioso. N\u00e3o demoraria muito para ele ser anunciado como novo integrante do <strong>Slipknot<\/strong>.<\/p>\n<p>Para sua vaga, o trio remanescente trouxe dos Estados Unidos o jovem <strong>Greyson Nekrutman<\/strong>, hoje com 22 anos. Fen\u00f4meno das redes sociais, o baterista se notabilizou por seus diversos v\u00eddeos tocando jazz e pelo trabalho anterior com o <strong>Suicidal Tendencies<\/strong>. A t\u00edtulo de curiosidade, sua banda anterior convocou <strong>Jay Weinberg<\/strong>\u2026 que havia sido demitido do Slipknot, onde Casagrande est\u00e1. Dan\u00e7a das cadeiras \u2014 ou melhor, dos banquinhos de bateria.<\/p>\n<figure class=\"image\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"Greyson Nekrutman, baterista do Sepultura\" height=\"435\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/rollingstone.uol.com.br\/media\/uploads\/2025\/03\/greyson-nekrutman-sepultura-2025-foto-stephanie-veronezzi.jpg\" width=\"773\"\/><figcaption>Greyson Nekrutman, baterista do Sepultura &#8211; Foto: Stephanie Veronezzi<\/figcaption><\/figure>\n<p>Desde ent\u00e3o, muitos f\u00e3s do Brasil e do mundo j\u00e1 puderam assistir ao show <em><strong>Celebrating Life Through Death<\/strong><\/em>, inclusive em dura\u00e7\u00e3o maior, visto que a banda tem realizado v\u00e1rias apresenta\u00e7\u00f5es como atra\u00e7\u00e3o principal. Para o Lolla, por\u00e9m, o formato ser\u00e1 um pouco reduzido \u2014 uma hora de dura\u00e7\u00e3o \u2014 e o repert\u00f3rio n\u00e3o deve ter tantas surpresas. Andreas Kisser aponta que poder\u00e1 ser \u201cum pouco diferente, mas sem fugir muito\u201d do que executaram no \u00faltimo dia 16 no festival mexicano <strong>Vive Latino<\/strong>.<\/p>\n<p>Por l\u00e1, sendo mais exato, eles tocaram: <strong>\u201cRefuse\/Resist\u201d; \u201cTerritory\u201d; \u201cKairos\u201d; \u201cPhantom Self\u201d; \u201cAttitude\u201d; \u201cMeans to an End\u201d; \u201cEscape to the Void\u201d; \u201cDead Embryonic Cells\u201d; \u201cAgony of Defeat\u201d; \u201cArise\u201d; \u201cRatamahatta\u201d; \u201cRoots Bloody Roots\u201d<\/strong>. O guitarrista comenta:<\/p>\n<blockquote class=\"citacao\"><p><em>\u201cSempre tem algo diferente, mas dentro do que temos. Estamos ensaiando mais m\u00fasica do repert\u00f3rio com Greyson, pois estamos gravando um disco ao vivo, ent\u00e3o temos que ter mais possibilidades de faixas e locais. Ser\u00e3o 40 m\u00fasicas gravadas em 40 cidades diferentes. O show ser\u00e1 um pouco mais compacto do que normalmente fazemos como headliner. Acho que aqui no Brasil faremos um setlist um pouco diferente do que no M\u00e9xico, mas n\u00e3o foge muito do que estamos apresentando.\u201d<\/em><\/p><\/blockquote>\n<h3><strong>Um ano de despedida \u2014 e de Greyson Nekrutman<\/strong><\/h3>\n<p>Nem parece, mas a turn\u00ea de despedida do Sepultura completou um ano no in\u00edcio deste m\u00eas. A apresenta\u00e7\u00e3o inaugural em Belo Horizonte, cidade de funda\u00e7\u00e3o da banda, ficou marcada tamb\u00e9m pela estreia de Greyson Nekrutman com uma tarefa nada f\u00e1cil, tendo em vista o legado do grupo no que diz respeito a bateria.<\/p>\n<p>Andreas Kisser aponta que, neste primeiro ano, a <em><strong>Celebrating Life Through Death<\/strong><\/em> foi <em>\u201cperfeita, do jeito imaginado e planejado de celebrar positivamente, sem melancolia, s\u00f3 com agradecimento aos f\u00e3s\u201d<\/em>. A respeito do novo integrante, o guitarrista diz:<\/p>\n<blockquote class=\"citacao\"><p><em>\u201cGreyson \u00e9 fant\u00e1stico. \u00cdntegro, leve, aberto, com um talento absurdo e uma fam\u00edlia espetacular. Diante de uma bucha, ele matou no peito e chutou no \u00e2ngulo. Transparece naturalmente para o p\u00fablico. N\u00e3o \u00e0 toa, j\u00e1 em Belo Horizonte a galera come\u00e7ou a gritar \u2018Greyson, Greyson\u2019, o que se tornou uma constante. Isso \u00e9 muito real, n\u00e3o se forja. Tem um pouco de sorte, mas tamb\u00e9m muito poder de observa\u00e7\u00e3o nosso, de ter conex\u00e3o com bateristas espetaculares. Desde que o <strong>Iggor Cavalera<\/strong> mostrou esse \u2018caminho Sepultura\u2019 de ser, de compor e de tocar bateria, s\u00f3 tivemos monstros. N\u00e3o tem como ter menos. Foi fant\u00e1stico ter colocado no mapa mundial o <strong>Jean Dolabella<\/strong>, o Eloy Casagrande e agora o Greyson.\u201d<\/em><\/p><\/blockquote>\n<h3><strong>Futuro do Sepultura, tanto ativo quanto inativo<\/strong><\/h3>\n<p>Ainda n\u00e3o se sabe exatamente quando a <em><strong>Celebrating Life Through Death<\/strong><\/em> ir\u00e1 acabar. O plano, de acordo com Andreas Kisser, \u00e9 seguir at\u00e9 algum momento de 2026, quando haver\u00e1 uma apresenta\u00e7\u00e3o final, em S\u00e3o Paulo, com direito a convidar ex-integrantes.<\/p>\n<p>Quando se fala da capital paulista, a banda j\u00e1 realizou tr\u00eas apresenta\u00e7\u00f5es lotadas no Espa\u00e7o Unimed, em setembro \u00faltimo, reunindo aproximadamente 24 mil f\u00e3s. O guitarrista admite que torna-se natural, portanto, pensar em um est\u00e1dio para receber o show derradeiro.<\/p>\n<blockquote class=\"citacao\"><p><em>\u201cA inten\u00e7\u00e3o \u00e9 fazer [o show final] em um est\u00e1dio, sem d\u00favida. \u00c9 o \u00faltimo show da banda. Vamos convidar bandas que fazem parte dessa hist\u00f3ria, todos os ex-membros, amigos, fazer uma festa. Acho que \u00e9 uma carreira \u00fanica. Quarenta anos de hist\u00f3ria, ser\u00e3o 42 quando fizermos esta festa, no ano que vem. Tem que celebrar. Criamos o Sepultura e essa m\u00fasica no nosso pa\u00eds, Brasil, com seus pr\u00f3s e contras. Ent\u00e3o, queremos fazer uma festa grande para todo f\u00e3 do Brasil inteiro e at\u00e9 do exterior: muitos da Europa j\u00e1 est\u00e3o se programando para participar.\u201d<\/em><\/p><\/blockquote>\n<figure class=\"image\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"Sepultura em 2025 (E-D): Derrick Green, Paulo Xisto, Andreas Kisser, Greyson Nekrutman\" height=\"435\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/rollingstone.uol.com.br\/media\/uploads\/2025\/03\/sepultura-2025-foto-stephanie-veronezzi-2.jpg\" width=\"773\"\/><figcaption>Sepultura em 2025 (E-D): Derrick Green, Paulo Xisto, Andreas Kisser, Greyson Nekrutman &#8211; Foto: Stephanie Veronezzi<\/figcaption><\/figure>\n<p>De acordo com Kisser, o Sepultura representa \u201cuma porta aberta do Brasil para o mundo\u201d. A se lamentar, apenas o fato de o heavy metal n\u00e3o ter o devido reconhecimento no pa\u00eds.<\/p>\n<blockquote class=\"citacao\"><p><em>\u201c\u00c9 uma porta aberta do Brasil para o mundo, um s\u00edmbolo cultural brasileiro que, infelizmente, n\u00e3o tem o reconhecimento aqui dentro desse pa\u00eds, como um aspecto cultural, o heavy metal. \u00c9 o pa\u00eds que mais ama heavy metal no mundo. N\u00e3o \u00e0 toa, toda banda do circuito mundial vem para c\u00e1, toca em grandes lugares, grava DVDs e discos ao vivo.\u201d<\/em><\/p><\/blockquote>\n<p>Depois da \u00faltima apresenta\u00e7\u00e3o, o Sepultura continua, mas com sua obra. E que tipo de legado Andreas Kisser gostaria de deixar a partir do momento em que a banda encerrar as atividades? Em uma longa resposta a ser mantida na \u00edntegra, ele diz:<\/p>\n<blockquote class=\"citacao\"><p><em>\u201cQue tudo \u00e9 poss\u00edvel, mesmo dentro de um sonho imposs\u00edvel, que era o Sepultura em 1984, at\u00e9 a hist\u00f3ria que constru\u00edmos, colocando o Brasil no mapa do mundo do metal. Acreditar em voc\u00ea mesmo, focar, se preparar. O Sepultura ensaiava todo dia, desde que eu entrei em 1987. At\u00e9 antes, eles tinham essa disciplina, de ensaiar todo dia, de compor, buscar influ\u00eancias, escutar coisas novas.<\/em><br \/><em>E ser aut\u00eantico com voc\u00ea mesmo. A partir do momento que voc\u00ea come\u00e7a a perder um certo foco ou identidade, voc\u00ea vai querer fazer m\u00fasica para r\u00e1dio, vai querer usar um certo visual porque est\u00e1 na moda, ou vai se perder no caminho. Muitos artistas se perdem porque querem agradar ao f\u00e3, \u00e0 gravadora, \u00e0 r\u00e1dio, a\u00ed se perdem. Sempre fomos muito seguros no que quer\u00edamos, sempre lutamos pela liberdade art\u00edstica, de fazer nossa m\u00fasica, escolher nossa arte para o disco. E aqui estamos.<\/em><br \/><em>\u00c9 muito legal escutar por exemplo o <strong>Juanes<\/strong>, um grande artista colombiano, que viu na ascens\u00e3o do Sepultura fora da Am\u00e9rica Latina a possibilidade de ele fazer aquilo tamb\u00e9m. \u00c9 f#da ouvir um neg\u00f3cio desse. Argentinos, colombianos, chilenos falam: \u2018essa banda n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 brasileira, \u00e9 sul-americana\u2019. \u00c9 um pioneirismo n\u00e3o s\u00f3 brasileiro, mas sul-americano. Isso tem um poder espetacular de influ\u00eancia, de motiva\u00e7\u00e3o\u2026 de fazer a galera pegar no instrumento, fazer um som e transformar seu pr\u00f3prio sonho em realidade. Acho que \u00e9 um legado que mostra como, independentemente do estilo musical ou mesmo a profiss\u00e3o que for seguir, se prepare: estude, se respeite, d\u00ea a si a chance de encarar os desafios da melhor maneira poss\u00edvel.\u201d<\/em><\/p><\/blockquote>\n<figure class=\"image\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"Andreas Kisser - Foto: Elsie Roymans \/ Getty Images\" height=\"435\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/rollingstone.uol.com.br\/media\/uploads\/2024\/05\/andreas-kisser-guitarrista-sepultura-foto-elsie-roymans-getty-images.jpg\" width=\"773\"\/><figcaption>Andreas Kisser &#8211; Foto: Elsie Roymans \/ Getty Images<\/figcaption><\/figure>\n<p><em><strong>*O Sepultura toca no terceiro e \u00faltimo dia de Lollapalooza Brasil 2025 \u2014 30 de mar\u00e7o, domingo \u2014, como a atra\u00e7\u00e3o final do palco Mike\u2019s Ice. Na mesma data, se apresentam Justin Timberlake, Tool, Bush, Foster the People, Parcels, Terno Rei, Charlotte De Witte, entre outros. O Lolla acontece no Aut\u00f3dromo de Interlagos, em S\u00e3o Paulo, nos dias 28, 29 e 30 deste m\u00eas. H\u00e1 ingressos \u00e0 venda no site Ticketmaster.<\/strong><\/em><\/p>\n<p><strong>+++ LEIA MAIS: A raz\u00e3o pessoal que levou ao fim do Sepultura, segundo Andreas Kisser<br \/>+++ LEIA MAIS: A rea\u00e7\u00e3o de Andreas Kisser ap\u00f3s Eloy Casagrande anunciar sa\u00edda do Sepultura<br \/>+++ LEIA MAIS: A dura cr\u00edtica de Andreas Kisser a regrava\u00e7\u00f5es de Sepultura por Max e Iggor Cavalera<br \/>+++ Siga a Rolling Stone Brasil @rollingstonebrasil no Instagram<br \/>+++ Siga o jornalista Igor Miranda @igormirandasite no Instagram<\/strong><\/p>\n<\/div>\n<p><script async src=\"\/\/www.instagram.com\/embed.js\"><\/script><br \/>\n<br \/><br \/>\n<br \/>Fonte: <a href=\"https:\/\/rollingstone.com.br\/musica\/andreas-kisser-fala-a-rs-sobre-sepultura-no-lolla-despedida-em-estadio-e-legado\/\">rollingstone.com.br<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Sepultura no Lollapalooza Brasil 2025. Nada a ver? 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