{"id":7009,"date":"2025-03-21T16:57:49","date_gmt":"2025-03-21T19:57:49","guid":{"rendered":"https:\/\/www.mussicom.com\/o-pao-frances-nao-e-da-franca-a-receita-e-do-brasil\/"},"modified":"2025-03-21T16:57:49","modified_gmt":"2025-03-21T19:57:49","slug":"o-pao-frances-nao-e-da-franca-a-receita-e-do-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/mussicom.com\/noticias\/o-pao-frances-nao-e-da-franca-a-receita-e-do-brasil\/","title":{"rendered":"O p\u00e3o franc\u00eas n\u00e3o \u00e9 da Fran\u00e7a \u2014 a receita \u00e9 do Brasil"},"content":{"rendered":"<p> <br \/>\n<\/p>\n<div id=\"hd80s9wa1h892edh8192\">\n<p>Neste exato momento, foram produzidos quase 3 mil p\u00e3es franceses. A cada segundo, as padarias brasileiras fabricam cerca de 1,5 mil unidades da iguaria. Diariamente, s\u00e3o mais de 126 milh\u00f5es de p\u00e3ezinhos. Enquanto isso, na Fran\u00e7a, nem sinal dessa del\u00edcia.<\/p>\n<h2 class=\"wp-block-heading\">+ Leia not\u00edcias de <strong>Agroneg\u00f3cio<\/strong> em Oeste <\/h2>\n<p>O p\u00e3o franc\u00eas \u00e9 t\u00e3o famoso na culin\u00e1ria nacional que ganhou um dia no calend\u00e1rio: 21 de mar\u00e7o. Em 2025, a data cai justamente nesta sexta-feira. A receita at\u00e9 tem inspira\u00e7\u00e3o do outro lado do Atl\u00e2ntico, mas \u00e9 legitimamente brasileira. Na passagem do s\u00e9culo 19 para o 20, os padeiros do Brasil come\u00e7aram a produzir uma massa que, depois de assada, lembrava a croc\u00e2ncia da baguete francesa.<\/p>\n<p>A estrat\u00e9gia era simples e precisa: agradar \u00e0 elite nacional. Naquele momento, o paladar dos mais ricos estava sob influ\u00eancia dos filhos que voltavam das universidades europeias \u2014 muitas delas francesas. A moda pegou. Mesmo com nomes diferentes, como o cacetinho para os ga\u00fachos, a receita passou a ser feita de Norte a Sul do Brasil.<\/p>\n<p>Caso houvesse um <em>ranking <\/em>sobre o assunto, esse alimento estaria no topo, entre os mais consumidos do pa\u00eds, ao lado do arroz, do feij\u00e3o e do macarr\u00e3o. Os cerca de 126 milh\u00f5es de unidades di\u00e1rias significam 46 bilh\u00f5es por ano. D\u00e1 pouco mais um de p\u00e3o a cada dois dias por habitante.<\/p>\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Outros nomes do p\u00e3o franc\u00eas<\/h2>\n<p>Al\u00e9m do j\u00e1 citado cacetinho, no Rio Grande Sul, o p\u00e3o franc\u00eas recebe outros nomes Brasil afora. Na lista, est\u00e3o express\u00f5es como fil\u00e3o, p\u00e3o aguado, Jac\u00f3, p\u00e3o massa grossa, m\u00e9dia e p\u00e3o de sal. A receite tem sempre a mesma base: farinha de trigo, \u00e1gua, sal, a\u00e7\u00facar, manteiga e uma boa pitada de brasilidade.<\/p>\n<\/p><\/div>\n<p><br \/>\n<br \/>Fonte: <a href=\"https:\/\/revistaoeste.com\/agronegocio\/o-pao-frances-nao-e-da-franca-a-receita-e-do-brasil\/\">Revista Oeste<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Neste exato momento, foram produzidos quase 3 mil p\u00e3es franceses. A cada segundo, as padarias brasileiras fabricam cerca de 1,5 mil unidades da iguaria. Diariamente, s\u00e3o mais de 126 milh\u00f5es de p\u00e3ezinhos. Enquanto isso, na Fran\u00e7a, nem sinal dessa del\u00edcia. + Leia not\u00edcias de Agroneg\u00f3cio em Oeste O p\u00e3o franc\u00eas \u00e9 t\u00e3o famoso na culin\u00e1ria [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":5,"featured_media":7010,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_seopress_robots_primary_cat":"","_seopress_titles_title":"","_seopress_titles_desc":"","_seopress_robots_index":"","footnotes":""},"categories":[53],"tags":[],"class_list":["post-7009","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-agronegocio"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/mussicom.com\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7009","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/mussicom.com\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/mussicom.com\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/mussicom.com\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/users\/5"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/mussicom.com\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=7009"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/mussicom.com\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7009\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/mussicom.com\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/media\/7010"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/mussicom.com\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=7009"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/mussicom.com\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=7009"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/mussicom.com\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=7009"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}