{"id":69026,"date":"2026-03-24T01:20:14","date_gmt":"2026-03-24T04:20:14","guid":{"rendered":"https:\/\/mussicom.com\/agronegocio-catarinense-tem-cenario-misto-em-marco\/"},"modified":"2026-03-24T01:20:14","modified_gmt":"2026-03-24T04:20:14","slug":"agronegocio-catarinense-tem-cenario-misto-em-marco","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/mussicom.com\/noticias\/agronegocio-catarinense-tem-cenario-misto-em-marco\/","title":{"rendered":"Agroneg\u00f3cio catarinense tem cen\u00e1rio misto em mar\u00e7o"},"content":{"rendered":"<p> <br \/>\n<\/p>\n<div>\n<p style=\"text-align:justify\">Os pre\u00e7os do arroz registraram leve recupera\u00e7\u00e3o no in\u00edcio de mar\u00e7o no Sul do pa\u00eds, segundo o Boletim Agropecu\u00e1rio divulgado pelo Epagri\/Cepa. O movimento foi sustentado pela baixa liquidez e pela reten\u00e7\u00e3o de vendas por parte dos produtores, o que levou ind\u00fastrias a elevar ofertas de forma pontual. Ainda assim, o avan\u00e7o da colheita, os estoques elevados e um cen\u00e1rio externo moderado seguem limitando novas altas e mantendo margens negativas no campo.&#13;\n<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">As exporta\u00e7\u00f5es aparecem como alternativa para reduzir a oferta interna. De acordo com o levantamento, houve aumento de 59% no valor embarcado entre janeiro e fevereiro, conforme dados do Minist\u00e9rio do Desenvolvimento, Ind\u00fastria, Com\u00e9rcio e Servi\u00e7os, tend\u00eancia que pode influenciar os pre\u00e7os dom\u00e9sticos. Para a safra 2025\/26, a Companhia Nacional de Abastecimento projeta queda de 14,4% na produ\u00e7\u00e3o nacional. Em Santa Catarina, a \u00e1rea recua levemente e a produ\u00e7\u00e3o deve atingir cerca de 1,22 milh\u00e3o de toneladas.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">No mercado de feij\u00e3o, o ano come\u00e7ou com valoriza\u00e7\u00e3o em Santa Catarina. O boletim aponta que \u201co feij\u00e3o-carioca acumulou ganho de mais de 40% no m\u00eas\u201d, mantendo ritmo de alta tamb\u00e9m no in\u00edcio de mar\u00e7o. O feij\u00e3o-preto seguiu a mesma tend\u00eancia. No campo, a colheita da primeira safra alcan\u00e7ou 63% da \u00e1rea at\u00e9 o fim de fevereiro, com lavouras majoritariamente em matura\u00e7\u00e3o, embora o calor e a umidade tenham reduzido o ritmo dos trabalhos. Para a safra 2025\/26, a expectativa \u00e9 de redu\u00e7\u00e3o de \u00e1rea e produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">O milho apresentou queda de pre\u00e7os no Sul em fevereiro e in\u00edcio de mar\u00e7o, pressionado pelo avan\u00e7o da colheita e pelos estoques. Ainda assim, o mercado futuro reagiu diante do atraso no plantio da segunda safra e do risco de perdas. Para o pr\u00f3ximo ciclo, a \u00e1rea cultivada cresceu 1,95%, com produtividade estimada em 8.802 kg por hectare.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">No caso do trigo, a comercializa\u00e7\u00e3o segue lenta em um mercado interno sem dinamismo. Em Santa Catarina, os pre\u00e7os ao produtor recuaram em fevereiro, fechando o m\u00eas em R$ 60,83 por saca. A \u00e1rea plantada diminuiu cerca de 15%, e, mesmo com ganho de produtividade, a produ\u00e7\u00e3o caiu em rela\u00e7\u00e3o ao ciclo anterior. O setor mant\u00e9m cautela diante das incertezas para 2026 e dos impactos do cen\u00e1rio internacional, incluindo o aumento de custos ligados a fertilizantes e log\u00edstica.&#13;\n<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">A bananicultura catarinense teve queda de pre\u00e7os no primeiro bimestre, com recuo m\u00e9dio de 7,3% entre janeiro e fevereiro, influenciado pela maior oferta. Por outro lado, o desempenho das exporta\u00e7\u00f5es se destacou, com crescimento de 16,3% no volume embarcado, consolidando o estado como respons\u00e1vel por 47% das exporta\u00e7\u00f5es brasileiras da fruta no per\u00edodo.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">No mercado de alho, a maior parte da produ\u00e7\u00e3o permanece armazenada, com cerca de 20% do volume comercializado. A press\u00e3o sobre os pre\u00e7os est\u00e1 relacionada \u00e0 elevada oferta interna e ao aumento das importa\u00e7\u00f5es, principalmente da Argentina, que respondeu por 96% das 17,74 mil toneladas importadas em fevereiro.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">A cebola apresentou queda de pre\u00e7os em fevereiro, mas houve rea\u00e7\u00e3o no in\u00edcio de mar\u00e7o. O movimento foi influenciado pelo fim da oferta de outros estados e por dificuldades no escoamento em regi\u00f5es do Nordeste, o que concentrou a oferta em Santa Catarina.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Na pecu\u00e1ria, o pre\u00e7o do boi gordo subiu nas primeiras semanas de mar\u00e7o, acompanhando o desempenho das exporta\u00e7\u00f5es de carne bovina, que cresceram 23% no primeiro bimestre. A menor oferta de animais para abate tamb\u00e9m contribuiu para a valoriza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">A avicultura catarinense registrou aumento nas exporta\u00e7\u00f5es em fevereiro, com 104,6 mil toneladas embarcadas e receitas de US$ 215,4 milh\u00f5es. No acumulado do bimestre, os resultados foram os maiores da s\u00e9rie hist\u00f3rica em valor. Apesar disso, o setor acompanha com aten\u00e7\u00e3o os impactos do conflito no Oriente M\u00e9dio sobre custos log\u00edsticos e rotas comerciais.&#13;\n<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Santa Catarina tamb\u00e9m manteve a lideran\u00e7a nas exporta\u00e7\u00f5es de carne su\u00edna, com 56,2 mil toneladas embarcadas em fevereiro e receitas de US$ 138,6 milh\u00f5es. No bimestre, o estado respondeu por mais da metade das receitas nacionais do setor.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Por fim, o mercado de leite iniciou 2026 com recupera\u00e7\u00e3o de pre\u00e7os. O valor de refer\u00eancia subiu de R$ 2,06 para R$ 2,14 por litro entre fevereiro e mar\u00e7o, refletindo movimento tamb\u00e9m observado no atacado. A redu\u00e7\u00e3o das importa\u00e7\u00f5es contribuiu para aliviar a press\u00e3o sobre o mercado interno.<\/p>\n<\/p><\/div>\n<p><script data-cfasync=\"false\">\n    !function (f, b, e, v, n, t, s) {\n        if (f.fbq) return; n = f.fbq = function () {\n            n.callMethod ?\n                n.callMethod.apply(n, arguments) : n.queue.push(arguments)\n        };\n        if (!f._fbq) f._fbq = n; n.push = n; n.loaded = !0; n.version = '2.0';\n        n.queue = []; t = b.createElement(e); t.async = !0;\n        t.src = v; s = b.getElementsByTagName(e)[0];\n        s.parentNode.insertBefore(t, s)\n    }(window, document, 'script',\n        'https:\/\/connect.facebook.net\/en_US\/fbevents.js');\n    fbq('init', '522546078623747');\n    fbq('track', 'PageView');\n<\/script><br \/>\n<br \/><br \/>\n<br \/>Fonte: <a href=\"https:\/\/www.agrolink.com.br\/noticias\/agronegocio-catarinense-tem-cenario-misto-em-marco_512329.html\">AGROLINK<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os pre\u00e7os do arroz registraram leve recupera\u00e7\u00e3o no in\u00edcio de mar\u00e7o no Sul do pa\u00eds, segundo o Boletim Agropecu\u00e1rio divulgado pelo Epagri\/Cepa. 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