{"id":68988,"date":"2026-03-23T21:16:18","date_gmt":"2026-03-24T00:16:18","guid":{"rendered":"https:\/\/mussicom.com\/producao-de-hortalicas-cresce-no-parana\/"},"modified":"2026-03-23T21:16:18","modified_gmt":"2026-03-24T00:16:18","slug":"producao-de-hortalicas-cresce-no-parana","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/mussicom.com\/noticias\/producao-de-hortalicas-cresce-no-parana\/","title":{"rendered":"Produ\u00e7\u00e3o de hortali\u00e7as cresce no Paran\u00e1"},"content":{"rendered":"<p> <br \/>\n<\/p>\n<div>\n<p style=\"text-align:justify\">A classifica\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica das hortali\u00e7as no Brasil, adotada pelo setor produtivo e por centrais de abastecimento, segue crit\u00e9rios estabelecidos desde o s\u00e9culo passado e ainda orienta a an\u00e1lise do mercado, segundo o Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab). De acordo com o boletim divulgado na quinta-feira (19), o modelo foi ampliado pela Universidade Federal de Vi\u00e7osa e sistematizado por Fernando Filgueira no livro \u201cNovo Manual de Olericultura\u201d, consolidando uma base conceitual aplicada desde a implanta\u00e7\u00e3o das Ceasas nos anos 1970.&#13;\n<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">O boletim reproduz a defini\u00e7\u00e3o cl\u00e1ssica ao afirmar: \u201cHortali\u00e7as-fruto \u2013 utilizam-se os frutos ou parte deles, como as sementes: tomate, melancia, quiabo, morango, feij\u00e3o-vagem, etc.\u201d, al\u00e9m de destacar que \u201cHortali\u00e7as herb\u00e1ceas \u2013 aquelas cujas partes comerci\u00e1veis e utiliz\u00e1veis localizam-se acima do solo, sendo tenras e suculentas\u201d, enquanto \u201cHortali\u00e7as tuberosas: as partes utiliz\u00e1veis desenvolvem-se dentro do solo, sendo ricas em carboidratos\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Segundo o Deral, h\u00e1 distor\u00e7\u00f5es na classifica\u00e7\u00e3o adotada em algumas centrais de abastecimento. O boletim aponta que \u201cnas diversas CEASAs, tem-se cometido o engano \u2013 do ponto de vista agron\u00f4mico \u2013 de considerar melancia, mel\u00e3o e morango como \u2018frutas\u2019 e n\u00e3o como hortali\u00e7as-fruto\u201d. O \u00f3rg\u00e3o informa que, para fins de an\u00e1lise, mant\u00e9m essas culturas no segmento de fruticultura.&#13;\n<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">No acompanhamento da olericultura, o departamento monitora mais de 50 esp\u00e9cies, distribu\u00eddas entre os grupos tuberosos, herb\u00e1ceos e frutos, abrangendo culturas como batata, mandioca, alface, br\u00f3colis, tomate e piment\u00e3o. Esse recorte permite avaliar o comportamento produtivo e econ\u00f4mico do setor no estado.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Em 2024, a olericultura paranaense ocupou 115,8 mil hectares e produziu 2,9 milh\u00f5es de toneladas, movimentando R$ 7,1 bilh\u00f5es em Valor Bruto da Produ\u00e7\u00e3o (VBP), o equivalente a 3,8% do total da agropecu\u00e1ria estadual, estimado em R$ 188,3 bilh\u00f5es.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">As hortali\u00e7as tuberosas concentraram a maior participa\u00e7\u00e3o, com 62,1 mil hectares cultivados e produ\u00e7\u00e3o de 1,5 milh\u00e3o de toneladas, gerando R$ 3,1 bilh\u00f5es. J\u00e1 as herb\u00e1ceas ocuparam 28,1 mil hectares, com colheita de 596,4 mil toneladas e movimenta\u00e7\u00e3o de R$ 1,7 bilh\u00e3o. As hortali\u00e7as-fruto somaram R$ 2,2 bilh\u00f5es, com produ\u00e7\u00e3o de 716,5 mil toneladas em 25,6 mil hectares.&#13;\n<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">O boletim destaca que as principais culturas \u2014 como batata, mandioca, cenoura, cebola, tomate e piment\u00e3o \u2014 concentram a maior parte do valor gerado. Ao todo, quinze hortali\u00e7as respondem por 82,4% do VBP estadual da olericultura.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Em termos de pre\u00e7os m\u00e9dios, o levantamento indica diferen\u00e7as entre os grupos. O valor m\u00e9dio foi de R$ 3,11 por quilo para hortali\u00e7as-fruto, R$ 2,91 para herb\u00e1ceas e R$ 2,01 para tuberosas no per\u00edodo analisado.<\/p>\n<\/p><\/div>\n<p><script data-cfasync=\"false\">\n    !function (f, b, e, v, n, t, s) {\n        if (f.fbq) return; n = f.fbq = function () {\n            n.callMethod ?\n                n.callMethod.apply(n, arguments) : n.queue.push(arguments)\n        };\n        if (!f._fbq) f._fbq = n; n.push = n; n.loaded = !0; n.version = '2.0';\n        n.queue = []; t = b.createElement(e); t.async = !0;\n        t.src = v; s = b.getElementsByTagName(e)[0];\n        s.parentNode.insertBefore(t, s)\n    }(window, document, 'script',\n        'https:\/\/connect.facebook.net\/en_US\/fbevents.js');\n    fbq('init', '522546078623747');\n    fbq('track', 'PageView');\n<\/script><br \/>\n<br \/><br \/>\n<br \/>Fonte: <a href=\"https:\/\/www.agrolink.com.br\/noticias\/producao-de-hortalicas-cresce-no-parana_512341.html\">AGROLINK<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A classifica\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica das hortali\u00e7as no Brasil, adotada pelo setor produtivo e por centrais de abastecimento, segue crit\u00e9rios estabelecidos desde o s\u00e9culo passado e ainda orienta a an\u00e1lise do mercado, segundo o Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab). 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