{"id":6841,"date":"2025-03-19T10:11:57","date_gmt":"2025-03-19T13:11:57","guid":{"rendered":"https:\/\/www.mussicom.com\/adrian-belew-fala-a-rs-sobre-show-supergrupo-e-king-crimson-dos-anos-80\/"},"modified":"2025-03-19T10:11:57","modified_gmt":"2025-03-19T13:11:57","slug":"adrian-belew-fala-a-rs-sobre-show-supergrupo-e-king-crimson-dos-anos-80","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/mussicom.com\/noticias\/adrian-belew-fala-a-rs-sobre-show-supergrupo-e-king-crimson-dos-anos-80\/","title":{"rendered":"Adrian Belew fala \u00e0 RS sobre show, supergrupo e King Crimson dos anos 80"},"content":{"rendered":"<p> <br \/>\n<\/p>\n<div>\n<p><strong>Adrian Belew<\/strong> est\u00e1 realmente empolgado com o <strong>Beat<\/strong>. O vocalista e guitarrista chega a dizer em entrevista \u00e0 <strong>Rolling Stone Brasil<\/strong>: <em>\u201cAcho que esse show em particular \u00e9 provavelmente a melhor coisa que j\u00e1 consegui levar para os f\u00e3s da Am\u00e9rica do Sul\u201d<\/em>.<\/p>\n<p>Pudera. Trata-se de um supergrupo que faz justi\u00e7a ao t\u00edtulo \u201csuper\u201d. Belew reuniu alguns dos melhores em seus respectivos instrumentos no planeta para homenagear uma de suas fases com o <strong>King Crimson<\/strong>; mais especificamente os tr\u00eas \u00e1lbuns lan\u00e7ados nos anos 1980: <em><strong>Discipline<\/strong><\/em> (1981), <em><strong>Beat<\/strong><\/em> (1982) e <em><strong>Three of a Perfect Pair<\/strong><\/em> (1984).<\/p>\n<p>A tarefa \u2014 nada f\u00e1cil, tendo em vista a complexidade do repert\u00f3rio \u2014 de acompanhar Adrian nesta iniciativa ficou a cargo de <strong>Steve Vai<\/strong> (guitarra), <strong>Danny Carey<\/strong> (bateria, membro do <strong>Tool<\/strong>) e <strong>Tony Levin<\/strong> (baixo). O \u00faltimo citado integrou a banda respons\u00e1vel pelos discos em quest\u00e3o e tamb\u00e9m fez carreira tocando com <strong>Peter Gabriel<\/strong>, <strong>Liquid Tension Experiment<\/strong>, entre outros. Ou seja: s\u00f3 tem fera.<\/p>\n<p>O quarteto poder\u00e1 ser prestigiado pelos f\u00e3s brasileiros em data \u00fanica na cidade de <strong>S\u00e3o Paulo<\/strong>. O show acontece no Espa\u00e7o Unimed, em 9 de maio. Ingressos est\u00e3o \u00e0 venda no site Eventim. A produ\u00e7\u00e3o \u00e9 da Mercury Concerts.<\/p>\n<figure class=\"image\"><figcaption>Beat ao vivo em 2024 &#8211; Foto: Stephen J. Cohen \/ Getty Images<\/figcaption><\/figure>\n<p>Ao refletir sobre a rea\u00e7\u00e3o do p\u00fablico ao projeto, que passou 2024 excursionando pela Am\u00e9rica do Norte, Belew admite: nem ele esperava uma recep\u00e7\u00e3o t\u00e3o boa. Nasceu da\u00ed o interesse em promover uma turn\u00ea mundial. Ap\u00f3s a Am\u00e9rica do Sul \u2014 primeiro destino nesta nova etapa \u2014, o Beat viajar\u00e1 para a \u00c1sia, no fim deste ano. Em 2026, estar\u00e3o na rota Europa e, novamente, Estados Unidos.<\/p>\n<blockquote class=\"citacao\"><p><em>\u201cLevei cinco anos para formar isso. Esta \u00e9 exatamente a banda que eu queria que tocasse essa obra. Acho que \u00e9 uma banda fant\u00e1stica. Todos amam a obra e est\u00e3o muito envolvidos. Nos divertimos muito no palco. Acho que h\u00e1 mais divers\u00e3o do que o King Crimson j\u00e1 teve.\u201d<\/em><\/p><\/blockquote>\n<p>De acordo com Adrian, um dos segredos para o sucesso do Beat est\u00e1 na liberdade concedida a Steve Vai e Danny Carey na execu\u00e7\u00e3o do repert\u00f3rio. Ningu\u00e9m quis tocar as m\u00fasicas exatamente como foram gravadas, o que, no fim das contas, trouxe bastante frescor.<\/p>\n<blockquote class=\"citacao\"><p><em>\u201cDesde o come\u00e7o, conversei com cada um deles e deixei claro que queria apenas que eles aprendessem as coisas essenciais das m\u00fasicas \u2014 as coisas que todos querem ouvir. Fora isso, realmente quero ouvir muito de Steve Vai e muito de Danny Carey. Queria que a banda fosse al\u00e9m de apenas tocar igual aos discos. A ideia \u00e9 explorar o esp\u00edrito da m\u00fasica. Quando voc\u00ea tem m\u00fasicos t\u00e3o bons assim, o p\u00fablico realmente vai querer ouvir Steve Vai e Danny Carey tocando do jeito que eles tocam. E nunca vi Tony t\u00e3o feliz. Ele realmente ama fazer isso e est\u00e1 tocando e cantando melhor do que nunca.\u201d<\/em><\/p><\/blockquote>\n<figure class=\"image\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"Adrian Belew em show com o Beat em 2024\" height=\"435\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/rollingstone.uol.com.br\/media\/uploads\/2025\/03\/adrian-belew-beat-king-crimson-2024-foto-daniel-knighton-getty-images.jpg\" width=\"773\"\/><figcaption>Adrian Belew em show com o Beat em 2024 &#8211; Foto: Daniel Knighton \/ Getty Images<\/figcaption><\/figure>\n<p>Esta banda s\u00f3 tem um problema, na opini\u00e3o de Belew. Como estamos falando de alguns dos melhores m\u00fasicos do planeta, todos eles s\u00e3o, segundo o frontman, <em>\u201cmuito ocupados\u201d<\/em>. <em>\u201cPor conta disso, voc\u00ea tem que aproveitar o tempo com os quatro juntos e usar para tocar ao redor do mundo. \u00c9 o que estamos fazendo\u201d<\/em>, afirma.<\/p>\n<h3><strong>Uma realidade paralela<\/strong><\/h3>\n<p>O Beat tem apoio de <strong>Robert Fripp<\/strong>, l\u00edder do King Crimson ao longo de todos esses anos. Para n\u00e3o deixar d\u00favidas, o guitarrista de 78 anos \u2014 que em 2019 se aposentou da estrada e tem curtido a vida publicando v\u00eddeos bem-humorados junto da esposa, a cantora <strong>Toyah Wilcox<\/strong> \u2014 chegou a divulgar o projeto em suas redes sociais.<\/p>\n<p>Adrian Belew, tr\u00eas anos mais novo, contou anteriormente que, antes de Steve Vai e Danny Carey, convidou Fripp e o baterista original daqueles \u00e1lbuns, <strong>Bill Bruford<\/strong>, para participar. Ambos recusaram. Bruford, hoje tamb\u00e9m com 75, est\u00e1 aposentado desde 2009. Vendeu todo o seu equipamento e s\u00f3 recentemente voltou a realizar pequenas apresenta\u00e7\u00f5es tocando jazz.<\/p>\n<figure class=\"image\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"King Crimson em 1981 (E-D): Tony Levin, Bill Bruford, Adrian Belew e Robert Fripp\" height=\"435\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/rollingstone.uol.com.br\/media\/uploads\/2025\/03\/king-crimson-1981-com-adrian-belew-foto-rob-verhorst-redferns.jpg\" width=\"773\"\/><figcaption>King Crimson em 1981 (E-D): Tony Levin, Bill Bruford, Adrian Belew e Robert Fripp &#8211; Foto: Rob Verhorst \/ Redferns<\/figcaption><\/figure>\n<p>Como seria se Robert e Bill tivessem aceitado o convite? Adrian diz j\u00e1 ter pensado nisso algumas vezes \u2014 e em raro momento onde deixa o tom pol\u00edtico de lado, aponta que os colegas <em>\u201cdeixaram a oportunidade passar\u201d<\/em>.<\/p>\n<blockquote class=\"citacao\"><p><em>\u201cAcho que falando apenas do lado financeiro, teria sido inacredit\u00e1vel. Ter\u00edamos ganhado muito mais dinheiro. N\u00e3o estou reclamando, estou feliz com o que estou ganhando. S\u00f3 acho que eles deixaram a oportunidade passar. Acho que as pessoas teriam ficado ainda mais empolgadas.\u201d<\/em><\/p><\/blockquote>\n<p>No fim das contas, Belew encontrou uma solu\u00e7\u00e3o t\u00e3o boa que as rea\u00e7\u00f5es geradas parecem entusiasmadas praticamente em mesmo n\u00edvel. Teria sido legal v\u00ea-lo tocar com Fripp novamente? Sem d\u00favidas. Tirar Bruford de casa? Demais. E ainda tocando aquelas m\u00fasicas? Sem coment\u00e1rios. Mas tamb\u00e9m \u00e9 insano poder assistir a Steve Vai e Danny Carey debulhar os aclamados tr\u00eas \u00e1lbuns do King Crimson nos anos 1980. Ele comenta:<\/p>\n<p><em>\u201cAs pessoas tamb\u00e9m se empolgaram com o Beat. Creio que seja at\u00e9 melhor para mim, pois tem mais frescor desse jeito. \u00c9 algo novo. Tem uma sensa\u00e7\u00e3o diferente. Tem um swing, mais groove. Acho que a qu\u00edmica muda por ter todos os m\u00fasicos vindo dos Estados Unidos. Algumas pessoas me disseram at\u00e9 que gostam mais assim.\u201d<\/em><\/p>\n<h3><strong>Planos para o futuro<\/strong><\/h3>\n<p>Para f\u00e3s de King Crimson, fica dif\u00edcil n\u00e3o pensar na possibilidade: ser\u00e1 que o Beat pode trocar brevemente os palcos pelos est\u00fadios e lan\u00e7ar m\u00fasicas in\u00e9ditas? Adrian Belew n\u00e3o parece disposto, ainda que nunca diga \u201cnunca\u201d. O vocalista e guitarrista afirma que o foco est\u00e1 na realiza\u00e7\u00e3o de uma turn\u00ea mundial que \u201calcance o m\u00e1ximo de pessoas poss\u00edvel com esses tr\u00eas discos dos anos 1980\u201d.<\/p>\n<blockquote class=\"citacao\"><p><em>\u201cLevaremos at\u00e9 quase o fim do ano que vem para finalizarmos as turn\u00eas. N\u00e3o acho que queremos definir nenhuma meta al\u00e9m disso. Mas quem sabe? Depois de fazermos tudo na turn\u00ea mundial, podemos sentar juntos e decidir se \u00e9 algo a que cada um de n\u00f3s pode dedicar tempo suficiente. Adoraria, mas se n\u00e3o acontecer, n\u00e3o ficarei muito decepcionado. J\u00e1 estou emocionado com o que estamos fazendo.\u201d<\/em><\/p><\/blockquote>\n<p>Mesmo em turn\u00ea, h\u00e1 outras possibilidades que a banda pode \u2014 mas ao menos por enquanto n\u00e3o pretende \u2014 contemplar. Al\u00e9m da trinca oitentista, Belew gravou mais tr\u00eas \u00e1lbuns com o King Crimson: <em><strong>Thrak<\/strong><\/em> (1995), <em><strong>The ConstruKction of Light<\/strong><\/em> (2000) e <em><strong>The Power to Believe<\/strong><\/em> (2003). O primeiro disco citado foi concebido no inusitado formado \u201cDouble Trio\u201d, com dois guitarristas, dois baixistas e dois bateristas. N\u00e3o \u00e9 absurdo pensar na chance de m\u00fasicas desses trabalhos entrarem no repert\u00f3rio, por\u00e9m, o frontman assume tom cauteloso:<\/p>\n<blockquote class=\"citacao\"><p><em>\u201cH\u00e1 algumas m\u00fasicas de outros \u00e1lbuns que eu adoraria nos ver tocando. Amamos o que estamos fazendo, n\u00e3o sentimos que precisamos mudar. Mas se tivermos tempo para ensaiar em algum lugar, talvez eu queira tentar tocar algumas das m\u00fasicas que n\u00e3o exijam que a banda seja de seis integrantes. H\u00e1 maneiras de tocar uma m\u00fasica como \u2018Dinosaur\u2019 sem ter dois baixistas e dois bateristas. J\u00e1 fiz isso antes. Quanto a adicionar outros membros, n\u00e3o acho que queremos fazer isso, at\u00e9 porque seria apenas para algumas m\u00fasicas.\u201d<\/em><\/p><\/blockquote>\n<h3><strong>Legado da trinca oitentista \u2014 e o parceiro mais complicado<\/strong><\/h3>\n<p><em><strong>Discipline<\/strong><\/em>, <em><strong>Beat<\/strong><\/em> e <em><strong>Three of a Perfect Pair<\/strong><\/em> s\u00e3o \u00e1lbuns \u00fanicos no cat\u00e1logo do King Crimson. Est\u00e3o distantes em quase uma d\u00e9cada do disco precedente, <em><strong>Red<\/strong><\/em> (1974), e mais de uma d\u00e9cada do trabalho seguinte, <em><strong>Thrak<\/strong><\/em>. O grupo estava rompido antes e depois do curto per\u00edodo que os gerou. A influ\u00eancia da new wave percebida nesta trinca n\u00e3o seria mais abordada no futuro.<\/p>\n<p>De acordo com Adrian Belew, v\u00e1rios f\u00e3s citam esta fase como a predileta deles, seja em publica\u00e7\u00f5es online ou em conversas pessoalmente. Instigado a refletir sobre o legado dos tr\u00eas \u00e1lbuns dos anos 1980, ele diz:<\/p>\n<blockquote class=\"citacao\"><p><em>\u201cAcho que o legado dessa fase continua sendo o fato de que aquela banda surgiu e fez algo soar como ningu\u00e9m jamais havia feito antes. E ainda soa moderno hoje. Acho que esse \u00e9 o legado: \u00e9 atemporal. Tem seu pr\u00f3prio lugar, porque ningu\u00e9m nunca fez aquilo antes ou depois.\u201d<\/em><\/p><\/blockquote>\n<p>Tais registros marcaram apenas o in\u00edcio de uma longa parceria com Robert Fripp, que, ap\u00f3s o hiato entre 1984 e 1994, duraria at\u00e9 2008. Considerado t\u00e3o genioso quanto genial, o guitarrista e l\u00edder do King Crimson se notabilizou como algu\u00e9m n\u00e3o muito f\u00e1cil de se trabalhar \u2014 ao menos dentro de sua banda, pois colaborou com dezenas de outros artistas e construiu uma discografia de mais de 700 obras.<\/p>\n<p>Al\u00e9m de Fripp, Belew se uniu ao longo da carreira a <strong>David Bowie<\/strong> (1978-1979), <strong>David Byrne<\/strong> (no <strong>Talking Heads<\/strong>, 1980-1981; na carreira solo do cantor, 1990-1991) e <strong>Frank Zappa<\/strong> (1977-1978). Todos muito geniosos, talqualmente o chefe criativo do King Crimson. Qual deles era mais dif\u00edcil de se trabalhar junto? Ele responde:<\/p>\n<blockquote class=\"citacao\"><p><em>\u201cNenhum. Quando se desenvolve um relacionamento de trabalho, cria-se uma amizade. Antes que voc\u00ea perceba, voc\u00eas s\u00e3o melhores amigos. Dessa forma, voc\u00ea pode discordar de algo dito, mas isso n\u00e3o significa nada para sua amizade. Muitas pessoas acham que Robert \u00e9 muito dif\u00edcil \u2014 e eu acho que ele pode ser \u2014, mas ele me deu total incentivo para fazer o que eu achasse para as m\u00fasicas. Se eu dissesse: \u2018n\u00e3o, a m\u00fasica tem que ser assim\u2019, ele me apoiava. As pessoas acham que n\u00e3o nos damos bem, mas n\u00e3o \u00e9 verdade, somos grandes amigos. \u00c9 o caso dos demais.\u201d<\/em><\/p><\/blockquote>\n<figure class=\"image\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"David Bowie e Adrian Belew em 1978\" height=\"1075\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/rollingstone.uol.com.br\/media\/uploads\/2025\/03\/david-bowie-adrian-belew-1978-foto-gie-knaeps-getty-images.jpg\" width=\"773\"\/><figcaption>David Bowie e Adrian Belew em 1978 &#8211; Foto: Gie Knaeps \/ Getty Images<\/figcaption><\/figure>\n<p>Palavras similares foram compartilhadas a respeito de Byrne, com quem gravou os \u00e1lbuns <em><strong>Remain the Light<\/strong><\/em> (1980, Talking Heads), <em><strong>The Catherine Wheel<\/strong><\/em> (1981), <em><strong>The Name of This Band is Talking Heads<\/strong><\/em> (1982, Talking Heads) e <em><strong>Walk on Water<\/strong><\/em> (1990). O vocalista e guitarrista afirmou:<\/p>\n<blockquote class=\"citacao\"><p><em>\u201cN\u00e3o vejo David Byrne tanto, mas minha rela\u00e7\u00e3o era muito pr\u00f3xima. Fiz duas turn\u00eas pelo mundo com David. Na segunda vez, em 1990, nos divertimos muito como amigos porque toc\u00e1vamos a cada tr\u00eas dias por causa da montagem de palco. Levava dois dias para montar o palco. Onde quer que f\u00f4ssemos, t\u00ednhamos dois dias de folga. \u00cdamos a museus e restaurantes e nos divert\u00edamos muito. Ele se tornou um grande amigo.\u201d<\/em><\/p><\/blockquote>\n<figure class=\"image\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"David Byrne e Adrian Belew tocando com o Talking Heads em 1980\" height=\"435\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/rollingstone.uol.com.br\/media\/uploads\/2025\/03\/david-byrne-adrian-belew-talking-heads-1980-foto-rick-diamond-getty-images.jpg\" width=\"773\"\/><figcaption>David Byrne e Adrian Belew tocando com o Talking Heads em 1980 &#8211; Foto: Rick Diamond \/ Getty Images<\/figcaption><\/figure>\n<p><em><strong>*O Beat se apresenta no Espa\u00e7o Unimed, em S\u00e3o Paulo, dia 9 de maio. Ingressos est\u00e3o \u00e0 venda no site Eventim.<\/strong><\/em><\/p>\n<p><strong>+++ LEIA MAIS: Rodrigo Lima fala \u00e0 RS sobre Dead Fish no Lolla, turn\u00ea especial e pr\u00f3ximos planos<\/strong><br \/><strong>+++ LEIA MAIS: Offspring no Brasil: Noodles fala \u00e0 RS sobre shows, popularidade e m\u00fasica nova<\/strong><br \/><strong>+++ LEIA MAIS: <\/strong><strong>Steven Wilson fala \u00e0 RS sobre The Overview, insignific\u00e2ncia humana, prog e Brasil<\/strong><br \/><strong>+++ Clique aqui para seguir a Rolling Stone Brasil @rollingstonebrasil no Instagram<br \/>+++ Clique aqui para seguir o jornalista Igor Miranda @igormirandasite no Instagram<\/strong><\/p>\n<\/div>\n<p><script async src=\"\/\/www.instagram.com\/embed.js\"><\/script><br \/>\n<br \/><br \/>\n<br \/>Fonte: <a href=\"https:\/\/rollingstone.com.br\/musica\/beat-no-brasil-adrian-belew-fala-a-rs-sobre-show-supergrupo-e-king-crimson-dos-anos-80\/\">rollingstone.com.br<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Adrian Belew est\u00e1 realmente empolgado com o Beat. 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