{"id":6783,"date":"2025-03-19T02:49:53","date_gmt":"2025-03-19T05:49:53","guid":{"rendered":"https:\/\/www.mussicom.com\/o-guitarrista-pouco-lembrado-que-david-gilmour-adora-sempre-amei\/"},"modified":"2025-03-19T02:49:53","modified_gmt":"2025-03-19T05:49:53","slug":"o-guitarrista-pouco-lembrado-que-david-gilmour-adora-sempre-amei","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/mussicom.com\/noticias\/o-guitarrista-pouco-lembrado-que-david-gilmour-adora-sempre-amei\/","title":{"rendered":"O guitarrista pouco lembrado que David Gilmour adora: \u201csempre amei\u201d"},"content":{"rendered":"<p> <br \/>\n<\/p>\n<div>\n<p>As ra\u00edzes musicais de <strong>David Gilmour<\/strong> se concentram nas d\u00e9cadas de 1950 e 1960. O guitarrista do <strong>Pink Floyd<\/strong> \u00e9 f\u00e3 declarado de <strong>Elvis Presley, Beatles, Beach Boys, The Kinks, Bob Dylan, Neil Young, Jimi Hendrix, B.B. King<\/strong>, entre v\u00e1rios outros nomes que fizeram hist\u00f3ria nos per\u00edodos citados.<\/p>\n<p>Em meio a artistas e bandas t\u00e3o consagrados, h\u00e1 um m\u00fasico menos lembrado que fez a mente de Gilmour ainda na juventude. Trata-se de <strong>Steve Winwood<\/strong>, guitarrista e tecladista que passou pela <strong>Spencer Davis Group<\/strong> (1964 a 1967), <strong>Traffic<\/strong> (1967 a 1969, 1970 a 1974) e <strong>Blind Faith<\/strong> (1969), neste \u00faltimo projeto ao lado de <strong>Eric Clapton<\/strong> e <strong>Ginger Baker<\/strong> (ambos ex-<strong>Cream<\/strong>). Na d\u00e9cada de 1980, lan\u00e7ou trabalhos multiplatinados e menos distantes do rock, o que pode ter ofuscado um pouco sua imagem no instrumento citado.<\/p>\n<p>Em entrevista \u00e0 <em>Q Magazine<\/em> (via <em>Pink-Floyd.org<\/em>), Gilmour celebrou o trabalho de Winwood ainda com o <strong>Spencer Davis Group<\/strong>. Para o m\u00fasico do Pink Floyd, o \u00eddolo parecia ter talento demais para uma pessoa s\u00f3.<\/p>\n<p>Ele disse:<\/p>\n<blockquote class=\"citacao\"><p><em>\u201cSempre amei Stevie Winwood. Eu costumava ir assistir ao Spencer Davis Group quando tinha 18 anos. Ele tinha cerca de 16. Ele costumava tocar guitarra muito bem, assim como piano.\u201d<\/em><\/p><\/blockquote>\n<p>Steve despertava sensa\u00e7\u00f5es curiosas no jovem David. Chegava ao ponto de ficar quase agressivo, como o pr\u00f3prio admite:<\/p>\n<blockquote class=\"citacao\"><p><em>\u201cEu realmente queria bater naquele pequeno filho da p#ta, ele era t\u00e3o bom!\u201d<\/em><\/p><\/blockquote>\n<figure class=\"image\"><figcaption>Steve Winwood durante show do Traffic em 1973 &#8211; Foto: Brian Cooke \/ Redferns<\/figcaption><\/figure>\n<h3><strong>Um pouco mais sobre Steve Winwood, \u00eddolo de David Gilmour<\/strong><\/h3>\n<p>Apesar de seus trabalhos de maior repercuss\u00e3o comercial terem sa\u00eddo na d\u00e9cada de 1980, j\u00e1 em carreira solo, Steve Winwood criou suas obras mais aclamadas nos anos 1960 e 1970. Por exemplo, seus dois primeiros \u00e1lbuns com o Traffic, <em><strong>Mr. Fantasy<\/strong><\/em> (1967) e o hom\u00f4nimo de 1968, s\u00e3o extremamente influentes.<\/p>\n<p>O grupo entrou em hiato em 1969 e Winwood logo se vinculou ao Blind Faith, spuergrupo completo por Eric Clapton na guitarra, Ginger Baker na bateria e seu colega de projeto anterior <strong>Ric Grech<\/strong> no baixo. A iniciativa rendeu apenas um disco, hom\u00f4nimo, tamb\u00e9m bastante aclamado.<\/p>\n<p>Com o retorno do Traffic em 1970, saiu o trabalho de maior sucesso da banda nos Estados Unidos: <em><strong>John Barleycorn Must Die<\/strong><\/em>, no mesmo ano da reuni\u00e3o. O curioso \u00eaxito em territ\u00f3rio americano se repetiu com o material seguinte, <em><strong>The Low Spark of High Heeled Boys<\/strong><\/em> (1971), e assim o grupo se manteve at\u00e9 1974.<\/p>\n<p>Al\u00e9m de Spencer Davis Group, Traffic, Blind Faith e carreira solo, Steve Winwood gravou com <strong>Ginger Baker\u2019s Air Force, Go, Jimi Hendrix Experience<\/strong> (mais especificamente, \u00f3rg\u00e3o Hammond em <strong>\u201cVoodoo Chile\u201d<\/strong>), <strong>Joe Cocker, Howlin\u2019 Wolf, Lou Reed, Robert Palmer, Sandy Denny, Billy Joel<\/strong>, entre v\u00e1rios outros. Uma discografia \u00edmpar, que apenas reflete o talento de um guitarrista e tecladista que n\u00e3o se tornou t\u00e3o lembrado quanto alguns nomes mais consolidados no pante\u00e3o do rock.<\/p>\n<p><strong>+++ LEIA MAIS: O m\u00fasico que era a alma do Pink Floyd, segundo David Gilmour<br \/>+++ LEIA MAIS: As 3 \u00fanicas bandas maiores que Pink Floyd, segundo a Forbes<br \/><\/strong><strong>+++ LEIA MAIS: <\/strong><strong>A origem do \u201cfeeling\u201d de David Gilmour na guitarra, segundo o pr\u00f3prio<\/strong><br \/><strong>+++ Siga a Rolling Stone Brasil @rollingstonebrasil no Instagram<br \/>+++ Siga o jornalista Igor Miranda @igormirandasite no Instagram<\/strong><\/p>\n<\/div>\n<p><script async src=\"\/\/www.instagram.com\/embed.js\"><\/script><br \/>\n<br \/><br \/>\n<br \/>Fonte: <a href=\"https:\/\/rollingstone.com.br\/musica\/o-guitarrista-pouco-lembrado-que-david-gilmour-adora-sempre-amei\/\">rollingstone.com.br<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>As ra\u00edzes musicais de David Gilmour se concentram nas d\u00e9cadas de 1950 e 1960. 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