{"id":66616,"date":"2026-03-06T19:39:21","date_gmt":"2026-03-06T22:39:21","guid":{"rendered":"https:\/\/mussicom.com\/paulistanas-veem-avancos-mas-ainda-convivem-com-medo-desigualdade-e-pressao-estetica\/"},"modified":"2026-03-06T19:39:21","modified_gmt":"2026-03-06T22:39:21","slug":"paulistanas-veem-avancos-mas-ainda-convivem-com-medo-desigualdade-e-pressao-estetica","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/mussicom.com\/noticias\/paulistanas-veem-avancos-mas-ainda-convivem-com-medo-desigualdade-e-pressao-estetica\/","title":{"rendered":"Paulistanas veem avan\u00e7os, mas ainda convivem com medo, desigualdade e press\u00e3o est\u00e9tica"},"content":{"rendered":"<p> <br \/>\n<\/p>\n<div id=\"texto\">\n<p style=\"margin-bottom:11px\">\u00c0s v\u00e9speras do Dia Internacional da Mulher, pesquisa do Instituto Badra com 520 moradoras da cidade de S\u00e3o Paulo revela que, apesar de avan\u00e7os nas \u00faltimas d\u00e9cadas, as paulistanas ainda enfrentam desafios persistentes ligados \u00e0 desigualdade, viol\u00eancia e padr\u00f5es sociais. O levantamento ouviu mulheres de quatro faixas et\u00e1rias, entre 18 e mais de 65 anos, para identificar poss\u00edveis diferen\u00e7as geracionais em temas como maternidade, casamento, feminic\u00eddio, aborto e trabalho.<\/p>\n<p style=\"margin-bottom:11px\">\u00a0<\/p>\n<p style=\"margin-bottom:11px\">Um dos pontos de maior converg\u00eancia entre as gera\u00e7\u00f5es \u00e9 a percep\u00e7\u00e3o de que a vida da mulher melhorou em rela\u00e7\u00e3o ao passado, embora ainda seja marcada por dificuldades. Para 36,7% das entrevistadas, a situa\u00e7\u00e3o \u00e9 hoje \u201cum pouco melhor, mas ainda dif\u00edcil\u201d, enquanto 31,2% consideram que a vida feminina est\u00e1 muito melhor do que h\u00e1 50 anos.<\/p>\n<p style=\"margin-bottom:11px\">\u00a0<\/p>\n<p style=\"margin-bottom:11px\">No mercado de trabalho, a maioria reconhece avan\u00e7os, mas ressalta que a igualdade ainda n\u00e3o foi alcan\u00e7ada. Para 51,7% das mulheres, as oportunidades melhoraram, por\u00e9m a desigualdade continua significativa.<\/p>\n<p style=\"margin-bottom:11px\">\u00a0<\/p>\n<p style=\"margin-bottom:11px; text-align:center\"><\/p>\n<p style=\"margin-bottom:11px\">\u00a0<\/p>\n<p style=\"margin-bottom:11px\"><strong>FEMINIC\u00cdDIO<\/strong><\/p>\n<p style=\"margin-bottom:11px\">Quando o assunto \u00e9 feminic\u00eddio, a percep\u00e7\u00e3o predominante entre as entrevistadas \u00e9 de que o enfrentamento do problema passa principalmente pelo rigor da lei. Para 48,7% das mulheres, a principal medida para combater a viol\u00eancia contra a mulher \u00e9 acabar com a impunidade, enquanto 32,3% defendem maior investimento em educa\u00e7\u00e3o e conscientiza\u00e7\u00e3o da sociedade para prevenir novas agress\u00f5es.<\/p>\n<p style=\"margin-bottom:11px\">\u00a0<\/p>\n<p style=\"margin-bottom:11px\">A pesquisa tamb\u00e9m aponta que a viol\u00eancia permanece como uma das principais preocupa\u00e7\u00f5es. Mais da metade das entrevistadas (56,7%) afirma evitar andar sozinha \u00e0 noite na cidade por medo, e quase metade (48,7%) acredita que o combate ao feminic\u00eddio depende principalmente do fim da impunidade.<\/p>\n<p style=\"margin-bottom:11px\">\u00a0<\/p>\n<p style=\"margin-bottom:11px\">Outro consenso aparece na percep\u00e7\u00e3o sobre padr\u00f5es de beleza: 58,5% dizem que a press\u00e3o est\u00e9tica sobre as mulheres aumentou muito nos \u00faltimos anos.<\/p>\n<p style=\"margin-bottom:11px\">\u00a0<\/p>\n<p style=\"margin-bottom:11px\">Em temas ligados \u00e0 vida pessoal, os resultados indicam mudan\u00e7as culturais. Para 34,6%, o casamento \u00e9 uma possibilidade, mas n\u00e3o essencial para a realiza\u00e7\u00e3o pessoal, enquanto 34,4% consideram que ele \u00e9 importante, desde que equilibrado com trabalho, amizades e outros projetos de vida.<\/p>\n<p style=\"margin-bottom:11px\">\u00a0<\/p>\n<p style=\"margin-bottom:11px\">Sobre maternidade, predomina a ideia de planejamento e autonomia: 39,8% defendem que ter filhos deve ser uma decis\u00e3o bem pensada e sem cobran\u00e7a social. J\u00e1 no debate sobre aborto, a posi\u00e7\u00e3o mais comum \u00e9 manter a legisla\u00e7\u00e3o atual, defendida por 39% das entrevistadas.<\/p>\n<p style=\"margin-bottom:11px\">\u00a0<\/p>\n<p style=\"margin-bottom:11px\">Apesar das diferen\u00e7as de idade, a pesquisa aponta mais converg\u00eancias do que conflitos entre as gera\u00e7\u00f5es. Em comum, permanece a percep\u00e7\u00e3o de que a condi\u00e7\u00e3o feminina avan\u00e7ou, mas ainda est\u00e1 longe de alcan\u00e7ar plena igualdade.<\/p>\n<p style=\"margin-bottom:11px\">\u00a0<\/p>\n<p style=\"margin-bottom:11px\">O caderno de resultados completo voc\u00ea acessa na p\u00e1gina do instituto na internet: www.badracomunicacao.com.br<br \/>&#13;<br \/>\n\u00a0<\/p>\n<\/p><\/div>\n<p><script async defer crossorigin=\"anonymous\" src=\"https:\/\/connect.facebook.net\/pt_BR\/sdk.js#xfbml=1&#038;version=v12.0&#038;appId=&#038;autoLogAppEvents=1\" nonce=\"ou0fI1lo\"><\/script><br \/>\n<br \/><br \/>\n<br \/>Fonte: <a href=\"https:\/\/www.bs9.com.br\/bs9-badra-comunicacao\/paulistanas-veem-avancos-mas-ainda-convivem-com-medo-desigualdade-e\/38082\/\">BS9<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00c0s v\u00e9speras do Dia Internacional da Mulher, pesquisa do Instituto Badra com 520 moradoras da cidade de S\u00e3o Paulo revela que, apesar de avan\u00e7os nas \u00faltimas d\u00e9cadas, as paulistanas ainda enfrentam desafios persistentes ligados \u00e0 desigualdade, viol\u00eancia e padr\u00f5es sociais. 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