{"id":6119,"date":"2025-03-16T12:48:16","date_gmt":"2025-03-16T15:48:16","guid":{"rendered":"https:\/\/www.mussicom.com\/a-farsa-da-economia-verde\/"},"modified":"2025-03-16T12:48:16","modified_gmt":"2025-03-16T15:48:16","slug":"a-farsa-da-economia-verde","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/mussicom.com\/noticias\/a-farsa-da-economia-verde\/","title":{"rendered":"&#8216;A farsa da economia verde&#8217;"},"content":{"rendered":"<p> <br \/>\n<\/p>\n<div id=\"hd80s9wa1h892edh8192\">\n<p>As quest\u00f5es do bin\u00f4mio ambiente-clima continuam cada vez mais controversas. Mesmo sem plenas certezas cient\u00edficas, as medidas pol\u00edticas para uma falsa \u201ceconomia verde\u201d seguem em passos largos. Seu pilar n\u00e3o \u00e9 a ci\u00eancia verdadeira, mas sim aspectos abstratos jur\u00eddicos, pois se baseia no \u201cprinc\u00edpio da precau\u00e7\u00e3o\u201d \u2014 uma esfera de a\u00e7\u00e3o que jamais poderia ser aplicada a essa causa, na qual a magnitude escalar dos processos est\u00e1 completamente fora do controle da humanidade, al\u00e9m de serem pouco compreendidos.<\/p>\n<p>Um recente estudo publicado na revista cient\u00edfica <em>Chemistry<\/em> (<em>Qu\u00edmica<\/em>), intitulado \u201cDesafiando a Qu\u00edmica das Mudan\u00e7as Clim\u00e1ticas\u201d, de autoria de Bruce Peachey e Nobuo Maeda, trouxe \u00e0 tona o que j\u00e1 propagamos h\u00e1 muitos anos: os ciclos da natureza ainda s\u00e3o desconhecidos e a interfer\u00eancia humana, mais ainda. Embora, no texto, os autores considerem a hip\u00f3tese do CO\u2082 operando como um verdadeiro efeito \u201cestufa\u201d, suas cr\u00edticas a essa premissa s\u00e3o contundentes. Isso evidencia diversos erros abissais, especialmente na avalia\u00e7\u00e3o dos ciclos da \u00e1gua, do oxig\u00eanio e do carbono.<\/p>\n<p><strong>+ Leia not\u00edcias do Mundo em Oeste<\/strong><\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, Peachey e Maeda atacaram, em pontos nevr\u00e1lgicos, a narrativa do alarme clim\u00e1tico induzido pelo CO\u2082, minando-a por meio da ci\u00eancia qu\u00edmica e dos questionamentos ainda sem resposta. Como tamb\u00e9m atuam na \u00e1rea de engenharia, criticaram com propriedade as estrat\u00e9gias de mitiga\u00e7\u00e3o da \u201cCaptura e Armazenamento de Carbono\u201d (CCS), demonstrando que essas iniciativas levam a um aumento nas emiss\u00f5es de CO\u2082, e n\u00e3o o contr\u00e1rio. Tamb\u00e9m mostraram que a quantidade de CO\u2082 presente na troposfera (a primeira camada da atmosfera, de baixo para cima) n\u00e3o \u00e9 suficiente para promover a acidifica\u00e7\u00e3o dos oceanos.<\/p>\n<p>O artigo ressalta, primeiramente, uma quest\u00e3o que h\u00e1 20 anos tamb\u00e9m trazemos \u00e0 tona: as escalas envolvidas quando o tema se torna \u201cglobal\u201d. Os autores fizeram as costumeiras compara\u00e7\u00f5es entre o tamanho da Terra e seu raio, a espessura da atmosfera, a troposfera, a profundidade dos oceanos e, por fim, a limita\u00e7\u00e3o de atua\u00e7\u00e3o da biosfera, que est\u00e1 imersa no Estrato Geogr\u00e1fico.<\/p>\n<figure class=\"wp-block-image aligncenter size-full\"><picture><source data-srcset=\"https:\/\/medias.revistaoeste.com\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/Economia-verde-Interna-1.jpg.webp 1792w, https:\/\/medias.revistaoeste.com\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/Economia-verde-Interna-1-300x171.jpg.webp 300w, https:\/\/medias.revistaoeste.com\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/Economia-verde-Interna-1-150x86.jpg.webp 150w\" data-sizes=\"(max-width: 1792px) 100vw, 1792px\" type=\"image\/webp\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"1792\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/medias.revistaoeste.com\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/Economia-verde-Interna-1.jpg\" alt=\"O artigo ressalta, primeiramente, uma quest\u00e3o que h\u00e1 20 anos tamb\u00e9m trazemos \u00e0 tona: as escalas envolvidas quando o tema se torna 'global' | Foto: Divulga\u00e7\u00e3o\/Oeste | Imagem gerada com o aux\u00edlio de intelig\u00eancia artificial\" class=\"wp-image-1918103\" srcset=\"https:\/\/medias.revistaoeste.com\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/Economia-verde-Interna-1.jpg 1792w, https:\/\/medias.revistaoeste.com\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/Economia-verde-Interna-1-300x171.jpg 300w, https:\/\/medias.revistaoeste.com\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/Economia-verde-Interna-1-150x86.jpg 150w\" sizes=\"(max-width: 1792px) 100vw, 1792px\" data-eio=\"p\"\/><\/source><\/picture><figcaption class=\"wp-element-caption\">O artigo ressalta, primeiramente, uma quest\u00e3o que h\u00e1 20 anos tamb\u00e9m trazemos \u00e0 tona: as escalas envolvidas quando o tema se torna \u2018global\u2019 | Foto: Divulga\u00e7\u00e3o\/Oeste | Imagem gerada com o aux\u00edlio de intelig\u00eancia artificial<\/figcaption><\/figure>\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O ciclo do carbono<\/h2>\n<p>O estudo focou no ciclo do carbono e evidenciou como os modelos que o abordam ainda carecem de representatividade da realidade. Os autores analisaram os dados hist\u00f3ricos geol\u00f3gicos dos n\u00edveis de CO\u2082 ao longo do tempo e em diferentes escalas. Tamb\u00e9m se preocuparam em estimar o estado real de ac\u00famulo do g\u00e1s, em rela\u00e7\u00e3o ao que \u00e9 previsto pelos modelos econ\u00f4micos de clima, al\u00e9m de discutir para onde estaria indo o carbono emitido pela queima de combust\u00edveis, conhecido como \u201ccarbono ausente\u201d, fator ainda desconhecido.<\/p>\n<p>Os pesquisadores demonstraram que a Terra est\u00e1 se adaptando normalmente ao aumento da disponibilidade de carbono na atmosfera, exatamente como fez no passado geol\u00f3gico. Ou seja, n\u00e3o est\u00e1 ocorrendo nenhum desastre ou problema ambiental, como tanto propagam. Em outras palavras, se o CO\u2082 antropog\u00eanico (emitido pelos humanos) supostamente cresceu, cresceram tamb\u00e9m os sumidouros (absorvedores das emiss\u00f5es), que se beneficiaram dessa maior oferta, aproveitando-se da disponibilidade aumentada de carbono. Atualmente, ele ainda \u00e9 bastante escasso nos processos de r\u00e1pida circula\u00e7\u00e3o, ou seja, na atmosfera, que \u00e9 o sistema de maior mobilidade dentre os terrestres (lembrando que os oceanos s\u00e3o muito lentos, e as rochas, ultralentas).<\/p>\n<p><strong>+ As controv\u00e9rsias do \u00c1rtico<\/strong><\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, os autores lan\u00e7aram desafios aos qu\u00edmicos, dividindo os ciclos do carbono por setores e levantando quest\u00f5es focadas na escala das atividades humanas, t\u00e3o condenadas pelo IPCC. Eles questionaram se os balan\u00e7os de massa de entrada e sa\u00edda de carbono foram corretamente avaliados. Entre esses fatores, destacaram a absor\u00e7\u00e3o do CO\u2082 pelos oceanos, considerando que, na base da atmosfera, h\u00e1 uma melhor mistura desse g\u00e1s com os demais componentes. Assim, seria esperado que as mudan\u00e7as no pH da \u00e1gua da superf\u00edcie e o crescimento do fitopl\u00e2ncton fossem relativamente consistentes. No entanto, questionam se h\u00e1, de fato, indica\u00e7\u00f5es qu\u00edmicas dessas altera\u00e7\u00f5es ou se as mudan\u00e7as no pH ou na atividade biol\u00f3gica est\u00e3o limitadas a certas \u00e1reas, onde outros mecanismos podem estar em a\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Os complementos a essa quest\u00e3o est\u00e3o novamente associados a escalas menores, como o des\u00e1gue de rios, as temperaturas da superf\u00edcie do mar (TSM) e as temperaturas do perfil dentro da camada de mistura oce\u00e2nica (a primeira camada dos oceanos, de cima para baixo). Como a solubilidade dos gases \u00e9 inversamente proporcional \u00e0 temperatura das \u00e1guas, n\u00e3o basta haver CO\u2082 dispon\u00edvel pr\u00f3ximo \u00e0 superf\u00edcie do mar para que a absor\u00e7\u00e3o esteja garantida. As temperaturas precisam ser compat\u00edveis. Esse fator determina os locais terrestres onde a absor\u00e7\u00e3o \u00e9 maior e onde a vida pode utiliz\u00e1-lo.<\/p>\n<figure class=\"wp-block-image aligncenter size-full\"><picture><source data-srcset=\"https:\/\/medias.revistaoeste.com\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/Economia-verde-Interna-2.jpg.webp 1792w, https:\/\/medias.revistaoeste.com\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/Economia-verde-Interna-2-300x171.jpg.webp 300w, https:\/\/medias.revistaoeste.com\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/Economia-verde-Interna-2-150x86.jpg.webp 150w\" data-sizes=\"(max-width: 1792px) 100vw, 1792px\" type=\"image\/webp\"><img decoding=\"async\" width=\"1792\" height=\"1024\" alt=\"Entre esses fatores, destacaram a absor\u00e7\u00e3o do CO\u2082 pelos oceanos, considerando que, na base da atmosfera, h\u00e1 uma melhor mistura desse g\u00e1s com os demais componentes | Foto: Divulga\u00e7\u00e3o\/Oeste | Imagem gerada com o aux\u00edlio de intelig\u00eancia artificial\" class=\"wp-image-1918108 perfmatters-lazy\" data-eio=\"p\" src=\"https:\/\/medias.revistaoeste.com\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/Economia-verde-Interna-2.jpg\" srcset=\"https:\/\/medias.revistaoeste.com\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/Economia-verde-Interna-2.jpg 1792w, https:\/\/medias.revistaoeste.com\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/Economia-verde-Interna-2-300x171.jpg 300w, https:\/\/medias.revistaoeste.com\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/Economia-verde-Interna-2-150x86.jpg 150w\" data-sizes=\"(max-width: 1792px) 100vw, 1792px\"\/><img decoding=\"async\" width=\"1792\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/medias.revistaoeste.com\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/Economia-verde-Interna-2.jpg\" alt=\"Entre esses fatores, destacaram a absor\u00e7\u00e3o do CO\u2082 pelos oceanos, considerando que, na base da atmosfera, h\u00e1 uma melhor mistura desse g\u00e1s com os demais componentes | Foto: Divulga\u00e7\u00e3o\/Oeste | Imagem gerada com o aux\u00edlio de intelig\u00eancia artificial\" class=\"wp-image-1918108\" srcset=\"https:\/\/medias.revistaoeste.com\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/Economia-verde-Interna-2.jpg 1792w, https:\/\/medias.revistaoeste.com\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/Economia-verde-Interna-2-300x171.jpg 300w, https:\/\/medias.revistaoeste.com\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/Economia-verde-Interna-2-150x86.jpg 150w\" sizes=\"(max-width: 1792px) 100vw, 1792px\" data-eio=\"p\"\/><\/source><\/picture><figcaption class=\"wp-element-caption\">Entre esses fatores, destacaram a absor\u00e7\u00e3o do CO\u2082 pelos oceanos, considerando que, na base da atmosfera, h\u00e1 uma melhor mistura desse g\u00e1s com os demais componentes | Foto: Divulga\u00e7\u00e3o\/<b>Oeste<\/b> | Imagem gerada com o aux\u00edlio de intelig\u00eancia artificial<\/figcaption><\/figure>\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Mais preocupa\u00e7\u00f5es<\/h2>\n<p>Outro ponto levantado foi o escoamento terrestre que segue para os mares, no qual novamente as quest\u00f5es de ocupa\u00e7\u00e3o intensiva foram citadas. Nesse caso, o carbono n\u00e3o viria na forma de di\u00f3xido de carbono, mas como carboidratos e hidrocarbonetos transportados pelo esgoto de grandes centros urbanos costeiros. Os autores citaram regi\u00f5es como os Grandes Lagos, nos Estados Unidos, e pronunciados sistemas fluviais que des\u00e1guam nos oceanos, como as bacias do Mississippi (EUA), do Nilo (\u00c1frica), do Rio Amarelo (China) e do Reno (Europa). O uso de seus recursos e as mudan\u00e7as na ocupa\u00e7\u00e3o do solo por atividades industriais ou agr\u00edcolas devem resultar em aumentos localizados de carbono nos oceanos, lagos e rios. No entanto, os fluxos de res\u00edduos, a polui\u00e7\u00e3o de esgoto e seus impactos s\u00e3o mal compreendidos e n\u00e3o s\u00e3o devidamente contabilizados nesses balan\u00e7os.<\/p>\n<p><strong>+ Soon e o Sol<\/strong><\/p>\n<p>Os autores tamb\u00e9m expressam preocupa\u00e7\u00e3o com os sumidouros de carbono, pois interferem na disponibilidade de oxig\u00eanio molecular (O\u2082). Ressaltaram que o ciclo do carbono tem liga\u00e7\u00f5es estreitas com o ciclo do oxig\u00eanio nos ciclos r\u00e1pidos. Lembraram que todo o oxig\u00eanio dispon\u00edvel na atmosfera atual \u00e9 proveniente da fotoss\u00edntese das plantas, especialmente do fitopl\u00e2ncton oce\u00e2nico presente na camada f\u00f3tica (que recebe luz solar). Questionam se realmente sabemos o quanto a disponibilidade de carbono no meio l\u00edquido favorece o desenvolvimento das plantas, especialmente em escala global.<\/p>\n<p>Por meio de equa\u00e7\u00f5es estequiom\u00e9tricas do ciclo r\u00e1pido, demonstraram que, a cada aumento de 1 ppm (parte por milh\u00e3o) na concentra\u00e7\u00e3o de CO\u2082 proveniente da queima de combust\u00edveis f\u00f3sseis, as concentra\u00e7\u00f5es de oxig\u00eanio diminuem cerca de 2,15 ppm. Assim, se a redu\u00e7\u00e3o na concentra\u00e7\u00e3o de O\u2082 atmosf\u00e9rico est\u00e1 diretamente relacionada ao aumento do CO\u2082 restante na atmosfera, como poderia haver absor\u00e7\u00e3o suficiente de CO\u2082 pelos oceanos para causar acidifica\u00e7\u00e3o, considerando que esses s\u00e3o altamente tamponados quimicamente? Essa foi apenas uma das quest\u00f5es levantadas.<\/p>\n<figure class=\"wp-block-image aligncenter size-full\"><picture><source data-srcset=\"https:\/\/medias.revistaoeste.com\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/Economia-verde-Interna-3.jpg.webp 1792w, https:\/\/medias.revistaoeste.com\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/Economia-verde-Interna-3-300x171.jpg.webp 300w, https:\/\/medias.revistaoeste.com\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/Economia-verde-Interna-3-150x86.jpg.webp 150w\" data-sizes=\"(max-width: 1792px) 100vw, 1792px\" type=\"image\/webp\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1792\" height=\"1024\" alt=\"Os autores tamb\u00e9m expressam preocupa\u00e7\u00e3o com os sumidouros de carbono, pois interferem na disponibilidade de oxig\u00eanio molecular (O\u2082) | Foto: Divulga\u00e7\u00e3o\/Oeste | Imagem gerada com o aux\u00edlio de intelig\u00eancia artificial\" class=\"wp-image-1918109 perfmatters-lazy\" data-eio=\"p\" src=\"https:\/\/medias.revistaoeste.com\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/Economia-verde-Interna-3.jpg\" srcset=\"https:\/\/medias.revistaoeste.com\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/Economia-verde-Interna-3.jpg 1792w, https:\/\/medias.revistaoeste.com\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/Economia-verde-Interna-3-300x171.jpg 300w, https:\/\/medias.revistaoeste.com\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/Economia-verde-Interna-3-150x86.jpg 150w\" data-sizes=\"(max-width: 1792px) 100vw, 1792px\"\/><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1792\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/medias.revistaoeste.com\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/Economia-verde-Interna-3.jpg\" alt=\"Os autores tamb\u00e9m expressam preocupa\u00e7\u00e3o com os sumidouros de carbono, pois interferem na disponibilidade de oxig\u00eanio molecular (O\u2082) | Foto: Divulga\u00e7\u00e3o\/Oeste | Imagem gerada com o aux\u00edlio de intelig\u00eancia artificial\" class=\"wp-image-1918109\" srcset=\"https:\/\/medias.revistaoeste.com\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/Economia-verde-Interna-3.jpg 1792w, https:\/\/medias.revistaoeste.com\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/Economia-verde-Interna-3-300x171.jpg 300w, https:\/\/medias.revistaoeste.com\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/Economia-verde-Interna-3-150x86.jpg 150w\" sizes=\"(max-width: 1792px) 100vw, 1792px\" data-eio=\"p\"\/><\/source><\/picture><figcaption class=\"wp-element-caption\">Os autores tamb\u00e9m expressam preocupa\u00e7\u00e3o com os sumidouros de carbono, pois interferem na disponibilidade de oxig\u00eanio molecular (O\u2082) | Foto: Divulga\u00e7\u00e3o\/<b>Oeste<\/b> | Imagem gerada com o aux\u00edlio de intelig\u00eancia artificial<\/figcaption><\/figure>\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Por que a economia verde \u00e9 uma farsa<\/h2>\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o aos projetos de Captura e Armazenamento de Carbono (CCS), os autores questionam a l\u00f3gica da \u201cresponsabilidade de balan\u00e7o zero\u201d para conter o \u201caquecimento global\u201d, ao injetar CO\u2082 no solo. Eles perguntam: o que acontecer\u00e1 com o oxig\u00eanio nesse processo? Afinal, ele estar\u00e1 preso junto ao CO\u2082 e \u00e0 \u00e1gua (H\u2082O) permanentemente. Se o prop\u00f3sito do CCS \u00e9 reduzir a concentra\u00e7\u00e3o atmosf\u00e9rica de CO\u2082, torna-se imperativo verificar se isso \u00e9 realmente poss\u00edvel, pois n\u00e3o h\u00e1 clareza sobre sua efic\u00e1cia.<\/p>\n<p>Por fim, Peachey e Maeda argumentam que a Qu\u00edmica deveria auxiliar na compreens\u00e3o do balan\u00e7o de massa de carbono. No entanto, ressaltam que essa an\u00e1lise est\u00e1 imersa em uma hip\u00f3tese sem fundamento hist\u00f3rico-geol\u00f3gico: a ideia de que as mudan\u00e7as clim\u00e1ticas ou o aquecimento global sejam causados pelo CO\u2082 antr\u00f3pico. Seguir uma premissa falsa n\u00e3o contribui para o avan\u00e7o do conhecimento cient\u00edfico. Eles sugerem que a ci\u00eancia deveria, em vez disso, questionar os modelos clim\u00e1ticos do IPCC, a baixa efici\u00eancia do CO\u2082 na reten\u00e7\u00e3o de calor e os erros nas premissas utilizadas para sustentar a hip\u00f3tese do aquecimento global.<\/p>\n<p><strong>+ Insanidade, del\u00edrio ou adora\u00e7\u00e3o?<\/strong><\/p>\n<\/p><\/div>\n<p><br \/>\n<br \/>Fonte: <a href=\"https:\/\/revistaoeste.com\/mundo\/a-farsa-da-economia-verde\/\">Revista Oeste<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>As quest\u00f5es do bin\u00f4mio ambiente-clima continuam cada vez mais controversas. Mesmo sem plenas certezas cient\u00edficas, as medidas pol\u00edticas para uma falsa \u201ceconomia verde\u201d seguem em passos largos. Seu pilar n\u00e3o \u00e9 a ci\u00eancia verdadeira, mas sim aspectos abstratos jur\u00eddicos, pois se baseia no \u201cprinc\u00edpio da precau\u00e7\u00e3o\u201d \u2014 uma esfera de a\u00e7\u00e3o que jamais poderia ser [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":5,"featured_media":6121,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_seopress_robots_primary_cat":"","_seopress_titles_title":"","_seopress_titles_desc":"","_seopress_robots_index":"","footnotes":""},"categories":[48],"tags":[],"class_list":["post-6119","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-internacional"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/mussicom.com\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6119","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/mussicom.com\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/mussicom.com\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/mussicom.com\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/users\/5"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/mussicom.com\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=6119"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/mussicom.com\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6119\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/mussicom.com\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/media\/6121"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/mussicom.com\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=6119"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/mussicom.com\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=6119"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/mussicom.com\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=6119"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}