{"id":55350,"date":"2025-11-14T21:44:16","date_gmt":"2025-11-15T00:44:16","guid":{"rendered":"https:\/\/mussicom.com\/agropecuaria-ajudou-oito-estados-a-crescerem-mais-que-o-brasil-em-2023\/"},"modified":"2025-11-14T21:44:16","modified_gmt":"2025-11-15T00:44:16","slug":"agropecuaria-ajudou-oito-estados-a-crescerem-mais-que-o-brasil-em-2023","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/mussicom.com\/noticias\/agropecuaria-ajudou-oito-estados-a-crescerem-mais-que-o-brasil-em-2023\/","title":{"rendered":"Agropecu\u00e1ria ajudou oito estados a crescerem mais que o Brasil em 2023"},"content":{"rendered":"<p> <br \/>\n<\/p>\n<div>\n<p><strong>Treze estados e o Distrito Federal tiveram crescimento proporcional maior que o da economia brasileira em 2023. Desses, oito foram empurrados principalmente pela atividade agropecu\u00e1ria: Acre, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Tocantins, Goi\u00e1s, Paran\u00e1, Roraima e Minas Gerais.<\/strong><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.gif?id=1667816&amp;o=node\" style=\"width:1px; height:1px; display:inline;\"\/><\/p>\n<p><strong>Enquanto o Brasil viu o Produto Interno Bruto (PIB, conjunto de bens e servi\u00e7os produzidos) crescer 3,2% em 2023, os estados impulsionados pelo agro apresentaram expans\u00e3o de 3,4% a 14,7%.<\/strong><\/p>\n<p>As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Sistema de Contas Regionais, divulgado nesta sexta-feira (14) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE). O estudo \u00e9 um detalhamento do comportamento da economia das unidades da federa\u00e7\u00e3o, com dados at\u00e9 2023. Em termos nacionais, o IBGE j\u00e1 divulgou que o Brasil cresceu 3,4% em 2024, marcando quatro anos seguidos de crescimento.<\/p>\n<p>Acompanhe a cobertura completa da EBC na COP30\u00a0<\/p>\n<p>Veja a lista das 14 unidades da federa\u00e7\u00e3o\u00a0que apresentaram expans\u00e3o de PIB maior que a do Brasil em 2023:<\/p>\n<ol>\n<li>Acre: 14,7%<\/li>\n<li>Mato Grosso do Sul: 13,4%<\/li>\n<li>Mato Grosso: 12,9%<\/li>\n<li>Tocantins: 7,9%<\/li>\n<li>Rio de Janeiro: 5,7%<\/li>\n<li>Goi\u00e1s: 4,8%<\/li>\n<li>Paran\u00e1: 4,3%<\/li>\n<li>Rio Grande do Norte: 4,2%<\/li>\n<li>Roraima: 4,2%<\/li>\n<li>Maranh\u00e3o: 3,6%<\/li>\n<li>Alagoas: 3,5%<\/li>\n<li>Minas Gerais: 3,4%<\/li>\n<li>Esp\u00edrito Santo: 3,4%<\/li>\n<li>Distrito Federal: 3,3%<\/li>\n<\/ol>\n<p><strong>Os quatro l\u00edderes do ranking contaram com bom desempenho especialmente do cultivo da soja.<\/strong> <strong>J\u00e1 o Rio de Janeiro teve a contribui\u00e7\u00e3o da ind\u00fastria de \u00f3leo e g\u00e1s. O Distrito Federal foi impulsionado pelas atividades financeiras e administra\u00e7\u00e3o p\u00fablica.<\/strong><\/p>\n<p>Apesar de alguns n\u00fameros serem bem superiores ao do crescimento do pa\u00eds, os dados n\u00e3o significam que os estados s\u00e3o os que mais influenciam a m\u00e9dia nacional. Isso acontece porque cada unidade da federa\u00e7\u00e3o tem um peso no conjunto do pa\u00eds.<\/p>\n<p>O Acre, por exemplo, representa apenas 0,2% do PIB brasileiro. J\u00e1 o Rio de Janeiro, 10,7%. O estado com maior participa\u00e7\u00e3o \u00e9 S\u00e3o Paulo, que concentra praticamente um ter\u00e7o do PIB nacional (31,5%).<\/p>\n<p>Em 2023, a economia paulista cresceu 1,4%, terceira menor expans\u00e3o, \u00e0 frente apenas de Rio Grande do Sul e Rond\u00f4nia, ambos com varia\u00e7\u00e3o de 1,3%.<\/p>\n<h2>Regi\u00f5es<\/h2>\n<p>Ao medir o crescimento da economia por regi\u00f5es, o Centro-Oeste se destaca, com expans\u00e3o superior ao dobro da nacional.<\/p>\n<ul>\n<li>Centro-Oeste: 7,6%<\/li>\n<li>Norte: 2,9%<\/li>\n<li>Nordeste: 2,9%<\/li>\n<li>Sudeste: 2,7%<\/li>\n<li>Sul: 2,6%<\/li>\n<\/ul>\n<h2>Desconcentra\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica<\/h2>\n<p>O IBGE apresentou tamb\u00e9m o comportamento das economias estaduais no per\u00edodo de 2002 a 2023. Dezessete UFs tiveram crescimento m\u00e9dio anual superior ao do Brasil nesse intervalo de tempo.<\/p>\n<p>Enquanto o pa\u00eds teve taxa m\u00e9dia de 2,2% ao ano, Mato Grosso (5,2%), Tocantins (4,9%) e Roraima (4,5%) superaram a marca de 4%, todos influenciados pela agropecu\u00e1ria.<\/p>\n<p>Rio de Janeiro (1,6%) e Rio Grande do Sul (1,4%) tiveram os menores resultados. Os dois colheram recuos na ind\u00fastria de transforma\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O comportamento das duas \u00faltimas d\u00e9cadas indica desconcentra\u00e7\u00e3o da economia brasileira. Considerado a locomotiva do pa\u00eds, S\u00e3o Paulo era 34,9% do PIB brasileiro em 2002, passando para 31,5% em 2023.<\/p>\n<p>O Rio de Janeiro \u00e9 o segundo que mais perde participa\u00e7\u00e3o em 21 anos, indo de 12,4% para 10,7%.<\/p>\n<p>Na outra ponta, Mato Grosso foi o que mais cresceu no per\u00edodo, quase duplicando a participa\u00e7\u00e3o \u2013 de 1,3% para 2,5% do PIB brasileiro. Assim, o estado que era o 15% maior PIB do pa\u00eds em 2002 terminou 2023 como o 10\u00ba maior.<\/p>\n<p>      <!-- Relacionada --><\/p>\n<p>            <!-- Relacionada -->\n    <\/div>\n<p><br \/>\n<br \/>Fonte: <a href=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/economia\/noticia\/2025-11\/agropecuaria-ajudou-oito-estados-crescerem-mais-que-o-brasil-em-2023\">Gazeta do Povo<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Treze estados e o Distrito Federal tiveram crescimento proporcional maior que o da economia brasileira em 2023. Desses, oito foram empurrados principalmente pela atividade agropecu\u00e1ria: Acre, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Tocantins, Goi\u00e1s, Paran\u00e1, Roraima e Minas Gerais. 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