{"id":54454,"date":"2025-11-04T00:18:23","date_gmt":"2025-11-04T03:18:23","guid":{"rendered":"https:\/\/mussicom.com\/renda-de-autonomos-cresce-mais-que-a-de-trabalhadores-clt\/"},"modified":"2025-11-04T00:18:23","modified_gmt":"2025-11-04T03:18:23","slug":"renda-de-autonomos-cresce-mais-que-a-de-trabalhadores-clt","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/mussicom.com\/noticias\/renda-de-autonomos-cresce-mais-que-a-de-trabalhadores-clt\/","title":{"rendered":"Renda de aut\u00f4nomos cresce mais que a de trabalhadores CLT"},"content":{"rendered":"<p> <br \/>\n<\/p>\n<div>\n<p class=\"postParagraph_post-paragraph__juWZN\">Enquanto Zeca Pagodinho diz que quer virar CLT, na vida real muitos trabalhadores est\u00e3o migrando para o trabalho aut\u00f4nomo ou informal. Apesar da propaganda com o pagodeiro, pesquisas demonstram que a renda de trabalhadores com carteira assinada tem crescido em menor propor\u00e7\u00e3o quando comparada \u00e0 daqueles que n\u00e3o t\u00eam registro formal.<\/p>\n<p class=\"postParagraph_post-paragraph__juWZN\">De acordo com o Ipea, no segundo trimestre de 2025 a renda dos trabalhadores aut\u00f4nomos cresceu 5,6% em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo per\u00edodo de 2024. Entre os que operam na informalidade, sem qualquer tipo de registro, o crescimento foi ainda maior, de 6,8%. Enquanto isso, aqueles com contrato CLT tiveram aumento de 2,3% em seus rendimentos.<\/p>\n<p class=\"postParagraph_post-paragraph__juWZN\">Embora a renda m\u00e9dia dos celetistas (R$ 3.171) siga superior \u00e0 de aut\u00f4nomos (R$ 2.955) e informais (R$ 2.213), no segundo trimestre deste ano os ganhos dos sem carteira atingiram o maior n\u00edvel desde o in\u00edcio da s\u00e9rie hist\u00f3rica, em 2012.<\/p>\n<p class=\"postParagraph_post-paragraph__juWZN\">O pesquisador do Ipea Sandro Sacchet de Carvalho avalia que um dos fatores que explicam o crescimento da renda desse segmento \u00e9 o fim da pandemia, j\u00e1 que durante os per\u00edodos de isolamento o grupo dos aut\u00f4nomos e informais foi o mais afetado e o que mais perdeu renda.<\/p>\n<p class=\"postParagraph_post-paragraph__juWZN\">Ele explica que, para os trabalhadores CLT, h\u00e1 uma s\u00e9rie de regras a serem cumpridas em caso de dispensa. Assim, no per\u00edodo da pandemia, as maiores baixas ocorreram entre os aut\u00f4nomos e informais, que n\u00e3o acarretam custos ou perdas para os empregadores.<\/p>\n<p class=\"postParagraph_post-paragraph__juWZN\">Segundo Humberto Aillon, especialista da Fipecafi, o aumento da renda entre os trabalhadores sem carteira assinada deve persistir por um per\u00edodo mais longo e se consolidar como uma nova realidade no Brasil, pois diversos setores da economia, especialmente os que t\u00eam apresentado altas taxas de aloca\u00e7\u00e3o e contrata\u00e7\u00e3o, optam por modelos que trazem maior efici\u00eancia tribut\u00e1ria e em encargos trabalhistas.<\/p>\n<h2 class=\"postParagraph_post-paragraph__juWZN postParagraph_type-tag-h2__TtFkT\">Trabalhadores formais implicam em maior carga tribut\u00e1ria<\/h2>\n<p class=\"postParagraph_post-paragraph__juWZN\">O presidente do Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributa\u00e7\u00e3o (IBPT), Jo\u00e3o Eloi Olenike, avalia que a diferen\u00e7a no crescimento da renda deve-se \u00e0 flexibilidade dos trabalhadores aut\u00f4nomos e informais, em contraponto \u00e0 rigidez dos formais, agravada pela carga tribut\u00e1ria que onera as empresas que optam pelo regime CLT.<\/p>\n<p class=\"postParagraph_post-paragraph__juWZN\">\u201cA carga tribut\u00e1ria elevada [32,3% do PIB em 2024, segundo o Tesouro] impacta as empresas, contribuindo indiretamente para o crescimento mais lento da renda CLT&#8221;, pontua. A alta carga tribut\u00e1ria reduz a capacidade de reajustes salariais, especialmente em um cen\u00e1rio de Selic alta.<\/p>\n<p class=\"postParagraph_post-paragraph__juWZN\">Olenike explica que, no regime CLT, as empresas arcam com encargos como FGTS (8%), INSS patronal (20%) e contribui\u00e7\u00f5es previdenci\u00e1rias, que representam de 40% a 50% do custo total de um sal\u00e1rio (CNI, 2025).<\/p>\n<h2 class=\"postParagraph_post-paragraph__juWZN postParagraph_type-tag-h2__TtFkT\">Pejotiza\u00e7\u00e3o impulsiona crescimento de renda de aut\u00f4nomos<\/h2>\n<p class=\"postParagraph_post-paragraph__juWZN\">Uma das sa\u00eddas buscadas pelos empregadores para driblar a carga tribut\u00e1ria \u00e9 a chamada pejotiza\u00e7\u00e3o. Sandro Sacchet, do Ipea, comenta que a pr\u00e1tica ganhou impulso com a cria\u00e7\u00e3o do regime do Microempreendedor Individual (MEI).<\/p>\n<p class=\"postParagraph_post-paragraph__juWZN\">Segundo o pesquisador, os profissionais que adotam o MEI tendem a ser mais qualificados e, portanto, a ter uma renda mais alta, elevando a m\u00e9dia dos aut\u00f4nomos. \u201cEle continua trabalhando com uma empresa, mas disfar\u00e7adamente a empresa pede que ele seja MEI. Ent\u00e3o, ele acaba sendo classificado como aut\u00f4nomo e, na verdade, deveria ser um trabalhador com carteira&#8221;, explica.<\/p>\n<h2 class=\"postParagraph_post-paragraph__juWZN postParagraph_type-tag-h2__TtFkT\">Pejotistas geram menos encargos trabalhistas<\/h2>\n<p class=\"postParagraph_post-paragraph__juWZN\">Para os empregadores, a solu\u00e7\u00e3o \u00e9 atraente, pois na pr\u00e1tica a contrata\u00e7\u00e3o de um MEI &#8220;fixo&#8221; mant\u00e9m um trabalhador com hor\u00e1rios e obriga\u00e7\u00f5es semelhantes \u00e0s de um CLT. Com um sal\u00e1rio proporcionalmente maior, mas sem os encargos trabalhistas, acaba sendo mais barato contrat\u00e1-lo.<\/p>\n<p class=\"postParagraph_post-paragraph__juWZN\">Para Aillon, da Fipecafi, essa economia pode ser revertida em novos investimentos, seja em tecnologia ou m\u00e3o de obra, o que afeta positivamente a economia. Um dos setores intensivos nesse tipo de m\u00e3o de obra \u00e9 o de tecnologia, que busca manter a competitividade.<\/p>\n<div class=\"postViewMore_post-view-more-container___5wai\" data-mrf-recirculation=\"Post - Veja tamb\u00e9m\">\n<p class=\"gp-styles-module-size-small-afeYRa gp-styles-module-font-family2-afeYRa gp-styles-module-color-secondary-afeYRa gp-styles-module-weight-bold-afeYRa\">VEJA TAMB\u00c9M:<\/p>\n<ul class=\"postViewMore_post-view-more-list__CU_CE\">\n<li class=\"postViewMore_post-view-more-item__2MzRb\"><span class=\"postViewMore_post-view-more-link-icon___stPC\"><svg xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" width=\"16\" height=\"16\" viewbox=\"0 0 16 16\"><rect width=\"16\" height=\"16\" fill=\"none\"\/><g transform=\"translate(3 3)\"><path d=\"M22.5,15l3.4,3.4-3.4,3.4\" transform=\"translate(-15.896 -11.793)\" fill=\"none\" stroke=\"#717171\" stroke-linecap=\"round\" stroke-width=\"1.4\"\/><path d=\"M6,6v4.2a2.452,2.452,0,0,0,2.5,2.4H16\" transform=\"translate(-6 -6)\" fill=\"none\" stroke=\"#717171\" stroke-linecap=\"round\" stroke-width=\"1.4\"\/><\/g><\/svg><\/span><span class=\"postViewMore_post-view-more-link-text__hO_kM\">Governo culpa \u201cpejotiza\u00e7\u00e3o\u201d por preju\u00edzo de R$ 44 bilh\u00f5es \u00e0 Previd\u00eancia e ao FGTS<\/span><\/li>\n<li class=\"postViewMore_post-view-more-item__2MzRb\"><span class=\"postViewMore_post-view-more-link-icon___stPC\"><svg xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" width=\"16\" height=\"16\" viewbox=\"0 0 16 16\"><rect width=\"16\" height=\"16\" fill=\"none\"\/><g transform=\"translate(3 3)\"><path d=\"M22.5,15l3.4,3.4-3.4,3.4\" transform=\"translate(-15.896 -11.793)\" fill=\"none\" stroke=\"#717171\" stroke-linecap=\"round\" stroke-width=\"1.4\"\/><path d=\"M6,6v4.2a2.452,2.452,0,0,0,2.5,2.4H16\" transform=\"translate(-6 -6)\" fill=\"none\" stroke=\"#717171\" stroke-linecap=\"round\" stroke-width=\"1.4\"\/><\/g><\/svg><\/span><span class=\"postViewMore_post-view-more-link-text__hO_kM\">O maior gasto do governo ainda crescer\u00e1 muito \u2013 e teremos de fazer escolhas<\/span><\/li>\n<\/ul>\n<\/div>\n<h2 class=\"postParagraph_post-paragraph__juWZN postParagraph_type-tag-h2__TtFkT\">Trabalhador aut\u00f4nomo \u00e9 atra\u00eddo por flexibilidade e renda mais alta<\/h2>\n<p class=\"postParagraph_post-paragraph__juWZN\">O trabalhador que opta por ser aut\u00f4nomo ou informal pode ser atra\u00eddo pela flexibilidade e pela renda mais elevada. No entanto, mesmo que o sal\u00e1rio seja maior e, no curto prazo, haja aumento no poder de compra, caso n\u00e3o haja planejamento adequado, no longo prazo a conta pode sair alta.<\/p>\n<p class=\"postParagraph_post-paragraph__juWZN\">Sacchet avalia que, em casos como esse, o trabalhador deixa de receber 13.\u00ba sal\u00e1rio, adicional de f\u00e9rias e outros benef\u00edcios do regime CLT, al\u00e9m da contribui\u00e7\u00e3o para o INSS, o que pode prejudic\u00e1-lo mais adiante.<\/p>\n<p class=\"postParagraph_post-paragraph__juWZN\">O aut\u00f4nomo que \u00e9 MEI, por\u00e9m, tem alguma prote\u00e7\u00e3o \u2013 como os benef\u00edcios previdenci\u00e1rios, uma vez que ele contribui ao INSS.<\/p>\n<h2 class=\"postParagraph_post-paragraph__juWZN postParagraph_type-tag-h2__TtFkT\">Efeito farol: aumento do sal\u00e1rio m\u00ednimo impulsiona aumento da renda<\/h2>\n<p class=\"postParagraph_post-paragraph__juWZN\">Outro fator que pode explicar o crescimento maior da renda de aut\u00f4nomos e informais \u00e9 a corre\u00e7\u00e3o anual do sal\u00e1rio m\u00ednimo. Fernando de Holanda Barbosa, pesquisador da \u00e1rea de Economia Aplicada do FGV Ibre, explica que, mesmo para os aut\u00f4nomos e informais, existe um efeito de sinaliza\u00e7\u00e3o do sal\u00e1rio m\u00ednimo.<\/p>\n<p class=\"postParagraph_post-paragraph__juWZN\">\u201cAntigamente, era chamado de efeito farol, indicando que o mercado de trabalho \u00e9 afetado diretamente pelo valor do sal\u00e1rio m\u00ednimo, o que \u00e9 um fato&#8221;, disse.<\/p>\n<p class=\"postParagraph_post-paragraph__juWZN\">Sandro Sacchet, do Ipea, tamb\u00e9m pontua que, muitas vezes, os trabalhadores aut\u00f4nomos acabam fazendo seus pedidos de remunera\u00e7\u00e3o com base no mercado formal e no sal\u00e1rio m\u00ednimo, sendo a metade, o dobro ou um percentual.<\/p>\n<h2 class=\"postParagraph_post-paragraph__juWZN postParagraph_type-tag-h2__TtFkT\">Outros fatores que podem justificar o aumento da renda de aut\u00f4nomos e informais<\/h2>\n<p class=\"postParagraph_post-paragraph__juWZN\">A migra\u00e7\u00e3o de um setor para outro tamb\u00e9m pode explicar o aumento maior para os n\u00e3o celetistas. Os trabalhadores por conta pr\u00f3pria tendem a mudar de um setor que pagava menos para outro que paga mais.<\/p>\n<p class=\"postParagraph_post-paragraph__juWZN\">Uma das raz\u00f5es para esse fen\u00f4meno \u00e9 a mudan\u00e7a de faixa et\u00e1ria. \u201cUma das possibilidades \u00e9 que haja menos jovens no mercado de trabalho do que antes, o que provoca um aumento da renda real, porque o trabalhador mais jovem ganha pouco&#8221;, explica Holanda, do FGV Ibre.<\/p>\n<p class=\"postParagraph_post-paragraph__juWZN\">Segundo o pesquisador, mesmo diante de todas essas hip\u00f3teses, um fator segue certo: o n\u00edvel educacional influencia diretamente a renda. Ainda que, em termos gerais, o n\u00edvel salarial para as diferentes faixas educacionais n\u00e3o tenha se elevado significativamente no Brasil, o aumento na escolaridade m\u00e9dia dos trabalhadores pode levar ao incremento da renda.<\/p>\n<h2 class=\"postParagraph_post-paragraph__juWZN postParagraph_type-tag-h2__TtFkT\">Mercado de trabalho est\u00e1 em transi\u00e7\u00e3o<\/h2>\n<p class=\"postParagraph_post-paragraph__juWZN\">Holanda sinaliza que a entrada das plataformas de transporte, entregas e de outros servi\u00e7os, como design e tradu\u00e7\u00e3o, levou a uma transi\u00e7\u00e3o no mercado de trabalho. Novamente, o interesse maior por parte do trabalhador \u00e9 a flexibilidade que o modelo permite.<\/p>\n<p class=\"postParagraph_post-paragraph__juWZN\">\u201cAs plataformas trazem um benef\u00edcio intr\u00ednseco, j\u00e1 que a pessoa pode controlar o seu ponto, o seu tempo de trabalho. \u00c9 poss\u00edvel que essa percep\u00e7\u00e3o de flexibilidade estimule um crescimento maior desses setores&#8221;, avalia.<\/p>\n<p class=\"postParagraph_post-paragraph__juWZN\">Dados do IBGE mostram que, entre 2022 e 2024, o n\u00famero de trabalhadores por aplicativo cresceu 25,4%, passando de 1,3 milh\u00e3o para 1,7 milh\u00e3o de cadastrados.<\/p>\n<h2 class=\"postParagraph_post-paragraph__juWZN postParagraph_type-tag-h2__TtFkT\">Trabalho por aplicativo \u00e9 1,9% da for\u00e7a de trabalho no Brasil<\/h2>\n<p class=\"postParagraph_post-paragraph__juWZN\">O aumento fez com que, no terceiro trimestre do ano passado, os trabalhadores de plataformas digitais e que prestam servi\u00e7o via aplicativo correspondessem a 1,9% da for\u00e7a de trabalho no Brasil.<\/p>\n<p class=\"postParagraph_post-paragraph__juWZN\">O estudo do IBGE, fruto de conv\u00eanio com a Universidade de Campinas e o Minist\u00e9rio P\u00fablico do Trabalho (MPT), ainda est\u00e1 em fase experimental e considera os dados da Pesquisa Nacional por Amostragem de Domic\u00edlios Cont\u00ednua (PNAD Cont\u00ednua).<\/p>\n<h2 class=\"postParagraph_post-paragraph__juWZN postParagraph_type-tag-h2__TtFkT\">&#8220;Plataformizados&#8221;: renda total \u00e9 maior, mas rendimento por hora \u00e9 menor<\/h2>\n<p class=\"postParagraph_post-paragraph__juWZN\">Ainda de acordo com os dados do IBGE, no terceiro trimestre de 2024, a renda m\u00e9dia dos trabalhadores cadastrados em plataformas era de R$ 2.996, 4,2% acima daqueles que n\u00e3o operam por plataformas (R$ 2.875).<\/p>\n<p class=\"postParagraph_post-paragraph__juWZN\">No entanto, os &#8220;plataformizados&#8221; trabalham, em m\u00e9dia, mais horas semanais \u2014 44,8h, contra 39,3h dos n\u00e3o plataformizados. Essa diferen\u00e7a faz com que a renda m\u00e9dia por hora dos trabalhadores de plataformas seja inferior \u00e0 daqueles que n\u00e3o trabalham por plataformas: R$ 15,4 contra R$ 16,8.<\/p>\n<h2 class=\"postParagraph_post-paragraph__juWZN postParagraph_type-tag-h2__TtFkT\">Sem reformas, informal pode ser o \u201cnovo formal\u201d<\/h2>\n<p class=\"postParagraph_post-paragraph__juWZN\">Na vis\u00e3o de Jo\u00e3o Olenike, do IBPT, o trabalho formal est\u00e1 momentaneamente prejudicado em ganhos, mas oferece seguran\u00e7a aos trabalhadores que, por outro lado, podem buscar rendimentos mais altos e flexibilidade.<\/p>\n<p class=\"postParagraph_post-paragraph__juWZN\">\u201cPara empresas, os dados indicam contrata\u00e7\u00f5es h\u00edbridas; para pessoas f\u00edsicas, incentivam o aut\u00f4nomo com planejamento. O Ipea enfatiza a necessidade de desonera\u00e7\u00f5es para equilibrar, mas sem reformas, a informalidade pode se tornar o \u2018novo normal\u2019&#8221;, explica.<\/p>\n<\/div>\n<p><br \/>\n<br \/>Fonte: <a href=\"https:\/\/www.gazetadopovo.com.br\/economia\/renda-de-autonomos-esta-crescendo-mais-que-a-de-trabalhadores-com-carteira-assinada\/\">Gazeta do Povo<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Enquanto Zeca Pagodinho diz que quer virar CLT, na vida real muitos trabalhadores est\u00e3o migrando para o trabalho aut\u00f4nomo ou informal. Apesar da propaganda com o pagodeiro, pesquisas demonstram que a renda de trabalhadores com carteira assinada tem crescido em menor propor\u00e7\u00e3o quando comparada \u00e0 daqueles que n\u00e3o t\u00eam registro formal. 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