{"id":54426,"date":"2025-11-03T18:12:16","date_gmt":"2025-11-03T21:12:16","guid":{"rendered":"https:\/\/mussicom.com\/mercado-financeiro-reduz-previsao-da-inflacao-para-455-no-brasil\/"},"modified":"2025-11-03T18:12:16","modified_gmt":"2025-11-03T21:12:16","slug":"mercado-financeiro-reduz-previsao-da-inflacao-para-455-no-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/mussicom.com\/noticias\/mercado-financeiro-reduz-previsao-da-inflacao-para-455-no-brasil\/","title":{"rendered":"Mercado financeiro reduz previs\u00e3o da infla\u00e7\u00e3o para 4,55% no Brasil"},"content":{"rendered":"<p> <br \/>\n<\/p>\n<div>\n<p><strong>A previs\u00e3o do mercado financeiro para o \u00cdndice Nacional de Pre\u00e7os ao Consumidor Amplo (IPCA) &#8211; considerado a infla\u00e7\u00e3o oficial do pa\u00eds &#8211; passou de 4,56% para 4,55% este ano.<\/strong><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.gif?id=1665872&amp;o=node\" style=\"width:1px; height:1px; display:inline;\"\/><\/p>\n<p>A estimativa foi publicada no boletim Focus desta segunda-feira (3), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC), em Bras\u00edlia, com a expectativa de institui\u00e7\u00f5es financeiras para os principais indicadores econ\u00f4micos.<\/p>\n<p>Para 2026, a proje\u00e7\u00e3o da infla\u00e7\u00e3o permaneceu em 4,2%. Para 2027 e 2028, as previs\u00f5es s\u00e3o de 3,8% e 3,5%, respectivamente.<\/p>\n<p><strong>A estimativa para este ano ainda est\u00e1 acima do teto da meta de infla\u00e7\u00e3o que deve ser perseguida pelo BC. Definida pelo Conselho Monet\u00e1rio Nacional (CMN), a meta \u00e9 de 3%, com intervalo de toler\u00e2ncia de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior \u00e9 1,5% e o superior 4,5%.<\/strong><\/p>\n<p>Depois de queda em agosto, em setembro a infla\u00e7\u00e3o oficial subiu 0,48%, com influ\u00eancia da alta da conta de luz. Em 12 meses, o \u00cdndice Nacional de Pre\u00e7os ao Consumidor Amplo (IPCA) acumula 5,17%, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia Estat\u00edstica (IBGE).<\/p>\n<p>&gt;&gt; Siga o canal da <strong>Ag\u00eancia Brasil <\/strong>no WhatsApp<\/p>\n<h2>Juros b\u00e1sicos<\/h2>\n<p>Para alcan\u00e7ar a meta de infla\u00e7\u00e3o, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa b\u00e1sica de juros\u00a0&#8211; a Selic &#8211; definida em 15% ao ano pelo Comit\u00ea de Pol\u00edtica Monet\u00e1ria (Copom) do BC. As incertezas do cen\u00e1rio econ\u00f4mico externo e indicadores que mostram a modera\u00e7\u00e3o no crescimento interno est\u00e3o entre os fatores que levaram \u00e0 manuten\u00e7\u00e3o da Selic, na \u00faltima reuni\u00e3o, em setembro.<\/p>\n<p><strong>A inten\u00e7\u00e3o do colegiado \u00e9, de acordo com a ata divulgada, manter a taxa de juros atual \u201cpor per\u00edodo bastante prolongado\u201d para garantir que a meta da infla\u00e7\u00e3o seja alcan\u00e7ada.<\/strong><\/p>\n<p>Nesta semana, nos dias 4 e 5, o Copom se re\u00fane novamente para avaliar o n\u00edvel da Selic.<\/p>\n<p>A estimativa dos analistas \u00e9 que a taxa b\u00e1sica encerre 2025 nesses 15% ao ano. Para o fim de 2026, a expectativa \u00e9 que a Selic caia para 12,25% ao ano. Para 2027 e 2028, a previs\u00e3o \u00e9 que ela seja reduzida novamente para 10,5% ao ano e 10% ao ano, respectivamente.<\/p>\n<p><strong>Quando o Copom aumenta a taxa b\u00e1sica de juros, a finalidade \u00e9 conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos pre\u00e7os porque os juros mais altos encarecem o cr\u00e9dito e estimulam a poupan\u00e7a. Mas, al\u00e9m da Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimpl\u00eancia, lucro e despesas administrativas.<\/strong><\/p>\n<p>Assim, taxas mais altas tamb\u00e9m podem dificultar a expans\u00e3o da economia. Quando a taxa Selic \u00e9 reduzida a tend\u00eancia \u00e9 que o cr\u00e9dito fique mais barato, com incentivo \u00e0 produ\u00e7\u00e3o e ao consumo, reduzindo o controle sobre a infla\u00e7\u00e3o e estimulando a atividade econ\u00f4mica.<\/p>\n<h2>PIB e c\u00e2mbio<\/h2>\n<p><strong>Nesta edi\u00e7\u00e3o do boletim Focus, a estimativa das institui\u00e7\u00f5es financeiras para o crescimento da economia brasileira este ano permaneceu em 2,16%. Para 2026, a proje\u00e7\u00e3o para o Produto Interno Bruto (PIB, a soma dos bens e servi\u00e7os produzidos no pa\u00eds) ficou em 1,78%. Para 2027 e 2028, o mercado financeiro estima expans\u00e3o do PIB em 1,9% e 2%, respectivamente.<\/strong><\/p>\n<p>Puxada pelas expans\u00f5es dos servi\u00e7os e da ind\u00fastria, no segundo trimestre deste ano a economia brasileira cresceu 0,4%.<\/p>\n<p>Em 2024, o PIB fechou com alta de 3,4%. O resultado representa o quarto ano seguido de crescimento, sendo a maior expans\u00e3o desde 2021, quando o PIB alcan\u00e7ou 4,8%.<\/p>\n<p><strong>A previs\u00e3o da cota\u00e7\u00e3o do d\u00f3lar est\u00e1 em R$ 5,41 para o fim deste ano. No fim de 2026, estima-se que a moeda norte-americana fique em R$ 5,50.<\/strong><\/p>\n<p>      <!-- Relacionada --><\/p>\n<p>            <!-- Relacionada -->\n    <\/div>\n<p><br \/>\n<br \/>Fonte: <a href=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/economia\/noticia\/2025-11\/mercado-financeiro-reduz-previsao-da-inflacao-para-455-no-brasil\">Gazeta do Povo<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A previs\u00e3o do mercado financeiro para o \u00cdndice Nacional de Pre\u00e7os ao Consumidor Amplo (IPCA) &#8211; considerado a infla\u00e7\u00e3o oficial do pa\u00eds &#8211; passou de 4,56% para 4,55% este ano. 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