{"id":51207,"date":"2025-10-25T06:22:15","date_gmt":"2025-10-25T09:22:15","guid":{"rendered":"https:\/\/mussicom.com\/wolfgang-van-halen-fala-a-rs-sobre-novo-album-do-mammoth-alter-bridge-e-brasil\/"},"modified":"2025-10-25T06:22:15","modified_gmt":"2025-10-25T09:22:15","slug":"wolfgang-van-halen-fala-a-rs-sobre-novo-album-do-mammoth-alter-bridge-e-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/mussicom.com\/noticias\/wolfgang-van-halen-fala-a-rs-sobre-novo-album-do-mammoth-alter-bridge-e-brasil\/","title":{"rendered":"Wolfgang Van Halen fala \u00e0 RS sobre novo \u00e1lbum do Mammoth, Alter Bridge e Brasil"},"content":{"rendered":"<p> <br \/>\n<\/p>\n<div>\n<p>O sobrenome \u00e9 forte. <strong>Wolfgang Van Halen<\/strong> \u00e9 filho do saudoso <strong>Eddie Van Halen<\/strong>, um dos nomes que revolucionou n\u00e3o apenas o rock, mas o jeito de se tocar guitarra. Isso, contudo, faz com que parte do p\u00fablico se esque\u00e7a de \u2014 ou n\u00e3o se atente a \u2014 diversos feitos de um talentoso multi-instrumentista que, mesmo ainda com seus 34 anos, j\u00e1 fez muita coisa.<\/p>\n<p>Antes de se tornar o \u00fanico respons\u00e1vel por vocais, composi\u00e7\u00f5es e todos os instrumentos de sua pr\u00f3pria banda, <strong>Mammoth<\/strong> (agora sem a sigla WVH ao fim do nome), Wolfgang integrou o <strong>Van Halen<\/strong> como baixista de 2007 at\u00e9 o fim oficial do grupo, devido \u00e0 morte do pai, em 2020. Participou de turn\u00eas \u2014 algumas delas enquanto ainda era adolescente \u2014 e n\u00e3o apenas participou do \u00e1lbum <em><strong>A Different Kind of Truth<\/strong><\/em> (2012), como foi a for\u00e7a motriz por tr\u00e1s do lan\u00e7amento. Envolvidos garantem: sem Wolfie, como o m\u00fasico tamb\u00e9m \u00e9 chamado, esse disco jamais seria feito. A pr\u00f3pria banda teria acabado, j\u00e1 que a condi\u00e7\u00e3o de Eddie para continuar era contar com seu filho na vaga de <strong>Michael Anthony<\/strong>.<\/p>\n<p><iframe title=\"Van Halen - She&#039;s The Woman (Official Music Video)\" width=\"800\" height=\"450\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/4h4QqH1eR9k?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p>Entre 2012 e 2016, ele se juntou ao <strong>Tremonti<\/strong>, banda solo do guitarrista <strong>Mark Tremonti<\/strong> (Creed, Alter Bridge), com direito a participar de dois trabalhos de est\u00fadio: <em><strong>Cauterize<\/strong><\/em> (2015) e <em><strong>Dust<\/strong><\/em> (2016). Na virada da d\u00e9cada, decidiu concentrar esfor\u00e7os em seu pr\u00f3prio projeto, que chega ao terceiro disco, <em><strong>The End<\/strong><\/em>, lan\u00e7ado nesta sexta-feira, 24, via <strong>BMG<\/strong>. Em entrevista \u00e0 <strong>Rolling Stone Brasil<\/strong>, Wolfgang aponta que, neste \u00e1lbum mais recente, adquiriu maior \u201cconfian\u00e7a no processo\u201d \u2014 por isso, conseguiu experimentar um pouco mais com a sonoridade. <em>\u201cEstou mais confort\u00e1vel e ciente do quem sou e do que sou capaz, logo, fui capaz de me desafiar\u201d<\/em>, reflete.<\/p>\n<p>A identidade sonora de Wolfie como compositor est\u00e1 mais clara. Hoje, suas cria\u00e7\u00f5es re\u00fanem influ\u00eancias d\u00edspares, do pop punk de <strong>Jimmy Eat World<\/strong> e <strong>Sum 41<\/strong> (ou\u00e7a <strong>\u201cSomething New\u201d<\/strong>) ao metal alternativo do Alter Bridge (como em <strong>\u201cI Really Wanna\u201d<\/strong>), passando por refer\u00eancias como <strong>Foo Fighters<\/strong> (vide <strong>\u201cSelfish\u201d<\/strong>) e, em pitadas, o hard rock do pr\u00f3prio Van Halen (a <strong>faixa-t\u00edtulo<\/strong>, com seu tapping de execu\u00e7\u00e3o perfeita na intro). H\u00e1 ainda can\u00e7\u00f5es de abordagem ligeiramente experimental, como a abertura <strong>\u201cOne of a Kind\u201d<\/strong>, que traz uma not\u00f3ria mudan\u00e7a de andamento. N\u00e3o \u00e0 toa, \u00e9 a can\u00e7\u00e3o que deixa o artista mais ansioso para o p\u00fablico ouvir. <em>\u201cEla \u00e9 um \u00f3timo exemplo desse crescimento\u201d<\/em>, diz, tamb\u00e9m tra\u00e7ando uma linha de evolu\u00e7\u00e3o entre os tr\u00eas \u00e1lbuns j\u00e1 disponibilizados:<\/p>\n<blockquote>\n<p><em>\u201cAcho que o primeiro \u00e1lbum [chamado apenas <strong>Mammoth WVH<\/strong> e lan\u00e7ado em 2021] foi a tentativa de descobrir o que eu tinha a dizer como artista, bem como o que poderia conquistar sozinho. Com o segundo \u00e1lbum [<strong>Mammoth II<\/strong>, 2023], fiquei t\u00e3o animado que o som ficou mais pesado, com muita agressividade e uso de bumbo duplo. Em The End, estive mais calmo e pronto para explorar o som. Mudei o processo de p\u00f3s-produ\u00e7\u00e3o, deixando o laptop de lado para fazer as demos j\u00e1 no est\u00fadio, ent\u00e3o me permiti correr mais riscos. \u00c9 como um renascimento \u2014 at\u00e9 por ter abandonado as letras \u2018WVH\u2019 do nome \u2018Mammoth\u2019.\u201d<\/em><\/p>\n<\/blockquote>\n<p><iframe title=\"Mammoth: &quot;The Spell&quot; (OFFICIAL VIDEO)\" width=\"800\" height=\"450\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/QIP20TMlOHs?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p>A men\u00e7\u00e3o ao bumbo duplo n\u00e3o ocorre por acaso. A bateria dita naturalmente o processo criativo de Wolfgang Van Halen: foi o primeiro instrumento que aprendeu a tocar, ainda crian\u00e7a, e seu estilo de tocar guitarra e baixo \u00e9 muito r\u00edtmico, tal qual sua declarada maior influ\u00eancia, <strong>Dave Grohl<\/strong>. Se em est\u00fadio ele grava tudo, em turn\u00eas fica a cargo de vocais e guitarra, acompanhado de uma banda de apoio composta por <strong>Frank Sidoris<\/strong> (guitarra), <strong>Jonathan Jourdan<\/strong> (guitarra), <strong>Ronnie Ficarro<\/strong> (baixo) e <strong>Garrett Whitlock<\/strong> (bateria). Por conta disso, ele admite: n\u00e3o pratica tanto com as baquetas em m\u00e3os quanto gostaria.<\/p>\n<blockquote>\n<p><em>\u201cGeralmente pratico apenas quando estamos nos preparando no est\u00fadio para come\u00e7ar a gravar. Toco as ideias do disco por cerca de uma semana e meia. Mas muitas ideias chegam atrav\u00e9s desse processo. Em algumas m\u00fasicas, fa\u00e7o a demo intencionalmente mais aberta para que elementos surjam espontaneamente ao gravar. Al\u00e9m disso, \u00e9 mais f\u00e1cil n\u00e3o ser t\u00e3o r\u00edgido e estar aberto. De toda forma, amo tocar bateria e n\u00e3o tenho oportunidade de tocar com tanta frequ\u00eancia, ent\u00e3o \u00e9 na grava\u00e7\u00e3o onde mais toco.\u201d<\/em><\/p>\n<\/blockquote>\n<p><iframe title=\"Mammoth: &quot;I Really Wanna&quot; (Official Video)\" width=\"800\" height=\"450\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/VFmpQwvLP9I?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<h2>Membro da fam\u00edlia Alter Bridge<\/h2>\n<p>A rela\u00e7\u00e3o de Wolfgang Van Halen com o \u201cAlter-Bridge-verso\u201d vai muito al\u00e9m dos anos como integrante do Tremonti. O m\u00fasico fez recentemente uma turn\u00ea abrindo para o Creed (banda ainda mais popular dos instrumentistas do Alter Bridge com o vocalista Scott Stapp), trouxe o cantor <strong>Myles Kennedy<\/strong> em carreira solo como convidado de sua nova excurs\u00e3o e ainda colocou o amigo para aparecer no videoclipe da faixa <strong>\u201cThe End\u201d<\/strong>, em meio a um apocalipse zumbi.<\/p>\n<p><iframe title=\"Mammoth: The End (Official Video)\" width=\"800\" height=\"450\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/7w7rAEnMXDI?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p>Inicialmente, a respeito dos clipes divertidos do Mammoth, Wolfie cita sua grande influ\u00eancia: <em>\u201cSempre admirei o Foo Fighters e a forma como eles faziam seus v\u00eddeos. Acho importante n\u00e3o se levar t\u00e3o a s\u00e9rio: o que importa \u00e9 se divertir no fim das contas. E v\u00e1rios artistas n\u00e3o fazem mais videoclipes assim, as pessoas est\u00e3o gostando\u201d<\/em>. Em seguida, narra seu longo hist\u00f3rico junto ao Alter Bridge, iniciado como f\u00e3.<\/p>\n<blockquote>\n<p><em>\u201cComprei o \u00e1lbum <strong>Blackbird<\/strong> em 2007, sob recomenda\u00e7\u00e3o de <strong>Morgan Rose<\/strong>, baterista do <strong>Sevendust<\/strong>. Fiquei impressionado, obcecado, inclusive pela produ\u00e7\u00e3o \u2014 claro, <strong>Michael \u2018Elvis\u2019 Baskette<\/strong> [que viria a se tornar produtor do Mammoth] foi quem produziu. Os vocais de Myles, a instrumenta\u00e7\u00e3o de tudo, o qu\u00e3o bom Myles \u00e9 tamb\u00e9m como guitarrista, tocando como louco junto do Mark Tremonti. Um dia, estava em Delaware para um show com o Van Halen e eles tocaram na mesma noite e rua que n\u00f3s. Fiz meu show e corri para ver o fim do show deles. Foi quando os conheci e mantivemos contato.\u201d<\/em><\/p>\n<\/blockquote>\n<p><iframe title=\"Alter Bridge - Rise Today\" width=\"800\" height=\"450\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/ZYG3BPvFOgs?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p>Naturalmente, a amizade virou parceria art\u00edstica, com a entrada de Wolfgang para o Tremonti. E a forma\u00e7\u00e3o ao vivo do Mammoth tamb\u00e9m foi constru\u00edda a partir deste universo.<\/p>\n<blockquote>\n<p><em>\u201cFoi na banda Tremonti que conheci Garrett Whitlock, meu baterista de turn\u00eas. Conheci Frank Sidoris, meu guitarrista de turn\u00eas, por ele ser membro do <strong>The Conspirators<\/strong> [projeto de Myles Kennedy com <strong>Slash<\/strong>, do <strong>Guns N\u2019 Roses<\/strong>]. \u00c9 uma grande fam\u00edlia. Pude abrir para Slash, Myles &amp; The Conspirators na minha \u00e9poca de Tremonti. Depois, o Mammoth abriu para o Alter Bridge, para o Creed e para o Slash, Myles &amp; The Conspirators. \u00c9 uma grande fam\u00edlia feliz.\u201d<\/em><\/p>\n<\/blockquote>\n<h2>E o Brasil?<\/h2>\n<p>Embora tenha sido \u2014 e ainda seja \u2014 popular em todo o globo, o Van Halen n\u00e3o era uma banda de turn\u00eas mundiais. Raramente excursionou fora da Am\u00e9rica do Norte. Por isso, vieram ao Brasil apenas uma vez, em 1983. Ser\u00e1 que o Mammoth promete quebrar a escrita e visitar o pa\u00eds em algum momento?<\/p>\n<p><em>\u201cCom certeza\u201d<\/em>, responde Wolfgang, antes de elaborar:<\/p>\n<blockquote>\n<p><em>\u201cSei que a quest\u00e3o mesmo \u00e9 quando isso ir\u00e1 funcionar. Como somos uma banda nova, tudo depende de conseguirmos ir com algum outro artista \u2014 principalmente por causa dos custos envolvidos em ir para um lugar distante. Mas sei que isso definitivamente est\u00e1 em andamento e j\u00e1 faz algum tempo. Recebo constantemente coment\u00e1rios dizendo para ir ao Brasil.\u201d<\/em><\/p>\n<\/blockquote>\n<figure id=\"attachment_264761\" aria-describedby=\"caption-attachment-264761\" style=\"width: 1920px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><figcaption id=\"caption-attachment-264761\" class=\"wp-caption-text\">Wolfgang Van Halen em 2025 (Foto: Mike Coppola \/ Getty Images)<\/figcaption><\/figure>\n<p>Curiosamente, o \u00fanico integrante do Mammoth j\u00e1 teve o gosto de dividir o palco com um brasileiro. Em junho de 2023, ele participou de um show da forma\u00e7\u00e3o atual do <strong>Pantera<\/strong> no festival portugu\u00eas <strong>Evil Live<\/strong> ao lado de <strong>Max Cavalera<\/strong>, vocalista e guitarrista original do <strong>Sepultura<\/strong>, hoje no <strong>Soulfly<\/strong>, <strong>Cavalera Conspiracy<\/strong> e outros projetos. Wolfie admite n\u00e3o ser grande conhecedor da m\u00fasica produzida por aqui, mas rende elogios \u00e0 maior banda brasileira de metal em todos os tempos.<\/p>\n<blockquote>\n<p><em>\u201cN\u00e3o estou muito familiarizado com a m\u00fasica brasileira, mas amo Sepultura, al\u00e9m de Soulfly. N\u00e3o h\u00e1 nada como <strong>\u2018Roots Bloody Roots\u2019<\/strong>, nada melhor do que isso. \u00c9 com essa m\u00fasica que eu testo sistemas de som, sabe? O \u00e1lbum <strong>Roots<\/strong> (1996) \u00e9 muito importante para mim.\u201d<\/em><\/p>\n<\/blockquote>\n<p><em><strong>*Ou\u00e7a The End nas plataformas digitais \u2014 mammoth.lnk.to\/TheEndAlbum.<\/strong><\/em><\/p>\n<p><strong>+++ LEIA MAIS: Wolfgang Van Halen revela como homenageia o pai em todos os seus shows<br \/>+++ LEIA MAIS: O disco nada metal que deixou Ozzy e Van Halen obcecados na d\u00e9cada de 80<br \/>+++ LEIA MAIS: Wolfgang Van Halen responde cr\u00edticas de David Lee Roth: \u2018Meu pai n\u00e3o est\u00e1 aqui para ser um alvo\u2019<br \/>+++\u00a0Siga a Rolling Stone Brasil @rollingstonebrasil no Instagram<br \/>+++\u00a0Siga o jornalista Igor Miranda @igormirandasite no Instagram<\/strong><\/p>\n<div class=\"author-box clearfix mb-4\">\n<div class=\"d-flex align-items-center\">\n<div class=\"author-avatar\">\n        &#13;<br \/>\n          <img decoding=\"async\" alt=\"Igor Miranda (@igormirandasite)\" src=\"https:\/\/rollingstone.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/msd3m4c1_400x400-150x150.jpg\" class=\"avatar avatar-115 photo rounded-circle\" height=\"115\" width=\"115\"\/>\n      <\/div>\n<div class=\"author-info ms-3\">\n<div class=\"author-description\"><strong>Igor Miranda<\/strong> \u00e9 jornalista formado pela Universidade Federal de Uberl\u00e2ndia (UFU) e p\u00f3s-graduado em Jornalismo Digital. Come\u00e7ou em 2007 a escrever sobre m\u00fasica, com foco em rock e heavy metal. \u00c9 colaborador da <strong>Rolling Stone Brasil<\/strong> desde 2022 e mant\u00e9m o site pr\u00f3prio <strong>IgorMiranda.com.br<\/strong>. Tamb\u00e9m trabalhou para ve\u00edculos como Whiplash.Net, revista Roadie Crew, portal Cifras, site\/canal Ei Nerd e revista Guitarload, entre outros. Instagram e outras redes: <strong>@igormirandasite<\/strong>.<\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<p><script async src=\"\/\/www.instagram.com\/embed.js\"><\/script><br \/>\n<br \/><br \/>\n<br \/>Fonte: <a href=\"https:\/\/rollingstone.com.br\/musica\/wolfgang-van-halen-mammoth-entrevista-2025\/\">rollingstone.com.br<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O sobrenome \u00e9 forte. Wolfgang Van Halen \u00e9 filho do saudoso Eddie Van Halen, um dos nomes que revolucionou n\u00e3o apenas o rock, mas o jeito de se tocar guitarra. 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