{"id":5001,"date":"2025-03-12T15:12:03","date_gmt":"2025-03-12T18:12:03","guid":{"rendered":"https:\/\/mussicom.com\/rodrigo-lima-fala-a-rs-sobre-dead-fish-no-lolla-turne-especial-e-proximos-planos\/"},"modified":"2025-03-12T15:12:03","modified_gmt":"2025-03-12T18:12:03","slug":"rodrigo-lima-fala-a-rs-sobre-dead-fish-no-lolla-turne-especial-e-proximos-planos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/mussicom.com\/noticias\/rodrigo-lima-fala-a-rs-sobre-dead-fish-no-lolla-turne-especial-e-proximos-planos\/","title":{"rendered":"Rodrigo Lima fala \u00e0 RS sobre Dead Fish no Lolla, turn\u00ea especial e pr\u00f3ximos planos"},"content":{"rendered":"<p> <br \/>\n<\/p>\n<div>\n<p>Vai ter hardcore no espa\u00e7o principal do <strong>Lollapalooza Brasil 2025<\/strong>. E logo de cara: o <strong>Dead Fish<\/strong>, uma das grandes bandas do g\u00eanero no pa\u00eds, inicia os trabalhos do palco Budweiser na sexta-feira, 28, antecedendo apresenta\u00e7\u00f5es de <strong>MC Kayo<\/strong>, <strong>Girl in Red<\/strong>, <strong>Empire of the Sun<\/strong> e <strong>Olivia Rodrigo<\/strong>.<\/p>\n<p>Em outros espa\u00e7os na data, tocam <strong>R\u00fcf\u00fcs du Sol<\/strong>, <strong>J\u00e3o<\/strong>, <strong>Fontaines D.C.<\/strong>, entre outros. Nos dois dias seguintes, o festival conta com <strong>Shawn Mendes<\/strong>, <strong>Alanis Morissette<\/strong>, <strong>Tate McRae<\/strong>, <strong>Benson Boone<\/strong>, <strong>Justin Timberlake<\/strong>, <strong>Tool<\/strong>, <strong>Sepultura<\/strong>, <strong>Bush<\/strong>, <strong>Foster the People<\/strong> e mais. A extensa programa\u00e7\u00e3o do evento, que acontece no Aut\u00f3dromo de Interlagos, em S\u00e3o Paulo, pode ser conferida ao fim desta p\u00e1gina.<\/p>\n<p><strong>Rodrigo Lima<\/strong> est\u00e1 animado at\u00e9 mesmo com o hor\u00e1rio de sua apresenta\u00e7\u00e3o: das 12h45 \u00e0s 13h40. O vocalista de 52 anos e \u00fanico membro fundador remanescente do Dead Fish se descreve como \u201co velho da matin\u00ea\u201d \u2014 defini\u00e7\u00e3o que pouco combina com sua performance en\u00e9rgica, oferecida ao lado de <strong>Marcos Melloni<\/strong> (bateria), <strong>Ric Mastria<\/strong> (guitarra) e <strong>Igor Tsurumaki<\/strong> (baixo).<\/p>\n<p>Em entrevista \u00e0 <strong>Rolling Stone Brasil<\/strong>, Lima comenta sobre os preparativos n\u00e3o apenas para a participa\u00e7\u00e3o no Lollapalooza, como tamb\u00e9m para a vindoura turn\u00ea que celebrar\u00e1 os 34 anos de banda \u2014 com shows em 34 cidades oferecendo 34 repert\u00f3rios diferentes. Tamb\u00e9m h\u00e1 reflex\u00f5es sobre o momento atual vivido pelo grupo, que ano passado disponibilizou <em><strong>Labirinto da Mem\u00f3ria<\/strong><\/em>, seu d\u00e9cimo \u00e1lbum de est\u00fadio.<\/p>\n<p>Confira!<\/p>\n<h3><strong>Rolling Stone Brasil entrevista Rodrigo Lima (Dead Fish)<\/strong><\/h3>\n<p><strong>Rolling Stone Brasil: Como est\u00e1 a sua expectativa para este show de estreia no Lollapalooza Brasil?<\/strong><br \/><strong>Rodrigo Lima:<\/strong> \u201cEstou muito feliz de ter sido convidado. O festival j\u00e1 teve Turnstile e outras bandas brasileiras, como <strong>Molho Negro<\/strong>, mas \u00e9 quase inusitado estarmos no lineup. E acho important\u00edssimo ocupar espa\u00e7os. Tamb\u00e9m acho maneirasso abrir o palco logo cedo, porque sou o velho da matin\u00ea, que \u00e0 meia-noite quer estar em casa. E quero ver como funciona o festival, pois nunca fui.\u201d<\/p>\n<p><strong>RS: Voc\u00eas tocam no dia da Olivia Rodrigo, Fontaines D.C., Empire of The Sun e J\u00e3o. Tem algum artista que voc\u00ea quer assistir especificamente \u2014 seja nesse dia ou em algum dos outros?<br \/>RL:<\/strong> \u201cTem. J\u00e1 assisti ao J\u00e3o uma vez, no Recife, e achei legal. Quero ver o <strong>Tool<\/strong> \u2014 deixo a\u00ed a mensagem para os organizadores do festival. Uma amiga nossa que trabalhava no podcast que faz\u00edamos para o Terra, o Sem Ensaio, mostrou uma mina da Noruega que esqueci o nome, mas achei muito interessante, legal pra cacete [nota da edi\u00e7\u00e3o: \u00e9 prov\u00e1vel que Rodrigo esteja se referindo \u00e0 artista <strong>Girl in Red<\/strong>]. E quero ver a <strong>Olivia Rodrigo<\/strong>, que \u00e9 o top do top do pop para essa gera\u00e7\u00e3o. Quero ver como \u00e9 que funciona ao vivo, pois ela fala para a gera\u00e7\u00e3o dela. Lembrando que n\u00e3o fa\u00e7o participa\u00e7\u00e3o nenhuma, apesar de ela se chamar Olivia <span style=\"text-decoration: underline;\">Rodrigo<\/span>. [Risos]\u201d<\/p>\n<p><strong>RS: E o que voc\u00eas est\u00e3o preparando em termos de setlist?<\/strong><br \/><strong>RL:<\/strong> \u201cEstamos em uma celebra\u00e7\u00e3o de 34 anos onde tentamos passar pela carreira toda, j\u00e1 que, nos 35 anos, devemos lan\u00e7ar algo mais espec\u00edfico. Mas para festival, temos que mostrar o que est\u00e1 rolando agora, que \u00e9 o <em><strong>Labirinto da Mem\u00f3ria<\/strong><\/em>. Acredito que vai intrigar muito mais o cara mais novo. \u00c9 legal tocar uma m\u00fasica de 20 ou quase 30 anos atr\u00e1s, mas tamb\u00e9m mostramos que seguimos produzindo, n\u00e3o \u00e9 uma banda que virou uma est\u00e1tua de si mesma.\u201d<\/p>\n<p><strong>RS: \u00c9 interessante mostrar todos os per\u00edodos, porque s\u00e3o 10 \u00e1lbuns lan\u00e7ados. At\u00e9 me impressionei ao perceber que s\u00e3o 10 \u00e1lbuns em 34 anos, uma alta produtividade. Seria um desperd\u00edcio deixar parte disso de lado para focar s\u00f3 nos discos antigos, especialmente porque voc\u00eas lan\u00e7aram dois \u00e1lbuns muito comentados nos \u00faltimos seis anos.<br \/>RL:<\/strong> \u201cAcho o <em><strong>Ponto Cego<\/strong><\/em> (2019) um \u00e1lbum important\u00edssimo at\u00e9 hoje. Gostar\u00edamos que ele estivesse datado, mas n\u00e3o est\u00e1. E o <em><strong>Labirinto da Mem\u00f3ria<\/strong><\/em> furou um pouco da nossa bolha c\u00e9tica, pois fala de mem\u00f3ria, territ\u00f3rio, inf\u00e2ncia, ditadura militar, de aqui e agora. Por isso a import\u00e2ncia de focar nesse \u00e1lbum para um festival. Em um show s\u00f3 nosso, h\u00e1 mais coisas.\u201d<\/p>\n<p><strong>RS: No passado, tocar mais cedo em festival foi at\u00e9 tema de boicote de artistas h\u00e1 20, 30 anos. Gerava muito debate. Hoje \u00e9 mais encarado com naturalidade, mas os festivais tamb\u00e9m agregam algumas atra\u00e7\u00f5es brasileiras em hor\u00e1rios mais tarde na medida do poss\u00edvel. Nesta edi\u00e7\u00e3o, por exemplo, J\u00e3o e Sepultura tocam mais tarde. Do lado do artista, como voc\u00ea enxerga isso?<\/strong><br \/><strong>RL:<\/strong> \u201cPuxando a sardinha para o meu sindicato: acho respeitoso terem artistas e bandas t\u00e3o bons e grandes quanto Sepultura e J\u00e3o no chamado melhor hor\u00e1rio \u2014 n\u00e3o sei se concordo tanto \u2014 ou hor\u00e1rio mais cheio. Estou pronto para tocar em qualquer hor\u00e1rio, apesar de n\u00e3o precisar estar tanto calor. Vou chegar meio-dia e vou destruir aquele palco: vou chutar retorno, vou dar o meu melhor, tendo 10 ou 10 mil pessoas. Mas acho que os festivais se atentaram para isso: respeitar a relev\u00e2ncia do artista local e n\u00e3o olhar s\u00f3 para fora. Da nossa fronteira para dentro, tem milh\u00f5es de coisas muito geniais.\u201d<\/p>\n<p><strong>RS: At\u00e9 em outras edi\u00e7\u00f5es recentes tem acontecido isso. No ano passado, o Tit\u00e3s fechou um dos dias. Tamb\u00e9m teve Tribalistas [tocando \u00e0 noite em 2019]. Tem mudado.<\/strong><br \/><strong>RL:<\/strong> \u201cSim. J\u00e1 deveria ter mudado h\u00e1 algum tempo. Tamb\u00e9m aconteceu no Rock in Rio: quando tocamos, o Sepultura tocou em um hor\u00e1rio sensacional. \u00c9 importante. E tamb\u00e9m \u00e9 importante trazer bandas mais novas. Acho que est\u00e3o fazendo o papel deles, est\u00e1 legal a curadoria.\u201d<\/p>\n<p><strong>RS: Voc\u00eas est\u00e3o celebrando em turn\u00ea 34 anos, um \u201cano quebrado\u201d, mas tem um gancho diferente: 34 shows em 34 cidades diferentes, cada uma com um repert\u00f3rio exclusivo. Como surgiu essa ideia e como est\u00e1 a organiza\u00e7\u00e3o?<\/strong><br \/><strong>RL:<\/strong> \u201cN\u00e3o sei quem teve essa ideia pat\u00e9tica de inventar 34 setlists [risos]. O <strong>Andr\u00e9<\/strong> [<strong>Pastura<\/strong>, empres\u00e1rio e produtor] est\u00e1 a\u00ed, acho que a ideia \u00e9 dele. Mas ser\u00e1 uma forma de instigar a banda a revisitar material que n\u00e3o \u00e9 tocado h\u00e1 10 anos. Principalmente os tr\u00eas primeiros \u00e1lbuns: <em><strong>Sirva-se<\/strong><\/em> (1998), <em><strong>Sonho M\u00e9dio<\/strong><\/em> (1999) e <em><strong>Afasia<\/strong><\/em> (2001). \u00c9 trabalhoso, pois poder\u00edamos ficar dentro de uma estrutura com <em><strong>Ponto Cego<\/strong><\/em>, <em><strong>Labirinto da Mem\u00f3ria<\/strong><\/em> e talvez algumas coisas de <em><strong>Zero e Um<\/strong><\/em> (2004), que fez 20 anos. Mas \u00e9 uma forma de buscarmos mostrar algo diferente para o p\u00fablico \u2014 e relembrar. Estou sempre pelo discurso, inclusive ao privilegiar uma letra que fiz com 19 ou 20 anos de idade. Mas nem sempre a galera do instrumental estar\u00e1 feliz, pois o primeiro \u00e1lbum \u00e9 muito mais reto que o oitavo. De toda forma, teremos um debate legal internamente. Ser\u00e1 legal jogar uma ideia tipo \u2018quero ouvir <strong>\u2018Subprodutos\u2019<\/strong>\u2019, m\u00fasica que n\u00e3o tocamos h\u00e1 10 ou 11 anos. Ou \u2018quero tocar <strong>\u2018Quente\u2019<\/strong>, que tocamos cinco anos atr\u00e1s, mas quero retomar.\u201d<\/p>\n<p><strong>RS: Acredito que a forma\u00e7\u00e3o atual seja a mais duradoura do Dead Fish \u2014 em um contexto de muitas mudan\u00e7as no passado. De que forma voc\u00ea acredita que o Dead Fish se beneficia, hoje, de ter uma forma\u00e7\u00e3o mais est\u00e1vel? Qual voc\u00ea acredita que seja o grande diferencial do trio que te acompanha agora?<\/strong><br \/><strong>RL:<\/strong> \u201cO grande diferencial \u00e9 que eles s\u00e3o bem m\u00fasicos. E est\u00e3o dentro do nosso sindicato, da nossa ess\u00eancia punk\/hardcore. Cada um tem uma influ\u00eancia. O Ric vem com uma influ\u00eancia maior fora do punk e hardcore, pois tocou no <strong>Black Mantra<\/strong>, al\u00e9m do <strong>Sugar Kane<\/strong>. O Igor Tsurumaki veio do <strong>Cueio Lim\u00e3o<\/strong> e traz muito do baixo do hardcore mel\u00f3dico, que pessoalmente gosto. E o Marc\u00e3o \u00e9 do punk\u00e3o do ABC mesmo. Traz influ\u00eancia do metal, do grind, do crust, sons bem pesados, com mais nota. Acho que casa bem. Trocar de integrante sempre me aborreceu, embora tenha sido necess\u00e1rio em alguns momentos, mas fico muito feliz com essa estabilidade e por funcionarmos hoje feito um reloginho. Ajuda na estrada, ao compor, ao montar um setlist. Hoje as discuss\u00f5es pol\u00edticas internas s\u00e3o menos barulhentas do que eram 15 ou 20 anos atr\u00e1s, at\u00e9 porque \u00e9ramos muito jovens e o momento pol\u00edtico \u00e9 outro. N\u00e3o se discutia 20 anos atr\u00e1s uma distopia pol\u00edtica, uma esquerda adernando profundamente para entrar esse neofascismo. E temos ideias mais un\u00e2nimes. Funciona ter essa estabilidade.\u201d<\/p>\n<p><strong>RS: Por fim, voc\u00ea comentou sobre um planejamento para um projeto mais consolidado para o ano que vem, marcando os 35 anos. O que voc\u00ea tem em mente? E o que j\u00e1 est\u00e1 definido?<\/strong><br \/><strong>RL:<\/strong> \u201cEstamos trabalhando em umas coisas de fazer vers\u00f5es de algumas bandas, n\u00e3o deve sair f\u00edsico, mas j\u00e1 come\u00e7amos a fazer algumas coisas para um \u00e1lbum novo. Apesar de eu ainda achar que um \u00e1lbum novo para os dias de hoje talvez n\u00e3o funcione t\u00e3o bem, sempre perco essa discuss\u00e3o interna e sempre lan\u00e7amos \u00e1lbuns. E eu queria fazer um tanto de coisas. Queria lan\u00e7ar um livro sobre a banda, mas provavelmente n\u00e3o vai rolar porque s\u00e3o muitos dados, muitas pessoas e n\u00e3o conseguimos nos organizar nos \u00faltimos quatro anos. Gostaria de fazer uma turn\u00ea de 35 anos lan\u00e7ando \u00e1lbum novo. N\u00e3o sei se isso ser\u00e1 poss\u00edvel, mas seria bastante interessante celebrar tr\u00eas d\u00e9cadas e meia com algo novo.\u201d<\/p>\n<p><iframe allowfullscreen=\"allowfullscreen\" frameborder=\"0\" height=\"352\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/open.spotify.com\/embed\/album\/3ojbSAA93Lx3Qdluf14is5?utm_source=generator\" style=\"border-radius: 12px;\" width=\"100%\"><\/iframe><\/p>\n<h3><strong>Programa\u00e7\u00e3o \u2014 Lollapalooza Brasil 2025<\/strong><\/h3>\n<p>Na sexta-feira, 28, as primeiras atra\u00e7\u00f5es se apresentam de forma simult\u00e2nea no Palco Samsung Galaxy, e no Palco Perry\u2019s by Fiat. Para os f\u00e3s da cena indie brasileira, <strong>Pluma<\/strong> toca \u00e0s 12h45 no Palco Mike\u2019s Ice, enquanto <strong>Girl in Red<\/strong> estrela a tarde no Palco Budweiser, \u00e0s 16h55. \u00c0 noite, os headliners <strong>R\u00fcf\u00fcs Du Sol<\/strong> e <strong>Olivia Rodrigo<\/strong> fecham, respectivamente, o Palco Samsung Galaxy, e o Palco Budweiser. Ao longo do dia, ainda h\u00e1 outros artistas, como <strong>Dead Fish<\/strong>, no Palco Budweiser, e <strong>Inhaler<\/strong>, no Palco Samsung Galaxy.<\/p>\n<p><\/p>\n<p>No segundo dia de evento, s\u00e1bado, 29, os f\u00e3s de <strong>Alanis Morissette<\/strong> podem se preparar para seu show no Palco Samsung Galaxy. A apresenta\u00e7\u00e3o da artista canadense acontece ap\u00f3s <strong>Benson Boone<\/strong>, cantor que vem fazendo sucesso em todo o mundo, nesse mesmo palco. O Palco Budweiser recebe <strong>Tate McRae<\/strong>, uma das maiores revela\u00e7\u00f5es do pop de sua gera\u00e7\u00e3o. Sua apresenta\u00e7\u00e3o \u00e9 logo antes de <strong>Shawn Mendes<\/strong>, que fecha a noite. Durante o dia, grandes apostas da m\u00fasica nacional v\u00e3o ocupar o Aut\u00f3dromo, como <strong>Sophia Chablau e uma Enorme Perda de Tempo<\/strong>, que se apresenta no Palco Mike\u2019s Ice.\u00a0<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" height=\"977\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/rollingstone.uol.com.br\/media\/uploads\/2025\/02\/feed_horarios_shows_0302_fm_v6_03.png\" width=\"778\"\/><\/p>\n<p>Fechando a edi\u00e7\u00e3o de 2025, <strong>Tool<\/strong> se apresenta no Palco Samsung Galaxy, enquanto <strong>Justin Timberlake<\/strong> encerra o Palco Budweiser no domingo, 30. Ao longo do dia, se apresentam <strong>Michael Kiwanuka<\/strong>, voz da can\u00e7\u00e3o &#8220;Cold Little Heart&#8221;, e na sequ\u00eancia, a banda <strong>Foster The People<\/strong> traz sucessos como &#8220;Pumped Up Kicks&#8221; e &#8220;Sit Next to Me&#8221;<em>.<\/em><\/p>\n<p><em><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" height=\"977\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/rollingstone.uol.com.br\/media\/uploads\/2025\/02\/feed_horarios_shows_0302_fm_v6_04.png\" width=\"778\"\/><\/em><\/p>\n<hr\/>\n<p>At\u00e9 a data das apresenta\u00e7\u00f5es, estes hor\u00e1rios podem ser alterados, mas todas as informa\u00e7\u00f5es estar\u00e3o atualizadas no aplicativo do festival.<\/p>\n<p><strong>+++ LEIA MAIS: A banda do Lolla Brasil que pode ser processada por show decepcionante<\/strong><br \/><strong>+++ LEIA MAIS: <\/strong><strong>Dead Fish reflete sobre o hardcore: \u2018Labirinto da Mem\u00f3ria\u2019 \u00e9 uma carta ao Brasil atual [ENTREVISTA]<\/strong><br \/><strong>+++ Clique aqui para seguir a Rolling Stone Brasil @rollingstonebrasil no Instagram<br \/>+++ Clique aqui para seguir o jornalista Igor Miranda @igormirandasite no Instagram<\/strong><\/p>\n<\/div>\n<p><script async src=\"\/\/www.instagram.com\/embed.js\"><\/script><br \/>\n<br \/><br \/>\n<br \/>Fonte: <a href=\"https:\/\/rollingstone.com.br\/musica\/rodrigo-lima-fala-a-rs-sobre-dead-fish-no-lolla-turne-especial-e-proximos-planos\/\">rollingstone.com.br<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Vai ter hardcore no espa\u00e7o principal do Lollapalooza Brasil 2025. 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