{"id":4993,"date":"2025-03-12T15:11:20","date_gmt":"2025-03-12T18:11:20","guid":{"rendered":"https:\/\/mussicom.com\/as-6-melhores-linhas-de-baixo-de-steve-harris-segundo-o-proprio\/"},"modified":"2025-03-12T15:11:20","modified_gmt":"2025-03-12T18:11:20","slug":"as-6-melhores-linhas-de-baixo-de-steve-harris-segundo-o-proprio","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/mussicom.com\/noticias\/as-6-melhores-linhas-de-baixo-de-steve-harris-segundo-o-proprio\/","title":{"rendered":"As 6 melhores linhas de baixo de Steve Harris, segundo o pr\u00f3prio"},"content":{"rendered":"<p> <br \/>\n<\/p>\n<div>\n<p>L\u00edder e fundador do <strong>Iron Maiden<\/strong>, <strong>Steve Harris<\/strong> se notabilizou como um dos baixistas mais idolatrados da hist\u00f3ria do heavy metal. Seu timbre \u00e9 facilmente reconhec\u00edvel: ligeiramente estalado e trabalhado a partir do uso da t\u00e9cnica de pizzicato, que soa \u201cgalopante\u201d no instrumento.<\/p>\n<p>Curiosamente, de in\u00edcio tentou ser baterista. N\u00e3o deu certo. Em vez de migrar para a guitarra, como muitos fariam, adotou o baixo. O motivo? <em>\u201cSe n\u00e3o consigo tocar bateria, devo tocar junto com a bateria, em termos r\u00edtmicos\u201d<\/em>, explicou, em entrevista de 2020 \u00e0 <em>Loudwire<\/em> (via <em>site Igor Miranda<\/em>).<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m principal compositor do Maiden, Harris desenvolveu uma s\u00e9rie de linhas de baixo ic\u00f4nicas. Mas quais seriam as favoritas dele? Em entrevista \u00e0 revista <em>Bass Player<\/em>, o lend\u00e1rio m\u00fasico revelou seis escolhas considerando todo o cat\u00e1logo da banda \u2014 exce\u00e7\u00e3o feita ao \u00e1lbum <em><strong>Senjutsu<\/strong><\/em> (2021), que ainda n\u00e3o existia na \u00e9poca.<\/p>\n<figure class=\"image\"><figcaption>Steve Harris ao vivo com o Iron Maiden em S\u00e3o Paulo, 2024 &#8211; Foto: Igor Aleixo<\/figcaption><\/figure>\n<h2><strong>As melhores linhas de baixo de Steve Harris, segundo o pr\u00f3prio<\/strong><\/h2>\n<h3>1) \u201cPhantom of the Opera\u201d (do \u00e1lbum Iron Maiden, 1980)<\/h3>\n<p><strong>Steve Harris:<\/strong><em>\u201cCriei isso no quarto dos fundos da casa da minha av\u00f3. Eu estava morando com ela na \u00e9poca. Sorte minha que eu tinha meu pr\u00f3prio quartinho l\u00e1, pois os tios e tias haviam sa\u00eddo de casa. Lembro que desde o in\u00edcio achava ter criado algo muito bom.\u201d<\/em><\/p>\n<h3>2) \u201cInnocent Exile\u201d (do \u00e1lbum Killers, 1981)<\/h3>\n<p><strong>SH:<\/strong><em>\u201cIsso foi antes mesmo de eu formar o Maiden. Eu fiz o riff de abertura com outra banda, chamada <strong>Smiler<\/strong>, mas a m\u00fasica tinha outro nome. O resto da m\u00fasica foi alterado depois, mas a introdu\u00e7\u00e3o \u00e9 provavelmente da mesma \u00e9poca em que compus <strong>\u2018Burning Ambition\u2019<\/strong> [lan\u00e7ada em 1980 como lado B do single <strong>\u2018Running Free\u2019<\/strong>], que foi a primeira m\u00fasica de verdade que criei.\u201d<\/em><\/p>\n<h3>3) \u201cRun to the Hills\u201d (do \u00e1lbum The Number of the Beast, 1982)<\/h3>\n<p><strong>SH:<\/strong><em>\u201cAntes do primeiro \u00e1lbum, t\u00ednhamos quatro anos e meio de m\u00fasicas feitas. E a\u00ed havia apenas tr\u00eas m\u00fasicas novas no segundo \u00e1lbum, <strong>Killers<\/strong>. 80% ou 90% desse material tamb\u00e9m era dos primeiros quatro anos. Quando chegamos ao <strong>The Number of the Beast<\/strong>, n\u00e3o havia mais nada. Eu me lembro de pensar: \u2018Cristo, n\u00e3o s\u00f3 temos um novo vocalista [<strong>Bruce Dickinson<\/strong>], mas tamb\u00e9m n\u00e3o temos mais nenhuma m\u00fasica\u2019. [Risos] Isso foi uma press\u00e3o consider\u00e1vel.\u201d<\/em><\/p>\n<h3>4) \u201cWhere Eagles Dare\u201d (do \u00e1lbum Piece of Mind, 1983)<\/h3>\n<p><strong>SH:<\/strong><em>\u201c<strong>Piece of Mind<\/strong> foi o primeiro disco de <strong>Nicko<\/strong> [<strong>McBrain<\/strong>, baterista] com a banda. Sua forma de tocar \u00e9 muito diferente da de <strong>Clive<\/strong> [<strong>Burr<\/strong>, baterista anterior] e mudou o nosso \u2018sabor\u2019. Ele n\u00e3o comp\u00f4s nada e n\u00f3s apenas continuamos compondo como quer\u00edamos, mas experimentamos algumas coisas, como a linha de bateria que abre <strong>\u2018Where Eagles Dare\u2019<\/strong>. Eu bati aquilo nas minhas pernas para ele. N\u00e3o consigo tocar bateria nem se minha vida dependesse disso [Risos].\u201d<\/em><\/p>\n<h3>5) \u201cTo Tame a Land\u201d (do \u00e1lbum Piece of Mind, 1983)<\/h3>\n<p><strong>SH:<\/strong><em>\u201cEssa foi uma das primeiras em que pensei que algumas coisas musicais interessantes estavam acontecendo. For\u00e7amos um pouco os limites com essa. Novamente, havia muita press\u00e3o. <strong>The Number of the Beast<\/strong> era o \u00e1lbum n\u00famero um no Reino Unido e isso coloca voc\u00ea sob muita press\u00e3o. Mas acho que sempre prosperamos sob press\u00e3o.\u201d<\/em><\/p>\n<h3>6) The Red and the Black (do \u00e1lbum The Book of Souls, 2015)<\/h3>\n<p><strong>SH:<\/strong><em>&#8220;Na verdade, eu tinha a introdu\u00e7\u00e3o havia um tempo, mas nunca encontrava o que poderia combinar com ela. Ent\u00e3o, simplesmente senti que era o momento certo para trabalhar nela. Acho que tem uma influ\u00eancia espanhola, que se conectou com o [significado da] m\u00fasica em si. Fiquei muito feliz com o resultado.\u201d<\/em><\/p>\n<h2><strong>Rolling Stone Brasil especial: Iron Maiden<\/strong><\/h2>\n<p><strong>Iron Maiden na capa<\/strong>: a <strong><em>Rolling Stone Brasil<\/em><\/strong> lan\u00e7ou uma edi\u00e7\u00e3o de colecionador in\u00e9dita para os f\u00e3s da banda de heavy metal. Os maiores \u00e1lbuns, a lista dos shows no Brasil, o poder do merchadising do grupo e at\u00e9 um tour pelo avi\u00e3o da banda voc\u00ea confere no especial impresso, \u00e0 venda na <strong>Loja Perfil<\/strong>.<\/p>\n<figure class=\"image\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" height=\"924\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/rollingstone.uol.com.br\/media\/uploads\/2024\/11\/whatsapp-image-2024-11-28-at-111827.jpeg\" width=\"773\"\/><figcaption>Rolling Stone Brasil especial: Iron Maiden<\/figcaption><\/figure>\n<p><strong>+++ LEIA MAIS: O pior ano da vida de Steve Harris, baixista do Iron Maiden<br \/>+++ LEIA MAIS: A quantidade enorme de visitas de Bruce Dickinson ao Brasil no p\u00f3s-pandemia<br \/>+++ LEIA MAIS: O emotivo discurso de Bruce Dickinson homenageando Nicko McBrain em SP<br \/>+++ LEIA MAIS: Bruce Dickinson, do Iron Maiden, revela que estava pronto para buscar novo vocalista durante c\u00e2ncer<br \/>+++ Clique aqui para seguir a Rolling Stone Brasil @rollingstonebrasil no Instagram<br \/>+++ Clique aqui para seguir o jornalista Igor Miranda @igormirandasite no Instagram<\/strong><\/p>\n<\/div>\n<p><script async src=\"\/\/www.instagram.com\/embed.js\"><\/script><br \/>\n<br \/><br \/>\n<br \/>Fonte: <a href=\"https:\/\/rollingstone.com.br\/musica\/as-6-melhores-linhas-de-baixo-de-steve-harris-segundo-o-proprio\/\">rollingstone.com.br<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>L\u00edder e fundador do Iron Maiden, Steve Harris se notabilizou como um dos baixistas mais idolatrados da hist\u00f3ria do heavy metal. 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