{"id":4865,"date":"2025-03-11T23:54:11","date_gmt":"2025-03-12T02:54:11","guid":{"rendered":"https:\/\/mussicom.com\/cnj-registra-aumento-de-225-no-numero-de-julgamentos-de-feminicidio\/"},"modified":"2025-03-11T23:54:11","modified_gmt":"2025-03-12T02:54:11","slug":"cnj-registra-aumento-de-225-no-numero-de-julgamentos-de-feminicidio","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/mussicom.com\/noticias\/cnj-registra-aumento-de-225-no-numero-de-julgamentos-de-feminicidio\/","title":{"rendered":"CNJ registra aumento de 225% no n\u00famero de julgamentos de feminic\u00eddio"},"content":{"rendered":"<p> <br \/>\n<\/p>\n<div>\n<p>O <strong>Conselho Nacional de Justi\u00e7a (CNJ) registrou aumento de 225% nos julgamentos de casos de feminic\u00eddio<\/strong> em todo o pa\u00eds no per\u00edodo de quatro anos. O n\u00famero faz parte do novo <em>Painel Viol\u00eancia Contra a Mulher<\/em>, lan\u00e7ado nesta ter\u00e7a-feira (11) durante sess\u00e3o do CNJ.<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.gif?id=1634224&amp;o=node\" style=\"width:1px; height:1px; display:inline;\"\/><\/p>\n<p>Conforme o levantamento, o crescimento apresentou a seguinte evolu\u00e7\u00e3o de processos julgados: 2020 (3.375); 2021 (5.351); 2022 (6.989); 2023 (8.863) e 2024 (10.991).<\/p>\n<p>O conselho tamb\u00e9m registrou <strong>aumento de novos casos julgados, que passaram de 3,5 mil em 2020, para 8,4 mil no ano passado<\/strong>. A eleva\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m levou em conta os \u00faltimos quatro anos: 2020 (3.542); 2021 (5.043); 2022 (6.102); 2023 (7.388); 2024 (8.464).<\/p>\n<h2>Medidas protetivas<\/h2>\n<p>As informa\u00e7\u00f5es do painel tamb\u00e9m mostram <strong>aumento do n\u00famero de medidas protetivas concedidas com base na Lei Maria da Penha<\/strong>. <strong>O Judici\u00e1rio brasileiro chegou a 582.105 medidas concedidas em 2024<\/strong>.\u00a0<\/p>\n<p><strong>O tempo m\u00e9dio de an\u00e1lise da medida protetiva pelo Judici\u00e1rio passou de 16 dias, em 2020, para cinco dias, no ano passado.<\/strong><\/p>\n<h2>Avalia\u00e7\u00e3o<\/h2>\n<p>Na avalia\u00e7\u00e3o do presidente do CNJ e do Supremo Tribunal Federal (STF), <strong>ministro Lu\u00eds Roberto Barroso, os dados s\u00e3o &#8220;estarrecedores&#8221; <\/strong>e v\u00e3o servir para a elabora\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas p\u00fablicas de prote\u00e7\u00e3o \u00e0s mulheres.<\/p>\n<blockquote>\n<p>&#8220;\u00c9 um n\u00famero que cresce a cada ano, o que revela a necessidade de prote\u00e7\u00e3o das mulheres pelo sistema de Justi\u00e7a. N\u00f3s n\u00e3o podemos fechar os olhos, nem virar o rosto para esse problema&#8221;, afirmou Barroso.<\/p>\n<\/blockquote>\n<h2>Lei do Feminic\u00eddio<\/h2>\n<p>No \u00faltimo domingo (9), a <strong>Lei do Feminic\u00eddio completou dez anos de vig\u00eancia<\/strong>. Sancionada em 2015 pela ent\u00e3o presidente Dilma Rousseff, a norma inseriu no C\u00f3digo Penal o crime de homic\u00eddio contra mulheres no contexto de viol\u00eancia dom\u00e9stica e de discrimina\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Em outubro do ano passado, o <strong>presidente Luiz In\u00e1cio Lula da Silva sancionou a Lei 14.994\/24 e ampliou a pena para quem comete o crime<\/strong>. A pena, que variava entre 12 a 30 anos de pris\u00e3o, passou para m\u00ednimo de 20 e m\u00e1ximo de 40 anos.\u00a0<\/p>\n<p>      <!-- Relacionada --><\/p>\n<p>            <!-- Relacionada -->\n    <\/div>\n<p><br \/>\n<br \/>Fonte: <a href=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/justica\/noticia\/2025-03\/cnj-registra-aumento-de-225-no-numero-de-julgamentos-de-feminicidio\">Ag\u00eancia Brasil<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Conselho Nacional de Justi\u00e7a (CNJ) registrou aumento de 225% nos julgamentos de casos de feminic\u00eddio em todo o pa\u00eds no per\u00edodo de quatro anos. O n\u00famero faz parte do novo Painel Viol\u00eancia Contra a Mulher, lan\u00e7ado nesta ter\u00e7a-feira (11) durante sess\u00e3o do CNJ. 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