{"id":48593,"date":"2025-10-10T09:23:19","date_gmt":"2025-10-10T12:23:19","guid":{"rendered":"https:\/\/mussicom.com\/me-mostrar-artistica-e-emocionalmente\/"},"modified":"2025-10-10T09:23:19","modified_gmt":"2025-10-10T12:23:19","slug":"me-mostrar-artistica-e-emocionalmente","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/mussicom.com\/noticias\/me-mostrar-artistica-e-emocionalmente\/","title":{"rendered":"&#8216;Me mostrar art\u00edstica e emocionalmente&#8217;"},"content":{"rendered":"<p> <br \/>\n<\/p>\n<div>\n<p><strong><em>*Entrevista presente na edi\u00e7\u00e3o setembro\/2025 da Rolling Stone Brasil<\/em><\/strong> |<br \/>As rimas inteligentes e \u00e1cidas de <strong>Ebony<\/strong>, cheias de atitude, estilo e confian\u00e7a, chamaram aten\u00e7\u00e3o j\u00e1 no in\u00edcio de sua carreira, quando cantava trap, seja no single \u201c<strong>Cash Cash<\/strong>\u201d, que saiu no <strong>SoundCloud<\/strong>, ou nos lan\u00e7amentos subsequentes, como as m\u00fasicas \u201c<strong>Bratz<\/strong>\u201d e \u201c<strong>Glossy<\/strong>\u201d e o disco de estreia, <em><strong>Vis\u00e3o Perif\u00e9rica<\/strong><\/em> (2021). Neste per\u00edodo, por\u00e9m, ela enfrentou algumas pessoas que queriam cercear sua arte.<\/p>\n<p>Dois anos depois, consolidada na cena e com liberdade para fazer o que queria enquanto artista, a rapper se afastou do trap para a produ\u00e7\u00e3o de <em><strong>Terapia<\/strong><\/em> (2023), que conta com influ\u00eancia do \u201crap raiz\u201d, funk e disco music, e hitou com faixas como \u201c<strong>100 Mili<\/strong>\u201d e \u201c<strong>Pensamentos Intrusivos<\/strong>\u201d, cujas letras exploram temas sexuais e os limites do absurdo. Poucos meses depois, lan\u00e7aria \u201c<strong>Espero Que Entendam<\/strong>\u201d, diss track que deu um sacode em toda cena do rap nacional.<\/p>\n<p>Ent\u00e3o, no terceiro disco de est\u00fadio, <em><strong>KM2<\/strong><\/em>, lan\u00e7ado nas plataformas digitais em 12 de maio de 2025, <strong>Ebony<\/strong> decidiu fazer um trabalho intimista e revisitar tudo aquilo que viveu onde foi criada, em <strong>Queimados<\/strong>, entre traumas e momentos de alegria. Nesta nova fase, buscou fazer as pazes consigo mesma e mostrar que tem algo a dizer al\u00e9m daquilo que esperam dela e, com isso, apresentar <strong>Milena Pinto de Oliveira<\/strong>, a pessoa por tr\u00e1s de <strong>Ebony<\/strong>, ao p\u00fablico.<\/p>\n<p><iframe style=\"border-radius: 12px;\" src=\"\" width=\"100%\" height=\"352\" frameborder=\"0\" allowfullscreen=\"allowfullscreen\" data-testid=\"embed-iframe\" data-src=\"https:\/\/open.spotify.com\/embed\/album\/5o7rJ8g9O5ltC3QJeTfvjD?utm_source=generator\" class=\"lazy\"><\/iframe><\/p>\n<p><strong>Como voc\u00ea sentiu que chegou o momento de fazer as pazes consigo mesma?<br \/><\/strong>Terapia foi uma pesquisa sobre sexualidade, o funk e a linguagem sexual perif\u00e9rica. Eu senti que j\u00e1 tinha encerrado [esse assunto], mas as pessoas ainda estavam com aquela imagem de mim. Principalmente ap\u00f3s fazer a diss, que trouxe aten\u00e7\u00e3o e muitos olhos para mim, eu estava com todo esse p\u00fablico, em cima de um palco, mas n\u00e3o dizia nada. A minha exist\u00eancia e o meu posicionamento j\u00e1 dizem muito, mas o que a minha m\u00fasica diz?<\/p>\n<p>A\u00ed que comecei a pesquisa do KM2: \u201cTudo bem, podemos falar uma besteirinha aqui, mas tenho muito mais do que isso. Voc\u00eas me ouviriam se eu falasse al\u00e9m de sexo e do que voc\u00eas j\u00e1 esperam de uma mulher negra?\u201d KM2 \u00e9 minha forma de responder essa pergunta. Independente se ouvirem ou n\u00e3o, tenho algo a dizer.<\/p>\n<p><strong><em>KM2<\/em> conta com a parceria entre Ebony e Larinhx ap\u00f3s <em>Terapia<\/em>. O trabalho com ela foi diferente desta vez?<br \/><\/strong>Foi totalmente diferente. [O processo de Terapia] era muito uma jam entre n\u00f3s duas. Larinhx \u00e9 de Queimados tamb\u00e9m. Eu a conheci porque ela j\u00e1 era MC e produtora desde os 13 anos \u2014 tamb\u00e9m \u00e9 um prod\u00edgio. At\u00e9 hoje, \u00e9 a \u00fanica produtora que sabe o que quero fazer s\u00f3 de olhar para a minha cara. Nos entendemos num n\u00edvel absurdo. Terapia foi esse lugar de fazer funk, falar besteira e xingar. Quando eu me lancei na cena, com 17 anos, as primeiras pessoas que trabalharam comigo tinham uma vis\u00e3o de que eu precisava ser uma artista teen, mas minha viv\u00eancia n\u00e3o foi nada teen, pelo amor de Deus. Terapia foi: \u201cQuero falar assim, usar pouca roupa e fazer palco com um shortinho desse tamanho\u201d. Larinhx me acompanhou muito nisso. Foram letras feitas sem muita pretens\u00e3o. Em KM2, quando chego com essa premissa de \u201cagora vou me aprofundar\u201d, precisei falar com Larinhx. A presen\u00e7a de Black Alien na m\u00fasica com ela [\u201cVale do Sil\u00edcio\u201d] foi muito simb\u00f3lico.<\/p>\n<p><strong>Esse disco \u00e9 muito reflexivo e pessoal. Voc\u00ea assina todas as letras e fala da sua inf\u00e2ncia, de Queimados, quest\u00f5es pessoais e situa\u00e7\u00f5es pesadas. Como foi fazer esse resgate do seu passado e contar a hist\u00f3ria pr\u00e9-Ebony?<br \/><\/strong>Foi um processo at\u00e9 um pouco doloroso. Tiveram algumas m\u00fasicas que eu, de fato, escrevi chorando sem perceber, porque revisitei muitas coisas que ningu\u00e9m deveria ter passado. Foi muito desgastante, senti que expurguei algo de mim, ao ponto de que parecia que tinha sa\u00eddo um peso quando o \u00e1lbum lan\u00e7ou. Finalmente eu falei sobre aquilo ap\u00f3s 25 anos. Eu tentei falar outras vezes, principalmente durante os acontecimentos, mas a minha voz n\u00e3o tinha a pot\u00eancia atual. Falar e saber que as pessoas v\u00e3o ouvir me curou.<\/p>\n<p><strong>Voc\u00ea sente que est\u00e1 emocionalmente pronta para cantar essas can\u00e7\u00f5es, que tiveram todo esse processo complexo, ao vivo?<br \/><\/strong>Com certeza. Esse momento de prepara\u00e7\u00e3o acontece quando come\u00e7o a escrever. Eu sinto muito que\u2026 como posso dizer isso sem parecer insana? \u00c9 como se eu s\u00f3 usasse os dedos. A letra est\u00e1 ali me sondando e rondando, e s\u00f3 vejo o que fiz ap\u00f3s escrever. \u00c9 como se eu fosse s\u00f3 um est\u00e1gio entre a letra e o lan\u00e7amento, como se as letras nem fossem minhas, na verdade.<\/p>\n<p>A primeira m\u00fasica desse \u00e1lbum que escrevi foi \u201cKIA\u201d. Assim que Larinhx me mandou o beat do Pep [Starling, produtor], eu comecei \u201cdesliga o iPhone, tira o fone, s\u00f3 ouve a minha voz\u2026\u201d a\u00ed segui. Escrevi umas quatro letras na mesma noite, em umas tr\u00eas horas, talvez. Foi babado, um exorcismo.<\/p>\n<figure id=\"attachment_262016\" aria-describedby=\"caption-attachment-262016\" style=\"width: 1810px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><figcaption id=\"caption-attachment-262016\" class=\"wp-caption-text\">Ebony (Foto: Ernna Cost)<\/figcaption><\/figure>\n<p><strong>Voc\u00ea ainda citou que esse disco n\u00e3o \u00e9 nem triste, nem feliz. Voc\u00ea poderia elaborar?<\/strong><br \/>Eu fui muito feliz sendo uma crian\u00e7a queimadense, mesmo com todos os atravessamentos. Como a ideia de ser uma crian\u00e7a feliz num lugar cheio de atravessamentos soaria se fosse uma m\u00fasica? Por isso que pensei em v\u00e1rios elementos musicais distintos. Lembro que \u00e0s vezes eu sentia muita raiva, \u00e0s vezes estava triste, mas \u00e0s vezes estava muito feliz. \u00c0s vezes eu era s\u00f3 uma crian\u00e7a, \u00e0s vezes eu era uma crian\u00e7a que precisava agir como adulta.<\/p>\n<p><strong><em>KM2<\/em> explora diferentes ritmos, como rap, funk, drum and bass e trance. Como rolou esse seu estudo sonoro?<\/strong><br \/>Eram tantas emo\u00e7\u00f5es que n\u00e3o tinha como ser um \u00fanico estilo musical, entendeu? Passei por v\u00e1rios estilos de vida e pensamentos ao longo da vida. O primeiro g\u00eanero que gostei musicalmente foi rock, depois rap, blues e eletr\u00f4nica at\u00e9 eu chegar no que fa\u00e7o hoje. N\u00e3o me parecia certo fazer essa homenagem a todas as vers\u00f5es de mim sem trazer v\u00e1rias vers\u00f5es musicais, tamb\u00e9m.<\/p>\n<p><strong>\u201cVale do Sil\u00edcio\u201d \u00e9 a primeira m\u00fasica em que voc\u00ea fala seu nome, e muita gente at\u00e9 n\u00e3o sabe quem diabos \u00e9 Milena. Como Ebony e Milena se conversam?<\/strong><br \/>A \u201cEbony\u201d, vamos dizer assim, foi essa persona que sempre me acompanhou. A Milena sou eu no meu \u00edntimo, quando choro. S\u00f3 que eu n\u00e3o podia ser vulner\u00e1vel durante boa parte da minha vida \u2014 ningu\u00e9m ligaria se eu falasse, honestamente. Inventei essa vers\u00e3o de mim que nunca viraria para algu\u00e9m e falaria \u201cisso est\u00e1 me afetando\u201d, mas essa proje\u00e7\u00e3o de autoestima sempre aconteceu. N\u00e3o \u00e9 como se eu tivesse inventado algo que n\u00e3o existe, s\u00f3 isolei uma parte que sinto confort\u00e1vel o suficiente para as pessoas verem.<\/p>\n<p>Pela primeira vez \u2014 visto que minha moleira est\u00e1 fechando \u2014, eu me senti confort\u00e1vel para: \u201cVoc\u00ea pode ver essa parte minha porque a sua opini\u00e3o n\u00e3o importa mais\u201d. Durante muito tempo, a opini\u00e3o das pessoas sobre a Ebony n\u00e3o afetava a Milena, mas as opini\u00f5es sobre a Milena eram algo que eu n\u00e3o estava disposta a ter. Por exemplo, a minha apar\u00eancia foi sempre foi um gatilho para mim, principalmente por ser uma menina preta de escola particular, e eu sinto que a Milena n\u00e3o aguentaria, mas, hoje em dia, sim. Estou em paz e descobri que eu sou bel\u00edssima l\u00e1 fora! As pessoas ficavam me parando na rua: \u201cGente, voc\u00ea \u00e9 muito bonita!\u201d<\/p>\n<p><strong>Voc\u00ea ficou com receio de mostrar mais da Milena em <em>KM2<\/em>?<\/strong><br \/>Falei: \u201cIh, \u00e9 o momento, minha moleira t\u00e1 fechando\u201d. A moleira fechar \u00e9 muito importante.<\/p>\n<p><strong>Apesar de <em>Vis\u00e3o Perif\u00e9rica<\/em> e <em>Terapia<\/em> serem muito diferentes, senti muita presen\u00e7a da Ebony desses outros \u00e1lbuns em <em>KM2<\/em>. Para voc\u00ea, como \u00e9 ter essa dualidade e explorar todas as suas facetas?<\/strong><br \/>Elas est\u00e3o se fundindo pela primeira vez. Eu ouvia KM2 e foi realmente o que voc\u00ea falou: \u00e9 como se Terapia encontrasse Vis\u00e3o Perif\u00e9rica, sabe? Tudo est\u00e1 come\u00e7ando a se alinhar.<\/p>\n<p><strong>E como voc\u00ea avalia a era de <em>Terapia<\/em> na sua carreira?<\/strong><br \/>Foi uma etapa na qual eu queria aparecer mais. Quando comecei a fazer m\u00fasica, n\u00e3o tinha pretens\u00e3o nenhuma de mostrar meu rosto; eu n\u00e3o via necessidade. Eu tinha preconceito com pessoas que usavam muito da sexualidade para poder conquistar coisas, at\u00e9 que percebi que eu estava sendo uma cachorra reprimida [risos]. Eu criticava o que eu queria fazer igual e fiz as pazes com isso. Decidi mostrar meu rosto e minha rela\u00e7\u00e3o com autoestima melhorou bastante. Falei: \u201cEm Terapia, vou usar roupas pequenas, ser loura e descolorir a sobrancelha\u201d. Depois disso, v\u00e1rias outras meninas come\u00e7aram a fazer e me marcar [nas redes sociais] dizendo que eu era refer\u00eancia. Era o caminho certo, entendeu? Terapia foi uma fase de me mostrar fisicamente. KM2 \u00e9 uma fase de me mostrar art\u00edstica e emocionalmente.<\/p>\n<p><iframe title=\"EBONY - Rolling Stone Entrevista #27\" width=\"800\" height=\"450\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/4e_YV7-c9w0?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<hr\/>\n<h2><em>Rolling Stone Brasil<\/em>: Avenged Sevenfold na capa<\/h2>\n<p>A nova edi\u00e7\u00e3o da <em><strong>Rolling Stone Brasil<\/strong><\/em> traz uma entrevista exclusiva com os cinco integrantes do <strong>Avenged Sevenfold<\/strong>, \u00e0s v\u00e9speras de seus maiores shows solo no Brasil. Al\u00e9m da mat\u00e9ria com <strong>Ebony<\/strong>, tamb\u00e9m h\u00e1 um bate-papo com <strong>Planet Hemp<\/strong>, um especial <strong>Bruce Springsteen<\/strong>, homenagem a <strong>Ozzy Osbourne<\/strong>\u00a0e muito mais. Compre pelo site da Loja Perfil.<\/p>\n<p class=\"text-center\"><img alt=\"\" loading=\"lazy\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-259384 img-fluid lazy\" alt=\"\" width=\"1337\" height=\"1600\" src=\"https:\/\/rollingstone.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/rolling-stone-brasil-avenged-sevenfold-capa.jpeg\" srcset=\"https:\/\/rollingstone.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/rolling-stone-brasil-avenged-sevenfold-capa.jpeg 1337w, https:\/\/rollingstone.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/rolling-stone-brasil-avenged-sevenfold-capa-191x228.jpeg 191w, https:\/\/rollingstone.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/rolling-stone-brasil-avenged-sevenfold-capa-376x450.jpeg 376w, https:\/\/rollingstone.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/rolling-stone-brasil-avenged-sevenfold-capa-768x919.jpeg 768w, https:\/\/rollingstone.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/rolling-stone-brasil-avenged-sevenfold-capa-1284x1536.jpeg 1284w\" sizes=\"auto, (max-width: 1337px) 100vw, 1337px\"\/><\/p>\n<p><strong>+++LEIA MAIS: Ebony critica falta de espa\u00e7o para mulheres no hip hop: \u2018Odeio o fato de verem como algo masculino\u2019<\/strong><\/p>\n<div class=\"author-box clearfix mb-4\">\n<div class=\"d-flex align-items-center\">\n<div class=\"author-avatar\">\n        &#13;<br \/>\n          <img decoding=\"async\" alt=\"Felipe Grutter (@felipegrutter)\" src=\"https:\/\/rollingstone.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/foto-felipe_grutter-150x150.jpg\" class=\"avatar avatar-115 photo rounded-circle\" height=\"115\" width=\"115\"\/>\n      <\/div>\n<div class=\"author-info ms-3\">\n<p>Formado em Jornalismo pela Faculdade C\u00e1sper L\u00edbero, gosta de ver filmes e s\u00e9ries e ficar com as duas calopsitas de estima\u00e7\u00e3o no tempo livre. Na carreira, tem passagem por R\u00e1dio Gazeta AM, Exito\u00edna, CineBuzz e Showmetech.<\/p>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<p><br \/>\n<br \/>Fonte: <a href=\"https:\/\/rollingstone.com.br\/musica\/ebony-disseca-jornada-introspectiva-de-km2-foi-babado-um-exorcismo\/\">rollingstone.com.br<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>*Entrevista presente na edi\u00e7\u00e3o setembro\/2025 da Rolling Stone Brasil |As rimas inteligentes e \u00e1cidas de Ebony, cheias de atitude, estilo e confian\u00e7a, chamaram aten\u00e7\u00e3o j\u00e1 no in\u00edcio de sua carreira, quando cantava trap, seja no single \u201cCash Cash\u201d, que saiu no SoundCloud, ou nos lan\u00e7amentos subsequentes, como as m\u00fasicas \u201cBratz\u201d e \u201cGlossy\u201d e o disco [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":5,"featured_media":48594,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_seopress_robots_primary_cat":"","_seopress_titles_title":"","_seopress_titles_desc":"","_seopress_robots_index":"","footnotes":""},"categories":[51],"tags":[],"class_list":["post-48593","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-musica"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/mussicom.com\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/48593","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/mussicom.com\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/mussicom.com\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/mussicom.com\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/users\/5"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/mussicom.com\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=48593"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/mussicom.com\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/48593\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/mussicom.com\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/media\/48594"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/mussicom.com\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=48593"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/mussicom.com\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=48593"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/mussicom.com\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=48593"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}