{"id":44175,"date":"2025-09-17T05:39:15","date_gmt":"2025-09-17T08:39:15","guid":{"rendered":"https:\/\/mussicom.com\/ilpf-e-safs-mostram-viabilidade-economica-e-ambiental\/"},"modified":"2025-09-17T05:39:15","modified_gmt":"2025-09-17T08:39:15","slug":"ilpf-e-safs-mostram-viabilidade-economica-e-ambiental","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/mussicom.com\/noticias\/ilpf-e-safs-mostram-viabilidade-economica-e-ambiental\/","title":{"rendered":"ILPF e SAFs mostram viabilidade econ\u00f4mica e ambiental"},"content":{"rendered":"<p> <br \/>\n<\/p>\n<div>\n<p style=\"text-align:justify\">Estudos de caso sobre sistemas de Integra\u00e7\u00e3o Lavoura-Pecu\u00e1ria-Floresta (ILPF) e agroflorestais (SAFs) no Cerrado e na Amaz\u00f4nia mostram ganhos em produtividade, seguran\u00e7a alimentar, conserva\u00e7\u00e3o ambiental e resili\u00eancia clim\u00e1tica, al\u00e9m de gerar empregos e renda. Com base nesses levantamentos, pesquisadores da Embrapa elaboraram, em parceria com o Banco Mundial, uma s\u00edntese que re\u00fane as evid\u00eancias econ\u00f4micas e traz recomenda\u00e7\u00f5es para superar barreiras e ampliar a ado\u00e7\u00e3o de sistemas de produ\u00e7\u00e3o sustent\u00e1veis.&#13;\n<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">\u201cAs informa\u00e7\u00f5es sobre o desempenho econ\u00f4mico de sistemas integrados de produ\u00e7\u00e3o na Amaz\u00f4nia e no Cerrado servir\u00e3o de subs\u00eddio para as pol\u00edticas do Banco Mundial. Al\u00e9m disso, podem contribuir para inserir esses sistemas nas pol\u00edticas nacionais de cr\u00e9dito, como o Plano Safra da Agricultura Familiar. O documento evidencia ainda que, principalmente na Amaz\u00f4nia, existe a necessidade de ampli\u00e1-los\u201d, declara o pesquisador da Embrapa Acre (AC) Judson Valentim.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Para o economista agr\u00edcola s\u00eanior do Banco Mundial em Bras\u00edlia, Leonardo Bichara Rocha, o trabalho traz evid\u00eancias importantes para orientar pol\u00edticas p\u00fablicas e instrumentos financeiros que promovam o uso mais inclusivo, intensivo e ambientalmente sustent\u00e1vel da terra. \u201cO estudo \u00e9 inovador ao mostrar que, al\u00e9m dos benef\u00edcios ambientais e agron\u00f4micos, os sistemas de ILPF e os SAFs trazem maiores retornos econ\u00f4micos e financeiros ao agricultor e ao pecuarista, comparados aos dos sistemas tradicionais. Foi um passo importante no novo marco de colabora\u00e7\u00e3o do Banco Mundial com a Embrapa, assinado em 2024\u201d, conclui.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Os sistemas de ILPF integram diversas atividades produtivas \u2013 agricultura, pecu\u00e1ria e floresta \u2013 numa mesma \u00e1rea por meio de sucess\u00f5es, cons\u00f3rcios ou rota\u00e7\u00f5es de culturas, visando \u00e0 sinergia entre os componentes do agroecossistema, o que permite maior produtividade, intensifica\u00e7\u00e3o do uso da terra e redu\u00e7\u00e3o da necessidade de abertura de novas \u00e1reas, entre outros benef\u00edcios.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">J\u00e1 os SAFs (foto \u00e0 esquerda)\u00a0se adequam \u00e0 agricultura familiar pelo menor n\u00edvel de mecaniza\u00e7\u00e3o e uso de m\u00e3o de obra intensiva. Eles associam, na mesma \u00e1rea e em\u00a0 per\u00edodos determinados, esp\u00e9cies perenes (como \u00e1rvores frut\u00edferas ou madeireiras), cultivos semiperenes (como banana, abacaxi, mandioca e algumas esp\u00e9cies de forrageiras) e plantios de ciclo curto, como gr\u00e3os.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Segundo Valentim, os dados atualmente dispon\u00edveis s\u00e3o limitados, considerando a diversidade ambiental, social e econ\u00f4mica da Amaz\u00f4nia, que corresponde a 60% do territ\u00f3rio nacional. \u201cConseguimos avaliar cinco sistemas que possu\u00edam dados sistematizados, e isso foi importante porque organizamos as informa\u00e7\u00f5es sobre o que existe e as lacunas para a pesquisa agropecu\u00e1ria\u201d, afirma.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">A s\u00edntese mostra resultados da an\u00e1lise econ\u00f4mica comparativa entre um sistema de ILPF (ILPF-A), em Nova Cana\u00e3 do Norte (MT), na Amaz\u00f4nia Legal; outro (ILPF-C), em Nova Xavantina (MT), regi\u00e3o de Cerrado; e as duas estrat\u00e9gias de uso da terra mais representativas em Mato Grosso: um sistema de lavoura em grande escala e outro de pecu\u00e1ria extensiva. Tamb\u00e9m s\u00e3o apresentados resultados econ\u00f4micos de quatro modelos de SAFs com diferentes estrat\u00e9gias de diversifica\u00e7\u00e3o de cultivos no bioma amaz\u00f4nico, sendo dois (BR SAF RO 1 e BR SAF RO 2) em Nova Calif\u00f3rnia, distrito de Porto Velho (RO), no Projeto RECA e dois (SAF 3 e SAF 4) em Tom\u00e9-A\u00e7u (PA), trabalhados no Projeto Tipitamba (veja infogr\u00e1fico abaixo).<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">\u201cS\u00e3o estudos de caso representativos de sistemas ILPF, ILP (Integra\u00e7\u00e3o lavoura e pecu\u00e1ria) e SAFs, que comprovam seu potencial de ado\u00e7\u00e3o por agricultores de pequeno, m\u00e9dio e grandes porte nos dois biomas\u201d, complementa o pesquisador J\u00falio C\u00e9sar dos Reis, da Embrapa Cerrados (DF), respons\u00e1vel pelo trabalho. Al\u00e9m dele e de Valentim, tamb\u00e9m participaram, pela Embrapa, os pesquisadores: Mariana de Arag\u00e3o Pereira, da Embrapa Gado de Corte (MS), e Fl\u00e1vio Wruck, da Embrapa Agrossilvipastoril (MT).<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Os sistemas de ILPF tiveram desempenho econ\u00f4mico mais favor\u00e1vel (tabela 1). O lucro bruto foi maior no ILPF-C, sendo 8% maior que o da fazenda de lavoura e mais que o dobro da fazenda de pecu\u00e1ria, devido, segundo os pesquisadores, ao elevado rendimento do componente florestal associado \u00e0 estrat\u00e9gia de comercializa\u00e7\u00e3o de gado, aproveitando a vantagem log\u00edstica proporcionada pela localiza\u00e7\u00e3o da fazenda, pr\u00f3xima \u00e0 divisa com Goi\u00e1s. J\u00e1 o alto custo de produ\u00e7\u00e3o do sistema ILPF-A e a demanda limitada por madeira na regi\u00e3o reduziram o lucro bruto. Ainda assim, a taxa de retorno interna e o retorno sobre o investimento foram superiores aos das fazendas de agricultura e de pecu\u00e1ria extensiva (tabela 2).&#13;\n<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Os indicadores de viabilidade econ\u00f4mica mostram que o sistema ILPF-C \u00e9 o mais atrativo financeiramente, apresentando um Valor Presente L\u00edquido Anual (VPLA) 13 vezes maior que o da fazenda de lavoura e 41 vezes maior que o da fazenda de pecu\u00e1ria, al\u00e9m do maior \u00edndice de lucratividade \u2013 1,36 ou 36 centavos de lucro para cada d\u00f3lar investido. A fazenda de lavoura, apesar do investimento inicial semelhante ao do sistema ILPF-C, apresentou retorno 35% inferior e \u00edndice de lucratividade de 1,03 devido a riscos econ\u00f4micos e de mercado, mesmo em cen\u00e1rios favor\u00e1veis de pre\u00e7os. Por outro lado, o sistema de pecu\u00e1ria extensiva gerou apenas dois centavos de lucro para cada d\u00f3lar aportado, sendo o menos lucrativo.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">\u201cOs resultados demonstram que os sistemas de ILPF s\u00e3o mais resilientes, reduzem os custos unit\u00e1rios de produ\u00e7\u00e3o, promovem o uso mais eficiente dos recursos ambientais e podem contribuir para pol\u00edticas de redu\u00e7\u00e3o do desmatamento. O componente agr\u00edcola tem menor depend\u00eancia de insumos externos e a produtividade animal \u00e9 superior devido \u00e0 melhor qualidade das pastagens\u201d, comenta Reis.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Valentim explica que nos anos iniciais dos SAFs o gasto \u00e9 maior devido ao uso de insumos, m\u00e3o de obra e equipamentos para o estabelecimento das culturas, al\u00e9m da menor diversifica\u00e7\u00e3o dos produtos comercializados. \u201cPara um SAF se manter rent\u00e1vel ao longo dos anos, \u00e9 preciso considerar o tempo para cada componente produzir, bem como possibilitar uma safra de ciclo r\u00e1pido, de baixo custo e que mantenha um fluxo de caixa positivo\u201d, afirma, acrescentando que o per\u00edodo de an\u00e1lise econ\u00f4mica precisa ser longo para que as receitas das esp\u00e9cies principais, geralmente florestais nativas, sejam consideradas \u2013 como ocorreu com as avalia\u00e7\u00f5es dos SAFs BR SAF RO 01 (15 anos), BR SAF RO 02 (20 anos) e SAFs 3 e 4 (30 anos).<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">No SAF BR RO 1, as vendas de milho, arroz, mandioca e feij\u00e3o garantiram as receitas nos primeiros anos, papel assumido pelas sementes de pupunha e pelos frutos do cupua\u00e7u a partir do quarto ano. No SAF BR RO 2, a banana respondeu por 60% da receita do sistema nos tr\u00eas primeiros anos, sendo sucedida pelo palmito de pupunha, que predominou a partir do quarto ano e foi substitu\u00eddo pela andiroba e pela pupunha para sementes ao longo dos anos seguintes. A pimenta-do-reino foi a principal geradora de receita nos anos iniciais dos SAFs 3 e 4, com a diversifica\u00e7\u00e3o ocorrendo a partir do quinto ano com as vendas de cupua\u00e7u (principal receita), a\u00e7a\u00ed e madeira de paric\u00e1 no SAF 3; de am\u00eandoas de cacau a partir do s\u00e9timo ano e, principalmente, do a\u00e7a\u00ed a partir do oitavo ano no SAF 4.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Os quatro sistemas foram capazes de cobrir os custos de produ\u00e7\u00e3o nos per\u00edodos avaliados. Os SAFs 3 e 4 apresentaram os maiores lucros (tabela 3) devido aos custos de produ\u00e7\u00e3o inferiores e \u00e0 venda de produtos de maior valor agregado, como o a\u00e7a\u00ed e o cacau.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">De acordo com os \u00edndices de viabilidade econ\u00f4mica para um per\u00edodo de 15 anos (veja tabela 4), o BR SAF RO 1 obteve lucro l\u00edquido anual de US$ 1720, 49\/ha e retorno de US$ 2,50 para cada d\u00f3lar investido. Apesar do investimento inicial 1,8 vez maior, o BR SAF RO 2 obteve lucro 60% inferior, mas ainda se apresentou competitivo, com retorno de US$ 1,75 por d\u00f3lar gasto. O SAF 3, com US$ 636,11\/ha de investimento inicial, retornou US$ 5,60 para cada d\u00f3lar investido, enquanto no SAF 4 o investimento foi de US$ 1819,24\/ha, retornando US$ 9,20 por d\u00f3lar gasto, devido \u00e0 venda do a\u00e7a\u00ed e da am\u00eandoa do cacau.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Para Valentim, os resultados demonstram que as pol\u00edticas de financiamento, principalmente para os SAFs, devem prever um tempo de car\u00eancia mais longo. \u201cEstimamos em seis anos o retorno positivo para que os produtores consigam pagar os financiamentos.\u00a0Os SAFs s\u00e3o um instrumento importante de diversifica\u00e7\u00e3o dos sistemas produtivos e de aumento da resili\u00eancia frente \u00e0s mudan\u00e7as clim\u00e1ticas porque, se em um ano, uma lavoura apresenta um pre\u00e7o ruim, h\u00e1 um segundo produto que pode ter um pre\u00e7o melhor. Isso aumenta a resili\u00eancia do produtor, que n\u00e3o vai depender de apenas um produto\u201d, explica, concluindo que o estudo \u00e9 uma base importante para a implementa\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas p\u00fablicas de cr\u00e9dito rural, sobretudo para a produ\u00e7\u00e3o familiar na Amaz\u00f4nia.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">A \u00e1rea ocupada com sistemas de ILPF no Pa\u00eds, em 2017, era de 17 milh\u00f5es de hectares, o que representa 7% de toda a \u00e1rea ocupada pela agropecu\u00e1ria, de acordo com dados da\u00a0Rede ILPF. No documento, os pesquisadores elencam uma s\u00e9rie de barreiras financeiras, ambientais, sociais e t\u00e9cnicas e de infraestrutura e mercado para a ado\u00e7\u00e3o dos sistemas de ILPF e dos SAFs na Amaz\u00f4nia e no Cerrado, al\u00e9m das pol\u00edticas p\u00fablicas e dos incentivos existentes, com sugest\u00f5es de melhorias para a expans\u00e3o dessas pr\u00e1ticas sustent\u00e1veis. Eles tamb\u00e9m apontam lacunas no conhecimento relacionadas \u00e0 avalia\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica dos sistemas.&#13;\n<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Entre as barreiras financeiras, s\u00e3o citadas as pol\u00edticas de cr\u00e9dito, que n\u00e3o est\u00e3o alinhadas \u00e0 din\u00e2mica de fluxo de caixa dos sistemas de produ\u00e7\u00e3o sustent\u00e1veis, pois focam em resultados anuais. Apesar de o\u00a0Plano Safra\u00a0e o\u00a0Plano ABC\u00a0oferecerem empr\u00e9stimos a juros baixos para investimentos em diversifica\u00e7\u00e3o produtiva, s\u00e3o sugeridos ajustes para que os mecanismos de cr\u00e9dito considerem resultados econ\u00f4micos, sociais e ambientais de longo prazo.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">A falta de regulamenta\u00e7\u00e3o da\u00a0Lei 14.119\/2021, que institui a Pol\u00edtica Nacional de Pagamentos por Servi\u00e7os Ambientais, \u00e9 uma das barreiras ambientais. Mesmo com o novo C\u00f3digo Florestal, os pesquisadores ressaltam a necessidade de fortalecer o investimento p\u00fablico em pesquisa para desenvolver indicadores e m\u00e9tricas que sirvam de refer\u00eancia para pol\u00edticas ambientais, al\u00e9m da prioriza\u00e7\u00e3o da cria\u00e7\u00e3o do Cadastro Nacional de Pagamento por Servi\u00e7os Ambientais, do Programa Federal de Pagamento por Servi\u00e7os Ambientais e do Sistema Brasileiro de Com\u00e9rcio de Emiss\u00f5es de Gases de Efeito Estufa.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">A falta de assist\u00eancia t\u00e9cnica e a disponibilidade limitada de m\u00e3o de obra qualificada para tarefas complexas dos sistemas de ILPF e SAFs s\u00e3o as principais barreiras quanto aos aspectos sociais e t\u00e9cnicos. Apesar das pesquisas e iniciativas de extens\u00e3o rural apoiadas pelo governo federal, bem como das unidades demonstrativas para produtores, sugere-se o fortalecimento do v\u00ednculo entre o acesso ao cr\u00e9dito e a presta\u00e7\u00e3o de assist\u00eancia t\u00e9cnica especializada, al\u00e9m da amplia\u00e7\u00e3o dos recursos humanos e financeiros da Ag\u00eancia Nacional de Extens\u00e3o Rural (Anater) e da implementa\u00e7\u00e3o da\u00a0Pol\u00edtica Nacional de Assist\u00eancia T\u00e9cnica e Extens\u00e3o Rural.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Como principal barreira de infraestrutura e mercado, \u00e9 apontada a aus\u00eancia de infraestrutura agr\u00edcola em regi\u00f5es mais distantes das \u00e1reas consolidadas de produ\u00e7\u00e3o de soja e milho no Cerrado. S\u00e3o sugeridos investimentos especialmente em ferrovias e hidrovias para potencializar a competitividade e a abertura de novos mercados.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Diversos fatores s\u00e3o apontados para explicar a escassez de conhecimento para as an\u00e1lises econ\u00f4mico-financeiras de sistemas sustent\u00e1veis na Amaz\u00f4nia e no Cerrado. Entre eles, a dificuldade de coletar informa\u00e7\u00f5es econ\u00f4micas em estudos de campo; a depend\u00eancia, em muitos estudos, de experimentos controlados ou estudos de caso em fazendas, o que restringe a extrapola\u00e7\u00e3o dos dados; a grande variabilidade nas abordagens metodol\u00f3gicas; e, diante da disponibilidade limitada de dados, a tend\u00eancia de avalia\u00e7\u00e3o dos componentes dos sistemas isoladamente, sendo que a caracter\u00edstica fundamental da ILPF e dos SAFs s\u00e3o as intera\u00e7\u00f5es sin\u00e9rgicas entre eles.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">\u201cAo apontar n\u00e3o apenas o potencial como tamb\u00e9m barreiras para a ado\u00e7\u00e3o e lacunas de conhecimento sobre os sistemas de ILPF e os SAFs, esperamos que esta s\u00edntese possa estimular uma agenda de pesquisa que leve \u00e0 constru\u00e7\u00e3o de um banco de dados econ\u00f4micos, sociais e ambientais robusto sobre esses sistemas no Brasil\u201d, conclui Reis.<\/p>\n<\/p><\/div>\n<p><script data-cfasync=\"false\">\n    !function (f, b, e, v, n, t, s) {\n        if (f.fbq) return; n = f.fbq = function () {\n            n.callMethod ?\n                n.callMethod.apply(n, arguments) : n.queue.push(arguments)\n        };\n        if (!f._fbq) f._fbq = n; n.push = n; n.loaded = !0; n.version = '2.0';\n        n.queue = []; t = b.createElement(e); t.async = !0;\n        t.src = v; s = b.getElementsByTagName(e)[0];\n        s.parentNode.insertBefore(t, s)\n    }(window, document, 'script',\n        'https:\/\/connect.facebook.net\/en_US\/fbevents.js');\n    fbq('init', '522546078623747');\n    fbq('track', 'PageView');\n<\/script><br \/>\n<br \/><br \/>\n<br \/>Fonte: <a href=\"https:\/\/www.agrolink.com.br\/noticias\/estudos-confirmam-viabilidade-economica-de-sistemas-sustentaveis-de-producao-na-amazonia-e-no-cerrado_506015.html\">AGROLINK<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Estudos de caso sobre sistemas de Integra\u00e7\u00e3o Lavoura-Pecu\u00e1ria-Floresta (ILPF) e agroflorestais (SAFs) no Cerrado e na Amaz\u00f4nia mostram ganhos em produtividade, seguran\u00e7a alimentar, conserva\u00e7\u00e3o ambiental e resili\u00eancia clim\u00e1tica, al\u00e9m de gerar empregos e renda. 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