{"id":42160,"date":"2025-09-05T20:05:16","date_gmt":"2025-09-05T23:05:16","guid":{"rendered":"https:\/\/mussicom.com\/setlist-e-o-que-esperar-do-show-no-the-town-2025-3\/"},"modified":"2025-09-05T20:05:16","modified_gmt":"2025-09-05T23:05:16","slug":"setlist-e-o-que-esperar-do-show-no-the-town-2025-3","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/mussicom.com\/noticias\/setlist-e-o-que-esperar-do-show-no-the-town-2025-3\/","title":{"rendered":"setlist e o que esperar do show no The Town 2025"},"content":{"rendered":"<p> <br \/>\n<\/p>\n<div>\n<p>Somente desde a retomada das viagens p\u00f3s-pandemia, <strong>Bruce Dickinson<\/strong> esteve no Brasil para compromissos p\u00fablicos em <span style=\"text-decoration: underline;\"><strong>sete<\/strong><\/span> ocasi\u00f5es distintas. E estar\u00e1 conosco pela oitava vez neste domingo, 7, como atra\u00e7\u00e3o do <strong>The Town 2025<\/strong>.<\/p>\n<p>Al\u00e9m de shows com o Maiden e em carreira solo, o multifacetado cantor \u2014 que tamb\u00e9m \u00e9 piloto de avi\u00e3o com experi\u00eancia em voos comerciais, escritor, historiador graduado, esgrimista que j\u00e1 competiu internacionalmente, radialista, apresentador de TV e mestre cervejeiro \u2014 veio para realizar palestras de tem\u00e1ticas distintas.<\/p>\n<p>Sua apresenta\u00e7\u00e3o no palco Skyline no The Town faz parte da turn\u00ea que promove o \u00e1lbum solo <em><strong>The Mandrake Project<\/strong><\/em> (2024). Apenas no que diz respeito a este trabalho, ele veio ao Brasil no fim de 2023 para participar da <strong>CCXP<\/strong> e apresentar o videoclipe da m\u00fasica <strong>&#8220;Afterglow of Ragnarok&#8221;<\/strong> em primeira m\u00e3o, depois voltou entre abril e maio do ano passado para uma turn\u00ea de sete shows e, agora, retorna somente para o festival paulistano, que acontece no Aut\u00f3dromo de Interlagos.<\/p>\n<figure class=\"image\"><figcaption>Bruce Dickinson em 2024 &#8211; Foto: Mariano Regidor \/ Redferns<\/figcaption><\/figure>\n<p>Mas como \u00e9 assistir a um show solo de Dickinson? O que esperar desse tipo de apresenta\u00e7\u00e3o?<\/p>\n<h3>An\u00e1lise do repert\u00f3rio de Bruce Dickinson<\/h3>\n<p>Primeiro de tudo: quem compra ingresso para conferi-lo cantar m\u00fasicas do Iron Maiden vai se decepcionar. Praticamente as can\u00e7\u00f5es v\u00eam de seus \u00e1lbuns lan\u00e7ados \u00e0 parte de sua banda principal. Al\u00e9m disso, nada de pirotecnia ou artes de tel\u00e3o mirabolantes, pois a ideia \u00e9 oferecer uma performance totalmente centrada na m\u00fasica, com quase nada de atrativos visuais.<\/p>\n<p>H\u00e1, contudo, a promessa de quebrar a regra de &#8220;sem Iron Maiden&#8221; no The Town. Em entrevistas, Bruce Dickinson disse que pretende cantar <strong>&#8220;Revelations&#8221;<\/strong>, faixa do \u00e1lbum <em><strong>Powerslave<\/strong><\/em> (1984) que marcou sua primeira visita ao Brasil com o Maiden, tocando no <strong>Rock in Rio<\/strong> \u2014 festival dos mesmos realizadores do The Town. O vocalista garantiu, inclusive, que a ideia \u00e9 execut\u00e1-la como forma de celebrar os 40 anos do show inaugural, em 1985.<\/p>\n<p>Normalmente, tr\u00eas \u00e1lbuns comp\u00f5em a base do repert\u00f3rio solo de Bruce. Al\u00e9m do novo <em><strong>The Mandrake Project<\/strong><\/em>, est\u00e3o bem representados os discos <em><strong>Accident of Birth<\/strong><\/em> (1997) e <em><strong>The Chemical Wedding<\/strong><\/em> (1998). Tamb\u00e9m s\u00e3o lembrados <em><strong>Balls to Picasso<\/strong><\/em> (1994) e <em><strong>Tyranny of Souls<\/strong><\/em> (2005). Mas isso pode mudar se considerarmos que o set de um festival \u00e9 mais curto.<\/p>\n<p>Se Iron Maiden pode entrar no setlist, h\u00e1 a chance de o maior hit solo de Dickinson cair fora do repert\u00f3rio. A power ballad <strong>&#8220;Tears of the Dragon&#8221;<\/strong> nem sempre \u00e9 tocada: durante apresenta\u00e7\u00e3o no festival franc\u00eas <strong>Hellfest<\/strong>, por exemplo, ela n\u00e3o esteve presente.<\/p>\n<figure class=\"image\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"Bruce Dickinson em 2025\" height=\"435\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/rollingstone.uol.com.br\/media\/uploads\/2025\/07\/bruce-dickinson-2025-foto-john-mcmurtrie.jpg\" width=\"773\"\/><figcaption>Bruce Dickinson em 2025 &#8211; Foto: John McMurtrie<\/figcaption><\/figure>\n<h3>Poss\u00edvel setlist de Bruce Dickinson<\/h3>\n<p>Veja um poss\u00edvel setlist, considerando o tempo menor de show oferecido pelo The Town (e sem descartar a presen\u00e7a de <strong>&#8220;Tears of the Dragon&#8221;<\/strong>, que apareceu no repert\u00f3rio do Rocklahoma Festival na \u00faltima quinta-feira, 4):<\/p>\n<p>1. Accident of Birth<br \/>2. Abduction<br \/>3. Laughing in the Hiding Bush<br \/>4. Revelations (Iron Maiden)<br \/>5. Shadow of the Gods<br \/>6. Chemical Wedding<br \/>7. Resurrection Men<br \/>8. Rain on the Graves<br \/>9. Tears of the Dragon<br \/>10. The Tower<\/p>\n<h3>A banda de Bruce Dickinson<\/h3>\n<p>Para a turn\u00ea, Bruce Dickinson tem sido acompanhado por <strong>Philip Naslund<\/strong> (guitarra), <strong>Chris Declercq<\/strong> (guitarra), <strong>Tanya O\u2019Callaghan<\/strong> (baixo), <strong>Dave Moreno<\/strong> (bateria) e <strong>Mistheria<\/strong> (teclados). Seu parceiro de longa data, <strong>Roy Z<\/strong>, estaria envolvido, mas acabou se desvinculando \u00e0s v\u00e9speras do in\u00edcio da excurs\u00e3o por raz\u00f5es que n\u00e3o foram esclarecidas \u2014 da\u00ed as entradas de Naslund e Declercq.<\/p>\n<p>Dos nomes citados, os mais not\u00f3rios s\u00e3o os de Tanya O\u2019Callaghan e Dave Moreno. A primeira, irlandesa, se notabilizou em especial pelo envolvimento recente com o <strong>Whitesnake<\/strong>, em sua turn\u00ea de despedida que foi interrompida \u2014 e ainda n\u00e3o teve conclus\u00e3o \u2014 devido \u00e0 sa\u00fade do vocalista David Coverdale. Ela tamb\u00e9m tocou com <strong>Dee Snider<\/strong>, <strong>Steven Adler<\/strong>, entre outros, al\u00e9m do pr\u00f3prio Bruce, na turn\u00ea que celebrou <strong>Jon Lord<\/strong> (<strong>Deep Purple<\/strong>). J\u00e1 o segundo, americano, passou pelo <strong>Puddle of Mudd<\/strong> e <strong>Love\/Hate<\/strong>, al\u00e9m do <strong>Tribe of Gypsies<\/strong>, liderado pelo j\u00e1 citado Roy Z e respons\u00e1vel por oferecer v\u00e1rios m\u00fasicos \u00e0 carreira solo de Dickinson.<\/p>\n<figure class=\"image\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"Tanya O'Callaghan (Foto: Mariano Regidor \/ Redferns)\" height=\"435\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/rollingstone.uol.com.br\/media\/uploads\/2024\/12\/tanya-o-callaghan-2024-foto-mariano-regidor-redferns.jpg\" width=\"773\"\/><figcaption>Tanya O&#8217;Callaghan (Foto: Mariano Regidor \/ Redferns)<\/figcaption><\/figure>\n<p>O sueco Philip Naslund esteve no <strong>Raid<\/strong>, enquanto o su\u00ed\u00e7o Chris Declercq tocou com <strong>Blaze Bayley<\/strong>, vocalista que substituiu Bruce no Iron Maiden entre 1994 e 1999. Por fim, o italiano Mistheria \u00e9 dono de longo curr\u00edculo: trabalhou com <strong>Rob Rock<\/strong>, o brasileiro <strong>Edu Falaschi<\/strong> e uma infinidade de projetos que v\u00e3o de <strong>Vivaldi Metal Orchestra<\/strong> a <strong>Tower of Babel<\/strong>, al\u00e9m da carreira solo.<\/p>\n<h3>An\u00e1lise do show<\/h3>\n<p>Em trecho de resenha para o <span style=\"text-decoration: underline;\"><em>site Igor Miranda<\/em><\/span>, o jornalista <strong>Guilherme Gon\u00e7alves<\/strong> fez a seguinte observa\u00e7\u00e3o ao acompanhar uma apresenta\u00e7\u00e3o em Bras\u00edlia, no dia 27 de abril de 2024:<\/p>\n<blockquote class=\"citacao\"><p><em>\u201cEn\u00e9rgico, provocativo e disposto a tirar o s\u00e9quito de f\u00e3s do Iron Maiden da zona de conforto. Essa foi a t\u00f4nica de um Bruce Dickinson que, para al\u00e9m da j\u00e1 decantada performance vocal irrepreens\u00edvel, entregou um show de excel\u00eancia. [&#8230;] Desta vez, com os holofotes apontados n\u00e3o para o Maiden, mas para m\u00fasicas que, mesmo sem serem contempladas h\u00e1 d\u00e9cadas, envelheceram muito bem e mereciam esse resgate.\u201d<\/em><\/p><\/blockquote>\n<p>Por sua vez, <span style=\"text-decoration: underline;\">para o mesmo ve\u00edculo<\/span>, <strong>Rolf Amaro<\/strong> realizou os seguintes apontamentos em sua cr\u00edtica do show em S\u00e3o Paulo:<\/p>\n<blockquote class=\"citacao\"><p><em>\u201cNesta turn\u00ea inaugural, Bruce Dickinson mostrou, por sua vez, que \u00e9 uma entidade com vida pr\u00f3pria, independente do Iron Maiden. Esse desprendimento ao projeto mais popular \u00e9 feito para poucos. Um dos que conseguiu isso foi Dave Grohl, que construiu uma carreira que dispensa qualquer associa\u00e7\u00e3o ao Nirvana para vender discos e ingressos. Ciente e seguro disso, Bruce n\u00e3o tem problema em deixar a banda que o apoia livre. Philip Naslund corre pelo palco, joga palheta a todo momento, interage testa a testa com Tanya O\u2019Callaghan. Mistheria, o tecladista que lembra muito <strong>Tuomas Holopainen<\/strong> (<strong>Nightwish<\/strong>), corre por todo palco com seu instrumento port\u00e1til, muito usado pelo <strong>Roupa Nova<\/strong> aqui no Brasil.\u201d<\/em><\/p><\/blockquote>\n<h3><strong>Rolling Stone Brasil especial: Iron Maiden<\/strong><\/h3>\n<p><strong>Iron Maiden na capa<\/strong>: a <strong><em>Rolling Stone Brasil<\/em><\/strong> lan\u00e7ou uma edi\u00e7\u00e3o de colecionador in\u00e9dita para os f\u00e3s da banda de heavy metal. Os maiores \u00e1lbuns, a lista dos shows no Brasil, o poder do merchadising do grupo e at\u00e9 um tour pelo avi\u00e3o da banda voc\u00ea confere no especial impresso, \u00e0 venda na <strong>Loja Perfil<\/strong>.<\/p>\n<figure class=\"image\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" height=\"924\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/rollingstone.uol.com.br\/media\/uploads\/2024\/11\/whatsapp-image-2024-11-28-at-111827.jpeg\" width=\"773\"\/><figcaption>Rolling Stone Brasil especial: Iron Maiden<\/figcaption><\/figure>\n<p><strong>+++ LEIA MAIS: A grande cr\u00edtica de Bruce Dickinson \u00e0s bandas de rock atuais<br \/>+++ LEIA MAIS: Bruce Dickinson tem 3 brasileiros em seu \u2018novo\u2019 disco; falamos com um deles<br \/>+++ LEIA MAIS: A curiosa raz\u00e3o que fez Rock in Rio 1985 ser o melhor, segundo Bruce Dickinson<\/strong><br \/><strong>+++ Siga a Rolling Stone Brasil @rollingstonebrasil no Instagram<br \/>+++ Siga o jornalista Igor Miranda @igormirandasite no Instagram<\/strong><\/p>\n<\/div>\n<p><script async src=\"\/\/www.instagram.com\/embed.js\"><\/script><br \/>\n<br \/><br \/>\n<br \/>Fonte: <a href=\"https:\/\/rollingstone.com.br\/musica\/bruce-dickinson-setlist-e-o-que-esperar-do-show-no-the-town-2025\/\">rollingstone.com.br<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Somente desde a retomada das viagens p\u00f3s-pandemia, Bruce Dickinson esteve no Brasil para compromissos p\u00fablicos em sete ocasi\u00f5es distintas. 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