{"id":41453,"date":"2025-09-02T18:50:36","date_gmt":"2025-09-02T21:50:36","guid":{"rendered":"https:\/\/mussicom.com\/simone-simons-fala-a-rs-sobre-epica-no-brasil-aspiral-album-solo-e-fas-no-aeroporto\/"},"modified":"2025-09-02T18:50:36","modified_gmt":"2025-09-02T21:50:36","slug":"simone-simons-fala-a-rs-sobre-epica-no-brasil-aspiral-album-solo-e-fas-no-aeroporto","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/mussicom.com\/noticias\/simone-simons-fala-a-rs-sobre-epica-no-brasil-aspiral-album-solo-e-fas-no-aeroporto\/","title":{"rendered":"Simone Simons fala \u00e0 RS sobre Epica no Brasil, \u2018Aspiral\u2019, \u00e1lbum solo e f\u00e3s no aeroporto"},"content":{"rendered":"<p> <br \/>\n<\/p>\n<div>\n<p><strong>Simone Simons<\/strong> \u00e9 uma entrevistada de rara eloqu\u00eancia no mundo da m\u00fasica pesada. Tudo o que a <strong>Rolling Stone Brasil<\/strong> perguntou para a vocalista do <strong>Epica<\/strong> foi devidamente respondido, das quest\u00f5es diretas \u00e0quelas mais interpretativas.<\/p>\n<p>Atenta e atenciosa, a cantora neerlandesa \u00e9 o ponto inicial de contato de muitos com o trabalho do grupo, hoje um dos maiores nomes do chamado metal sinf\u00f4nico, ramifica\u00e7\u00e3o de som pesado que, como o nome indica, mescla elementos de m\u00fasica erudita, em especial por meio do uso de orquestra\u00e7\u00f5es. A voz afinada e a apar\u00eancia chamativa \u2014 algo que, em entrevistas ao longo dos anos, a pr\u00f3pria reconhece oferecer \u2014 da artista chamam aten\u00e7\u00e3o, mas tanto ela quanto a banda s\u00e3o bem mais do que isso.<\/p>\n<p><em><strong>Aspiral<\/strong><\/em>, nono \u00e1lbum de est\u00fadio do Epica, parece tentar provar isso de algumas maneiras. Nem de longe \u00e9 um disco experimental como o EP repleto de convidados <em><strong>The Alchemy Project<\/strong><\/em> (2022), mas traz Simone, <strong>Mark Jansen<\/strong> (co-vocalista e guitarrista), <strong>Isaac Delahaye<\/strong> (guitarra), <strong>Rob van der Loo<\/strong> (baixo), <strong>Coen Janssen<\/strong> (teclados) e <strong>Ari\u00ebn van Weesenbeek<\/strong> (bateria) em uma est\u00e9tica ligeiramente mais acess\u00edvel. As faixas longas e carregadas de orquestra\u00e7\u00e3o seguem l\u00e1, mas os sintetizadores de Janssen ganharam for\u00e7a, assim como certa crueza no instrumental, fruto de uma grava\u00e7\u00e3o instrumental parcialmente ao estilo \u201cao vivo\u201d.<\/p>\n<p><iframe allowfullscreen=\"allowfullscreen\" data-testid=\"embed-iframe\" frameborder=\"0\" height=\"352\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/open.spotify.com\/embed\/album\/3cQch4ohGE1kUeJBSnfMNa?utm_source=generator\" style=\"border-radius: 12px;\" width=\"100%\"><\/iframe><\/p>\n<p>Ao mesmo tempo, o sexteto n\u00e3o tem muito mais o que provar. Mesmo antes de lan\u00e7ar o novo disco em abril, eles j\u00e1 haviam anunciado uma turn\u00ea brasileira de seis datas \u2014 s\u00f3 n\u00e3o \u00e9 mais longa que a realizada em 2018, quando percorreram oito cidades. E o p\u00fablico demonstrou interesse em ir aos vindouros shows em Porto Alegre (06\/09), Curitiba (07\/09), Belo Horizonte (09\/09), Bras\u00edlia (11\/09), Rio de Janeiro (13\/09) e S\u00e3o Paulo (14\/09), sem ter ouvido o material in\u00e9dito na \u00edntegra. Tendo ou n\u00e3o mudan\u00e7as, o Epica ainda atrai um p\u00fablico fiel em territ\u00f3rio nacional.<\/p>\n<p>Neste bate-papo com a Rolling Stone Brasil, Simone Simons discute as apresenta\u00e7\u00f5es no Brasil \u2014 a serem realizadas com o <strong>Fleshgod Apocalypse<\/strong> na abertura \u2014, reflete sobre <em><strong>Aspiral<\/strong><\/em> e <em><strong>The Alchemy Project<\/strong><\/em> e ainda comenta a respeito de <em><strong>Vermillion<\/strong><\/em> (2024), seu primeiro e at\u00e9 agora \u00fanico \u00e1lbum solo.<\/p>\n<h3>Entrevista com Simone Simons \u2014 Epica<\/h3>\n<p><strong>Rolling Stone: O Epica far\u00e1 uma turn\u00ea grande pelo Brasil, com seis shows. Ser\u00e1 a 12\u00aa visita da banda ao nosso pa\u00eds. Quais s\u00e3o as expectativas para esses shows?<\/strong><br \/><strong>Simone Simons:<\/strong> \u201cPois \u00e9, j\u00e1 \u00e9 a 12\u00aa vez. Que bom que voc\u00ea fala isso, porque eu perdi a conta. [Risos]\u201d<\/p>\n<p><strong>RS: Tamb\u00e9m tenho que contar ano ap\u00f3s ano, porque s\u00e3o muitas visitas.<\/strong><br \/><strong>SS:<\/strong> \u201cSim, \u00e9 uma loucura. Lembro da primeira vez: havia centenas de f\u00e3s nos esperando no aeroporto para nos receber. Isso deixou uma grande primeira impress\u00e3o. O p\u00fablico \u00e9 t\u00e3o apaixonado e t\u00e3o grato, os shows s\u00e3o sempre incr\u00edveis. Ent\u00e3o, espero o mesmo quando voltarmos. O setlist ter\u00e1 uma combina\u00e7\u00e3o de todas as antigas m\u00fasicas favoritas dos f\u00e3s da Epica. Por exemplo, \u2018Cry for the Moon\u2019 com certeza estar\u00e1 no repert\u00f3rio, assim como algumas m\u00fasicas novas.\u201d<\/p>\n<p><strong>RS: Da \u00faltima vez, a Epica veio para se apresentar na nossa edi\u00e7\u00e3o do festival Summer Breeze [hoje Bangers Open Air]. Acredito que tenha sido seu maior show no Brasil at\u00e9 hoje, com voc\u00eas e o Within Temptation de co-headliners. Que lembran\u00e7as voc\u00ea tem desse show?<\/strong><br \/><strong>SS:<\/strong> \u201cFoi \u00f3timo. O maior festival que j\u00e1 tocamos no Brasil. Na \u00e9poca, abrimos uma exce\u00e7\u00e3o para o Brasil porque est\u00e1vamos compondo Aspiral e dissemos que n\u00e3o quer\u00edamos fazer nenhum show. Mas recebemos a oferta de ir ao Brasil para um show, no Summer Breeze. N\u00e3o pod\u00edamos recusar. Viajamos um dia antes do show, estava com um jet lag enorme, ent\u00e3o acordei \u00e0s tr\u00eas da manh\u00e3 no dia do show e pensei: \u2018meu Deus, como vou sobreviver ao show?\u2019. Mas o caf\u00e9 brasileiro estava forte e me deu a energia que eu precisava. E, claro, o p\u00fablico tamb\u00e9m.\u201d<\/p>\n<figure class=\"image\"><figcaption>Epica &#8211; Foto: Tim Tronckoe<\/figcaption><\/figure>\n<p><strong>RS: S\u00e3o Paulo \u00e9 a segunda cidade do mundo que mais ouve Epica no Spotify [nota da edi\u00e7\u00e3o: \u00e0 \u00e9poca da entrevista, era a segunda; hoje, a primeira]. Bogot\u00e1, na Col\u00f4mbia, e Santiago, no Chile, est\u00e3o no top 5. Voc\u00ea tem alguma ideia ou teoria de por que a banda se tornou t\u00e3o popular aqui no Brasil e na Am\u00e9rica do Sul e Latina?<\/strong><br \/><strong>SS:<\/strong> \u201cAcho que o g\u00eanero metal sinf\u00f4nico realmente toca os latino-americanos porque \u00e9 muito apaixonante, e voc\u00eas s\u00e3o muito apaixonados. E j\u00e1 fomos ao Brasil, como voc\u00ea disse, 12 vezes. Ent\u00e3o, s\u00e3o muitos anos. O p\u00fablico \u00e9 muito grato por isso. Eles provavelmente curtem muito o nosso show, o qual considero muito animado e divertido. Os brasileiros se conectam com isso, e n\u00f3s nos conectamos com os brasileiros.\u201d<\/p>\n<p><strong>RS: Voc\u00eas lan\u00e7aram neste ano um novo \u00e1lbum, <em>Aspiral<\/em>, depois de um EP diferente e repleto de participa\u00e7\u00f5es, <em>The Alchemy Project<\/em> (2022). Qual a import\u00e2ncia desse EP para o processo desse \u00e1lbum? Houve alguma li\u00e7\u00e3o aprendida?<\/strong><br \/><strong>SS:<\/strong> \u201cCom certeza. <em><strong>The Alchemy Project<\/strong><\/em> veio da pandemia. Terminamos <em><strong>Omega<\/strong><\/em> [\u00e1lbum de 2021] e n\u00e3o pod\u00edamos fazer turn\u00eas. Para n\u00e3o enlouquecermos, Isaac teve a ideia de fazer um projeto com amigos da cena. Fizemos sete m\u00fasicas com outros artistas, bem experimentais, sem o peso de um \u00e1lbum convencional. Tivemos um saxofonista-cantor incr\u00edvel [J\u00f8rgen Munkeby, do Shining], al\u00e9m do Fleshgod Apocalypse. Compus uma m\u00fasica junto com a Charlotte [Wessels, cantora ex-Delain]. Aprendemos muito e os f\u00e3s gostaram. \u2018The Final Lullaby\u2019 se tornou uma das m\u00fasicas favoritas. Ent\u00e3o, continuamos assim. Al\u00e9m disso, o EP foi gravado de uma forma diferente, mais crua, o que mantivemos em <em><strong>Aspiral<\/strong><\/em>: Rob, Ari\u00ebn e Isaac tocaram baixo, bateria e guitarra juntos, ao mesmo tempo. Normalmente, voc\u00ea grava separado bateria, depois guitarra, depois baixo, mas eles tocaram juntos do come\u00e7o ao fim, tanto no EP quanto no \u00e1lbum.\u201d<\/p>\n<figure class=\"image\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"Epica\" height=\"435\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/rollingstone.uol.com.br\/media\/uploads\/2025\/09\/epica-banda-2025-03-foto-tim-tronckoe.jpg\" width=\"773\"\/><figcaption>Epica &#8211; Foto: Tim Tronckoe<\/figcaption><\/figure>\n<p><strong>RS: Muitas pessoas t\u00eam dito que <em>Aspiral<\/em> \u00e9 o \u00e1lbum mais acess\u00edvel do Epica. Voc\u00ea concorda com isso?<\/strong><br \/><strong>SS:<\/strong> \u201cSim, acho que at\u00e9 pela forma como constru\u00edmos a tracklist, come\u00e7ando com uma m\u00fasica mais acess\u00edvel como \u2018Cross the Divide\u2019, antes das mais longas e complexas. Consideramos isso ao fazer. Hoje em dia, com o streaming,\u00a0 capacidade de aten\u00e7\u00e3o das pessoas \u00e9 um pouco menor. Quer\u00edamos renovar o som do Epica, mas nos mantendo fi\u00e9is ao que a Epica \u00e9. Somos uma banda de metal sinf\u00f4nico, mas com <em><strong>The Alchemy Project<\/strong><\/em>, descobrimos que pod\u00edamos moderniz\u00e1-la um pouco e evoluir.\u201d<\/p>\n<p><strong>RS: Tem alguma m\u00fasica em particular que esteja entre suas favoritas?<\/strong><br \/><strong>SS:<\/strong> \u201cAdoro todas, mas \u2018The Grand Saga of Existence\u2019 \u00e9 uma das minhas favoritas, assim como \u2018Obsidian Heart\u2019 e \u2018Aspiral\u2019, faixa-t\u00edtulo, que j\u00e1 toc\u00e1vamos antes. \u2018Arcana\u2019 tamb\u00e9m. Mal posso esperar para toc\u00e1-las ao vivo.\u201d<\/p>\n<p><strong>RS: A capa do \u00e1lbum foi inspirada na est\u00e1tua hom\u00f4nima do artista polon\u00eas Stanislav Zhukovsky. E \u00e9 a primeira capa de \u00e1lbum da Epica a n\u00e3o ter o nome da banda. Existe algum motivo para isso?<\/strong><br \/><strong>SS:<\/strong> \u201cFoi ideia do designer gr\u00e1fico, Hedi Xandt. Ele tamb\u00e9m fez a arte do meu \u00e1lbum solo <em><strong>Vermillion<\/strong><\/em> (2024) e trabalhou com bandas como Ghost e Parkway Drive. Em Vermillion, ele disse que dever\u00edamos deixar a arte falar por si s\u00f3 e n\u00e3o colocar o nome nela, porque distrai. Pensando em como as coisas s\u00e3o hoje em dia online, no Instagram ou Spotify, voc\u00ea s\u00f3 v\u00ea esse pequeno c\u00edrculo. Quer\u00edamos modernizar, mas alguns membros da banda estavam um pouco hesitantes. J\u00e1 eu estou aberta a desafios. Como ele criou uma arte t\u00e3o linda, nem sinto falta do logotipo do Epica ou do t\u00edtulo do \u00e1lbum.\u201d<\/p>\n<p><strong>RS: A est\u00e1tua de Zhukovsky representada na arte simboliza renova\u00e7\u00e3o. Voc\u00ea mencionou palavras similares a \u201crenova\u00e7\u00e3o\u201d em algumas respostas aqui e em outras entrevistas. De que forma voc\u00ea acredita que a Epica est\u00e1 se reinventando neste \u00e1lbum?<\/strong><br \/><strong>SS:<\/strong> \u201cBoa pergunta. Acho que ao encontrar um novo equil\u00edbrio entre as m\u00fasicas que compomos. Temos cinco compositores diferentes e as melhores can\u00e7\u00f5es entrar\u00e3o no \u00e1lbum. Quer\u00edamos mudar o som com mais sintetizadores, colocar a orquestra um pouco para tr\u00e1s, fazer com que a crueza das guitarras venham mais para o primeiro plano, equilibrando os lados sinf\u00f4nico e metal. \u2018Darkness Dies in Light\u2019, \u2018Metanoia\u2019 e \u2018The Grand Saga of Existence\u2019 t\u00eam aquela vibe antiga da Epica, mas a maioria das outras m\u00fasicas traz algo diferente. Ainda h\u00e1 minha voz, coral, os guturais do Mark\u2026 mas acho que conseguimos amadurecer e modernizar um pouco.\u201d<\/p>\n<p><strong>RS: Seu \u00e1lbum solo, <em>Vermillion<\/em>, saiu em 2024. Como ele est\u00e1 soando agora para voc\u00ea?<\/strong><br \/><strong>SS:<\/strong> \u201cAinda estou curtindo, porque a press\u00e3o diminuiu ap\u00f3s o lan\u00e7amento. Quando voc\u00ea est\u00e1 em fase de cria\u00e7\u00e3o, sempre h\u00e1 tanto trabalho nos bastidores. Muitas vezes voc\u00ea n\u00e3o consegue realmente aproveitar o momento. Ainda mais porque voltei a trabalhar com o Epica imediatamente. Mas, sim, estou muito feliz com o resultado final. Queria fazer um \u00e1lbum solo h\u00e1 muitos anos. Mantive contato com <strong>Arjen<\/strong> [<strong>Lucassen<\/strong>, compositor das melodias do \u00e1lbum enquanto Simone criou as letras] por muito tempo e tivemos que esperar o momento certo para que n\u00f3s dois tiv\u00e9ssemos tempo suficiente para nos dedicar ao projeto. Fiquei muito feliz e orgulhosa com o \u00e1lbum. As m\u00fasicas s\u00e3o incr\u00edveis.\u201d<\/p>\n<p><strong>RS: Voc\u00ea gostaria de fazer uma turn\u00ea solo para promover esse \u00e1lbum?<\/strong><br \/><strong>SS:<\/strong> \u201cSeria \u00f3timo se eu pudesse, mas o Epica est\u00e1 a todo vapor. Estamos planejando mais turn\u00eas e hoje tenho um filho, n\u00e3o n\u00e3o posso fazer tantas turn\u00eas quanto antes. Ent\u00e3o, tenho que escolher. Desta vez, \u00e9 o Epica. No futuro, talvez eu fa\u00e7a alguns shows solo em vez de turn\u00ea, mas ainda n\u00e3o h\u00e1 planos.\u201d<\/p>\n<h3>Servi\u00e7o \u2014 Epica no Brasil<\/h3>\n<ul>\n<li>06\/09: Porto Alegre (Opini\u00e3o)<\/li>\n<li>07\/09: Curitiba (\u00d3pera de Arame)<\/li>\n<li>09\/09: Belo Horizonte (Grande Teatro BeFly Minascentro)<\/li>\n<li>11\/09: Bras\u00edlia (Toinha)<\/li>\n<li>13\/09: Rio de Janeiro (Sacadura 154)<\/li>\n<li>14\/09: S\u00e3o Paulo (Terra SP)<\/li>\n<li>Ingressos no site Fastix<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>+++ LEIA MAIS: Deftones fala \u00e0 RS sobre \u2018Private Music\u2019, momento atual, Brasil e \u2018Eros\u2019<br \/>+++ LEIA MAIS: The Hives fala \u00e0 RS sobre novo \u00e1lbum, Brasil, jovialidade e metal sueco<br \/>+++ LEIA MAIS: Helloween fala \u00e0 RS sobre \u2018Giants &amp; Monsters\u2019, Brasil, Roland Grapow e Ingo Schwichtenberg<br \/>+++ LEIA MAIS: Outras entrevistas conduzidas pelo jornalista Igor Miranda para a Rolling Stone Brasil<\/strong><br \/><strong>+++ Siga a Rolling Stone Brasil @rollingstonebrasil no Instagram<br \/>+++ Siga o jornalista Igor Miranda @igormirandasite no Instagram<\/strong><\/p>\n<\/div>\n<p><script async src=\"\/\/www.instagram.com\/embed.js\"><\/script><br \/>\n<br \/><br \/>\n<br \/>Fonte: <a href=\"https:\/\/rollingstone.com.br\/musica\/simone-simons-fala-a-rs-sobre-epica-no-brasil-aspiral-album-solo-e-fas-no-aeroporto\/\">rollingstone.com.br<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Simone Simons \u00e9 uma entrevistada de rara eloqu\u00eancia no mundo da m\u00fasica pesada. 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