{"id":40203,"date":"2025-08-27T14:18:30","date_gmt":"2025-08-27T17:18:30","guid":{"rendered":"https:\/\/mussicom.com\/helloween-fala-a-rs-sobre-giants-monsters-brasil-roland-grapow-e-ingo-schwichtenberg\/"},"modified":"2025-08-27T14:18:30","modified_gmt":"2025-08-27T17:18:30","slug":"helloween-fala-a-rs-sobre-giants-monsters-brasil-roland-grapow-e-ingo-schwichtenberg","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/mussicom.com\/noticias\/helloween-fala-a-rs-sobre-giants-monsters-brasil-roland-grapow-e-ingo-schwichtenberg\/","title":{"rendered":"Helloween fala \u00e0 RS sobre \u2018Giants &#038; Monsters\u2019, Brasil, Roland Grapow e Ingo Schwichtenberg"},"content":{"rendered":"<p> <br \/>\n<\/p>\n<div>\n<p>O segundo \u00e1lbum da forma\u00e7\u00e3o septeto do <strong>Helloween<\/strong> chega nesta sexta-feira, 29. <em><strong>Giants &amp; Monsters<\/strong><\/em> (pr\u00e9-save aqui) volta a trazer uma combina\u00e7\u00e3o de tr\u00eas vocalistas (<strong>Michael Kiske<\/strong>, <strong>Andi Deris<\/strong> e <strong>Kai Hansen<\/strong>) e tr\u00eas guitarristas (<strong>Michael Weikath<\/strong>, <strong>Sascha Gerstner<\/strong> e o pr\u00f3prio Hansen), al\u00e9m de <strong>Markus Grosskopf<\/strong> (baixo) e <strong>Daniel L\u00f6ble<\/strong> (bateria).<\/p>\n<p>Para contexto: a banda alem\u00e3 de power metal, seminal no desenvolvimento do subg\u00eanero citado, conta com sete integrantes porque Kiske e Hansen retornaram \u00e0 banda em 2016 ap\u00f3s d\u00e9cadas de afastamento, mas os remanescentes n\u00e3o demitiram Deris e Gerstner, que ocupavam suas vagas. Criou-se, assim, um \u201cmegazord\u201d da m\u00fasica pesada \u2014 algo incomum, pois quando ocorrem reconcilia\u00e7\u00f5es desse tipo, os \u201csubstitutos\u201d tendem a ser dispensados.<\/p>\n<p>Grosskopf, \u00fanico m\u00fasico ao lado de Weikath a participar de todas as forma\u00e7\u00f5es do Helloween, sente-se realizado com o novo disco, d\u00e9cimo s\u00e9timo da carreira do grupo alem\u00e3o de power metal. <em>\u201cOuvir essas m\u00fasicas me faz um homem feliz, fico feliz por ter feito isso\u201d<\/em>, reflete \u00e0 <strong>Rolling Stone Brasil<\/strong>. <em>\u201cSempre precisamos de muito tempo para compor, mas tudo vale a pena.\u201d<\/em><\/p>\n<p>Precisou, mesmo, de bastante tempo. Ainda em mar\u00e7o de 2023, Kiske contou que o trabalho em torno do novo disco havia se iniciado. Markus calcula aproximadamente um ano e meio de esfor\u00e7os entre composi\u00e7\u00e3o e grava\u00e7\u00e3o. O resultado \u00e9 um disco que tem a cara do Helloween, mas soa ligeiramente diverso: h\u00e1 menos composi\u00e7\u00f5es aceleradas tipicamente power e mais faixas cadenciadas, a exemplo do AOR mel\u00f3dico <strong>\u201cA Little is a Little Too Much\u201d<\/strong>, a balada\u00e7a <strong>\u201cInto the Sun\u201d<\/strong> (com direito a uso de piano) e a quase pop <strong>\u201cHand of God\u201d<\/strong>. Tr\u00eas composi\u00e7\u00f5es chegam a mais de seis minutos de dura\u00e7\u00e3o \u2014 <strong>\u201cGiants on the Run\u201d<\/strong>, <strong>\u201cUniverse (Gravity for Gods)\u201d<\/strong> e <strong>\u201cMajestic\u201d<\/strong> \u2014, mas as outras s\u00e3o mais curtinhas, girando em torno de tr\u00eas e quatro minutos.<\/p>\n<figure class=\"image\"><figcaption>Capa de Giants &amp; Monsters, novo \u00e1lbum do Helloween<\/figcaption><\/figure>\n<p>Grosskopf define <em><strong>Giants &amp; Monsters<\/strong><\/em> como \u201cum \u00f3timo \u00e1lbum de heavy rock\u201d, com certo receio de utilizar o termo \u201cmetal\u201d. <em>\u201c\u00c9 muito aberto e tem muita variedade: heavy rock, mas tem uma atitude pop rock e algumas can\u00e7\u00f5es longas, \u00e9picas ou progressivas\u201d<\/em>, elabora.<\/p>\n<p>Sua favorita \u00e9 justamente a mais longa: <strong>\u201cUniverse (Gravity for Gods)\u201d<\/strong>, com quase oito minutos e meio. <em>\u201cQuando gravo o baixo, nunca sei quem dos tr\u00eas vai cantar, pois decidem quando o instrumental est\u00e1 feito\u201d<\/em>, explica, antes de emendar: <em>\u201cMas quando ouvi essa m\u00fasica, desde o primeiro momento em que come\u00e7aram a cantar, fiquei arrepiado imediatamente. Quase chorei.\u201d<\/em><\/p>\n<p>N\u00e3o houve, segundo o baixista, uma discuss\u00e3o a respeito da sonoridade de <em><strong>Giants &amp; Monsters<\/strong><\/em>. O primeiro \u00e1lbum da forma\u00e7\u00e3o septeto, hom\u00f4nimo e lan\u00e7ado em 2021, n\u00e3o empolgou uma parcela do p\u00fablico que esperava uma paleta sonora mais variada: \u00e9 um disco acelerado, carregado e denso. O trabalho sucessor tem outra abordagem, mas Grosskopf garante: foi tudo natural. <em>\u201cApenas reunimos as ideias e discutimos quais vamos manter. Temos cinco ou seis compositores, ent\u00e3o \u00e9 muito material\u201d<\/em>, destaca.<\/p>\n<p>S\u00e3o sete integrantes, contudo. Michael Kiske segue sem oferecer composi\u00e7\u00f5es? Markus confirma. <em>\u201cFalamos que se ele tivesse algumas ideias, poderia apresent\u00e1-las, mas ele n\u00e3o as tinha. Disse que preferiu concentrar na performance das m\u00fasicas que j\u00e1 existem. Um grande gesto de sua parte\u201d<\/em>, explicou o baixista, talvez ciente de que na \u00e9poca de sua sa\u00edda em 1993, Kiske tinha fortes diverg\u00eancias criativas com os colegas.<\/p>\n<figure class=\"image\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"Helloween\" height=\"435\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/rollingstone.uol.com.br\/media\/uploads\/2025\/08\/helloween-2025-01-foto-mathias-bothor.jpg\" width=\"773\"\/><figcaption>Helloween &#8211; Foto: Mathias Bothor<\/figcaption><\/figure>\n<h3>Come to Brazil? Sure<\/h3>\n<p>H\u00e1 bandas que fazem mist\u00e9rio sobre quando retornar\u00e3o ao Brasil. Com o Helloween, isso n\u00e3o existe. Como \u00e9 certo que toda turn\u00ea passar\u00e1 por aqui, os alem\u00e3es j\u00e1 adiantaram, ainda em novembro do ano passado, que a pr\u00f3xima visita aconteceria em 2026.<\/p>\n<p>Markus Grosskopf diz que n\u00e3o pode revelar as cidades, pois <em>\u201cos empres\u00e1rios v\u00e3o definir onde me colocar\u00e3o para beber cerveja com voc\u00eas\u201d<\/em>. Mas ao menos garante que acontecer\u00e1 entre mar\u00e7o e abril. Os ensaios para a turn\u00ea j\u00e1 come\u00e7aram e o repert\u00f3rio deve ter aproximadamente duas horas e 15 minutos.<\/p>\n<p>Ser\u00e1 a 13\u00aa excurs\u00e3o nacional do Helloween, que segue tendo forte demanda por aqui \u2014 n\u00e3o \u00e0 toa, nosso pa\u00eds \u00e9 o quinto que mais recebeu seus shows, atr\u00e1s somente da terra natal Alemanha, Estados Unidos, Jap\u00e3o e Espanha. <em>\u201cOs brasileiros sabem como mostrar suas emo\u00e7\u00f5es\u201d<\/em>, reflete o baixista. <em>\u201c\u00c0s vezes, os f\u00e3s da\u00ed cantam nossas m\u00fasicas todos juntos no local do show antes mesmo de estarmos no palco! Ficamos arrepiados nos bastidores. Quando entramos no palco, alguns na plateia chegam a chorar. Ent\u00e3o, se voc\u00ea tem tanta energia, voc\u00ea d\u00e1 muita energia de volta, \u00e9 claro.\u201d<\/em><\/p>\n<figure class=\"image\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"Helloween\" height=\"435\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/rollingstone.uol.com.br\/media\/uploads\/2025\/08\/helloween-2025-02-foto-mathias-bothor.jpg\" width=\"773\"\/><figcaption>Helloween &#8211; Foto: Mathias Bothor<\/figcaption><\/figure>\n<p>A visita mais recente ocorreu h\u00e1 dois anos, durante o festival <strong>Monsters of Rock<\/strong>, em S\u00e3o Paulo. Eles tamb\u00e9m tocaram em Ribeir\u00e3o Preto (pela primeira vez na carreira) e Curitiba, mas as lembran\u00e7as mais v\u00edvidas s\u00e3o do evento paulistano, que contou ainda com <strong>Kiss<\/strong>, <strong>Scorpions<\/strong>, <strong>Deep Purple<\/strong>, entre outros. Markus se recorda de um acontecimento daquele dia 22 de abril de 2023:<\/p>\n<blockquote class=\"citacao\"><p><em>\u201c<strong>Roger Glover<\/strong> [baixista do Deep Purple] estava do lado do palco me assistindo tocar baixo. Fiquei impressionado. Pensava: &#8216;meu Deus, n\u00e3o coloque uma nota errada no meu baixo, pois o mestre est\u00e1 assistindo!&#8217;. Na vez do Deep Purple, eu fiquei do lado do palco. Durante o solo de teclado de <strong>Don Airey<\/strong>, Roger veio a mim. Falei que assistir a eles era a ess\u00eancia da m\u00fasica rock. E n\u00f3s t\u00ednhamos algumas similaridades. Como eu, ele deixa no palco uma caixa de gelo com cerveja. Ele me ofereceu uma cerveja e \u00e9 claro que aceitei. Depois de todos esses anos o assistindo, de repente o cara me traz uma cerveja gelada.\u201d<\/em><\/p><\/blockquote>\n<h3>Exclu\u00eddo da festa?<\/h3>\n<p>Festa boa \u00e9 aquela em que sempre cabe mais um. Por isso, desde os an\u00fancios das voltas de Michael Kiske e Kai Hansen, uma parcela de f\u00e3s de Helloween pede, tamb\u00e9m, a reconcilia\u00e7\u00e3o e reintegra\u00e7\u00e3o de outro ex-integrante: <strong>Roland Grapow<\/strong>, guitarrista entre 1989 e 2001 e importante membro da reconstru\u00e7\u00e3o ap\u00f3s as sa\u00eddas de Kai Hansen (a quem substituiu) e Michael Kiske.<\/p>\n<figure class=\"image\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"Roland Grapow em show com o Helloween em 1989\" height=\"435\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/rollingstone.uol.com.br\/media\/uploads\/2025\/08\/roland-grapow-helloween-1989-foto-michael-uhll-redferns.jpg\" width=\"773\"\/><figcaption>Roland Grapow em show com o Helloween em 1989 &#8211; Foto: Michael Uhll \/ Redferns<\/figcaption><\/figure>\n<p>A rela\u00e7\u00e3o entre Grapow e os ex-colegas, contudo, n\u00e3o se mostrou das melhores nos \u00faltimos anos. Chegou ao ponto de Andi Deris ter acusado o guitarrista de trai\u00e7\u00e3o e roubo financeiro antes do rompimento na virada do s\u00e9culo. Em 2023, Roland rebateu diretamente as declara\u00e7\u00f5es negando ter cometido qualquer ato ilegal ou imoral.<\/p>\n<p>No in\u00edcio deste m\u00eas de agosto, a situa\u00e7\u00e3o teve uma reviravolta. Do nada, a p\u00e1gina oficial do Helloween no Instagram publicou um comunicado em que diz:<\/p>\n<blockquote class=\"citacao\"><p><em>\u201cRecentemente, Roland Grapow foi mencionado em algumas entrevistas em um contexto incorreto. Gostar\u00edamos de esclarecer: a banda Helloween n\u00e3o tem nenhuma acusa\u00e7\u00e3o contra Roland. Roland foi demitido da banda em 2001 devido a diferen\u00e7as musicais e pessoais, embora a separa\u00e7\u00e3o tenha sido amig\u00e1vel.\u201d<\/em><\/p><\/blockquote>\n<p>As entrevistas em quest\u00e3o n\u00e3o foram citadas no post. Perguntado sobre o assunto, Markus Grosskopf disse n\u00e3o fazer ideia do que se tratava, mas reconheceu a exist\u00eancia de \u201calguma incompreens\u00e3o aqui e ali\u201d.<\/p>\n<blockquote class=\"citacao\"><p><em>\u201cEstive conversando com Roland e ele falou com os empres\u00e1rios. Espero que esteja tudo claro agora. N\u00e3o queremos fazer mal a ele ou a qualquer outra pessoa. Acho que vai ficar tudo bem. Esclarecemos essa incompreens\u00e3o apenas conversando um com o outro. N\u00e3o nos encontramos pessoalmente porque est\u00e1vamos ensaiando, mas converso com ele. Desejo a ele toda a sorte com seus trabalhos \u2014 ele ainda \u00e9 um \u00f3timo guitarrista e compositor.\u201d<\/em><\/p><\/blockquote>\n<p>Se est\u00e1 tudo na boa, agora sim h\u00e1 chances de pelo menos uma participa\u00e7\u00e3o de Roland em est\u00fadio ou em show, correto? Markus desconversa:<\/p>\n<blockquote class=\"citacao\"><p><em>\u201cN\u00e3o h\u00e1 nada planejado assim, mas n\u00e3o sei o que o futuro traz. O que for, n\u00e3o sei ainda. N\u00e3o h\u00e1 planos agora, mas o futuro est\u00e1 em frente e qualquer coisa pode acontecer.\u201d<\/em><\/p><\/blockquote>\n<h3>Helloween, 40 anos<\/h3>\n<p>Neste momento, o Helloween celebra quatro d\u00e9cadas de hist\u00f3ria. A banda foi fundada em 1984 na cidade alem\u00e3 de Hamburgo e lan\u00e7ou seu primeiro trabalho, Walls of Jericho, em 1985. <em>\u201cNunca pensei que isso iria governar minha vida at\u00e9 o momento em que eu estivesse no caix\u00e3o\u201d<\/em>, admite Markus Grosskopf. <em>\u201cMas tornou-se minha vida, minha mente, minha alma. E isso \u00e9 \u00f3timo. Somos privilegiados e gratos pelos f\u00e3s.\u201d<\/em><\/p>\n<p>Foi, sem d\u00favidas, uma trajet\u00f3ria de altos e baixos. E a pior \u00e9poca, segundo o baixista, foi descobrir que o baterista original, <strong>Ingo Schwichtenberg<\/strong>, havia tirado a pr\u00f3pria vida em 8 de mar\u00e7o de 1995, dois anos ap\u00f3s sua demiss\u00e3o do grupo e um m\u00eas depois de perder o pai. Ingo sofria de esquizofrenia e enfrentava a depend\u00eancia qu\u00edmica. Grosskopf lamenta:<\/p>\n<blockquote class=\"citacao\"><p><em>\u201cFoi realmente pesado, porque \u00e9ramos muito jovens e nunca tivemos isso antes. N\u00e3o sab\u00edamos como reagir, se ir\u00edamos fazer as coisas certo ou n\u00e3o. Fomos aos psic\u00f3logos e os trouxemos para os m\u00e9dicos e tudo isso, porque ele precisava de ajuda profissional. Ouvir sobre seu falecimento foi a \u00e9poca mais dif\u00edcil at\u00e9 hoje.\u201d<\/em><\/p><\/blockquote>\n<figure class=\"image\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"Helloween em 1987; Ingo Schwichtenberg \u00e9 o 4\u00ba da esquerda para a direita\" height=\"435\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/rollingstone.uol.com.br\/media\/uploads\/2025\/08\/helloween-1987-foto-paul-natkin-getty-images.jpg\" width=\"773\"\/><figcaption>Helloween em 1987; Ingo Schwichtenberg, de regata azul, \u00e9 o 4\u00ba da esquerda para a direita &#8211; Foto: Paul Natkin \/ Getty Images<\/figcaption><\/figure>\n<p>E o melhor momento? Numa carreira de v\u00e1rios trunfos, fica dif\u00edcil destacar apenas um per\u00edodo de destaque. Se o baixista n\u00e3o escolhe, o jornalista indica: os retornos de Michael Kiske e Kai Hansen \u2014 sem demitir Andi Deris e Sascha Gerstner \u2014, sacramentados h\u00e1 quase 10 anos. Sobre isso, Markus comenta:<\/p>\n<blockquote class=\"citacao\"><p><em>\u201cAcho que o c\u00edrculo se fechou com as voltas deles, sabe? \u00c9 onde tudo come\u00e7ou. Mas voc\u00ea tem a progress\u00e3o de Helloween sem os dois, com Sascha e Andi. Tivemos a ideia de trazer os caras antigos de volta, mas pensamos: por que mudar um time t\u00e3o bom? Andi e Sascha criaram m\u00fasicas incr\u00edveis. Eles continuaram com a gente, passaram muito tempo de vida conosco. Por que tirar duas pessoas incr\u00edveis s\u00f3 para trazer mais duas pessoas incr\u00edveis? Ent\u00e3o, pensamos: por que n\u00e3o manter todos os craques e criar um grande c\u00edrculo de Helloween? Est\u00e1 indo muito bem. Poucas bandas fazem desse jeito.\u201d<\/em><\/p><\/blockquote>\n<p><strong>+++ LEIA MAIS: Deftones fala \u00e0 RS sobre \u2018Private Music\u2019, momento atual, Brasil e \u2018Eros\u2019<br \/>+++ LEIA MAIS: Roy Khan fala \u00e0 RS sobre show revisitando Kamelot em SP, Edu Falaschi e futuro<br \/>+++ LEIA MAIS: Auri fala \u00e0 RS sobre novo \u00e1lbum \u2018Candles &amp; Beginnings\u2019, Nightwish e clima \u2018sem egos\u2019<br \/>+++ LEIA MAIS: Outras entrevistas conduzidas pelo jornalista Igor Miranda para a Rolling Stone Brasil<\/strong><br \/><strong>+++ Siga a Rolling Stone Brasil @rollingstonebrasil no Instagram<br \/>+++ Siga o jornalista Igor Miranda @igormirandasite no Instagram<\/strong><\/p>\n<\/div>\n<p><script async src=\"\/\/www.instagram.com\/embed.js\"><\/script><br \/>\n<br \/><br \/>\n<br \/>Fonte: <a href=\"https:\/\/rollingstone.com.br\/musica\/helloween-fala-a-rs-sobre-giants-monsters-brasil-roland-grapow-e-ingo-schwichtenberg\/\">rollingstone.com.br<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O segundo \u00e1lbum da forma\u00e7\u00e3o septeto do Helloween chega nesta sexta-feira, 29. 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