{"id":38462,"date":"2025-08-20T10:24:07","date_gmt":"2025-08-20T13:24:07","guid":{"rendered":"https:\/\/mussicom.com\/o-trabalho-da-ong-visao-mundial-pelas-criancas-indigenas\/"},"modified":"2025-08-20T10:24:07","modified_gmt":"2025-08-20T13:24:07","slug":"o-trabalho-da-ong-visao-mundial-pelas-criancas-indigenas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/mussicom.com\/noticias\/o-trabalho-da-ong-visao-mundial-pelas-criancas-indigenas\/","title":{"rendered":"o trabalho da ONG Vis\u00e3o Mundial pelas crian\u00e7as ind\u00edgenas"},"content":{"rendered":"<p> <br \/>\n<\/p>\n<div>\n<p>A\u00a0<strong>ONG Vis\u00e3o Mundial<\/strong>, com 50 anos de atua\u00e7\u00e3o no Brasil e 75 no mundo, atua em diversas fronteiras, incluindo a Amaz\u00f4nia. Um projeto na comunidade ind\u00edgena\u00a0<strong>Ticuna<\/strong>\u00a0da comunidade Umaria\u00e7u, na Tr\u00edplice Fronteira (Brasil, Col\u00f4mbia e Peru), destaca a realidade de crian\u00e7as ind\u00edgenas em situa\u00e7\u00e3o de\u00a0<strong>vulnerabilidade extrema<\/strong>.<\/p>\n<p>Em entrevista exclusiva, a presidente do conselho da Vis\u00e3o Mundial,\u00a0<strong>Silvana Bezerra Magalh\u00e3es<\/strong>, relata casos comoventes. Entre eles, o de um menino de 5 anos que chorava diariamente por\u00a0<strong>ficar sozinho em casa<\/strong>\u00a0ap\u00f3s o suic\u00eddio do pai. Como volunt\u00e1ria, conta que um dos casos mais impactantes foi o de um garoto que, aos 10 anos, tirou a pr\u00f3pria vida ap\u00f3s\u00a0 sofrer abuso sexual. Em uma carta, ele relata o peso de continuar vivendo com aquela \u2018desonra\u2019.<\/p>\n<blockquote class=\"citacao\"><p><em>\u201cQuem mais sofre s\u00e3o as crian\u00e7as, porque elas n\u00e3o s\u00e3o vistas, elas t\u00e3o, n\u00e9? E a Vis\u00e3o Mundial olha para quem ningu\u00e9m v\u00ea. Ent\u00e3o eu fui para Pacaraima e eu conheci os projetos, eu conheci algumas hist\u00f3rias.\u00a0 A<\/em><em>qui eu posso contar a hist\u00f3ria daquela pessoa que n\u00e3o teve voz\u201d.<\/em><\/p><\/blockquote>\n<h2>ONG Vis\u00e3o Mundial completa 50 anos no Brasil<\/h2>\n<p>A falta de perspectiva, sa\u00fade mental prec\u00e1ria e o impacto cultural contribuem para essa realidade. Assim, a ONG re\u00fane recursos para oferecer um espa\u00e7o de esperan\u00e7a, onde as crian\u00e7as possam brincar, aprender e se sentir seguras.\u00a0<em>\u201cUma educadora Ticuna d\u00e1 aula de portugu\u00eas para 150 crian\u00e7as, simultaneamente, em uma igreja, com apoio limitado. A ONG est\u00e1 chegando para auxiliar com recursos e pessoal, buscando suprir a falta de infraestrutura, como uma quadra e biblioteca, sonhos das pr\u00f3prias crian\u00e7as\u201d<\/em>, afirma.<span class=\"M5tQyf\"\/><\/p>\n<p>Al\u00e9m dessa comunidade, outro caso relatado por Silvana aborda o drama de<strong>\u00a0Maria<\/strong>, uma migrante que fugia das condi\u00e7\u00f5es de pobreza da Venezuela para a Col\u00f4mbia, com um beb\u00ea no colo. Por um m\u00eas, caminhou, incansavelmente, com outras mulheres,\u00a0 por estradas e florestas. As condi\u00e7\u00f5es eram as piores poss\u00edveis. Ao perceber que o beb\u00ea faleceu, a caminhada para uma vida nova perdeu o sentido. E sua vida, tamb\u00e9m.<\/p>\n<p><em>\u201cEu n\u00e3o consigo imaginar um um beb\u00ea um m\u00eas dormindo ao relento\u2026 E as mulheres estavam muito impactadas, porque no desespero, essa mo\u00e7a se joga de uma ponte com esse beb\u00ea morto.\u00a0 E quando eu ouvi isso, eu falei:\u00a0<strong>Nenhuma Maria mais pode pode morrer. Nenhum beb\u00ea pode morrer no colo de nenhuma Maria\u201d<\/strong>.<\/em><\/p>\n<p><span class=\"M5tQyf\">Para saber mais sobre os projetos e se tornar doador, basta acessar a\u00a0p\u00e1gina da ONG. Abaixo, voc\u00ea confere a entrevista completa.<\/span><\/p>\n<p><iframe title=\"SILVANA BEZERRA DETALHA TRABALHO DA VIS\u00c3O MUNDIAL COM PESSOAS EM SITUA\u00c7\u00c3O DE VULNERABILIDADE EXTREMA\" width=\"800\" height=\"450\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/cAfbt5rqYXk?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><strong>LEIA A MAT\u00c9RIA ORIGINAL EM:<\/strong>A hist\u00f3ria de quem n\u00e3o tem voz: o trabalho da ONG Vis\u00e3o Mundial pelas crian\u00e7as ind\u00edgenas<\/p>\n<\/div>\n<p><br \/>\n<br \/>Fonte: <a href=\"https:\/\/rollingstone.com.br\/noticia\/a-historia-de-quem-nao-tem-voz-o-trabalho-da-ong-visao-mundial-pelas-criancas-indigenas\/\">rollingstone.com.br<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A\u00a0ONG Vis\u00e3o Mundial, com 50 anos de atua\u00e7\u00e3o no Brasil e 75 no mundo, atua em diversas fronteiras, incluindo a Amaz\u00f4nia. Um projeto na comunidade ind\u00edgena\u00a0Ticuna\u00a0da comunidade Umaria\u00e7u, na Tr\u00edplice Fronteira (Brasil, Col\u00f4mbia e Peru), destaca a realidade de crian\u00e7as ind\u00edgenas em situa\u00e7\u00e3o de\u00a0vulnerabilidade extrema. Em entrevista exclusiva, a presidente do conselho da Vis\u00e3o Mundial,\u00a0Silvana [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":5,"featured_media":38463,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_seopress_robots_primary_cat":"","_seopress_titles_title":"","_seopress_titles_desc":"","_seopress_robots_index":"","footnotes":""},"categories":[51],"tags":[],"class_list":["post-38462","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-musica"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/mussicom.com\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/38462","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/mussicom.com\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/mussicom.com\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/mussicom.com\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/users\/5"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/mussicom.com\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=38462"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/mussicom.com\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/38462\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/mussicom.com\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/media\/38463"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/mussicom.com\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=38462"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/mussicom.com\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=38462"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/mussicom.com\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=38462"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}