{"id":36790,"date":"2025-08-13T14:30:27","date_gmt":"2025-08-13T17:30:27","guid":{"rendered":"https:\/\/mussicom.com\/fiz-o-que-os-beatles-fizeram-mas-sozinho\/"},"modified":"2025-08-13T14:30:27","modified_gmt":"2025-08-13T17:30:27","slug":"fiz-o-que-os-beatles-fizeram-mas-sozinho","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/mussicom.com\/noticias\/fiz-o-que-os-beatles-fizeram-mas-sozinho\/","title":{"rendered":"\u2018fiz o que os Beatles fizeram, mas sozinho\u2019"},"content":{"rendered":"<p> <br \/>\n<\/p>\n<div>\n<p><em>\u201cEu sabia que tinha feito algo extraordin\u00e1rio\u201d<\/em>, diz <strong>John Fogerty<\/strong> sobre seus anos com o <strong>Creedence Clearwater Revival<\/strong> no novo epis\u00f3dio do podcast Rolling Stone Music Now. <em>\u201cDe certa forma, eu fiz o que os Beatles fizeram, mas fiz tudo sozinho. N\u00e3o tinha dois outros caras para compor m\u00fasicas comigo.\u201d<\/em><\/p>\n<p>Para seu novo \u00e1lbum, <em><strong>Legacy: the Creedence Clearwater Revival Years<\/strong><\/em>, de 22 de agosto, Fogerty regravou cl\u00e1ssicos (de <strong>\u201cBorn on the Bayou\u201d<\/strong> a <strong>\u201cHave You Ever Seen the Rain\u201d<\/strong>) com seus filhos Shane e Tyler se juntando \u00e0s sess\u00f5es. Em nossa nova entrevista em podcast, Fogerty mergulha nas ra\u00edzes do Creedence, faz alguns elogios aos seus ex-companheiros de banda e muito mais. Para ouvir o epis\u00f3dio completo (em ingl\u00eas), acesse o provedor de podcast de sua prefer\u00eancia ou ou\u00e7a no Apple Podcasts ou Spotify.<\/p>\n<p><iframe allowfullscreen=\"allowfullscreen\" data-testid=\"embed-iframe\" frameborder=\"0\" height=\"352\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/open.spotify.com\/embed\/episode\/5lX6rjYpLKiNMTOyXqk6Pk?utm_source=generator\" style=\"border-radius: 12px;\" width=\"100%\"><\/iframe><\/p>\n<p>Alguns destaques a seguir:<\/p>\n<p><strong>Fogerty est\u00e1 feliz que seu amigo Bruce Springsteen tenha se manifestado contra Trump e acha que o presidente cometeu um erro t\u00e1tico que at\u00e9 Richard Nixon teria evitado ao cham\u00e1-lo pelo nome.<\/strong><em>&#8220;Estou muito orgulhoso de Bruce por simplesmente defender seus valores e n\u00e3o ter medo de express\u00e1-los. Mesmo sendo muito parecidos, o presidente Nixon teria percebido que n\u00e3o deveria dar publicidade ao outro lado reconhecendo e falando sobre isso. Porque voc\u00ea s\u00f3 torna a coisa mais famosa quando faz isso.&#8221;<\/em><\/p>\n<p><strong>Fogerty n\u00e3o se impressiona muito com a m\u00fasica da IA, mesmo que bandas falsas como Velvet Sundown tentem um som vagamente parecido com o do Creedence.<\/strong><em>&#8220;Tudo isso \u00e9 m\u00fasica de elevador. Tudo isso. Aquele elevador pode subir muito mais andares que o Empire State Building, e ainda assim seria apenas m\u00fasica de elevador. \u00c9 uma m\u00e1quina. \u00c9 criada artificialmente, falsamente, e pelos motivos errados. N\u00e3o h\u00e1 ang\u00fastia de verdade. N\u00e3o h\u00e1 experi\u00eancia real ali, ent\u00e3o \u00e9 claro que eu n\u00e3o gosto.\u201d<\/em><\/p>\n<p><strong>O som pantanoso da guitarra destacado em \u201cBorn on the Bayou\u201d era a vers\u00e3o de Fogerty do tremolo que o guitarrista do Staples Singers, Pops Staples, usava.<\/strong><em>\u201cEsse era o som muito incomum do Pops. Acho que o primeiro disco de que me lembro foi <strong>Uncloudy Day<\/strong> [de 1956]. Eu usava vibrato misturado com tremolo [em um amplificador Kustom], e esse era o efeito matador.\u201d<\/em><\/p>\n<p><strong>Mesmo depois de d\u00e9cadas de desaven\u00e7as, Fogerty reconhece a qu\u00edmica \u00fanica da forma\u00e7\u00e3o original do CCR.<\/strong><em>\u201cEssas s\u00e3o as quatro pessoas que fizeram aqueles discos. E isso n\u00e3o se repetiu na hist\u00f3ria. Ent\u00e3o, obviamente, esses quatro seres humanos s\u00e3o seres humanos \u00fanicos. Eu ainda dou muito cr\u00e9dito \u00e0 sensa\u00e7\u00e3o de algo como <strong>\u2018Proud Mary\u2019<\/strong> ou <strong>\u2018Born on the Bayou\u2019<\/strong>. E h\u00e1 mist\u00e9rio nisso \u2014 h\u00e1 uma aura ou ingrediente misterioso que eu n\u00e3o vou ficar aqui sentado dizendo que estava no meu bolso.\u201d<\/em><\/p>\n<p><strong>A incr\u00edvel produ\u00e7\u00e3o de Fogerty em 1969 \u2014 o ano em que o Creedence lan\u00e7ou tr\u00eas \u00e1lbuns cl\u00e1ssicos \u2014 veio do desespero.<\/strong><em>\u201cEu disse: bem, basicamente agora sou um artista de um sucesso s\u00f3 [em refer\u00eancia ao sucesso da releitura <strong>\u2018Suzie Q\u2019<\/strong>. E eu tamb\u00e9m percebi: \u2018Demoramos tanto para chegar aqui. Agora voc\u00ea s\u00f3 tem cinco minutos para dar o pr\u00f3ximo passo, porque os holofotes v\u00e3o se voltar para o <strong>Led Zeppelin<\/strong> ou algu\u00e9m assim. Vai acabar para voc\u00ea se n\u00e3o inventar algo agora\u2019.\u201d<\/em><\/p>\n<p><strong>+++ LEIA MAIS: O hit do Creedence que deixa John Fogerty insatisfeito at\u00e9 hoje<br \/>+++ LEIA MAIS: O surpreendente significado de \u201cHave You Ever Seen the Rain\u201d, do Creedence Clearwater Revival<\/strong><br \/><strong>+++ LEIA MAIS: De &#8216;Blowin\u2019 in the Wind&#8217; a &#8216;Spanish Bombs&#8217;: relembre 5 m\u00fasicas marcadas como oposi\u00e7\u00e3o \u00e0 guerras<\/strong><br \/><strong>+++ LEIA MAIS: F\u00e3 de Creedence marca o logotipo da banda com ferro quente<\/strong><\/p>\n<\/div>\n<p><br \/>\n<br \/>Fonte: <a href=\"https:\/\/rollingstone.com.br\/musica\/john-fogerty-sobre-creedence-fiz-o-que-os-beatles-fizeram-mas-sozinho\/\">rollingstone.com.br<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u201cEu sabia que tinha feito algo extraordin\u00e1rio\u201d, diz John Fogerty sobre seus anos com o Creedence Clearwater Revival no novo epis\u00f3dio do podcast Rolling Stone Music Now. \u201cDe certa forma, eu fiz o que os Beatles fizeram, mas fiz tudo sozinho. 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