{"id":34959,"date":"2025-08-05T08:33:15","date_gmt":"2025-08-05T11:33:15","guid":{"rendered":"https:\/\/mussicom.com\/como-o-criticado-lars-ulrich-influenciou-o-virtuoso-mike-portnoy\/"},"modified":"2025-08-05T08:33:15","modified_gmt":"2025-08-05T11:33:15","slug":"como-o-criticado-lars-ulrich-influenciou-o-virtuoso-mike-portnoy","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/mussicom.com\/noticias\/como-o-criticado-lars-ulrich-influenciou-o-virtuoso-mike-portnoy\/","title":{"rendered":"Como o criticado Lars Ulrich influenciou o virtuoso Mike Portnoy"},"content":{"rendered":"<p> <br \/>\n<\/p>\n<div>\n<p><strong>Dave Lombardo<\/strong>, <strong>Iggor Cavalera<\/strong>, <strong>Gene Hoglan<\/strong>, <strong>Charlie Benante<\/strong>&#8230; mesmo se considerado apenas o \u00e2mbito do thrash metal, diversos bateristas est\u00e3o \u00e0 frente de <strong>Lars Ulrich<\/strong>, tecnicamente falando.<\/p>\n<p>Apesar disso, curiosamente o cofundador do <strong>Metallica<\/strong> serviu como grande influ\u00eancia para um m\u00fasico conhecido por suas habilidades quase infinitas no instrumento: <strong>Mike Portnoy<\/strong>, o virtuoso baterista do <strong>Dream Theater<\/strong>.<\/p>\n<p>O pr\u00f3prio Portnoy admite que tal admira\u00e7\u00e3o pode soar surpreendente, mas explicou seu ponto de vista ao participar do canal <strong>El Estepario Siberiano<\/strong>, no <strong>Youtube<\/strong>, (via <strong>Music Radar<\/strong>):<\/p>\n<blockquote class=\"citacao\"><p><em>&#8220;Lars Ulrich (do <strong>Metallica<\/strong>), acredite ou n\u00e3o, foi uma grande influ\u00eancia para mim. E muitas pessoas o criticam por sua t\u00e9cnica e tudo mais, mas, para mim, ele foi uma influ\u00eancia porque era mais do que apenas bateria.&#8221;<\/em><\/p><\/blockquote>\n<figure class=\"image\"><figcaption>Lars Ulrich, do Metallica, em 2025 &#8211; Foto: Steve Jennings \/ Getty Images<\/figcaption><\/figure>\n<p>Portnoy complementa:<\/p>\n<blockquote class=\"citacao\"><p><em>&#8220;Ele era o l\u00edder da banda, escrevia o repert\u00f3rio, cuidava dos f\u00e3-clubes e do merchandising, al\u00e9m de coproduzir os \u00e1lbuns e coescrever as m\u00fasicas. Para mim, ele era um exemplo a ser seguido.&#8221;<\/em><\/p><\/blockquote>\n<h3>Lars Ulrich e Neil Peart<\/h3>\n<p>O baterista do <strong>Dream Theater<\/strong> cita o saudoso <strong>Neil Peart<\/strong>, do <strong>Rush<\/strong>, para fazer um paralelo sobre a import\u00e2ncia de Lars Ulrich ao <strong>Metallica<\/strong>:<\/p>\n<blockquote class=\"citacao\"><p><em>&#8220;Mais do que apenas a bateria, sua personalidade e sua presen\u00e7a foram fundamentais para o sucesso do <strong>Metallica<\/strong>. Para mim, isso era o mais importante. E Neil Peart tamb\u00e9m \u2013 Neil n\u00e3o era apenas o baterista; ele era o letrista e supervisionava a arte. Ent\u00e3o, s\u00e3o bateristas assim, que fazem mais do que apenas tocar bateria. Esses s\u00e3o meus modelos.&#8221;<\/em><\/p><\/blockquote>\n<h3>Mike Portnoy exalta o trabalho do \u00eddolo<\/h3>\n<p>Mesmo em termos estritamente musicais, Mike Portnoy ressalta as virtudes de Lars Ulrich. Segundo o baterista do <strong>Dream Theater<\/strong>, o colega pode n\u00e3o ser necessariamente brilhante no aspecto t\u00e9cnico, mas contribuiu para o surgimento de uma nova forma de se tocar bateria dentro da m\u00fasica pesada:<\/p>\n<blockquote class=\"citacao\"><p><em>&#8220;Lars foi um pioneiro no estilo de m\u00fasica que o <strong>Metallica<\/strong> toca. Quando eles surgiram em 1983, isso mudou o jogo.&#8221;<\/em><\/p><\/blockquote>\n<p>Portnoy conclui exaltando os quatro primeiros \u00e1lbuns do <strong>Metallica<\/strong> &#8211; <em><strong>Kill &#8216;em All <\/strong><\/em>(1983), <em><strong>Ride the Lightning <\/strong><\/em>(1984), <em><strong>Master of Puppets<\/strong><\/em> (1986) e <em><strong>&#8230;And Justice For All<\/strong><\/em> (1988) &#8211; como verdadeiros pilares do metal:<\/p>\n<blockquote class=\"citacao\"><p><em>&#8220;Eles estavam inventando um estilo musical inteiro, e ele estava na vanguarda disso. Ent\u00e3o, temos que dar cr\u00e9dito a ele por isso. E naqueles quatro primeiros \u00e1lbuns, a bateria dele era muito progressiva \u2014 muito agressiva e progressiva. Foi s\u00f3 com o <strong>Black Album<\/strong> (1991) que ele come\u00e7ou a diminuir um pouco o ritmo, mas nesses quatro primeiros \u00e1lbuns eu aprendi muito sobre bateria de metal.&#8221;<\/em><\/p><\/blockquote>\n<p><strong>+++ LEIA MAIS: A forte reflex\u00e3o de James Hetfield sobre seus momentos mais dif\u00edceis<\/strong><br \/><strong>+++ LEIA MAIS: O que pensa Dave Lombardo (ex-Slayer) sobre cr\u00edticas a Lars Ulrich (Metallica)<\/strong><br \/><strong>+++ LEIA MAIS: A foto do Metallica que tem sido alvo de piadas dos f\u00e3s nas redes<\/strong><\/p>\n<\/div>\n<p><br \/>\n<br \/>Fonte: <a href=\"https:\/\/rollingstone.com.br\/musica\/como-o-criticado-lars-ulrich-influenciou-o-virtuoso-mike-portnoy\/\">rollingstone.com.br<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Dave Lombardo, Iggor Cavalera, Gene Hoglan, Charlie Benante&#8230; mesmo se considerado apenas o \u00e2mbito do thrash metal, diversos bateristas est\u00e3o \u00e0 frente de Lars Ulrich, tecnicamente falando. 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