{"id":34485,"date":"2025-08-02T07:08:35","date_gmt":"2025-08-02T10:08:35","guid":{"rendered":"https:\/\/mussicom.com\/boom-bap-nunca-deixou-de-existir-e-so-procurar-que-ele-ta-la\/"},"modified":"2025-08-02T07:08:35","modified_gmt":"2025-08-02T10:08:35","slug":"boom-bap-nunca-deixou-de-existir-e-so-procurar-que-ele-ta-la","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/mussicom.com\/noticias\/boom-bap-nunca-deixou-de-existir-e-so-procurar-que-ele-ta-la\/","title":{"rendered":"&#8216;Boom bap nunca deixou de existir. \u00c9 s\u00f3 procurar que ele t\u00e1 l\u00e1&#8217;"},"content":{"rendered":"<p> <br \/>\n<\/p>\n<div>\n<p>&#8220;<em>S\u00f3 beat pesado, boom bap me amarro \/ Levando minha filha pra escola no carro \/ Reflito, fico pensando como \u00e9 bom estar viva \/ Mantendo meu legado, deixando a mente ativa<\/em>&#8220;, rima <strong>Kmila CDD<\/strong> em &#8220;<strong>Jogo Passageiro<\/strong>&#8220;, terceira faixa do segundo disco de est\u00fadio da celebrada carreira, intitulado <em><strong>Quebra-Cabe\u00e7a<\/strong><\/em>.<\/p>\n<p><iframe allowfullscreen=\"allowfullscreen\" data-testid=\"embed-iframe\" frameborder=\"0\" height=\"352\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/open.spotify.com\/embed\/album\/76ApD6aQLhmB9txcrISCiq?utm_source=generator\" style=\"border-radius: 12px;\" width=\"100%\"><\/iframe><\/p>\n<p>Ao longo das tr\u00eas faixas, guiadas pela intensidade que o boom bap, subg\u00eanero do hip hop, pode fornecer, que contam com colabora\u00e7\u00f5es de <strong>Tasha &amp; Tracie<\/strong>, <strong>Cynthia Luz<\/strong>, <strong>Iza Sabino<\/strong> e <strong>DK47<\/strong> (al\u00e9m do produtor <strong>Daniel Shadow<\/strong>), a artista e irm\u00e3 de <strong>MV Bill<\/strong> canta sobre autoestima, legado, vida perif\u00e9rica e reflex\u00f5es sobre a vida pessoal e art\u00edstica. Um prato cheio para todo e qualquer f\u00e3 de rap.<\/p>\n<p>Lan\u00e7ado nesta sexta, 1\u00ba de agosto, <em><strong>Quebra-Cabe\u00e7a<\/strong><\/em> chega ao mundo oito anos ap\u00f3s <em><strong>Preta Cabulosa<\/strong><\/em> (2017), disco de estreia de <strong>Kmila CDD<\/strong>. \u00c9 um intervalo significativo, mas n\u00e3o significa que a rapper ficou parada durante esse tempo. &#8220;Fiz alguns shows, fui m\u00e3e (uma das coisas mais importantes da minha vida), teve uma pandemia tamb\u00e9m que fez com que tudo parasse&#8221;, relembrou durante entrevista \u00e0 <em><strong>Rolling Stone Brasil<\/strong><\/em>. &#8220;Mas foi no meio dessa pandemia que vi a for\u00e7a da minha voz, do meu trabalho&#8221;.<\/p>\n<blockquote class=\"citacao\"><p>Ver &#8216;<strong>Estilo vagabundo 3<\/strong>&#8216; pular de 2 para 13 milh\u00f5es de visualiza\u00e7\u00f5es, isso no meio da pandemia, foi muito gratificante. Ali eu percebi que minha voz continua ecoando na cabe\u00e7a e na vida das pessoas.<\/p><\/blockquote>\n<h2>E o boom bap, hein?<\/h2>\n<p>Nos Estados Unidos, a rapper estadunidense <strong>Doechii<\/strong> fez sucesso mundial com a mixtape <em><strong>Alligator Bites Never Heal<\/strong><\/em> (2024), que possui forte influ\u00eancia do boom bap, que come\u00e7ou a ser debatido e ouvido em grande escala. Vale destacar os nove volumes de &#8220;<strong>Return of the Boom Bap<\/strong>&#8220;, do canal de YouTube <strong>Vibin&#8217;<\/strong>, que foram lan\u00e7ados entre 2017 e 2024 e somam cerca de 14 milh\u00f5es de visualiza\u00e7\u00f5es. Claro, o subg\u00eanero criado no final dos anos 1980 na Costa Leste dos EUA n\u00e3o \u00e9 algo in\u00e9dito.<\/p>\n<p><iframe title=\"Return of the Boom Bap \ud83c\udf06 (Vol.1)\" width=\"800\" height=\"450\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/st57DcS-C48?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p>J\u00e1 no Brasil, al\u00e9m da pr\u00f3pria <strong>Kmila CDD<\/strong>, nomes como <strong>Febem<\/strong>, <strong>FBC<\/strong> e <strong>2ZDinizz<\/strong> exploraram este estilo sonoro ao longo das respectivas carreiras. &#8220;Como eu sou amante do boom bap desde sempre, para mim nunca foi novidade. De repente pode ser uma coisa nova, um espanto, para quem havia se perdido em outra vertente&#8221;, explicou a cantora. &#8220;O rap tem v\u00e1rias vertentes, e essa do boom bap sempre bateu na minha veia&#8221;.<\/p>\n<blockquote class=\"citacao\"><p>85% das minhas grava\u00e7\u00f5es s\u00e3o em cima do beat de boom bap. Boom bap nunca deixou de existir. \u00c9 s\u00f3 procurar que ele t\u00e1 l\u00e1.<\/p><\/blockquote>\n<h2>O legado de Kmila CDD<\/h2>\n<p>Mais recente capa da revista <em>Capricho<\/em>, as g\u00eameas <strong>Tasha &amp; Tracie<\/strong> s\u00e3o um dos principais nomes do rap nacional contempor\u00e2neo e conquistaram uma legi\u00e3o de f\u00e3s em uma curta e bem-sucedida carreira. A dupla participa de &#8220;<strong>Jogo Passageiro<\/strong>&#8220;, na qual as tr\u00eas artistas trazem uma l\u00edrica poderosa e intensa com um flow impressionante.<\/p>\n<p>Em certo momento da faixa, <strong>Kmila<\/strong> fala sobre estar mantendo seu legado, que impactou dos mais diversos cantores e cantoras do rap. &#8220;Isso faz parte do meu legado: deixar versos e m\u00fasicas marcantes que v\u00e3o tocar a vida das pessoas&#8221;, disse. &#8220;Parte desse retorno eu vejo que est\u00e1 sendo feito, pelos resultados que eu tenho colhido pelas ruas&#8221;.<\/p>\n<h2>Abaixo, leia a entrevista de Kmila CDD com a Rolling Stone Brasil na \u00edntegra:<\/h2>\n<p><strong>Como foi o processo criativo deste seu segundo disco de est\u00fadio, <em>Quebra-Cabe\u00e7a<\/em>?<\/strong><br \/>Foi um processo um pouco lento, no qual eu n\u00e3o tive pressa. E tamb\u00e9m n\u00e3o tinha tempo para estar gravando o tempo todo, at\u00e9 porque eu estava sempre em turn\u00ea pelo Brasil, acompanhando o Bill. Ent\u00e3o foi um processo que pensei devagar, de forma muito criteriosa. Como eu queria fazer uma conex\u00e3o com alguns artistas mais jovens que se identificam com o meu trabalho, juntar algumas pessoas que eu tamb\u00e9m tenho identifica\u00e7\u00e3o (\u00e9 indica\u00e7\u00e3o de via de m\u00e3o dupla, n\u00e9?), pelo trabalho que deu eu tive que escolher literalmente os caminhos do disco, como se fossem pe\u00e7as de um verdadeiro quebra-cabe\u00e7a.<\/p>\n<p><strong>Ele chega justamente cerca de oito anos ap\u00f3s o seu primeiro \u00e1lbum, <em>Preta Cabulosa<\/em>. Como foi seu trabalho art\u00edstico neste meio tempo, que contou com uma pandemia atravessando todo o mundo, e como esse tempo culminou em <em>Quebra-Cabe\u00e7a<\/em>?<\/strong><br \/>Eu fiz alguns shows do meu EP Preta Cabulosa, fui m\u00e3e (uma das coisas mais importantes da minha vida), teve uma pandemia tamb\u00e9m que fez com que tudo parasse. Mas foi no meio dessa pandemia que vi a for\u00e7a da minha voz, do meu trabalho. Na m\u00fasica \u201cEstilo Vagabundo\u201d, a voz que faz dueto \u00e9 a minha. Ver \u201cEstilo vagabundo 3\u201d pular de 2 para 13 milh\u00f5es de visualiza\u00e7\u00f5es, isso no meio da pandemia, foi muito gratificante. Ali eu percebi que minha voz continua ecoando na cabe\u00e7a e na vida das pessoas. Foram grandes acontecimentos nesses oito anos de hiato. Sem falar que a gente n\u00e3o parou de fazer lives, m\u00fasicas, m\u00fasicas novas, videoclipes&#8230; tamo a\u00ed.<\/p>\n<p><strong>Acho que minha faixa favorita do seu disco \u00e9 &#8220;Jogo Passageiro&#8221;, com Tasha &amp; Tracie. Como foi colaborar com as g\u00eameas? Voc\u00ea lembra de como conheceu o trabalho delas?<\/strong><br \/>Eu conheci o trabalho das meninas atrav\u00e9s da minha filha de nove anos. Ela gosta de ouvir m\u00fasicas e estava ouvindo um som da Tasha &amp; Tracie, me mostrou e eu curti bastante. Passei a ouvir outras m\u00fasicas delas. Gostei bastante das meninas, s\u00e3o boas demais. Depois, quando eu as encontrei, ambas vieram falar comigo com muito respeito, dizendo que sou inspira\u00e7\u00e3o e refer\u00eancia para elas. E no mundo de tanta vaidade, ter duas meninas que s\u00e3o a cara da periferia, sem medo de reverenciar suas refer\u00eancias, \u00e9 uma coisa que chama muita aten\u00e7\u00e3o. Me sinto feliz por isso. E elas entraram no meu radar pelo comportamento delas. Conhe\u00e7o o som delas, como eu falei, mas a conduta delas comigo foi muito determinante para elas estarem no meu registro, que \u00e9 uma coisa muito importante para mim.<\/p>\n<p><strong>Al\u00e9m disso, logo na abertura de &#8220;Jogo Passageiro&#8221; voc\u00ea destaca: &#8220;S\u00f3 beat pesado, boom bap me amarro&#8221;. Sinto que nesses \u00faltimos anos, seja aqui ou l\u00e1 fora, o boom bap tem sido bastante explorado. O que voc\u00ea acha disso?<\/strong><br \/>Olha, como eu sou amante do boom bap desde sempre, para mim nunca foi novidade. De repente pode ser uma coisa nova, um espanto, para quem havia se perdido em outra vertente. Porque o rap tem v\u00e1rias vertentes, e essa do boom bap sempre bateu na minha veia. 85% das minhas grava\u00e7\u00f5es s\u00e3o em cima do beat de boom bap. Ent\u00e3o para mim n\u00e3o \u00e9 novidade. Boom bap nunca deixou de existir. \u00c9 s\u00f3 procurar que ele t\u00e1 l\u00e1.<\/p>\n<p><strong>Voc\u00ea tamb\u00e9m fala sobre estar &#8220;mantendo seu legado e deixando a mente ativa&#8221;. Para voc\u00ea, uma das rappers mais fundamentais do Brasil, qual \u00e9 exatamente seu legado? Como voc\u00ea avalia sua trajet\u00f3ria?<\/strong><br \/>Eu acho muito importante deixar m\u00fasicas para posteridade. Tem m\u00fasicas que n\u00e3o causam impacto na hora, aquele impacto do hit, que causa um impacto nas pessoas no primeiro momento. E tem m\u00fasicas que demoram um pouquinho mais para chegar, chegam aos poucos nas pessoas e elas v\u00e3o assimilando um pouco mais devagar. Mas o bom disso \u00e9 que tem uma assimila\u00e7\u00e3o um pouco mais profunda e isso faz com que o som n\u00e3o saia da mente, n\u00e3o saia do cora\u00e7\u00e3o, nem t\u00e3o cedo. Isso faz parte do meu legado: deixar versos e m\u00fasicas marcantes que v\u00e3o impactar e tocar a vida das pessoas. Parte desse retorno eu vejo que est\u00e1 sendo feito, pelos resultados que eu tenho colhido pelas ruas.<\/p>\n<p><strong>Voc\u00ea tamb\u00e9m trabalhou com DK47 e Iza Sabino, que tamb\u00e9m assina a produ\u00e7\u00e3o musical ao lado de Daniel Shadow. Como rolou essa troca art\u00edstica com eles?<\/strong><br \/>Isa Sabino me chamou para participar numa grava\u00e7\u00e3o do disco dela. Isa tamb\u00e9m \u00e9 admiradora do meu trabalho, super gente boa, simp\u00e1tica pra caramba. Eu vi que ela tinha um grande talento n\u00e3o s\u00f3 para rimar, mas tamb\u00e9m para compor beats. Eu n\u00e3o perdi tempo, pedi para ela me mandar um kit de batidas. E quando eu escutei uma das faixas, pensei \u201ccara, essa faixa combina muito bem com a ideia que eu t\u00f4 tendo em mente, vai fechar bonito com outra participa\u00e7\u00e3o\u201d. Foi justamente a m\u00fasica \u201cN\u00e3o Vai Se Enganar&#8221;, que traz tamb\u00e9m o verso de DK.\u00a0<\/p>\n<p>DK eu j\u00e1 trabalhei junto em outra faixa, no \u201cFavela Vive 4\u201d. Tamb\u00e9m j\u00e1 fizemos alguns shows com a banda dele. DK \u00e9 um amigo de longa data e parceiro que abrilhantou muito essa faixa.\u00a0<\/p>\n<p>Daniel Shadow produziu alguns discos no passado e cuja sonoridade me agradou muito, gostava muito das produ\u00e7\u00f5es que ele fazia e por isso ele est\u00e1 no disco.<\/p>\n<p><strong>Ao decorrer de <em>Quebra-Cabe\u00e7a<\/em>, voc\u00ea tamb\u00e9m canta muito sobre autoestima, vida perif\u00e9rica e traz muitas reflex\u00f5es que voc\u00ea faz. Quais tipos de tema voc\u00ea quis abordar no \u00e1lbum?<\/strong><br \/>Como eu j\u00e1 sabia que teria alguns feats, eu j\u00e1 fiz pensando em n\u00e3o fechar muito os assuntos para que as participa\u00e7\u00f5es tivessem liberdade de discorrer sobre os assuntos. Ent\u00e3o eu trouxe ali nos meus assuntos a autoestima, a import\u00e2ncia da gente estar \u00e0 frente daquilo que a gente quer, de sermos lutadoras, de corrermos atr\u00e1s daquilo que a gente almeja. S\u00e3o coisas que parecem muitas vezes clich\u00ea, mas que precisamos reafirmar a todo momento, sen\u00e3o a gente perde de vista. Eu acho que a minha contribui\u00e7\u00e3o em m\u00fasica, no rap, seria nesse sentido. Fiquei muito feliz com o resultado, porque todos os convidados vieram na mesma vibe que eu. Ent\u00e3o ficou uma coisa linda.<\/p>\n<p><strong>Com uma extensa carreira no rap, voc\u00ea se destacou bastante com <em>Pare de Babar<\/em> e nas m\u00fasicas \u201cEstilo Vagabundo\u201d, a mais recente &#8220;Poetisas no Topo 2&#8221; e \u201cO Bonde N\u00e3o Para\u201d. Como voc\u00ea enxerga a evolu\u00e7\u00e3o da cultura hip hop ao longo da sua carreira?<\/strong><br \/>Pessoalmente, o hip hop me ajudou muito como pessoa a ter uma vis\u00e3o melhor de mundo, a enxergar situa\u00e7\u00f5es com olhar mais cr\u00edtico. A m\u00fasica rap me ajudou a conhecer o Brasil, hoje eu conhe\u00e7o o Brasil inteiro atrav\u00e9s do rap, ent\u00e3o sou muito grata ao que sou, ao que me tornei. Agora, enquanto cultura, cada um est\u00e1 entendendo a cultura hip hop de uma forma diferenciada. Ent\u00e3o, o mesmo efeito que teve para mim, eu j\u00e1 n\u00e3o sei se teria para uma crian\u00e7a atualmente, porque mudou muito. Hoje voc\u00ea precisa garimpar bem para achar o verdadeiro hip hop.<\/p>\n<p><strong>Como voc\u00ea pretende explorar esta era de <em>Quebra-Cabe\u00e7a<\/em>?<\/strong><br \/>Meu disco est\u00e1 vindo junto com v\u00eddeos e eu espero que a galera entre bastante nas plataformas digitais e no YouTube para ver e ouvir. Talvez eu prepare uma apresenta\u00e7\u00e3o para mostrar essas m\u00fasicas pessoalmente para o p\u00fablico, e de repente com alguns ou todos os convidados na mesma festa, n\u00e3o sei, estou pensando ainda. \u00c9 isso. Estou pensando em fazer essa apresenta\u00e7\u00e3o, mas por enquanto estou aqui \u201cquebrando a cabe\u00e7a&#8221;.<\/p>\n<p><strong>+++LEIA MAIS: Duquesa revisita sonoridade dos anos 2000 com single duplo: &#8216;Quero algo para ouvir e dan\u00e7ar&#8217;<\/strong><\/p>\n<\/div>\n<p><br \/>\n<br \/>Fonte: <a href=\"https:\/\/rollingstone.com.br\/musica\/kmila-cdd-boom-bap-nunca-deixou-de-existir-e-so-procurar-que-ele-ta-la\/\">rollingstone.com.br<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&#8220;S\u00f3 beat pesado, boom bap me amarro \/ Levando minha filha pra escola no carro \/ Reflito, fico pensando como \u00e9 bom estar viva \/ Mantendo meu legado, deixando a mente ativa&#8220;, rima Kmila CDD em &#8220;Jogo Passageiro&#8220;, terceira faixa do segundo disco de est\u00fadio da celebrada carreira, intitulado Quebra-Cabe\u00e7a. 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