{"id":32880,"date":"2025-07-28T10:40:05","date_gmt":"2025-07-28T13:40:05","guid":{"rendered":"https:\/\/mussicom.com\/bruce-dickinson-tem-3-brasileiros-em-seu-novo-disco-falamos-com-um-deles\/"},"modified":"2025-07-28T10:40:05","modified_gmt":"2025-07-28T13:40:05","slug":"bruce-dickinson-tem-3-brasileiros-em-seu-novo-disco-falamos-com-um-deles","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/mussicom.com\/noticias\/bruce-dickinson-tem-3-brasileiros-em-seu-novo-disco-falamos-com-um-deles\/","title":{"rendered":"Bruce Dickinson tem 3 brasileiros em seu \u2018novo\u2019 disco; falamos com um deles"},"content":{"rendered":"<p> <br \/>\n<\/p>\n<div>\n<p>Tr\u00eas m\u00fasicos brasileiros entraram para a hist\u00f3ria da carreira discogr\u00e1fica de <strong>Bruce Dickinson<\/strong>, vocalista do <strong>Iron Maiden<\/strong>, ao participarem de <em><strong>More Balls to Picasso<\/strong><\/em>, uma vers\u00e3o remixada, remasterizada e com takes adicionais do \u00e1lbum solo Balls to Picasso (1994). <strong>Conrado Pesinato<\/strong>, <strong>Adassi Addasi<\/strong> e <strong>Antonio Teoli<\/strong> trouxeram diferentes colabora\u00e7\u00f5es ao novo material, dispon\u00edvel nas plataformas de streaming desde a \u00faltima sexta-feira, 25.<\/p>\n<p>O trio mora em Los Angeles, nos Estados Unidos. Sobre cada um deles, h\u00e1 de se destacar:<\/p>\n<ul>\n<li>Pesinato, nascido em Porto Velho (RO), \u00e9 guitarrista, conhecido especialmente pelo trabalho com <strong>Graham Bonnet<\/strong>, vocalista ex-<strong>Rainbow<\/strong>, <strong>Alcatrazz<\/strong> e <strong>Michael Schenker Group<\/strong> h\u00e1 tempos em carreira solo;<\/li>\n<li>Addasi tem origem palestina, mas nasceu em Dourados (MS), e produziu bandas como <strong>Nervochaos<\/strong> e <strong>Claustrofobia<\/strong>, al\u00e9m de ter oferecido servi\u00e7os de engenharia de som para o pr\u00f3prio Bruce no \u00e1lbum <em><strong>The Mandrake Project<\/strong><\/em> (2024);<\/li>\n<li>Teoli gravou orquestras em <em><strong>Cycles of Pain<\/strong><\/em> (2023), \u00e1lbum mais recente do <strong>Angra<\/strong>, e em <em><strong>Day Out in Nowhere<\/strong><\/em> (2022), disco da <strong>Graham Bonnet Band<\/strong>, da qual Pesinato faz parte.<\/li>\n<\/ul>\n<p><iframe allowfullscreen=\"allowfullscreen\" data-testid=\"embed-iframe\" frameborder=\"0\" height=\"352\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/open.spotify.com\/embed\/album\/01fx7s6x1cHsu7pPuM31B8?utm_source=generator\" style=\"border-radius: 12px;\" width=\"100%\"><\/iframe><\/p>\n<p>Em entrevista \u00e0 <strong>Rolling Stone Brasil<\/strong>, Conrado explica que todos est\u00e3o conectados a partir da figura do produtor <strong>Brendan Duffey<\/strong>, americano que por anos morou no Brasil \u2014 a ponto de falar portugu\u00eas \u2014 e trabalhou com Dickinson no j\u00e1 mencionado disco <em><strong>The Mandrake Project<\/strong><\/em>, al\u00e9m de estar envolvido com a remixagem de todo o cat\u00e1logo solo do vocalista do Iron Maiden. Cada brazuca ofereceu um tipo de colabora\u00e7\u00e3o a <em><strong>More Balls to Picasso<\/strong><\/em>:<\/p>\n<ul>\n<li>Pesinato registrou guitarras adicionais em <strong>\u201cShoot All the Clowns\u201d<\/strong>;<\/li>\n<li>Addasi ofereceu takes extras do mesmo instrumento em <strong>\u201cTears of the Dragon\u201d<\/strong>, maior hit da carreira solo de Bruce;<\/li>\n<li>Teoli contribuiu com orquestra\u00e7\u00e3o e instrumentos de povos origin\u00e1rios em <strong>\u201cGods of War\u201d<\/strong>.<\/li>\n<\/ul>\n<p><iframe title=\"Shoot All the Clowns (Live in the Studio) (2025 Reimagined Version)\" width=\"800\" height=\"600\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/_pN0kX8Wp0g?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p>A respeito de seu trabalho, Conrado explica:<\/p>\n<blockquote class=\"citacao\"><p><em>\u201cAdicionei guitarras mais pesadas nas bases de <strong>\u2018Shoot All the Clowns\u2019<\/strong>. Dobrei todas as bases. Tem alguns takes do Roy junto. Tamb\u00e9m coloquei algumas linhas mel\u00f3dicas, mas tamb\u00e9m tem takes do Roy, como solos originais. Entraram ainda alguns arranjos de instrumentos de sopro e percuss\u00e3o. Ficou bem groovado, bem legal.\u201d<\/em><\/p><\/blockquote>\n<p>No geral, a maior parte do trabalho de guitarras de <em><strong>More Balls to Picasso<\/strong><\/em> foi assumida por <strong>Philip N\u00e4slund<\/strong>, guitarrista sueco que entrou para a banda solo de Dickinson ap\u00f3s o rompimento com <strong>Roy Z<\/strong>, parceiro de longa data que inclusive tocou guitarra no <em><strong>Balls to Picasso<\/strong><\/em> original. Todavia, quando ambos estavam em turn\u00ea, Duffey considerou necess\u00e1rio dar sequ\u00eancia ao trabalho em est\u00fadio. Surgiu, da\u00ed, o envolvimento de Pesinato, que recorda:<\/p>\n<blockquote class=\"citacao\"><p><em>\u201cPhilip estava em turn\u00ea com Bruce na \u00e9poca em que Brendan precisava de algumas guitarras para <strong>\u2018Shoot All the Clowns\u2019<\/strong>. Ent\u00e3o, ele conversou com o Bruce, que tamb\u00e9m j\u00e1 conhecia o meu trabalho com Graham. Bruce \u00e9 muito f\u00e3 de Graham \u2014 j\u00e1 mencionou em entrevistas que sua m\u00fasica favorita do Rainbow \u00e9 <strong>\u2018Eyes of the World\u2019<\/strong>, cantada pelo Graham no <strong>\u2018Down to Earth\u2019<\/strong> (1979). Ent\u00e3o, algum deles sugeriu meu nome, provavelmente o Brendan, e ambos concordaram que eu seria uma boa op\u00e7\u00e3o.\u201d<\/em><\/p><\/blockquote>\n<p><iframe title=\"Tears of the Dragon (2025 Reimagined Version)\" width=\"800\" height=\"600\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/4do-8Kufp9o?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p>Para Conrado, ter uma colabora\u00e7\u00e3o registrada em um \u00e1lbum de Bruce Dickinson \u00e9 a realiza\u00e7\u00e3o de um sonho, <em>\u201ctipo o menino que queria ser astronauta e no futuro acaba virando um\u201d<\/em>. Ele comenta:<\/p>\n<blockquote class=\"citacao\"><p><em>\u201cIron Maiden \u00e9 a banda da minha vida, tem um efeito no Brasil que \u00e9 at\u00e9 maior do que v\u00e1rias outras bandas do mundo. E a carreira solo dele foi at\u00e9 mais marcante do que Maiden para mim, pois o primeiro show de rock que vi na vida foi do Bruce em carreira solo, tendo o <strong>Adrian Smith<\/strong> na guitarra no Skol Rock de 1997, em S\u00e3o Paulo. Na \u00e9poca, era at\u00e9 melhor do que o Iron Maiden [nota: \u00e0 \u00e9poca, o grupo contava com o vocalista <strong>Blaze Bayley<\/strong>]. Aquilo mudou a minha vida.\u201d<\/em><\/p><\/blockquote>\n<p><iframe title=\"Bruce Dickinson   Skol Rock 97   Ibirapuera Stadium,S\u00e3o Paulo,Brazil   15 11 1997\" width=\"800\" height=\"600\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/eeCqSmEjVaU?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p>Mesmo afastado da forma\u00e7\u00e3o atual do grupo que acompanha Dickinson, <strong>Roy Z<\/strong> tamb\u00e9m recebeu reconhecimento por parte de Pesinato. O m\u00fasico destaca:<\/p>\n<blockquote class=\"citacao\"><p><em>\u201cRoy Z \u00e9 um profissional muito talentoso e foi uma refer\u00eancia para mim \u2014 at\u00e9 em termos de representatividade, por ser um cara latino, descendente de mexicano, tocando com \u00edcones do rock. Eu, como jovem latino, tinha esperan\u00e7as tamb\u00e9m, junto com bandas como <strong>Sepultura<\/strong>, Angra e outras brasileiras que tentaram sair para a cena internacional.\u201d<\/em><\/p><\/blockquote>\n<h3>Rela\u00e7\u00e3o com Bruce Dickinson<\/h3>\n<p>Quem espera alguma hist\u00f3ria maluca de Conrado Pesinato com Bruce Dickinson ir\u00e1 se decepcionar. N\u00e3o houve glamour nas grava\u00e7\u00f5es: como o cantor ingl\u00eas estava em turn\u00ea, o guitarrista brasileiro recebeu os arquivos com orienta\u00e7\u00f5es da produ\u00e7\u00e3o, registrou suas partes e enviou de volta. Bem pr\u00e1tico. Dickinson enviou uma mensagem de agradecimento, parabenizando Pesinato pelo trabalho.<\/p>\n<figure class=\"image\"><figcaption>O guitarrista Conrado Pesinato &#8211; Foto: Alex Elena<\/figcaption><\/figure>\n<p>Em outras ocasi\u00f5es, por\u00e9m, Conrado teve contato com Bruce, basicamente por interm\u00e9dio do apre\u00e7o pelo cantor por Graham Bonnet. Ele diz:<\/p>\n<blockquote class=\"citacao\"><p><em>\u201cNos conhecemos pessoalmente em 2022, quando o Roy disse que o Bruce queria conhecer o Graham. Os dois interagiram nos bastidores e eu cheguei a conversar com o Bruce tamb\u00e9m. Estive em contato tamb\u00e9m com a esposa dele, a <strong>Leana<\/strong>, um amor de pessoa. J\u00e1 no ano passado, eles tocaram de novo em Los Angeles e interagimos de novo. Agora, o vimos tamb\u00e9m na Finl\u00e2ndia, pois o Iron Maiden foi tocar em Helsinki e n\u00f3s tamb\u00e9m.\u201d<\/em><\/p><\/blockquote>\n<p>Dickinson, ali\u00e1s, \u00e9 um dos convidados do pr\u00f3ximo \u00e1lbum de Bonnet. Ainda n\u00e3o h\u00e1 data de lan\u00e7amento, mas Pesinato adianta: os dois far\u00e3o um dueto em uma m\u00fasica in\u00e9dita. As grava\u00e7\u00f5es devem ocorrer em agosto e ser\u00e3o conduzidas pelo brasileiro, que, al\u00e9m de tocar guitarra, assinar\u00e1 a produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<h3>Trabalho com Graham Bonnet<\/h3>\n<p>A parceria de Conrado Pesinato com Graham Bonnet come\u00e7ou em 2014, desconsiderado o hiato entre 2017 e 2020. Juntos, os dois gravaram dois \u00e1lbuns de est\u00fadio: <em><strong>The Book<\/strong><\/em> (2016) e o j\u00e1 citado <em><strong>Day Out in Nowhere<\/strong><\/em>. O brasileiro faz parte de uma galeria pesada de guitarristas com quem Bonnet j\u00e1 trabalhou: <strong>Ritchie Blackmore<\/strong> (no <strong>Rainbow<\/strong>), <strong>Michael Schenker<\/strong> (no <strong>Michael Schenker Group<\/strong>), <strong>Yngwie Malmsteen<\/strong> e <strong>Steve Vai<\/strong> (ambos no <strong>Alcatrazz<\/strong>), s\u00f3 para citar os mais famosos.<\/p>\n<p>A respeito do chefe, Pesinato destaca:<\/p>\n<blockquote class=\"citacao\"><p><em>\u201cSempre gostei muito da voz dele. Fico muito lisonjeado por fazer parte do legado musical dele, n\u00e3o apenas tocando ao vivo, mas tamb\u00e9m como compositor, pois gravamos quatro \u00e1lbuns ao vivo e dois de est\u00fadio \u2014 o que est\u00e1 para sair \u00e9 o terceiro. Meu nome faz parte da carreira de um \u00edcone. \u00c9 um dos arquitetos desse estilo de canto. H\u00e1 muitas similaridades entre ele e o Bruce: alcance vocal na mesma regi\u00e3o, ambos usam mais voz de peito, ambos n\u00e3o usam tanto falsete, ambos t\u00eam aquele t\u00edpico sarcasmo brit\u00e2nico nas letras.\u201d<\/em><\/p><\/blockquote>\n<p>Como mencionado, os pr\u00f3ximos planos de carreira de Bonnet incluem a grava\u00e7\u00e3o de um novo \u00e1lbum, o terceiro junto a Pesinato, e a realiza\u00e7\u00e3o de shows em todo canto do mundo \u2014 neste ano, o cantor excursionou por Estados Unidos e Europa. H\u00e1 tentativas constantes de trazer o artista de 77 anos para o Brasil, em uma visita que seria a primeira desde 2009. Quem sabe n\u00e3o rola em 2026?<\/p>\n<figure class=\"image\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"O guitarrista Conrado Pesinato\" height=\"1160\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/rollingstone.uol.com.br\/media\/uploads\/2025\/07\/conrado-pesinato-foto-robert-lio.jpg\" width=\"773\"\/><figcaption>O guitarrista Conrado Pesinato &#8211; Foto: Robert Lio<\/figcaption><\/figure>\n<h3><strong>Rolling Stone Brasil especial: Iron Maiden<\/strong><\/h3>\n<p><strong>Iron Maiden na capa<\/strong>: a <strong><em>Rolling Stone Brasil<\/em><\/strong> lan\u00e7ou uma edi\u00e7\u00e3o de colecionador in\u00e9dita para os f\u00e3s da banda de heavy metal. Os maiores \u00e1lbuns, a lista dos shows no Brasil, o poder do merchadising do grupo e at\u00e9 um tour pelo avi\u00e3o da banda voc\u00ea confere no especial impresso, \u00e0 venda na <strong>Loja Perfil<\/strong>.<\/p>\n<figure class=\"image\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" height=\"924\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/rollingstone.uol.com.br\/media\/uploads\/2024\/11\/whatsapp-image-2024-11-28-at-111827.jpeg\" width=\"773\"\/><figcaption>Rolling Stone Brasil especial: Iron Maiden<\/figcaption><\/figure>\n<p><strong>+++ LEIA MAIS: A curiosa raz\u00e3o que fez Rock in Rio 1985 ser o melhor, segundo Bruce Dickinson<br \/>+++ LEIA MAIS: As 6 melhores linhas de baixo de Steve Harris, segundo o pr\u00f3prio<br \/>+++ LEIA MAIS: Janick Gers explica por que se movimenta feito doido no palco<\/strong><br \/><strong>+++ Siga a Rolling Stone Brasil @rollingstonebrasil no Instagram<br \/>+++ Siga o jornalista Igor Miranda @igormirandasite no Instagram<\/strong><\/p>\n<\/div>\n<p><script async src=\"\/\/www.instagram.com\/embed.js\"><\/script><br \/>\n<br \/><br \/>\n<br \/>Fonte: <a href=\"https:\/\/rollingstone.com.br\/musica\/bruce-dickinson-tem-3-brasileiros-em-seu-novo-disco-falamos-com-um-deles\/\">rollingstone.com.br<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Tr\u00eas m\u00fasicos brasileiros entraram para a hist\u00f3ria da carreira discogr\u00e1fica de Bruce Dickinson, vocalista do Iron Maiden, ao participarem de More Balls to Picasso, uma vers\u00e3o remixada, remasterizada e com takes adicionais do \u00e1lbum solo Balls to Picasso (1994). 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