{"id":31731,"date":"2025-07-23T22:41:38","date_gmt":"2025-07-24T01:41:38","guid":{"rendered":"https:\/\/mussicom.com\/10-covers-inesqueciveis-de-black-sabbath-e-ozzy-osbourne\/"},"modified":"2025-07-23T22:41:38","modified_gmt":"2025-07-24T01:41:38","slug":"10-covers-inesqueciveis-de-black-sabbath-e-ozzy-osbourne","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/mussicom.com\/noticias\/10-covers-inesqueciveis-de-black-sabbath-e-ozzy-osbourne\/","title":{"rendered":"10 covers inesquec\u00edveis de Black Sabbath e Ozzy Osbourne"},"content":{"rendered":"<p> <br \/>\n<\/p>\n<div>\n<p>Ao ajudar a introduzir o <strong>Black Sabbath<\/strong> no <strong>Rock and Roll Hall of Fame<\/strong>, o baterista do <strong>Metallica<\/strong>, <strong>Lars Ulrich<\/strong>, refletiu: \u201cEm qualquer dia, o g\u00eanero heavy metal poderia muito bem ser subtitulado como \u2018m\u00fasica derivada do <strong>Black Sabbath<\/strong>\u2019\u201d. Mas o alcance da influ\u00eancia do <strong>Sabbath<\/strong> e de <strong>Ozzy Osbourne<\/strong> vai muito al\u00e9m, ecoando em vers\u00f5es cover de suas m\u00fasicas reinterpretadas como soul, pop rock sueco e metal industrial. Aqui est\u00e3o 10 das melhores e mais surpreendentes vers\u00f5es de can\u00e7\u00f5es originalmente cantadas pelo <strong>Pr\u00edncipe das Trevas<\/strong>.<\/p>\n<figure class=\"image\"><figcaption>Gibby Haynes do Butthole Surfers &#8211; Frans Schellekens\/Redferns<\/figcaption><\/figure>\n<h2 class=\"c-gallery-vertical-featured-image__title\">Butthole Surfers, \u2018Sweat Loaf\u2019<\/h2>\n<h3 class=\"c-gallery-vertical-featured-image__additional--description\">1987<\/h3>\n<p>A m\u00fasica <strong>\u201cSweat Loaf\u201d<\/strong>, da banda texana <strong>Butthole Surfers<\/strong>, lan\u00e7ada em 1987, \u00e9 quase um cover de <strong>\u201cSweet Leaf\u201d<\/strong>, do <strong>Black Sabbath<\/strong> \u2014 mas s\u00f3 quase. O guitarrista <strong>Paul Leary<\/strong> transforma o riff original em algo mais agudo e nervoso, enquanto os bateristas <strong>King Coffey<\/strong> e <strong>Thersa Taylor<\/strong> socam os tambores com for\u00e7a, e o vocalista <strong>Gibby Haynes<\/strong> ignora completamente a letra original para gritar&#8230; algo estranho, enterrado na n\u00e9voa sonora ca\u00f3tica. Ainda assim, a melodia relativamente pegajosa torna a faixa o \u201cporta de entrada\u201d ideal para o som psicod\u00e9lico e barulhento dos <strong>Surfers<\/strong> \u2014 uma sonoridade que, nos c\u00edrculos do rock alternativo dos anos 1980, foi quase t\u00e3o influente quanto o <strong>Sabbath<\/strong> foi para o metal. Como <strong>Haynes<\/strong> diz na ic\u00f4nica introdu\u00e7\u00e3o falada: \u201cAli\u00e1s, se voc\u00ea vir sua m\u00e3e neste fim de semana, n\u00e3o esquece de dizer a ela\u2026 SATAN\u00c1S! SATAN\u00c1S! SATAN\u00c1S!!!!\u201d \u2013 Joe Gross<\/p>\n<figure class=\"image\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" height=\"1193\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/rollingstone.uol.com.br\/media\/uploads\/2025\/07\/gettyimages-945471616.jpg\" width=\"773\"\/><figcaption>Sir Mix-A-Lot &#8211; Raymond Boyd\/Getty Images<\/figcaption><\/figure>\n<h2 class=\"c-gallery-vertical-featured-image__additional--description\">Sir Mix-A-Lot, \u2018Iron Man\u2019<\/h2>\n<h3 class=\"c-gallery-vertical-featured-image__additional--description\">1988<\/h3>\n<p>Anos antes de o <strong>Public Enemy<\/strong> se juntar ao <strong>Anthrax<\/strong>, <strong>Sir Mix-A-Lot<\/strong> colaborou com a barulhenta banda <strong>Metal Church<\/strong>, tamb\u00e9m de Seattle, em seu \u00e1lbum de estreia <strong><em>Swass<\/em><\/strong>, de 1988, numa releitura rap-rock de <strong>\u201cIron Man\u201d<\/strong>, cl\u00e1ssico eterno do <strong>Black Sabbath<\/strong>. O <strong>Bumpasaurus<\/strong> traz os temas sci-fi da can\u00e7\u00e3o de volta \u00e0 realidade das ruas \u2014 \u201cTenho cicatrizes de inf\u00e2ncia e as ruas s\u00e3o minha vida \/ As garotas riam, agora imploram pra ser a esposa do <strong>Mix-A-Lot<\/strong>\u201d \u2014 mas o riff pesado e marcante de <strong>Tony Iommi<\/strong> permanece praticamente intacto. \u201c<strong>\u2018King Of Rock\u2019<\/strong>, do <strong>Run-D.M.C.<\/strong>, foi um marco, mas eu queria fazer algo mais pesado, coisa de metal. Eu amo heavy metal, som pesado de verdade,\u201d disse <strong>Mix<\/strong> ao <em>Onion A.V. Club<\/em>. \u201cEu sou o cara que voc\u00ea v\u00ea no <strong>Ozzfest<\/strong>\u201d. \u2013 Christopher R Weingarten<\/p>\n<figure class=\"image\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" height=\"435\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/rollingstone.uol.com.br\/media\/uploads\/2025\/07\/al-jourgensen-gettyimages-1334021816-trent-reznor-gettyimages-83552247.jpg\" width=\"773\"\/><figcaption>Al Jourgensen da banda Ministry e Trent Reznor do Nine Inch Nails &#8211; Jim Steinfeldt\/Michael Ochs Archives\/Getty Images; Larry Busacca\/WireImage<\/figcaption><\/figure>\n<h2>1000 Homo DJs, \u2018Supernaut\u2019<\/h2>\n<h3>1990<\/h3>\n<p>Se tem uma coisa que <strong>Al Jourgensen<\/strong>, dos \u00edcones do rock industrial <strong>Ministry<\/strong>, gostava tanto quanto festejar, era criar projetos paralelos com nomes esquisitos. Um desses projetos rendeu algumas faixas matadoras \u2014 e nenhuma mais poderosa que a vers\u00e3o deles para <strong>\u201cSupernaut\u201d<\/strong>, cl\u00e1ssico do <em><strong>Vol. 4<\/strong><\/em> do <strong>Sabbath<\/strong>. Bateria estrondosa, samples e solos de guitarra distorcidos deixam tudo ainda mais explosivo. <strong>Jourgensen<\/strong> acabou assumindo os vocais da vers\u00e3o oficial, mas por quest\u00f5es de gravadora, a grava\u00e7\u00e3o com <strong>Trent Reznor<\/strong>, do <strong>Nine Inch Nails<\/strong>, ficou engavetada por anos. As duas vers\u00f5es continuam sendo hinos certeiros para qualquer pista g\u00f3tica.<\/p>\n<figure class=\"image\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" height=\"535\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/rollingstone.uol.com.br\/media\/uploads\/2025\/07\/gettyimages-489721220.jpg\" width=\"773\"\/><figcaption>Lemmy Kilmister do Motorhead &#8211; Jeff Hahne\/Getty Images<\/figcaption><\/figure>\n<h2 class=\"c-gallery-vertical-featured-image__title\">Mot\u00f6rhead, \u2018Hellraiser\u2019<\/h2>\n<h3>1992<\/h3>\n<p>Entre os f\u00e3s de metal, \u00e9 bem sabido que <strong>Lemmy<\/strong>, vocalista do <strong>Mot\u00f6rhead<\/strong>, e <strong>Ozzy Osbourne<\/strong> eram grandes amigos. Em uma edi\u00e7\u00e3o do SXSW em 2001, <strong>Sharon Osbourne<\/strong> comentou que os dois \u2014 ambos aficionados por hist\u00f3ria \u2014 adoravam passar horas assistindo a document\u00e1rios sobre a Segunda Guerra Mundial juntos, na casa dos <strong>Osbourne<\/strong>. Essa m\u00fasica foi composta por eles em parceria com o guitarrista de <strong>Ozzy<\/strong>, <strong>Zakk Wylde<\/strong>. A vers\u00e3o de <strong>Ozzy<\/strong> (lan\u00e7ada no \u00e1lbum <em><strong>No More Tears<\/strong><\/em>, de 1991) \u00e9 daquelas pra erguer o punho no ar, mas o registro do <strong>Mot\u00f6rhead<\/strong>, lan\u00e7ado em 1992, soa ainda mais pesado \u2014 com o baixo de <strong>Lemmy<\/strong> balan\u00e7ando como uma bola de demoli\u00e7\u00e3o. N\u00e3o por acaso, a faixa entrou para a trilha sonora de <em><strong>Hellraiser III: Hell on Earth<\/strong><\/em>.<\/p>\n<figure class=\"image\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" height=\"471\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/rollingstone.uol.com.br\/media\/uploads\/2025\/07\/gettyimages-185092885.jpg\" width=\"773\"\/><figcaption>Dimebag Darrell do Pantera &#8211; Martyn Goodacre\/Getty Images<\/figcaption><\/figure>\n<h2>Pantera, \u2018Planet Caravan\u2019<\/h2>\n<h3>1994<\/h3>\n<p>Quando o \u00e1lbum <em><strong>Far Beyond Driven<\/strong><\/em>, do <strong>Pantera<\/strong>, foi lan\u00e7ado em 1994, ele se tornou o disco mais pesado a alcan\u00e7ar o primeiro lugar nas paradas at\u00e9 ent\u00e3o. Os <strong>Cowboys From Hell<\/strong>, como eram conhecidos, eram f\u00e3s declarados do <em><strong>Masters of Reality<\/strong><\/em> \u2014 tanto que gravaram vers\u00f5es poderosas de <strong>\u201cElectric Funeral\u201d<\/strong> e <strong>\u201cHole In the Sky\u201d<\/strong> do <strong>Black Sabbath<\/strong> em momentos diferentes da carreira. Por\u00e9m, <strong>Driven<\/strong> termina com uma vers\u00e3o de <strong>\u201cPlanet Caravan\u201d<\/strong>, de 1970, tocada com viol\u00e3o ac\u00fastico e congas \u2014 uma viagem psicod\u00e9lica envolta em uma aura sombria, que remete tanto \u00e0s ra\u00edzes hippies do <strong>Sabbath<\/strong> quanto ao grunge unplugged da \u00e9poca. O baixista do <strong>Pantera<\/strong>, <strong>Rex Brown<\/strong>, aponta a primeira tomada apaixonada do guitarrista <strong>Dimebag Darrell<\/strong> como seu solo de guitarra favorito da banda.<\/p>\n<figure class=\"image\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" height=\"491\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/rollingstone.uol.com.br\/media\/uploads\/2025\/07\/gettyimages-181946859.jpg\" width=\"773\"\/><figcaption>Nina Persson do Cardigans &#8211; Martyn Goodacre\/Getty Images<\/figcaption><\/figure>\n<h2>The Cardigans, \u2018Sabbath Bloody Sabbath\u2019<\/h2>\n<h3>1994<\/h3>\n<p>Saindo de J\u00f6nk\u00f6ping, na Su\u00e9cia, no in\u00edcio dos anos 90, o <strong>Cardigans<\/strong> era uma banda encantadora de indie pop que surpreendeu com o hit fofo e dan\u00e7ante <strong>\u201cLovefool\u201d<\/strong>. No papel, eles estavam a mil l\u00e9guas do <strong>Black Sabbath<\/strong>. Na verdade, os membros principais da banda come\u00e7aram tocando heavy metal e prestaram uma homenagem ao grupo fundador do g\u00eanero com sua vers\u00e3o lounge-pop cheia de carinho para <strong>\u201cSabbath Bloody Sabbath\u201d<\/strong>, no \u00e1lbum de estreia <em><strong>Emmerdale<\/strong><\/em>, de 1994. Dois anos depois, mostraram o quanto amavam <strong>Ozzy<\/strong> ao fazerem <strong>\u201cIron Man\u201d<\/strong> em seu \u00e1lbum de destaque <em><strong>First Band on the Moon<\/strong><\/em>, o mesmo disco que trazia <strong>\u201cLovefool\u201d<\/strong>.<\/p>\n<figure class=\"image\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" height=\"1107\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/rollingstone.uol.com.br\/media\/uploads\/2025\/07\/gettyimages-1164311227.jpg\" width=\"773\"\/><figcaption>Metallica &#8211; Niels van Iperen\/Getty Images<\/figcaption><\/figure>\n<h2>Metallica, \u2018Sabra Cadabra\u2019<\/h2>\n<h3>1998<\/h3>\n<p>Quando a banda de metal mais famosa que j\u00e1 existiu lan\u00e7ou um \u00e1lbum de covers em 1998, n\u00e3o resistiu a prestar uma homenagem aos caras que come\u00e7aram tudo. O vocalista <strong>James Hetfield<\/strong> sempre adorou o riff da faixa do \u00e1lbum de 1973, e a banda tocou a m\u00fasica no estilo enxuto e groove que adotaram no final dos anos 90, ainda adicionando um pouco da outra faixa cl\u00e1ssica do <em><strong>Sabbath Bloody Sabbath<\/strong><\/em>, <strong>\u201cA National Acrobat\u201d<\/strong>. Ao introduzir o <strong>Sabbath<\/strong> no <strong>Rock and Roll Hall of Fame<\/strong> em 2006, <strong>James Hetfield<\/strong> lembrou quando descobriu a banda, ainda t\u00edmido, aos nove anos. \u201cAqueles riffs monstruosos viviam dentro de mim e expressavam sentimentos que eu nunca conseguia colocar em palavras, enviando arrepios de inspira\u00e7\u00e3o \u2014 aquelas letras sombrias, os acordes rebeldes. Eles ajudaram a quebrar a casca na qual eu estava preso.\u201d \u2013 C.W.<\/p>\n<figure class=\"image\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" height=\"515\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/rollingstone.uol.com.br\/media\/uploads\/2025\/07\/gettyimages-1050806808.jpg\" width=\"773\"\/><figcaption>Serj Tankian do System of a Down &#8211; Carlos Tischler\/Getty Images<\/figcaption><\/figure>\n<h2>System of a Down, \u2018Snowblind\u2019<\/h2>\n<h3>2000<\/h3>\n<p>A faixa sinuosa e marcada pelo uso de coca\u00edna do \u00e1lbum <em><strong>Vol. 4<\/strong><\/em> de 1972 sempre foi uma favorita, j\u00e1 tendo sido regravada por <strong>Converge<\/strong> e <strong>Jason Molina<\/strong>. Mas a vers\u00e3o mais inesperada \u00e9 a do <strong>System of a Down<\/strong>, que transforma os choques el\u00e9tricos intensos da original em uma queima lenta e quase irreconhec\u00edvel. A interpreta\u00e7\u00e3o seca e quase assustadora de <strong>Serj<\/strong> funciona t\u00e3o bem porque soa como um lun\u00e1tico que, durante uma farra que o mant\u00e9m acordado h\u00e1 dias, desabafa silenciosamente. Essa abordagem fora do comum aparentemente conquistou <strong>Ozzy<\/strong> e companhia: eles pediram para o <strong>SOAD<\/strong> tocar essa vers\u00e3o antes deles em um show de abertura em Birmingham. \u2014 Julyssa Lopez<\/p>\n<figure class=\"image\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" height=\"514\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/rollingstone.uol.com.br\/media\/uploads\/2025\/07\/gettyimages-492500696.jpg\" width=\"773\"\/><figcaption>Charles Bradley &#8211; Larry Hulst\/Michael Ochs Archives\/Getty Images<\/figcaption><\/figure>\n<h2>Charles Bradley, \u2018Changes\u2019<\/h2>\n<h3>2016<\/h3>\n<p>A balada ao piano <strong>\u201cChanges\u201d<\/strong> \u00e9 um momento marcante de vulnerabilidade em meio \u00e0 densidade sufocante de faixas como <strong>\u201cSnowblind\u201d<\/strong> e <strong>\u201cSupernaut\u201d<\/strong> no \u00e1lbum<strong> Vol. 4<\/strong> de 1972. \u00c9 o tipo de m\u00fasica que deixa uma marca emocional profunda, como mostrou o cantor soul de Brooklyn <strong>Charles Bradley<\/strong> ao regrav\u00e1-la em seu terceiro \u00e1lbum, <em><strong>Changes<\/strong><\/em>. <strong>Bradley<\/strong> estava na casa dos sessenta e poucos anos, era f\u00e3 do som cl\u00e1ssico da <strong>Stax Records<\/strong>, com um estilo que lembrava <strong>Otis Redding<\/strong>, e entregou uma interpreta\u00e7\u00e3o profunda e intensa de <strong>\u201cChanges\u201d<\/strong>, transformando uma can\u00e7\u00e3o sobre abandono amoroso em uma homenagem \u00e0 sua m\u00e3e falecida. \u2014 J.D.<\/p>\n<figure class=\"image\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" height=\"979\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/rollingstone.uol.com.br\/media\/uploads\/2025\/07\/gettyimages-1535338105.jpg\" width=\"773\"\/><figcaption>T-Pain &#8211; Jamie McCarthy\/Getty Images<\/figcaption><\/figure>\n<h2>T-Pain, \u2018War Pigs\u2019<\/h2>\n<h3>2023<\/h3>\n<p>O estrondoso hino anti-guerra do <strong>Black Sabbath<\/strong> de 1970 \u00e9 uma das m\u00fasicas mais queridas da banda \u2014 j\u00e1 foi regravada por artistas como <strong>Judas Priest<\/strong>, <strong>Faith No More<\/strong>, <strong>Gov\u2019t Mule<\/strong> e muitos outros. Mas a magia acontece de verdade quando a m\u00fasica vai de <strong>Ozzy<\/strong> balan\u00e7ando o cabelo no palco da Paris dos anos 1970 at\u00e9 o cantor e rapper <strong>T-Pain<\/strong> se apresentando ao vivo em um clube de West Hollywood em 2023. \u00c9 t\u00e3o bom que, na verdade, o pr\u00f3prio <strong>Pr\u00edncipe das Trevas<\/strong> chamou essa vers\u00e3o de \u201ca melhor cover de <strong>\u2018War Pigs\u2019<\/strong> de todos os tempos\u201d. \u2014 Charisma Madarang<\/p>\n<p><em>Este artigo foi originalmente publicado pela Rolling Stone EUA, pelos colaboradores Jon Dolan, Joe Gross, Julyssa Lopez, Charisma Madarang e Christopher R. Weingarten, no dia 23 de julho de 2025, e pode ser conferido aqui.<\/em><\/p>\n<\/div>\n<p><br \/>\n<br \/>Fonte: <a href=\"https:\/\/rollingstone.com.br\/musica\/10-covers-inesqueciveis-de-black-sabbath-e-ozzy-osbourne\/\">rollingstone.com.br<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ao ajudar a introduzir o Black Sabbath no Rock and Roll Hall of Fame, o baterista do Metallica, Lars Ulrich, refletiu: \u201cEm qualquer dia, o g\u00eanero heavy metal poderia muito bem ser subtitulado como \u2018m\u00fasica derivada do Black Sabbath\u2019\u201d. 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