{"id":31153,"date":"2025-07-22T07:42:01","date_gmt":"2025-07-22T10:42:01","guid":{"rendered":"https:\/\/mussicom.com\/manejo-de-solo-passa-a-fazer-parte-do-zoneamento-de-risco-climatico-da-soja\/"},"modified":"2025-07-22T07:42:01","modified_gmt":"2025-07-22T10:42:01","slug":"manejo-de-solo-passa-a-fazer-parte-do-zoneamento-de-risco-climatico-da-soja","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/mussicom.com\/noticias\/manejo-de-solo-passa-a-fazer-parte-do-zoneamento-de-risco-climatico-da-soja\/","title":{"rendered":"Manejo de solo passa a fazer parte do Zoneamento de Risco Clim\u00e1tico da soja"},"content":{"rendered":"<p> <br \/>\n<\/p>\n<div>\n<p style=\"text-align:justify\">Com um projeto-piloto no Paran\u00e1, o Zoneamento Agr\u00edcola de Risco Clim\u00e1tico (Zarc) para cultura da soja ir\u00e1 considerar, a partir da pr\u00f3xima safra, tamb\u00e9m a ado\u00e7\u00e3o de boas pr\u00e1ticas de manejo do solo que aumentam o volume de \u00e1gua dispon\u00edvel para as plantas. A partir de agosto, os produtores que aderirem ao projeto ter\u00e3o acesso a percentuais diferenciados de subven\u00e7\u00e3o nas ap\u00f3lices do seguro rural, de acordo com o n\u00edvel de manejo adotado na propriedade. A inova\u00e7\u00e3o da proposta do Minist\u00e9rio da Agricultura e Pecu\u00e1ria (Mapa) e da Embrapa no Zarc N\u00edveis de Manejo (ZarcNM) pretende contribuir para a mitiga\u00e7\u00e3o dos riscos clim\u00e1ticos enfrentados pela soja.&#13;\n<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">A Instru\u00e7\u00e3o Normativa N\u00ba 2 de 2025, que regulamenta o ZarcNM, foi publicada no Di\u00e1rio Oficial em 9 de julho, ap\u00f3s a Resolu\u00e7\u00e3o n\u00ba 107 do Comit\u00ea Gestor Interministerial do Seguro Rural que aprovou as regras do projeto-piloto. Com isso, o manejo adotado entra no c\u00e1lculo para avalia\u00e7\u00e3o do risco clim\u00e1tico da cultura. Nesta fase inicial do projeto, o Mapa destinou R$ 8 milh\u00f5es.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Segundo o diretor do Departamento de Gest\u00e3o de Riscos do Minist\u00e9rio, Diego Melo de Almeida, o projeto concretiza a evolu\u00e7\u00e3o do Zoneamento Agr\u00edcola de Risco Clim\u00e1tico (Zarc). \u201cEsse \u00e9 um caminho que n\u00f3s temos perseguido com a Embrapa h\u00e1, no m\u00ednimo, dois anos. A safra de ver\u00e3o ser\u00e1 o pontap\u00e9 inicial, mas esperamos seguir no aprimoramento da metodologia e ampliar o alcance e a aloca\u00e7\u00e3o de recursos para as pr\u00f3ximas safras\u201d, revela.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">O pesquisador Jos\u00e9 Renato Bou\u00e7as Farias, da Embrapa Soja (PR), diz que essa atualiza\u00e7\u00e3o \u00e9 crucial em per\u00edodos de escassez h\u00eddrica, que atualmente representa a principal causa de perdas na produ\u00e7\u00e3o de gr\u00e3os de soja no Brasil. \u201cO ZarcNM evidencia a redu\u00e7\u00e3o de risco por meio de uma estrat\u00e9gia de manejo bem conduzida, uma informa\u00e7\u00e3o fundamental para o produtor, para as atividades de planejamento agr\u00edcola e para o seguro rural\u201d, explica Farias.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">De acordo com o cientista, a ado\u00e7\u00e3o de pr\u00e1ticas conservacionistas \u00e9 determinante para aumentar a infiltra\u00e7\u00e3o de \u00e1gua e reduzir o escorrimento superficial, comuns durante chuvas intensas e em grandes volumes. Junto a outras pr\u00e1ticas de manejo do solo, elas promovem maior disponibilidade de \u00e1gua \u00e0s plantas.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">O tema Zarc N\u00edveis de Manejo estar\u00e1 em debate neste dia 22 de julho, \u00e0s 14h, em um painel do\u00a0X Congresso Brasileiro de Soja e do Mercosoja 2025. Para discutir a pauta, est\u00e1 prevista uma palestra sobre os impactos das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas sobre a produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola, que ser\u00e1 ministrada pelo pesquisador da\u00a0Embrapa Trigo\u00a0(RS),\u00a0Gilberto Rocca da Cunha.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Com rela\u00e7\u00e3o aos princ\u00edpios metodol\u00f3gicos e aplica\u00e7\u00f5es do ZarcNM, o painel contar\u00e1 com a palestra do pesquisador da\u00a0Embrapa Agricultura Digital\u00a0Jos\u00e9 Eduardo Monteiro. Al\u00e9m disso, as pol\u00edticas de gest\u00e3o do risco, no \u00e2mbito do ZarcNM, ser\u00e3o apresentadas pelo representante do\u00a0Minist\u00e9rio da Agricultura, Diego Melo de Almeida, do Departamento de Geset\u00e3o de Riscos (Deger). O painel ser\u00e1 moderado pelo pesquisador da Embrapa\u00a0Jos\u00e9 Renato Bou\u00e7as Farias.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Durante o Congresso, tamb\u00e9m ser\u00e1 apresentada a publica\u00e7\u00e3o\u00a0Indicadores para classifica\u00e7\u00e3o dos n\u00edveis de manejo no ZarcNM Soja.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">O pesquisador explica que o ZarcNM passar\u00e1 a considerar quatro N\u00edveis de Manejo (NMs), definidos a partir de seis indicadores. Os percentuais de subven\u00e7\u00e3o no seguro rural ser\u00e3o maiores conforme a qualidade do manejo: 20% para as \u00e1reas classificadas como N\u00edvel de Manejo 1 (NM1), 25% para NM2, 30% para NM3 e 35% para NM4. Pela regra atual do PSR, o percentual de subven\u00e7\u00e3o padr\u00e3o para a soja \u00e9 de 20%.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Com base em avalia\u00e7\u00f5es de campo conduzidas pela Embrapa em 62 propriedades do Paran\u00e1 e 201 locais do Mato Grosso do Sul, foi poss\u00edvel validar a metodologia de classifica\u00e7\u00e3o. Farias explica que o segundo n\u00edvel do ZarcNM, o NM2, representa a m\u00e9dia dos manejos de solo at\u00e9 ent\u00e3o adotados nesses estados.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Por outro lado, os n\u00edveis seguintes (NMs 3 e 4) pressup\u00f5em melhorias na fertilidade qu\u00edmica, f\u00edsica e biol\u00f3gica do solo, por interm\u00e9dio do aprimoramento das pr\u00e1ticas de manejo. Dessa forma, esses manejos aumentam a disponibilidade h\u00eddrica e, assim, reduzem os riscos de falta d\u2019\u00e1gua \u00e0s culturas.&#13;\n<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">J\u00e1 a classifica\u00e7\u00e3o NM1 revela \u00e1reas manejadas de forma inadequada, apresentando limita\u00e7\u00f5es nos atributos f\u00edsicos, qu\u00edmicos e biol\u00f3gicos do solo e, consequentemente, maiores riscos de perdas por d\u00e9ficit h\u00eddrico. \u201cO aprimoramento do manejo do solo, por meio de t\u00e9cnicas e pr\u00e1ticas comprovadamente eficazes, leva a um aumento significativo na produtividade das culturas, \u00e0 redu\u00e7\u00e3o do risco de perdas causadas por condi\u00e7\u00f5es de seca e ao aumento da fixa\u00e7\u00e3o de carbono no solo. Al\u00e9m disso, promove a conserva\u00e7\u00e3o tanto do solo quanto dos recursos h\u00eddricos\u201d, explica Farias.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Para o pesquisador, a ado\u00e7\u00e3o dos n\u00edveis de manejo nos trabalhos de Zarc permite delimitar as \u00e1reas e identificar os per\u00edodos de menor risco clim\u00e1tico para a implanta\u00e7\u00e3o da cultura da soja no Brasil. O risco \u00e9 contemplado n\u00e3o s\u00f3 devido \u00e0 composi\u00e7\u00e3o textural do solo, mas tamb\u00e9m decorrente da intera\u00e7\u00e3o com o n\u00edvel de ado\u00e7\u00e3o de diferentes pr\u00e1ticas de manejo do solo.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Eduardo Monteiro, coordenador da Rede Zarc Embrapa e pesquisador da Embrapa Agricultura Digital (SP), acrescenta que o ZarcNM possibilita avaliar com maior precis\u00e3o o risco associado a cada classe de manejo. \u201cEsse refinamento pode ajudar a identificar oportunidades de amplia\u00e7\u00e3o de regi\u00f5es ou de \u00e9pocas de cultivo para sistemas de produ\u00e7\u00e3o em n\u00edveis de manejo maiores, com menos risco\u201d, completa.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">O mecanismo de subven\u00e7\u00e3o diferenciada do programa de seguro rural vinculado \u00e0 classifica\u00e7\u00e3o de n\u00edvel de manejo tamb\u00e9m visa incentivar os produtores a adotarem boas pr\u00e1ticas e tecnologias mais produtivas e sustent\u00e1veis, al\u00e9m de reconhecer aqueles que j\u00e1 fazem isso. \u201cA classifica\u00e7\u00e3o ZarcNM deve ajudar o produtor a fazer um diagn\u00f3stico r\u00e1pido do seu sistema de produ\u00e7\u00e3o e identificar pontos-chave que, se corrigidos, podem contribuir para aumentar sua produtividade\u201d, analisa Monteiro.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">\u201cQuanto melhor o manejo e maior o hist\u00f3rico de boas pr\u00e1ticas, melhores as propriedades f\u00edsicas, qu\u00edmicas e biol\u00f3gicas do solo, maiores o teor de mat\u00e9ria org\u00e2nica, a redistribui\u00e7\u00e3o hidr\u00e1ulica, o crescimento do sistema radicular e a produtividade\u201d, ressalta Farias.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Na avalia\u00e7\u00e3o do pesquisador, a classifica\u00e7\u00e3o em n\u00edveis de manejo \u00e9 fundamentada em indicadores objetivos e verific\u00e1veis, o que possibilita a implementa\u00e7\u00e3o de mecanismos de fomento ou incentivos que promovam a melhoria do manejo do solo dentro de programas de pol\u00edtica agr\u00edcola.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Os seis indicadores considerados s\u00e3o: tempo sem revolvimento do solo, porcentagem de cobertura do solo em pr\u00e9-semeadura (palhada), diversifica\u00e7\u00e3o de cultura nos tr\u00eas \u00faltimos anos agr\u00edcolas, percentual de satura\u00e7\u00e3o por bases, teor de c\u00e1lcio e percentual de satura\u00e7\u00e3o por alum\u00ednio. Al\u00e9m dos indicadores quantitativos, alguns pr\u00e9-requisitos precisam ser observados como, por exemplo, semeadura em contorno ou em n\u00edvel.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">As informa\u00e7\u00f5es detalhadas sobre a metodologia de classifica\u00e7\u00e3o podem ser consultadas na Instru\u00e7\u00e3o Normativa do Minist\u00e9rio da Agricultura e Pecu\u00e1ria.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">O objetivo do projeto-piloto para a safra 2025\/2026 no Paran\u00e1 \u00e9 testar o fluxo operacional de uso do ZarcNM no PSR, vinculado a subven\u00e7\u00f5es diferenciadas. A partir dos crit\u00e9rios e indicadores definidos na metodologia, a classifica\u00e7\u00e3o do n\u00edvel de manejo da propriedade ou talh\u00e3o ser\u00e1 calculada de forma automatizada por meio de uma plataforma digital desenvolvida pela Embrapa Agricultura Digital, o Sistema de Informa\u00e7\u00f5es de N\u00edveis de Manejo (SINM).<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Ele vai funcionar com tr\u00eas conjuntos de informa\u00e7\u00f5es. O primeiro se refere aos dados para identifica\u00e7\u00e3o da propriedade e hist\u00f3rico da \u00e1rea, como informa\u00e7\u00f5es sobre opera\u00e7\u00f5es mecanizadas, interven\u00e7\u00f5es no solo e cultivos pr\u00e9-semeadura, importantes para a classifica\u00e7\u00e3o. O segundo conjunto s\u00e3o informa\u00e7\u00f5es obtidas por meio de sensoriamento remoto e geoprocessamento, utilizadas para verifica\u00e7\u00e3o da \u00e1rea. Por fim, o terceiro engloba os resultados das an\u00e1lises de solo de rotina, mas com geolocaliza\u00e7\u00e3o das amostras.&#13;\n<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Assim que as informa\u00e7\u00f5es da \u00e1rea de produ\u00e7\u00e3o s\u00e3o registradas, o SINM gera a classifica\u00e7\u00e3o do n\u00edvel de manejo. Com isso, a seguradora ir\u00e1 submeter a proposta ao Programa de Subven\u00e7\u00e3o ao Pr\u00eamio do Seguro Rural (PSR), que far\u00e1 a atribui\u00e7\u00e3o do percentual de subven\u00e7\u00e3o correspondente ao n\u00edvel alcan\u00e7ado.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">A inser\u00e7\u00e3o das informa\u00e7\u00f5es no sistema ser\u00e1 realizada por meio de operadores credenciados previamente, como as cooperativas, seguradoras, laborat\u00f3rios de an\u00e1lise de solo, empresas de geoprocessamento, \u00f3rg\u00e3os p\u00fablicos de assist\u00eancia t\u00e9cnica, entre outros atores interessados. Equipes da Embrapa e do Mapa vem realizando reuni\u00f5es t\u00e9cnicas com representantes das cooperativas e prestadores de servi\u00e7o para apresentar o projeto-piloto do ZarcNM e tirar d\u00favidas sobre o fluxo de opera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Monteiro avalia que as cooperativas t\u00eam um papel fundamental nessa fase de implementa\u00e7\u00e3o do projeto-piloto do ZarcNM no PSR. \u201cAlgumas cooperativas j\u00e1 mant\u00eam programas de capacita\u00e7\u00e3o de produtores e monitoramento da qualidade do manejo nas lavouras, elas t\u00eam contato com agricultores que adotam boas pr\u00e1ticas, ent\u00e3o podem atuar como facilitadoras\u201d, explica.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Uma das cooperativas que participar\u00e1 da fase de implementa\u00e7\u00e3o do projeto-piloto \u00e9 Cocamar. \u201cSempre buscamos estar na linha de frente da inova\u00e7\u00e3o no agroneg\u00f3cio, principalmente quando essas inova\u00e7\u00f5es beneficiam nossos cooperados. Por isso, participar do projeto-piloto do ZarcNM, em parceria com a Embrapa, ser\u00e1 uma experi\u00eancia extremamente relevante. Selecionamos 20 cooperados que s\u00e3o refer\u00eancia em boas pr\u00e1ticas agr\u00edcolas para implementar a proposta e testar na pr\u00e1tica a nova metodologia baseada em n\u00edveis de manejo\u201d, conta o gerente-executivo t\u00e9cnico da Cocamar, Renato Watanabe.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">De acordo com Watanabe, um dos principais desafios foi enquadrar os produtores dentro desses n\u00edveis de forma criteriosa, j\u00e1 que cada realidade no campo \u00e9 \u00fanica. Ainda assim, a expectativa \u00e9 que os resultados ser\u00e3o muito positivos. \u201cO ZarcNM traz uma nova perspectiva para a an\u00e1lise de risco clim\u00e1tico e abre caminho para pol\u00edticas p\u00fablicas mais justas e eficientes, principalmente no acesso ao cr\u00e9dito e ao seguro rural. Acreditamos que essa nova abordagem vai estimular a ado\u00e7\u00e3o de pr\u00e1ticas mais sustent\u00e1veis, al\u00e9m de fortalecer a resili\u00eancia das lavouras frente aos desafios clim\u00e1ticos\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">O SINM funciona atrav\u00e9s de APIs (Interface de Programa\u00e7\u00e3o de Aplica\u00e7\u00f5es), um conjunto de protocolos que permite a comunica\u00e7\u00e3o de um sistema para outro, de forma autom\u00e1tica e sem manipula\u00e7\u00e3o direta dos dados. \u201cEstamos construindo um caminho alternativo para viabilizar a subven\u00e7\u00e3o diferenciada para quem comprova boas pr\u00e1ticas, em que a rastreabilidade, a transpar\u00eancia e a verificabilidade das informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o essenciais para todas as partes\u201d, ressalta Monteiro.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Aqueles que quiserem se credenciar para prover servi\u00e7os ao setor produtivo como operadores do sistema precisam comprovar capacidade t\u00e9cnica e, no caso dos laborat\u00f3rios, devem tamb\u00e9m ter a aprova\u00e7\u00e3o em algum dos programas de profici\u00eancia em an\u00e1lises de solo. \u201cNeste momento, procuramos facilitar as articula\u00e7\u00f5es entre cooperativas, seguradoras, empresas de sensoriamento remoto e laborat\u00f3rios para atuarem em conjunto e ofertarem solu\u00e7\u00f5es integradas, de forma a facilitar a obten\u00e7\u00e3o e registro dos dados necess\u00e1rios para a classifica\u00e7\u00e3o do manejo\u201d, relata Monteiro.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Candidatos a operadores do SINM podem consultar a documenta\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica e solicitar o credenciamento por meio de um\u00a0formul\u00e1rio dispon\u00edvel neste link.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Quando criado, em 1996, o Zarc considerava tr\u00eas classes de \u00e1gua dispon\u00edvel do solo, sendo determinadas apenas pela textura do solo, principalmente pelo teor de argila. A partir de 2022, um novo m\u00e9todo de classifica\u00e7\u00e3o passou a considerar seis classes de \u00e1gua dispon\u00edvel do solo, em fun\u00e7\u00e3o dos teores de areia, silte e argila. A metodologia agora proposta passa a considerar tamb\u00e9m a estrutura e a fertilidade f\u00edsica, qu\u00edmica e biol\u00f3gica, pela influ\u00eancia exercida na disponibilidade h\u00eddrica no solo.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">\u00a0<\/p>\n<\/p><\/div>\n<p><script data-cfasync=\"false\">\n    !function (f, b, e, v, n, t, s) {\n        if (f.fbq) return; n = f.fbq = function () {\n            n.callMethod ?\n                n.callMethod.apply(n, arguments) : n.queue.push(arguments)\n        };\n        if (!f._fbq) f._fbq = n; n.push = n; n.loaded = !0; n.version = '2.0';\n        n.queue = []; t = b.createElement(e); t.async = !0;\n        t.src = v; s = b.getElementsByTagName(e)[0];\n        s.parentNode.insertBefore(t, s)\n    }(window, document, 'script',\n        'https:\/\/connect.facebook.net\/en_US\/fbevents.js');\n    fbq('init', '522546078623747');\n    fbq('track', 'PageView');\n<\/script><br \/>\n<br \/><br \/>\n<br \/>Fonte: <a href=\"https:\/\/www.agrolink.com.br\/noticias\/manejo-de-solo-passa-a-fazer-parte-do-zoneamento-de-risco-climatico-da-soja_504149.html\">AGROLINK<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Com um projeto-piloto no Paran\u00e1, o Zoneamento Agr\u00edcola de Risco Clim\u00e1tico (Zarc) para cultura da soja ir\u00e1 considerar, a partir da pr\u00f3xima safra, tamb\u00e9m a ado\u00e7\u00e3o de boas pr\u00e1ticas de manejo do solo que aumentam o volume de \u00e1gua dispon\u00edvel para as plantas. 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