{"id":26297,"date":"2025-06-13T11:14:21","date_gmt":"2025-06-13T14:14:21","guid":{"rendered":"https:\/\/mussicom.com\/acesso-a-educacao-avanca-no-brasil-mas-sem-atingir-maioria-das-metas\/"},"modified":"2025-06-13T11:14:21","modified_gmt":"2025-06-13T14:14:21","slug":"acesso-a-educacao-avanca-no-brasil-mas-sem-atingir-maioria-das-metas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/mussicom.com\/noticias\/acesso-a-educacao-avanca-no-brasil-mas-sem-atingir-maioria-das-metas\/","title":{"rendered":"Acesso \u00e0 educa\u00e7\u00e3o avan\u00e7a no Brasil, mas sem atingir maioria das metas"},"content":{"rendered":"<p> <br \/>\n<\/p>\n<div>\n<p>O acesso de crian\u00e7as e adolescentes \u00e0 escola no Brasil continuou avan\u00e7ando em 2024, mas sem atingir as metas para alguns indicadores definidas, em 2014, pelo Plano Nacional de Educa\u00e7\u00e3o. Os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domic\u00edlios (Pnad) Educa\u00e7\u00e3o divulgados nesta sexta-feira (13) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE)\u00a0mostram que <strong>o grupo et\u00e1rio de 6 a 14 anos, por exemplo, foi o \u00fanico que se manteve no patamar de universaliza\u00e7\u00e3o do acesso<\/strong>.<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.gif?id=1646528&amp;o=node\" style=\"width:1px; height:1px; display:inline;\"\/><\/p>\n<p>A parcela de crian\u00e7as e adolescentes dessa faixa et\u00e1ria que frequentavam a escola em 2024 chegou a 99,5%. Em 2016, quando come\u00e7ou a s\u00e9rie hist\u00f3rica dessa pesquisa, o percentual era de 99,2%, j\u00e1 considerada na faixa de universaliza\u00e7\u00e3o, segundo o IBGE.<\/p>\n<p><strong>O pa\u00eds tamb\u00e9m deveria ter alcan\u00e7ado a meta de universaliza\u00e7\u00e3o no acesso \u00e0 educa\u00e7\u00e3o\u00a0para outras duas faixas et\u00e1rias \u2500 de 4 e 5 anos e de 15 a 17 anos \u2500\u00a0mas o percentual continua abaixo do pretendido.<\/strong><\/p>\n<p>A parcela de crian\u00e7as de 4 e 5 anos na escola chegou a 93,4%, em 2024. Em 2016, o percentual era 90%. Essa taxa subiu para 92,7% em 2019, caiu para 91,5% em 2022, e depois voltou a crescer para 92,9% em 2023.<\/p>\n<p>Os adolescentes de 15 a 17 anos na escola tamb\u00e9m atingiram o percentual de 93,4%, depois de subir de 86,9% em 2016 para 92,2% em 2022 e de apresentar uma queda para 91,9% em 2023.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:500px;\">\n<caption>Fonte: PNAD Educa\u00e7\u00e3o (IBGE)<\/caption>\n<tbody>\n<tr>\n<td>Acesso \u00e0 escola por faixa et\u00e1ria<\/td>\n<td>2016<\/td>\n<td>2019<\/td>\n<td>2022<\/td>\n<td>2023<\/td>\n<td>2024<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Crian\u00e7as de 4 e 5 anos<\/td>\n<td>90%<\/td>\n<td>92,7%<\/td>\n<td>91,5%<\/td>\n<td>92,9%<\/td>\n<td>93,4%<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Adolescentes de 15 a 17 anos<\/td>\n<td>86,9%<\/td>\n<td>89%<\/td>\n<td>92,2%<\/td>\n<td>91,9%<\/td>\n<td>93,4%<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p>\u00a0<\/p>\n<blockquote>\n<p>\u201cOs dados da Pnad mostram claramente uma evolu\u00e7\u00e3o da educa\u00e7\u00e3o no Brasil, ao colocar as pessoas na escola. Mas, em alguns indicadores, ainda n\u00e3o chegamos ao desejado\u201d, afirma o pesquisador do IBGE, William Kratochwill.<\/p>\n<\/blockquote>\n<h2>\u00a0<\/h2>\n<div class=\"dnd-widget-wrapper context-cheio_8colunas type-image\">\n<div class=\"dnd-atom-rendered\"><!-- scald=426654:cheio_8colunas --><br \/>\n            <img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/imagens.ebc.com.br\/CCWo1nL9frdzKJ-UfD398rpGf6w=\/754x0\/smart\/https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/2025\/06\/05\/toms0716.jpg?itok=8X41Yd9o\" alt=\"Rio de Janeiro (RJ), 04\/06\/2025 \u2013 Alunos em sala de aula no Centro Integrado de Educa\u00e7\u00e3o P\u00fablica (CIEP) 001, no Catete, na zona sul da capital fluminense. Foto: Tomaz Silva\/Ag\u00eancia Brasil\" title=\"Tomaz Silva\/Ag\u00eancia Brasil\"\/><br \/>\n        <img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/imagens.ebc.com.br\/CCWo1nL9frdzKJ-UfD398rpGf6w=\/754x0\/smart\/https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/2025\/06\/05\/toms0716.jpg?itok=8X41Yd9o\" alt=\"Rio de Janeiro (RJ), 04\/06\/2025 \u2013 Alunos em sala de aula no Centro Integrado de Educa\u00e7\u00e3o P\u00fablica (CIEP) 001, no Catete, na zona sul da capital fluminense. Foto: Tomaz Silva\/Ag\u00eancia Brasil\" title=\"Tomaz Silva\/Ag\u00eancia Brasil\"\/><br \/>\n    <!-- END scald=426654 --><\/div>\n<p><h6 class=\"meta\">Alunos em sala de aula no Centro Integrado de Educa\u00e7\u00e3o P\u00fablica (CIEP) 001, no Catete, na zona sul da capital fluminense. <strong>Tomaz Silva\/Ag\u00eancia Brasil<\/strong><!--END copyright=426654--><\/h6>\n<\/p>\n<\/div>\n<h2>Creches<\/h2>\n<p>Outra meta prevista pelo PNE\u00a0\u00e9 matricular, at\u00e9\u00a0dezembro deste ano, no m\u00ednimo 50% das crian\u00e7as com 3 anos de idade ou menos\u00a0em creches e escolas. O percentual em 2024 chegou a 39,8%, partindo de 30,3% em 2016.<\/p>\n<p>Para atingir a meta at\u00e9 o fim deste ano, portanto, o acesso \u00e0s creches precisaria crescer em ritmo mais r\u00e1pido do que avan\u00e7ou\u00a0nos oito anos anteriores.<\/p>\n<p>Nesse caso, no entanto, h\u00e1 um problema que n\u00e3o est\u00e1 diretamente ligado \u00e0 a\u00e7\u00e3o do poder p\u00fablico. <strong>Segundo o IBGE, a\u00a0maioria das fam\u00edlias n\u00e3o coloca seus filhos pequenos na educa\u00e7\u00e3o infantil\u00a0porque n\u00e3o quer.<\/strong><\/p>\n<p>Os dados da Pnad revelam que 63,6% das crian\u00e7as de at\u00e9 1 ano que n\u00e3o est\u00e3o matriculadas em uma creche n\u00e3o t\u00eam acesso a um estabelecimento educacional por op\u00e7\u00e3o dos pais ou respons\u00e1veis.<\/p>\n<div class=\"dnd-widget-wrapper context-medio_4colunas type-image atom-align-left\">\n<div class=\"dnd-atom-rendered\"><!-- scald=109731:medio_4colunas {\"additionalClasses\":\"\"} --><br \/>\n            <img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/imagens.ebc.com.br\/9_XIH4P-iAeEjEflouEzsRPamPE=\/365x0\/smart\/https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/sites\/default\/files\/atoms\/image\/creche.jpg?itok=_rsX-5dw\" alt=\"creche\" title=\"Antonio Cruz\/Arquivo Ag\u00eancia Brasil\"\/><br \/>\n        <img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/imagens.ebc.com.br\/9_XIH4P-iAeEjEflouEzsRPamPE=\/365x0\/smart\/https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/sites\/default\/files\/atoms\/image\/creche.jpg?itok=_rsX-5dw\" alt=\"creche\" title=\"Antonio Cruz\/Arquivo Ag\u00eancia Brasil\"\/><br \/>\n    <!-- END scald=109731 --><\/div>\n<p><h6 class=\"meta\"><!--copyright=109731-->Crian\u00e7as em creche\u00a0&#8211; <strong>Antonio Cruz\/Arquivo Ag\u00eancia Brasil<\/strong><!--END copyright=109731--><\/h6>\n<\/p>\n<\/div>\n<p>Dos que n\u00e3o est\u00e3o matriculados, apenas 30,1% n\u00e3o t\u00eam acesso \u00e0 educa\u00e7\u00e3o infantil por falta de vagas ou por n\u00e3o haver creches na regi\u00e3o. O restante (6,3%) n\u00e3o est\u00e1 na escola por outros motivos.<\/p>\n<p><strong>Entre as crian\u00e7as de 2 e 3 anos, 53,3% n\u00e3o est\u00e3o na creche ou escola por op\u00e7\u00e3o dos pais, 39% por falta de vagas ou porque n\u00e3o tem escola ou creche na regi\u00e3o e 7,6% por outros motivos.<\/strong><\/p>\n<p>\u201cO motivo para esse grupo [de 0 a 3 anos] n\u00e3o ter alcan\u00e7ado a meta, os n\u00fameros indicam, parece muito mais cultural\u201d, explica Kratochwill.<\/p>\n<h2>Frequ\u00eancia l\u00edquida<\/h2>\n<p>A Pnad tamb\u00e9m avaliou a taxa de frequ\u00eancia escolar l\u00edquida, ou seja, qual a parcela de pessoas naquela faixa et\u00e1ria que est\u00e3o no ciclo escolar adequado. No caso da faixa de 6 a 14 anos, o adequado \u00e9 o ensino fundamental. Para 15 a 17 anos, seria o ensino m\u00e9dio. J\u00e1 de 18 a 24 anos, seria o ensino superior.<\/p>\n<p>A taxa de frequ\u00eancia de 6 a 14 anos j\u00e1 tinha alcan\u00e7ado a meta do PNE (95%) em 2016 (96,7%) e chegou a 97,1% em 2019. Depois da pandemia de covid-19, no entanto, devido ao fechamento das escolas e \u00e0 ado\u00e7\u00e3o do modelo de ensino a dist\u00e2ncia, a taxa caiu. Em 2022, atingiu 95,2%, permanecendo ainda cima da meta.<\/p>\n<p>Em 2023, caiu para 94,6%, ficando aqu\u00e9m da meta. <strong>Em 2024, recuou novamente, passando para 94,5% e se distanciando do objetivo do PNE.<\/strong><\/p>\n<p>\u201cEssa queda mostrou a fragilidade desse grupo et\u00e1rio em acompanhar as aulas, devido \u00e0 pandemia, num outro formato que n\u00e3o o presencial. E isso acarretou um d\u00e9ficit que ainda vai ser carregado por algum tempo at\u00e9 as crian\u00e7as voltarem a frequentar a s\u00e9rie apropriada para o seu grupo et\u00e1rio\u201d, afirma Kratochwill.<\/p>\n<p><strong>A taxa de frequ\u00eancia l\u00edquida para a idade de 15 a 17 anos tamb\u00e9m est\u00e1 abaixo da meta de 85% do PNE.<\/strong> Mas, nesse caso, o indicador n\u00e3o foi impactado no per\u00edodo p\u00f3s-pandemia. A taxa cresceu de 68,2% em 2016 para 71,3% em 2019. Em 2022, continuou subindo, chegando a 75,2%.<\/p>\n<p>Em 2023, houve uma leve queda, passando para 75%. Em 2024, no entanto, voltou a subir e atingiu o maior valor da s\u00e9rie (76,7%), apesar de ainda estar 8,3 pontos percentuais abaixo da meta.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<table border=\"1\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\" style=\"width:500px;\">\n<caption>Fonte: PNAD Educa\u00e7\u00e3o (IBGE)<\/caption>\n<tbody>\n<tr>\n<td>Faixa et\u00e1ria<\/td>\n<td><strong>Meta<\/strong><\/td>\n<td>2016<\/td>\n<td>2022<\/td>\n<td>2024<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>% de alunos de 6 a 14 anos no ensino fundamental<\/td>\n<td><strong>95%<\/strong><\/td>\n<td>96,7%<\/td>\n<td>95,2%<\/td>\n<td>94,5%<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>% de alunos de 15 a 17 anos no ensino m\u00e9dio<\/td>\n<td><strong>85%<\/strong><\/td>\n<td>68,2%<\/td>\n<td>75,2%<\/td>\n<td>76,7%<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><strong>Para a faixa de 18 a 25 anos, a meta \u00e9 ter 33% cursando o ensino superior. No entanto, a taxa em 2024 era de apenas 27,1%.<\/strong> Mesmo somando os 4,2% que j\u00e1 tinham conclu\u00eddo um curso de gradua\u00e7\u00e3o, o percentual (31,3%) ainda n\u00e3o atinge a meta.<\/p>\n<p>O restante dos jovens nessa idade estava cursando ainda a educa\u00e7\u00e3o b\u00e1sica (4,1%) ou n\u00e3o frequentava nenhuma escola ou universidade (64,6%). Mesmo n\u00e3o tendo atingido a meta, \u00e9 poss\u00edvel ver que a frequ\u00eancia l\u00edquida dessa faixa et\u00e1ria tem apresentado aumentos desde 2017, quando era 22,4%. Em 2023, era 25,9%.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<div class=\"dnd-widget-wrapper context-cheio_8colunas type-image\">\n<div class=\"dnd-atom-rendered\"><!-- scald=354453:cheio_8colunas --><br \/>\n            <img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/imagens.ebc.com.br\/uPKJFHzoUIYeg9JU7zI8T4_JW1k=\/754x0\/smart\/https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/223a8051.jpg?itok=MFE59vcU\" alt=\"Bras\u00edlia, 21\/10\/2023 80 estudantes do ensino m\u00e9dio de escolas p\u00fablicas do DF participam de um Hackathon que tem como objetivo pensar solu\u00e7\u00f5es e estrat\u00e9gias para o enfrentamento \u00e0 desinforma\u00e7\u00e3o sobre vacinas nas escolas. Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom\/ Ag\u00eancia Brasil\" title=\"Fabio Rodrigues-Pozzebom\/ Ag\u00eancia Brasil\"\/><br \/>\n        <img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/imagens.ebc.com.br\/uPKJFHzoUIYeg9JU7zI8T4_JW1k=\/754x0\/smart\/https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/223a8051.jpg?itok=MFE59vcU\" alt=\"Bras\u00edlia, 21\/10\/2023 80 estudantes do ensino m\u00e9dio de escolas p\u00fablicas do DF participam de um Hackathon que tem como objetivo pensar solu\u00e7\u00f5es e estrat\u00e9gias para o enfrentamento \u00e0 desinforma\u00e7\u00e3o sobre vacinas nas escolas. Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom\/ Ag\u00eancia Brasil\" title=\"Fabio Rodrigues-Pozzebom\/ Ag\u00eancia Brasil\"\/><br \/>\n    <!-- END scald=354453 --><\/div>\n<p><h6 class=\"meta\">Eestudantes do ensino m\u00e9dio de escolas p\u00fablicas do DF participam de um Hackathon\u00a0<strong>Fabio Rodrigues-Pozzebom\/ Ag\u00eancia Brasil<\/strong><!--END copyright=354453--><\/h6>\n<\/p>\n<\/div>\n<h2>Analfabetismo<\/h2>\n<p>A taxa de analfabetismo para pessoas com 15 anos ou mais continua em queda no pa\u00eds. A meta do PNE \u00e9 que o indicador seja de, no m\u00e1ximo, 6,5%, o que j\u00e1 havia sido conquistado em 2017, quando chegou aos 6,5%. Em 2024, a taxa ficou em 5,3%, abaixo dos 5,4% de 2023.<\/p>\n<p><strong>Segundo o IBGE, ainda havia 9,1 milh\u00f5es de pessoas analfabetas no pa\u00eds no ano passado.<\/strong> H\u00e1 ainda, segundo o instituto, um passivo de analfabetismo do passado, uma vez que, entre as pessoas com 60 anos ou mais de idade, a taxa \u00e9 de 14,9% \u2500 ainda assim, inferior aos 20,5% de 2016.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>      <!-- Relacionada --><\/p>\n<p>            <!-- Relacionada -->\n    <\/div>\n<p><br \/>\n<br \/>Fonte: <a href=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/educacao\/noticia\/2025-06\/acesso-educacao-avanca-no-brasil-mas-sem-atingir-maioria-das-metas\">Ag\u00eancia Brasil<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O acesso de crian\u00e7as e adolescentes \u00e0 escola no Brasil continuou avan\u00e7ando em 2024, mas sem atingir as metas para alguns indicadores definidas, em 2014, pelo Plano Nacional de Educa\u00e7\u00e3o. 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