{"id":25601,"date":"2025-06-09T07:40:53","date_gmt":"2025-06-09T10:40:53","guid":{"rendered":"https:\/\/mussicom.com\/os-melhores-albuns-internacionais-de-2025-ate-agora-segundo-rolling-stone\/"},"modified":"2025-06-09T07:40:53","modified_gmt":"2025-06-09T10:40:53","slug":"os-melhores-albuns-internacionais-de-2025-ate-agora-segundo-rolling-stone","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/mussicom.com\/noticias\/os-melhores-albuns-internacionais-de-2025-ate-agora-segundo-rolling-stone\/","title":{"rendered":"Os melhores \u00e1lbuns internacionais de 2025 at\u00e9 agora, segundo Rolling Stone"},"content":{"rendered":"<p> <br \/>\n<\/p>\n<div>\n<p>Que ano tem sido para a boa m\u00fasica \u2014 ao contr\u00e1rio, por exemplo, de todo o resto. Mas j\u00e1 estamos quase na metade de 2025, e o ano est\u00e1 cheio de novos \u00e1lbuns que oferecem o que precisamos: inspira\u00e7\u00e3o, catarse ou apenas um pouco de eleva\u00e7\u00e3o emocional.<\/p>\n<p>A lista da <em><strong>Rolling Stone<\/strong><\/em> re\u00fane uma ampla variedade de m\u00fasicas incr\u00edveis, de diferentes estilos e sonoridades. Temos superastros do pop, como <strong>Bad Bunny<\/strong> e <strong>Lady Gaga<\/strong>. Tamb\u00e9m temos poetas do hip hop, roqueiros indie, cantores country, mestres das batidas, contadores de hist\u00f3rias do folk e festeiros.<\/p>\n<p>Esta lista est\u00e1 repleta de artistas rebeldes em ascens\u00e3o, prontos para trazer o futuro. Mas tamb\u00e9m est\u00e1 cheia de veteranos experientes que continuam construindo suas lendas. Temos morenas melanc\u00f3licas, mulheres tristes e um caos generalizado. \u00c9 o momento perfeito para se atualizar com toda a m\u00fasica incr\u00edvel que 2025 j\u00e1 nos trouxe \u2014 e para esperar ansiosamente pelo restante do ano. Veja os 66 t\u00edtulos abaixo:<\/p>\n<h2>Tunde Adebimpe, \u2018Thee Black Boltz\u2019<\/h2>\n<p>O primeiro \u00e1lbum solo de <strong>Tunde Adebimpe<\/strong> \u2014 integrante dos tit\u00e3s do indie-prog <strong>TV On the Radio<\/strong>, al\u00e9m de fazer parte do multiverso de <em><strong>Star Wars<\/strong><\/em> \u2014 oferece um close extremo da condi\u00e7\u00e3o humana, usando seu poderoso uivo para amarrar as explora\u00e7\u00f5es selvagens de g\u00eaneros que comp\u00f5em o trabalho. Ele desafia as limita\u00e7\u00f5es da \u201cera da ternura e da raiva\u201d na pulsante \u201c<strong>Magnetic<\/strong>\u201d, se despe e se abre em \u201c<strong>ILY<\/strong>\u201d e se entrega ao lamento com l\u00e1grimas na cerveja em \u201c<strong>God Knows<\/strong>\u201d. Ao longo de tudo, a voz f\u00edsica de <strong>Adebimpe<\/strong> \u00e9 um farol, conduzindo o caminho enquanto deixa claro aos ouvintes que enxerga o mundo como ele \u00e9 \u2014 e, ainda assim, abra\u00e7a as possibilidades que existem al\u00e9m dele. \u2014 <strong>Maura Johnston<\/strong><\/p>\n<p><iframe allowfullscreen=\"allowfullscreen\" frameborder=\"0\" height=\"352\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/open.spotify.com\/embed\/album\/0MuAR8zcmZyGAwJcnkCpV1?utm_source=generator\" style=\"border-radius: 12px;\" width=\"100%\"><\/iframe><\/p>\n<h2>Bad Bunny, \u2018Deb\u00ed Tirar M\u00e1s Fotos\u2019<\/h2>\n<p>Em seu sexto \u00e1lbum, <strong>Bad Bunny<\/strong> leva os ouvintes com ele em um triunfante retorno para casa, com 17 m\u00fasicas que atravessam o rico caleidosc\u00f3pio de g\u00eaneros de Porto Rico. \u00c9 algo caseiro, jubilante e fresco, enquanto <strong>Benito<\/strong> pega os melhores momentos de seu marco de 2022, <em><strong>Un Verano Sin Ti<\/strong><\/em>, e expande os limites de sua sonoridade continuamente experimental, adentrando territ\u00f3rios inexplorados da m\u00fasica folcl\u00f3rica porto-riquenha e da salsa. Enquanto <strong>Bad Bunny<\/strong> homenageia sua terra natal e registra retratos de sua vida ali, ele tamb\u00e9m encontra partes importantes de si: o poeta apaixonado, o sonhador e, acima de tudo, o orgulhoso porto-riquenho. \u2014 <strong>Maya Georgi<\/strong><\/p>\n<p><iframe allowfullscreen=\"allowfullscreen\" frameborder=\"0\" height=\"352\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/open.spotify.com\/embed\/album\/5K79FLRUCSysQnVESLcTdb?utm_source=generator\" style=\"border-radius: 12px;\" width=\"100%\"><\/iframe><\/p>\n<h2>Julien Baker &amp; Torres, \u2018Send a Prayer My Way\u2019<\/h2>\n<p><strong>Julien Baker<\/strong> e <strong>Mackenzie Scott<\/strong> (mais conhecida como <strong>Torres<\/strong>) s\u00e3o cantoras e autoras indie com ra\u00edzes no sul dos Estados Unidos. Em <em><strong>Send a Prayer My Way<\/strong><\/em>, elas se juntam para fazer um grande disco country. O maravilhoso primeiro single do \u00e1lbum, \u201c<strong>Sugar in the Tank<\/strong>\u201d, exalta aquele tipo de melodia descontra\u00edda que pode funcionar tanto como um hino de roots rock quanto como um sucesso nas r\u00e1dios country. Como artistas queer, <strong>Scott<\/strong> e <strong>Baker<\/strong> disseram que o \u00e1lbum foi sobre fazer uma m\u00fasica country na qual elas pudessem se enxergar \u2014 e que outras pessoas tamb\u00e9m pudessem. Isso faz com que <em><strong>Send a Prayer My Way<\/strong><\/em> soe como uma homenagem rica que tamb\u00e9m impulsiona o g\u00eanero para frente. \u2014 <strong>Jon Dolan<\/strong><\/p>\n<p><iframe allowfullscreen=\"allowfullscreen\" frameborder=\"0\" height=\"352\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/open.spotify.com\/embed\/album\/7wVTqZ02NOssDk9xfo9Imf?utm_source=generator\" style=\"border-radius: 12px;\" width=\"100%\"><\/iframe><\/p>\n<h2>Bartees Strange, \u2018Horror\u2019<\/h2>\n<p>O produtor e compositor <strong>Bartees Strange<\/strong> encara os monstros do mundo \u2014 incluindo aqueles que espreitam dentro de cada um de n\u00f3s \u2014 em seu terceiro \u00e1lbum. <em><strong>Horror<\/strong><\/em> leva o agnosticismo de g\u00eanero que tornou os dois primeiros \u00e1lbuns de <strong>Strange<\/strong> t\u00e3o vitais e o amplifica, tanto sonora quanto figurativamente (com uma ajudinha do superprodutor <strong>Jack Antonoff<\/strong>). Uma agita\u00e7\u00e3o intensa anima os pontos altos de <em><strong>Horror<\/strong><\/em>, como a inquieta e existencialmente perturbada \u201c<strong>Wants Needs<\/strong>\u201d (\u201c<em>Se eu n\u00e3o consigo encontrar um \u00e2ngulo\/ Me diga como devo me sentir<\/em>\u201d, ele implora na ponte estrondosa) e a \u201c<strong>Loop Defenders<\/strong>\u201d, que come\u00e7a contida e depois explode (mirando diretamente em quem tenta coloc\u00e1-lo em uma caixa). \u2014 <strong>M.J.<\/strong><\/p>\n<p><iframe allowfullscreen=\"allowfullscreen\" frameborder=\"0\" height=\"352\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/open.spotify.com\/embed\/album\/63PDPkOtqUzHu8qNolREp8?utm_source=generator\" style=\"border-radius: 12px;\" width=\"100%\"><\/iframe><\/p>\n<h2>Beach Bunny, \u2018Tunnel Vision\u2019<\/h2>\n<p>Mais um \u00e1lbum repleto de ganchos a\u00e7ucarados e riffs angustiados de <strong>Lill Trifilio<\/strong> e companhia. Em <strong>Tunnel Version<\/strong>, o trio de Chicago aprofunda o som dos dois \u00faltimos \u00e1lbuns, enquanto tamb\u00e9m expande os temas abordados (menos desilus\u00f5es amorosas, mais distopia ansiosa). O resultado \u00e9 uma banda que soa t\u00e3o inquieta como sempre, mesmo enquanto continua amadurecendo. \u201cO disco fala muito sobre sa\u00fade mental e escurid\u00e3o\u201d, disse <strong>Trifilio<\/strong> \u00e0 <em><strong>Rolling Stone<\/strong><\/em>. \u201cMas estamos todos juntos nessa.\u201d \u2014 <strong>Jonathan Bernstein<\/strong><\/p>\n<p><iframe allowfullscreen=\"allowfullscreen\" frameborder=\"0\" height=\"352\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/open.spotify.com\/embed\/album\/7cKYTJlA0TDjAFA24oglTN?utm_source=generator\" style=\"border-radius: 12px;\" width=\"100%\"><\/iframe><\/p>\n<h2>Blondshell, \u2018If You Asked For a Picture\u2019<\/h2>\n<p>Em seu segundo \u00e1lbum como <em><strong>Blondshell<\/strong><\/em>, a cantora e compositora <strong>Sabrina Teitelbaum<\/strong> est\u00e1 descobrindo quanto de sua hist\u00f3ria de vida quer contar ao mundo \u2014 quanto precisa contar \u2014 e quanto prefere guardar para si mesma. Em seu aclamado \u00e1lbum de estreia autointitulado de 2023, ela se exp\u00f4s completamente, com um indie rock confessadamente intenso. Mas em <strong><em>If You Asked For a Picture<\/em><\/strong>, <strong>Teitelbaum<\/strong> est\u00e1 mais ambivalente, mais questionadora, confrontando seu passado doloroso, desde a infelicidade na inf\u00e2ncia at\u00e9 romances disfuncionais na juventude. Estas s\u00e3o as m\u00fasicas de uma artista que quer descobrir quem \u00e9 cantando sobre isso. \u2014 <strong>Rob Sheffield<\/strong><\/p>\n<p><iframe allowfullscreen=\"allowfullscreen\" frameborder=\"0\" height=\"352\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/open.spotify.com\/embed\/album\/0b4ieMOkv7WGdJ4qYXbtzZ?utm_source=generator\" style=\"border-radius: 12px;\" width=\"100%\"><\/iframe><\/p>\n<h2>Bon Iver, \u2018Sable, Fable\u2019<\/h2>\n<p>As letras de <strong>Justin Vernon<\/strong> frequentemente o colocaram como um compositor melanc\u00f3lico e apaixonado. As nove faixas de seu primeiro \u00e1lbum em cinco anos mostram que ele finalmente est\u00e1 cedendo \u00e0 leveza. \u201c<em>O tempo cura e depois se repete<\/em>\u201d, ele canta, reconhecendo a natureza regenerativa de todas as coisas. H\u00e1 um senso de transcend\u00eancia que percorre o \u00e1lbum, com a maioria das m\u00fasicas se resolvendo em tons maiores, impulsionadas por percuss\u00f5es marcantes, muito pedal steel e melodias pop triunfantes e \u00e9picas. \u00c9 a obra de um homem em seu momento mais esperan\u00e7oso e aberto, de palmas viradas para cima, pronto e disposto a emergir para respirar. \u2014 <strong>Leah Lu<\/strong><\/p>\n<p><iframe allowfullscreen=\"allowfullscreen\" frameborder=\"0\" height=\"352\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/open.spotify.com\/embed\/album\/3L3UjpXtom6T0Plt1j6l1T?utm_source=generator\" style=\"border-radius: 12px;\" width=\"100%\"><\/iframe><\/p>\n<h2>Car Seat Headrest, \u2018The Scholars\u2019<\/h2>\n<p><strong>Will Toledo<\/strong>, do <strong>Car Seat Headrest<\/strong>, apresenta o mais recente \u00e1lbum \u00e9pico da banda com a alega\u00e7\u00e3o bem-humorada de que <em><strong>The Scholars<\/strong><\/em> foi \u201c<em>traduzido e adaptado de um poema inacabado e n\u00e3o publicado escrito pelo meu tatarav\u00f4 ao quadrado, o arcebispo <strong>Guillermo Guadalupe del Toledo<\/strong><\/em>\u201d, e ele levou esse projeto a s\u00e9rio o suficiente para dar \u00e0 sua \u00f3pera um libreto. A boa not\u00edcia para o ouvinte comum \u00e9 que, para um \u00e1lbum com libreto, este \u00e9 surpreendentemente f\u00e1cil de ouvir \u2014 como se fosse um disco do <strong>Guided by Voices<\/strong> expandido para a escala de <em><strong>The Lamb Lies Down on Broadway<\/strong><\/em>. \u2014 <strong>J.D.<\/strong><\/p>\n<p><iframe allowfullscreen=\"allowfullscreen\" frameborder=\"0\" height=\"352\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/open.spotify.com\/embed\/album\/3EuXbeOZZukUbq4ZdreJzV?utm_source=generator\" style=\"border-radius: 12px;\" width=\"100%\"><\/iframe><\/p>\n<h2>Central Cee, \u2018Can\u2019t Rush Greatness\u2019<\/h2>\n<p>A sensa\u00e7\u00e3o do rap de West London, de 25 anos, j\u00e1 provou ser um hitmaker confi\u00e1vel da Gera\u00e7\u00e3o Z, com n\u00fameros de streaming que sustentam isso, tudo antes mesmo de lan\u00e7ar seu \u00e1lbum de estreia. Com <em><strong>Can\u2019t Rush Greatness<\/strong><\/em>, ele quer mostrar que consegue corresponder ao hype e, com 17 faixas que abrangem uma variedade de sons e estilos, o \u00e1lbum sustenta sua proposta de forma poderosa. Um verdadeiro representante de sua gera\u00e7\u00e3o (\u201c<strong>Gen Z Love<\/strong>\u201d tem todos os elementos para ser um hino de \u00e9poca), <strong>Cench<\/strong> \u00e9 t\u00e3o atento \u00e0 m\u00fasica quanto \u00e0 imagem que a cerca, e essa habilidade com ambos os aspectos \u00e9 o que faz de seu \u00e1lbum de estreia um sucesso. \u2014 <strong>Jeff Ihaza<\/strong><\/p>\n<p><iframe allowfullscreen=\"allowfullscreen\" frameborder=\"0\" height=\"352\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/open.spotify.com\/embed\/album\/1pnm9zBlblhTRlE46ItLzU?utm_source=generator\" style=\"border-radius: 12px;\" width=\"100%\"><\/iframe><\/p>\n<h2>Eric Church, \u2018Evangeline vs. the Machine\u2019<\/h2>\n<p><strong>Eric Church<\/strong> nunca se preocupou muito em cumprir expectativas e, em vez de se afastar das sonoridades gospel que apresentou no festival country <strong>Stagecoach<\/strong> em 2024, levou o coro com ele para o est\u00fadio e apostou ainda mais, adicionando cordas orquestrais e metais. O resultado \u00e9 um \u00e1lbum que \u00e9 deslumbrante e desafiador, subvertendo a ideia do que \u00e9 a m\u00fasica country \u2014 ou pelo menos o tipo de country que fez <strong>Church<\/strong> se tornar uma estrela em Nashville. \u00c9 tamb\u00e9m uma obra-prima, consolidando ainda mais o legado de <strong>Church<\/strong> como um artista que tenta de tudo, com mais afinidades com <strong>David Bowie<\/strong> ou <strong>Bob Dylan<\/strong> do que com seus colegas de Nashville. \u2014 <strong>Joseph Hudak<\/strong><\/p>\n<p><iframe allowfullscreen=\"allowfullscreen\" frameborder=\"0\" height=\"352\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/open.spotify.com\/embed\/album\/4wJxbo5ycw2j1cDM0LOiMl?utm_source=generator\" style=\"border-radius: 12px;\" width=\"100%\"><\/iframe><\/p>\n<h2>Hannah Cohen, \u2018Earthstar Mountain\u2019<\/h2>\n<p>Nos \u00faltimos seis anos desde que <strong>Hannah Cohen<\/strong> lan\u00e7ou um \u00e1lbum, ela se mudou da cidade de Nova York para os <strong>Catskills<\/strong>. <em><strong>Earthstar Mountain<\/strong><\/em> \u00e9 uma deslumbrante carta de amor \u00e0 sua nova casa. O \u00e1lbum navega por temas como perda (\u201c<strong>Mountain<\/strong>\u201d), dramas familiares (a inspirada em Sly and the Family Stone, \u201c<strong>Draggin<\/strong>\u2019\u201d) e obscuros thrillers italianos dos anos 1960 (cover de <strong>Ennio Morricone<\/strong>, \u201c<strong>Una Spiaggia<\/strong>\u201d), e conta com a participa\u00e7\u00e3o de seus amigos da regi\u00e3o, <strong>Clairo<\/strong> e <strong>Sufjan Stevens<\/strong>. \u201cAcho que \u00e9 isso que os <strong>Catskills<\/strong> s\u00e3o: uma porta aberta para que as pessoas absorvam a beleza desse lugar\u201d, <strong>Cohen<\/strong> disse \u00e0 <strong><em>Rolling Stone<\/em><\/strong>. \u201cTodo mundo que vem aqui quer que outras pessoas tamb\u00e9m experimentem a magia que sentimos aqui.\u201d \u2014 <strong>Angie Martoccio<\/strong><\/p>\n<p><iframe allowfullscreen=\"allowfullscreen\" frameborder=\"0\" height=\"352\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/open.spotify.com\/embed\/album\/29NwfbBz9hexhTMa6rfBTF?utm_source=generator\" style=\"border-radius: 12px;\" width=\"100%\"><\/iframe><\/p>\n<h2>Charley Crockett, \u2018Lonesome Drifter\u2019<\/h2>\n<p>O compositor texano, junto ao produtor <strong>Shooter Jennings<\/strong>, encontra seu som mais preciso at\u00e9 agora em <strong>Lonesome Drifter<\/strong>, um disco que literalmente vibra desde as primeiras notas da faixa-t\u00edtulo, estabelecendo um tom cinematogr\u00e1fico para o que est\u00e1 por vir. Nunca teve medo de desafiar o mercado musical: <strong>Crockett<\/strong> deixa um alerta sobre maus neg\u00f3cios em Nashville em \u201c<strong>Game I Can\u2019t Win<\/strong>\u201d e desmistifica o glamour do estilo de vida do trovador em \u201c<strong>Life of a Country Singer<\/strong>\u201d. Desde sua estreia em 2015, ele tem sido um artista incrivelmente prol\u00edfico, lan\u00e7ando \u00e1lbuns em ritmo acelerado, aparentemente em busca de algo: com este, <strong>Crockett<\/strong> encontrou. \u2014 <strong>J.H.<\/strong><\/p>\n<p><iframe allowfullscreen=\"allowfullscreen\" frameborder=\"0\" height=\"352\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/open.spotify.com\/embed\/album\/64lDGn2XUSnXAncXh9Zzow?utm_source=generator\" style=\"border-radius: 12px;\" width=\"100%\"><\/iframe><\/p>\n<h2>Cuco, \u2018Ridin\u201d<\/h2>\n<p>A m\u00fasica do cantor e compositor de Los Angeles frequentemente tem um toque psicod\u00e9lico e futurista de sintetizadores. Mas <em><strong>Ridin\u2019<\/strong><\/em> \u00e9 seu trabalho mais p\u00e9 no ch\u00e3o e amante da tradi\u00e7\u00e3o at\u00e9 hoje, uma suntuosa carta de amor ao \u201cbrown eyed soul\u201d mexicano-americano das d\u00e9cadas de 1960 e 1970. Com \u00f3rg\u00e3o esperan\u00e7oso, cordas envolventes, metais afiados, batidas estaladas, melodia terna e vocais cheios de sentimento, \u201c<strong>ICNBYH<\/strong>\u201d poderia muito bem ter sido um hit de R&amp;B em 1971, enquanto \u201c<strong>My 45<\/strong>\u201d \u00e9 perfeita para aquele passeio com sua garota. Mais do que uma simples homenagem hist\u00f3rica, Ridin\u2019 faz com que um som cl\u00e1ssico pare\u00e7a alegremente atual. \u2014 <strong>J.D.<\/strong><\/p>\n<p><iframe allowfullscreen=\"allowfullscreen\" frameborder=\"0\" height=\"352\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/open.spotify.com\/embed\/album\/0inrolEzAhWvavaePiAp7O?utm_source=generator\" style=\"border-radius: 12px;\" width=\"100%\"><\/iframe><\/p>\n<p>Em <em><strong>Something Beautiful<\/strong><\/em>, <strong>Miley Cyrus<\/strong> mira mais alto do que nunca, com suas m\u00fasicas mais ambiciosas e introspectivas. \u201c<strong>Walk of Fame<\/strong>\u201d \u00e9 seu discurso eletro-motivacional sobre autoestima (\u201c<em>Cada vez que caminho, \u00e9 uma caminhada da fama<\/em>\u201d), com a participa\u00e7\u00e3o de <strong>Brittany Howard<\/strong> se sentindo completamente \u00e0 vontade no brilho da disco. Mas a favorita sentimental \u00e9 \u201c<strong>Every Girl You\u2019ve Ever Loved<\/strong>\u201d, um giro fant\u00e1stico de disco, com a \u00edcone fashion dos anos 1990 <strong>Naomi Campbell<\/strong> como hype woman de <strong>Miley<\/strong>. Em todo o \u00e1lbum, <strong>Miley<\/strong> canta sobre manter a cabe\u00e7a erguida e olhar pelo lado positivo, mesmo nos momentos dif\u00edceis. \u2014 <strong>R.S.<\/strong><\/p>\n<p><iframe allowfullscreen=\"allowfullscreen\" frameborder=\"0\" height=\"352\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/open.spotify.com\/embed\/album\/7h7smPzBYx8LOLI3ncM3vQ?utm_source=generator\" style=\"border-radius: 12px;\" width=\"100%\"><\/iframe><\/p>\n<h2>d4vd, \u2018Withered\u2019<\/h2>\n<p>Se voc\u00ea buscasse \u201ctrovador de quarto\u201d no dicion\u00e1rio, certamente encontraria a foto de um confiante <strong>d4vd<\/strong>. De seu setup caseiro no <strong>BandLab<\/strong> aos seus tremores virais no TikTok, o novato do pop viral de Houston dominou a can\u00e7\u00e3o de amor sofrida. Em seu \u00e1lbum de estreia, <strong>d4vd<\/strong> simplesmente despeja tudo. Emo\u00e7\u00f5es reprimidas, arrependimentos e desejos bestiais explodem atrav\u00e9s de seu bar\u00edtono expansivo, que o distingue dos vocalistas alternativos mais et\u00e9reos. H\u00e1 paci\u00eancia e t\u00e9cnica expressas nos exerc\u00edcios vocais discretos, e o clima tranquilo parece ideal para se aninhar na grama \u2014 o que ele faz, inclusive, na capa do disco. \u2014 <strong>Will Dukes<\/strong><\/p>\n<p><iframe allowfullscreen=\"allowfullscreen\" frameborder=\"0\" height=\"352\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/open.spotify.com\/embed\/album\/00xSzSrckgOgVAqZUIcrxf?utm_source=generator\" style=\"border-radius: 12px;\" width=\"100%\"><\/iframe><\/p>\n<h2>Lucy Dacus, \u2018Forever Is a Feeling\u2019<\/h2>\n<p>\u201c<em>Estou pensando em partir seu cora\u00e7\u00e3o em breve<\/em>\u201d, confessa <strong>Lucy Dacus<\/strong> em \u201c<strong>Limerence<\/strong>\u201d, um dos destaques de seu quarto \u00e1lbum. Em <em><strong>Forever Is a Feeling<\/strong><\/em>, ela foca em can\u00e7\u00f5es de amor com tem\u00e1ticas adultas, deixando de lado os relatos de amadurecimento e descobertas da juventude que marcaram sua carreira. \u201c<em>Se o diabo est\u00e1 nos detalhes, ent\u00e3o Deus est\u00e1 no v\u00e3o entre os seus dentes<\/em>\u201d, ela canta em \u201c<strong>For Keeps<\/strong>\u201d. J\u00e1 na faixa-t\u00edtulo, embalada por um piano acelerado, ela embarca em uma viagem de carro com energia rom\u00e2ntica. As m\u00fasicas acontecem no meio de relacionamentos longos e bagun\u00e7ados \u2014 alguns apaixonados, outros apenas dolorosos. \u2014 <strong>R.S.<\/strong><\/p>\n<p><iframe allowfullscreen=\"allowfullscreen\" frameborder=\"0\" height=\"352\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/open.spotify.com\/embed\/album\/2PedUC4azy5ywqWp8gVVrs?utm_source=generator\" style=\"border-radius: 12px;\" width=\"100%\"><\/iframe><\/p>\n<h2>Davido, \u20185ive\u2019<\/h2>\n<p>No \u00e1lbum <em><strong>5ive<\/strong><\/em>, o astro do pop nigeriano reflete sobre o amor e o legado que constr\u00f3i aos 32 anos. <strong>Davido<\/strong> transforma essas contempla\u00e7\u00f5es em uma escuta leve e envolvente. Ele celebra a resili\u00eancia do amor, cantando para sua parceira que ela \u00e9 a coisa mais importante sobre a qual ele poderia escrever em \u201c<strong>10 Kilo<\/strong>\u201d. O disco flui com naturalidade, perfeito tanto para uma festa quanto para uma viagem longa, com camadas ricas de percuss\u00e3o impecavelmente programada. O melhor momento vem em faixas como \u201c<strong>CFMF<\/strong>\u201d e \u201c<strong>Funds<\/strong>\u201d, nas quais <strong>Davido<\/strong> troca os elementos de Afrobeats inspirados no Amapiano por romances refrescantes. \u2014 <strong>Mankaprr Conteh<\/strong><\/p>\n<p><iframe allowfullscreen=\"allowfullscreen\" frameborder=\"0\" height=\"352\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/open.spotify.com\/embed\/album\/4jzhMxpTkAm2pxUuamulT8?utm_source=generator\" style=\"border-radius: 12px;\" width=\"100%\"><\/iframe><\/p>\n<h2>Deafheaven, \u2018Lonely People With Power\u2019<\/h2>\n<p>O novo \u00e1lbum \u2014 e talvez o melhor \u2014 da banda de metal experimental <strong>Deafheaven<\/strong> resume com perfei\u00e7\u00e3o sua alquimia sonora: uma fus\u00e3o entre agressividade crua, letras po\u00e9ticas e melodias viciantes. <em><strong>Lonely People With Power<\/strong><\/em> \u00e9 uma su\u00edte ambiciosa e curiosamente bela, que oscila entre isolamento melanc\u00f3lico e f\u00faria introspectiva. O disco representa a culmina\u00e7\u00e3o de mais de uma d\u00e9cada de inova\u00e7\u00e3o, misturando melodia e metal, dor e poesia. Em alguns momentos, a banda explora a raiva tradicionalmente masculina, mas h\u00e1 sempre uma membrana de beleza sustentando tudo. \u2014 <strong>Brenna Ehrlich<\/strong><\/p>\n<p><iframe allowfullscreen=\"allowfullscreen\" frameborder=\"0\" height=\"352\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/open.spotify.com\/embed\/album\/5Eh3xMVdGFAUiYwuoPOzXc?utm_source=generator\" style=\"border-radius: 12px;\" width=\"100%\"><\/iframe><\/p>\n<h2>Djo, \u2018The Crux\u2019<\/h2>\n<p>Ap\u00f3s dois \u00e1lbuns que alternavam entre o pop rock suave e o indie dan\u00e7ante, <strong>Djo<\/strong> d\u00e1 um salto sincero em dire\u00e7\u00e3o ao som dos anos 1970 e 1980 em <em><strong>The Crux<\/strong><\/em>. Ele deixou de lado a produ\u00e7\u00e3o caseira de seus trabalhos anteriores e gravou no lend\u00e1rio <strong>Electric Lady Studios<\/strong>, em Nova York. Escreveu ou coescreveu todas as faixas, coproduziu cada m\u00fasica e tocou diversos instrumentos \u2014 do mellotron \u00e0 percuss\u00e3o. Sua evolu\u00e7\u00e3o musical se mostra na produ\u00e7\u00e3o refinada e nas letras mais pessoais, que refletem sobre amor e conex\u00e3o. \u2014 <strong>John Lonsdale<\/strong><\/p>\n<p><iframe allowfullscreen=\"allowfullscreen\" frameborder=\"0\" height=\"352\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/open.spotify.com\/embed\/album\/1xQGeKOIMZrPBUlDJuqZGQ?utm_source=generator\" style=\"border-radius: 12px;\" width=\"100%\"><\/iframe><\/p>\n<p>Apresentado como um \u00e1lbum de R&amp;B a tempo para o <strong>Dia dos Namorados<\/strong>, <em><strong>$ome $exy $ongs 4 U<\/strong><\/em> \u00e9 o primeiro projeto oficial de <strong>Drake<\/strong> em 2025, ainda que em colabora\u00e7\u00e3o \u2014 e uma tentativa de redirecionar a narrativa ap\u00f3s um ano em que seu nome foi arrastado por todos os cantos. Foi um movimento estrat\u00e9gico, j\u00e1 que, poucas semanas antes do lan\u00e7amento, o pa\u00eds inteiro especulava se ele seria acusado de pedofilia durante o <strong>Super Bowl<\/strong>. Nesse contexto, o disco surge como uma produ\u00e7\u00e3o limpa e bem executada da est\u00e9tica cl\u00e1ssica de <strong>Drake<\/strong> \u2014 mais um cap\u00edtulo elegante no conturbado universo cinematogr\u00e1fico do rapper. \u2014 <strong>J.I.<\/strong><\/p>\n<p><iframe allowfullscreen=\"allowfullscreen\" frameborder=\"0\" height=\"352\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/open.spotify.com\/embed\/album\/6Rl6YoCarF2GHPSQmmFjuR?utm_source=generator\" style=\"border-radius: 12px;\" width=\"100%\"><\/iframe><\/p>\n<h2>Dutch Interior, \u2018Moneyball\u2019<\/h2>\n<p>Este sexteto da Calif\u00f3rnia do Sul, que tem sido muito comentado, pode soar como uma banda tranquila de alt-country \u00e0 primeira ouvida \u2014 mas eles est\u00e3o longe de serem previs\u00edveis. (N\u00e3o \u00e9 \u00e0 toa que s\u00e3o frequentemente comparados, de forma elogiosa, a veteranos como <strong>Wilco<\/strong> e <strong>Pavement<\/strong>.) Em \u201c<strong>Sweet Time<\/strong>\u201d, dois dos tr\u00eas guitarristas da banda duelam em solos r\u00e1pidos e estilosos; \u201c<strong>Sandcastle Molds<\/strong>\u201d floresce com ritmos nervosos e lampejos de disson\u00e2ncia. As faixas de <em><strong>Moneyball<\/strong><\/em> s\u00e3o cheias de reviravoltas inventivas que tornam as baladas com cara de quintal ainda mais doces \u2014 e deixam o ouvinte se perguntando qual ser\u00e1 o pr\u00f3ximo desvio do <strong>Dutch Interior<\/strong>. \u2014 <strong>Simon Vozick-Levinson<\/strong><\/p>\n<p><iframe allowfullscreen=\"allowfullscreen\" frameborder=\"0\" height=\"352\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/open.spotify.com\/embed\/album\/3c959V1BE6WsCICg4RKtQi?utm_source=generator\" style=\"border-radius: 12px;\" width=\"100%\"><\/iframe><\/p>\n<h2>Craig Finn, \u2018Always Been\u2019<\/h2>\n<p>O vocalista do <strong>The Hold Steady<\/strong> tem uma discografia solo impressionante, mas <em><strong>Always Been<\/strong><\/em> \u00e9 o auge. Ao longo de 11 faixas, <strong>Finn<\/strong> entrega hist\u00f3rias sobre pastores sem f\u00e9 (\u201c<strong>Bethany<\/strong>\u201d), lares desfeitos (\u201c<strong>Crumbs<\/strong>\u201d) e relacionamentos que j\u00e1 deveriam ter terminado (\u201c<strong>Luke &amp; Leanna<\/strong>\u201d) no seu caracter\u00edstico estilo meio falado, meio cantado. O que diferencia <em><strong>Always Been<\/strong><\/em> dos outros trabalhos solo de <strong>Finn<\/strong> s\u00e3o as claras influ\u00eancias do piano rock californiano. At\u00e9 a capa do \u00e1lbum refor\u00e7a isso: <strong>Finn<\/strong> recria a famosa foto da capa de <em><strong>Little Criminals<\/strong><\/em>, de <strong>Randy Newman<\/strong>, de 1977. \u2014 <strong>J.H.<\/strong><\/p>\n<p><iframe allowfullscreen=\"allowfullscreen\" frameborder=\"0\" height=\"352\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/open.spotify.com\/embed\/album\/60BfKbdA3Ut3ImOwPHQJiw?utm_source=generator\" style=\"border-radius: 12px;\" width=\"100%\"><\/iframe><\/p>\n<p>Ao longo do imprevis\u00edvel <em><strong>Eusexua<\/strong><\/em>, <strong>FKA Twigs<\/strong> mergulha nos cantos mais profundos do universo clubber. Ela mistura batidas de techno, produ\u00e7\u00e3o de house e tons industriais impiedosos, criando um espa\u00e7o que ela descreveu como \u201ct\u00e3o euf\u00f3rico\u201d que se pode \u201ctranscender a forma humana\u201d. O disco \u00e9 mais envolvente justamente em seus momentos mais estranhos, parecendo feito mais para ser mixado em sets no <strong>Panorama Bar<\/strong> do <strong>Berghain<\/strong> do que para ser hit de streaming. A ideia central \u00e9 liberdade total e impulso. Twigs se recarrega e se transforma \u2014 mais forte, e \u00e0s vezes at\u00e9 irreconhec\u00edvel. \u2014 <strong>Julyssa Lopez<\/strong><\/p>\n<p><iframe allowfullscreen=\"allowfullscreen\" frameborder=\"0\" height=\"352\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/open.spotify.com\/embed\/album\/3o1TOhMkU5FFMSJMDhXfdF?utm_source=generator\" style=\"border-radius: 12px;\" width=\"100%\"><\/iframe><\/p>\n<h2>Franz Ferdinand, \u2018The Human Fear\u2019<\/h2>\n<p><strong>Franz Ferdinand<\/strong> conquistou o mundo nos anos 2000 com seu som gloriosamente fren\u00e9tico de art-punk e dan\u00e7a lasciva, emplacando hits como \u201c<strong>Take Me Out<\/strong>\u201d, sucesso at\u00e9 em videogames. <strong><em>The Human Fear<\/em><\/strong> \u00e9 um retorno mais afiado do que se esperava nesta fase da carreira. As faixas s\u00e3o curtas e diretas, com participa\u00e7\u00f5es ocasionais nos backing vocals da esposa do vocalista <strong>Alex Kapranos<\/strong>, a estrela francesa <strong>Clara Luciani<\/strong>. \u201c<strong>Cats<\/strong>\u201d \u00e9 uma ode sombria ao esfor\u00e7o de domar os impulsos animais, enquanto o atrito de sintetizadores em \u201c<strong>Hooked<\/strong>\u201d evoca mem\u00f3rias de festas indie-sleaze, com beijos embriagados na fila do guarda-volumes. \u2014 <strong>R.S.<\/strong><\/p>\n<p><iframe allowfullscreen=\"allowfullscreen\" frameborder=\"0\" height=\"352\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/open.spotify.com\/embed\/album\/7LbR1L8thzNldHceu3tj1a?utm_source=generator\" style=\"border-radius: 12px;\" width=\"100%\"><\/iframe><\/p>\n<h2>Girlpuppy, \u2018Sweetness\u2019<\/h2>\n<p><em><strong>Sweetness<\/strong><\/em>, da cantora e compositora de <strong>Atlanta Becca Harvey<\/strong>, \u00e9 uma aut\u00f3psia de relacionamento narrada sobre guitarras azuis e distorcidas. Em \u201c<strong>I Just Do!<\/strong>\u201d, ela entrega um grunge-pop apaixonado e devastador. J\u00e1 em faixas mais suaves como \u201c<strong>In My Eyes<\/strong>\u201d e \u201c<strong>Windows<\/strong>\u201d, ela navega pelas fases confusas do meio do amor, encerrando tudo com um adeus dedilhado em \u201c<strong>I Think I Did<\/strong>\u201d. Trabalhando na tradi\u00e7\u00e3o de cl\u00e1ssicos como <strong><em>Here, My Dear<\/em><\/strong>, de <strong>Marvin Gaye<\/strong>, e <em><strong>Shoot Out the Lights<\/strong><\/em>, de <strong>Richard<\/strong> e <strong>Linda Thompson<\/strong>, <strong>Becca<\/strong> apresenta um verdadeiro hino do p\u00f3s-t\u00e9rmino. \u2014 <strong>J.D.<\/strong><\/p>\n<p><iframe allowfullscreen=\"allowfullscreen\" frameborder=\"0\" height=\"352\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/open.spotify.com\/embed\/album\/00CNmHlBN88lF6nc7NYPaF?utm_source=generator\" style=\"border-radius: 12px;\" width=\"100%\"><\/iframe><\/p>\n<p>Para <strong>Selena Gomez<\/strong> e <strong>Benny Blanco<\/strong>, transformar sua hist\u00f3ria de amor em um \u00e1lbum parece ser o m\u00ednimo que poderiam fazer. <em><strong>I Said I Love You First<\/strong><\/em> \u00e9 um cart\u00e3o de <strong>Dia dos Namorados<\/strong> que entrega exatamente o que promete \u2014 uma estrela pop e um superprodutor celebrando um romance real com o qual todo mundo pode torcer junto. O \u00e1lbum atinge seu auge no meio com uma sequ\u00eancia de tr\u00eas faixas explosivas, come\u00e7ando por \u201c<strong>Sunset Blvd<\/strong>\u201d, uma fantasia rom\u00e2ntica sobre se beijarem no meio da rua at\u00e9 a pol\u00edcia chegar para separ\u00e1-los. Esses dois jovens est\u00e3o apaixonados e n\u00e3o conseguem \u2014 ou melhor, n\u00e3o querem \u2014 manter as m\u00e3os longe um do outro. \u2014 <strong>R.S.<\/strong><\/p>\n<p><iframe allowfullscreen=\"allowfullscreen\" frameborder=\"0\" height=\"352\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/open.spotify.com\/embed\/album\/5v7xYJyke25Nmt3l2R7YkR?utm_source=generator\" style=\"border-radius: 12px;\" width=\"100%\"><\/iframe><\/p>\n<h2>Great Grandpa, \u2018Patience Moonbeam\u2019<\/h2>\n<p>O primeiro \u00e1lbum em mais de cinco anos da banda indie-rock de Seattle <strong>Great Grandpa<\/strong> n\u00e3o \u00e9 apenas o mais bem realizado \u2014 embora tamb\u00e9m seja \u2014, \u00e9 um verdadeiro disco de banda. O quinteto mistura influ\u00eancias: toques eletr\u00f4nicos industriais e glitchy, instrumentos de country-western solit\u00e1rio, pop de c\u00e2mara ornamentado \u2014 e brinca com todas as conven\u00e7\u00f5es do pop-rock. Escondido em plena vista, em meio ao impressionismo estranho e aos arranjos pouco convencionais, est\u00e1 o senso de melodia nato da banda. Eles conseguem transformar um refr\u00e3o aparentemente sem sentido como \u201c<em>it\u2019s closer when I see you, damn<\/em>\u201d em algo profundo. \u2014 <strong>J. Bernstein<\/strong><\/p>\n<p><iframe allowfullscreen=\"allowfullscreen\" frameborder=\"0\" height=\"352\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/open.spotify.com\/embed\/album\/0cEVL87PbprdLn7E8Fs8ct?utm_source=generator\" style=\"border-radius: 12px;\" width=\"100%\"><\/iframe><\/p>\n<h2>Caylee Hammack, \u2018Bed of Roses\u2019<\/h2>\n<p><strong>Caylee Hammack<\/strong> \u00e9 uma estrela country que deveria estar brilhando muito mais, mas vem voando abaixo do radar h\u00e1 cerca de cinco anos. Seu novo disco, <em><strong>Bed of Roses<\/strong><\/em>, \u00e9 seu melhor trabalho at\u00e9 agora, uma obra que mostra o dom\u00ednio de <strong>Hammack<\/strong> tanto em rocks pesados quanto em can\u00e7\u00f5es de ninar sussurradas, como nas faixas \u201c<strong>Oh, Kara<\/strong>\u201d e \u201c<strong>Breaking Dishes<\/strong>.\u201d \u00c9 uma cole\u00e7\u00e3o arrebatadora de country tradicional polido com brilho, que destaca sua voz tr\u00eamula \u2014 que lembra, e muito, uma de suas maiores influ\u00eancias: <strong>Dolly Parton<\/strong>. \u2014 <strong>J. Bernstein<\/strong><\/p>\n<p><iframe allowfullscreen=\"allowfullscreen\" frameborder=\"0\" height=\"352\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/open.spotify.com\/embed\/album\/6r6QRHBSS7WQobZAwlKkh4?utm_source=generator\" style=\"border-radius: 12px;\" width=\"100%\"><\/iframe><\/p>\n<h2>Horsegirl, \u2018Phonetics On and On\u2019<\/h2>\n<p>Depois de fazerem um dos sons de guitarra mais intensos desde o fim do <strong>Sonic Youth<\/strong> em seu \u00e1lbum de estreia de 2022, este trio de Chicago chega ao segundo disco apostando em sons mais sutis e sentimentos mais suaves. <em><strong>Phonetics On and On<\/strong><\/em> abre um novo mundo para a banda, com uma abordagem de est\u00fadio minimalista e brincalhona (com produ\u00e7\u00e3o de <strong>Cate Le Bon<\/strong>, que entende do assunto). Trocando os feedbacks estridentes por baladas ternas como \u201c<strong>Frontrunner<\/strong>\u201d e cantos ambivalentes como \u201c<strong>I Can\u2019t Stand to See You<\/strong>\u201d, o disco j\u00e1 soa como forte candidato \u00e0 lista de grandes \u00e1lbuns em que uma banda barulhenta decide se suavizar. \u2014 <strong>S.V.L.<\/strong><\/p>\n<p><iframe allowfullscreen=\"allowfullscreen\" frameborder=\"0\" height=\"352\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/open.spotify.com\/embed\/album\/7C51cbjlLSILLTMVnxbrOc?utm_source=generator\" style=\"border-radius: 12px;\" width=\"100%\"><\/iframe><\/p>\n<h2>Infinity Knives &amp; Brian Ennels, \u2018A City Drowned in God\u2019s Black Tears\u2019<\/h2>\n<p>As faixas ousadas e eletr\u00f4nicas do produtor <strong>Infinity Knives<\/strong> t\u00eam sido a cama sonora perfeita para os coment\u00e1rios sociais cortantes e o humor autodepreciativo de <strong>Brian Ennals<\/strong>, desde o projeto colaborativo <em><strong>Rhino XXL<\/strong><\/em>, de 2020. Essa qu\u00edmica aparece com for\u00e7a no novo \u00e1lbum do artista de Maryland. Em \u201c<strong>The Iron Wall<\/strong>\u201d, <strong>Ennals<\/strong> declara: \u201c<em>genoc\u00eddio \u00e9 t\u00e3o americano quanto torta de ma\u00e7\u00e3, beisebol e tiroteios em massa<\/em>.\u201d A can\u00e7\u00e3o, assim como o disco inteiro, \u00e9 uma cr\u00edtica direta \u00e0s rela\u00e7\u00f5es Israel-EUA e ao militarismo dos Estados Unidos. Ennals rima em um ritmo deliberado que d\u00e1 a cada palavra o seu devido espa\u00e7o \u2014 evocando a era de ouro do hip hop da melhor maneira. \u2014 <strong>Andre Gee<\/strong><\/p>\n<p><iframe allowfullscreen=\"allowfullscreen\" frameborder=\"0\" height=\"352\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/open.spotify.com\/embed\/album\/6xL3agjy4clyjhfNwsqCy4?utm_source=generator\" style=\"border-radius: 12px;\" width=\"100%\"><\/iframe><\/p>\n<h2>Japanese Breakfast, \u2018For Melancholy Brunettes (&amp; Sad Women)\u2019<\/h2>\n<p>O quarto disco de <strong>Michelle Zauner<\/strong> pode pulsar com melancolia, mas est\u00e1 longe de ser apenas \u201cm\u00fasica de garota triste.\u201d <em><strong>For Melancholy Brunettes<\/strong><\/em> \u00e9 uma evolu\u00e7\u00e3o de tudo que ela j\u00e1 fez \u2014 mesclando imagens m\u00edticas e mundanas com uma instrumenta\u00e7\u00e3o de primeira. <strong>Zauner<\/strong> reflete sobre a natureza caprichosa da musa \u2014 seja voc\u00ea um poeta de tempos antigos ou um m\u00fasico de cidade pequena; vide \u201c<strong>Orlando in Love<\/strong>\u201d, uma faixa com ares de lenda grega que narra a hist\u00f3ria do poeta titular e as sereias que o arrastam para o fundo. Este \u00e1lbum \u00e9 um conto folcl\u00f3rico, uma anedota de bar, um romance g\u00f3tico e uma hist\u00f3ria de fantasmas \u2014 tudo ao mesmo tempo. Nem tente rotular. \u2014 <strong>B.E.<\/strong><\/p>\n<p><iframe allowfullscreen=\"allowfullscreen\" frameborder=\"0\" height=\"352\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/open.spotify.com\/embed\/album\/4qqdOkr3Ff3kN8GxoxvRES?utm_source=generator\" style=\"border-radius: 12px;\" width=\"100%\"><\/iframe><\/p>\n<p>O mais recente projeto solo de uma das integrantes do <strong>BLACKPINK<\/strong>, <em><strong>Ruby<\/strong><\/em> \u00e9 veloz e mergulha fundo nas ideias que dominaram o pop com toques de R&amp;B nos anos 2000 e 2010, \u00e0s vezes atualizando essas refer\u00eancias de maneira instigante. Se h\u00e1 uma artista cuja sombra paira sobre o \u00e1lbum, \u00e9 <strong>Rihanna<\/strong>. <strong>Jennie<\/strong> n\u00e3o s\u00f3 tem uma impressionante capacidade de comandar o centro do pop-R&amp;B a\u00e7ucarado, como h\u00e1 momentos que soam como descendentes diretas \u2014 ou de segunda gera\u00e7\u00e3o \u2014 da introspec\u00e7\u00e3o enevoada do cl\u00e1ssico <em><strong>Anti<\/strong><\/em>, lan\u00e7ado por <strong>Rihanna<\/strong> em 2016. \u2014 <strong>M.J.<\/strong><\/p>\n<p><iframe allowfullscreen=\"allowfullscreen\" frameborder=\"0\" height=\"352\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/open.spotify.com\/embed\/album\/1vWMw6pu3err6qqZzI3RhH?utm_source=generator\" style=\"border-radius: 12px;\" width=\"100%\"><\/iframe><\/p>\n<h2>Lola Kirke, \u2018Trailblazer\u2019<\/h2>\n<p>O novo \u00e1lbum de <strong>Kirke<\/strong> faz o que de melhor a m\u00fasica country pode oferecer: conta boas hist\u00f3rias. Neste caso, s\u00e3o relatos de amadurecimento da cantora e atriz nascida no Reino Unido, criada em Nova York e agora residente em Nashville. Ela reinventa o cl\u00e1ssico \u201c<strong>drinking song<\/strong>\u201d na caipira \u201c<strong>241s<\/strong>,\u201d revisita sua cria\u00e7\u00e3o pouco convencional em \u201c<strong>Raised by Wolves<\/strong>,\u201d e embarca em uma road trip pelo Delta na gloriosa \u201c<strong>Mississippi, My Sister, Elvis &amp; Me<\/strong>.\u201d O talento de <strong>Kirke<\/strong> para nomes de m\u00fasica j\u00e1 \u00e9 raz\u00e3o suficiente para conferir o disco: de \u201c<strong>Marlboro Lights &amp; Madonna<\/strong>\u201d a \u201c<strong>Zeppelin III<\/strong>\u201d, <em><strong>Trailblazer<\/strong><\/em> celebra os detalhes. \u2014 <strong>J.H.<\/strong><\/p>\n<p><iframe allowfullscreen=\"allowfullscreen\" frameborder=\"0\" height=\"352\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/open.spotify.com\/embed\/album\/7mHwbl4LkxtFRU6WksoHxb?utm_source=generator\" style=\"border-radius: 12px;\" width=\"100%\"><\/iframe><\/p>\n<h2>Lady Gaga, \u2018Mayhem\u2019<\/h2>\n<p>Na prepara\u00e7\u00e3o para o novo \u00e1lbum de <strong>Lady Gaga<\/strong>, <em><strong>Mayhem<\/strong><\/em>, falou-se muito sobre o retorno da artista \u00e0s suas ra\u00edzes. Para os <strong>Little Monsters<\/strong>, esse momento demorou a chegar. <strong>Mayhem<\/strong> \u00e9 o tipo de agrado aos f\u00e3s que n\u00e3o dilui a identidade da artista. <strong>Gaga<\/strong> soa mais aut\u00eantica do que nunca, do come\u00e7o ao fim: n\u00e3o h\u00e1 personagens, conceitos ou visuais extravagantes que ofusquem as m\u00fasicas. Em vez disso, ela entrega um de seus \u00e1lbuns mais desafiadores e coesos: uma mistura de <strong>Nine Inch Nails<\/strong>, <strong>David Bowie<\/strong>, <strong>Prince<\/strong> e sua era <em><strong>The Fame Monster<\/strong><\/em>, resultando no lan\u00e7amento pop mais forte do ano at\u00e9 agora. \u2014 <strong>Brittany Spanos<\/strong><\/p>\n<p><iframe allowfullscreen=\"allowfullscreen\" frameborder=\"0\" height=\"352\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/open.spotify.com\/embed\/album\/2MHUaRi9OCyTN02SoyRRBJ?utm_source=generator\" style=\"border-radius: 12px;\" width=\"100%\"><\/iframe><\/p>\n<h2>Lambrini Girls, \u2018Who Let the Dogs Out\u2019<\/h2>\n<p>Na linha de frente do agit-noise brit\u00e2nico, a dupla formada pela guitarrista e vocalista <strong>Phoebe Lunny<\/strong> e a baixista <strong>Lilly Macieira<\/strong> \u00e9 radical e urgente. Destaques como \u201c<strong>Big Dick Energy<\/strong>\u201d e \u201c<strong>No Homo<\/strong>\u201d detonam o machismo e a misoginia, enquanto \u201c<strong>Bad Apple<\/strong>\u201d \u00e9 uma ofensiva certeira contra o racismo policial, com batidas alucinantes e riffs de guitarra abrasivos. J\u00e1 \u201c<strong>Filthy Rich Nepo Baby<\/strong>\u201d ridiculariza um roqueiro poser que \u201c<em>n\u00e3o saberia o que \u00e9 socialismo nem se isso desse um soco no pau dele<\/em>.\u201d Este \u00e9 um \u00e1lbum violentamente fant\u00e1stico \u2014 e tamb\u00e9m inspirador. Cada soco metaf\u00f3rico atinge o cora\u00e7\u00e3o com a mesma for\u00e7a. \u2014 <strong>J.D.<\/strong><\/p>\n<p><iframe allowfullscreen=\"allowfullscreen\" frameborder=\"0\" height=\"352\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/open.spotify.com\/embed\/album\/4GzF4Yg3GSkKi4hAzmjBKV?utm_source=generator\" style=\"border-radius: 12px;\" width=\"100%\"><\/iframe><\/p>\n<h2>Jensen McRae, \u2018Don\u2019t Know How But They Found Me\u2019<\/h2>\n<p>Em seu segundo \u00e1lbum, <strong>Jensen McRae<\/strong> vive o amor at\u00e9 que as rodas se soltem \u2014 e o carro despenca da estrada, ladeira abaixo, explodindo em chamas. \u201c<strong>Novelty<\/strong>\u201d \u00e9 uma ferida aberta no instante em que ela percebe ter se tornado menos valiosa para algu\u00e9m, enquanto \u201c<strong>Tuesday<\/strong>\u201d \u00e9 uma performance devastadora de desamor. As letras de <strong>McRae<\/strong> cortam fundo contra suas melodias pulsantes. A progress\u00e3o narrativa de \u201c<strong>I Can Change Him<\/strong>\u201d at\u00e9 \u201c<strong>Praying for Your Downfall<\/strong>\u201d torna ainda mais intensa a batalha dolorosa que ela enfrenta em \u201c<strong>Daffodil<\/strong>\u201d. Tudo isso confirma sua posi\u00e7\u00e3o como uma das artistas mais afiadas e inteligentes do novo pop. \u2014 <strong>Larisha Paul<\/strong><\/p>\n<p><iframe allowfullscreen=\"allowfullscreen\" frameborder=\"0\" height=\"352\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/open.spotify.com\/embed\/album\/61pSh8kSiqdyoTgDbaPG8h?utm_source=generator\" style=\"border-radius: 12px;\" width=\"100%\"><\/iframe><\/p>\n<h2>Tate McRae, \u2018So Close to What\u2019<\/h2>\n<p>A mente em constante movimento de <strong>McRae<\/strong> fez dela uma das estrelas pop mais empolgantes da nova gera\u00e7\u00e3o \u2014 e impulsiona <em><strong>So Close To What<\/strong><\/em>, uma cole\u00e7\u00e3o elegante e acelerada de can\u00e7\u00f5es pop de tons sombrios. \u201c<strong>Sports Car<\/strong>\u201d molda sintetizadores espremidos e ritmos met\u00e1licos em ganchos viciantes, com seus sussurros sedutores servindo como cola entre as faixas. Sua vis\u00e3o do amor \u00e9, sem surpresa, cheia de introspec\u00e7\u00e3o e ang\u00fastia. Mas sua habilidade de cavar essas complexidades e transform\u00e1-las em refr\u00f5es dignos de est\u00e1dios faz de <em><strong>So Close To What<\/strong><\/em> um \u00e1lbum pop que vale a pena explorar. \u2014 <strong>M.J.<\/strong><\/p>\n<p><iframe allowfullscreen=\"allowfullscreen\" frameborder=\"0\" height=\"352\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/open.spotify.com\/embed\/album\/6KaEpgeZQF6ZVVAmSoZUrb?utm_source=generator\" style=\"border-radius: 12px;\" width=\"100%\"><\/iframe><\/p>\n<h2>MIKE, \u2018Showbiz!\u2019<\/h2>\n<p><em><strong>Showbiz<\/strong><strong>!<\/strong><\/em> \u00e9 um retrato brilhante da experi\u00eancia humana \u2014 24 faixas que oferecem um amplo panorama da escava\u00e7\u00e3o emocional do rapper do Brooklyn. Em \u201c<strong>Watered Down<\/strong>\u201d, ele admite: \u201c<em>Fico nervoso e cruel \u00e0s vezes, foi mal, me perdoe<\/em>\u201d, sobre um sample animado e agudo. \u201c<strong>Man in the Mirror<\/strong>\u201d mostra <strong>MIKE<\/strong> rimando sobre uma faixa dan\u00e7ante e leve, enquanto \u201c<strong>When it Rains<\/strong>\u201d tem um groove que remete \u00e0 sua excelente s\u00e9rie Pinball com o produtor <strong>Tony Seltzer<\/strong>. Poucos artistas s\u00e3o t\u00e3o vulner\u00e1veis quanto <strong>MIKE<\/strong> \u2014 e menos ainda possuem sua precis\u00e3o t\u00e9cnica ao transformar reflex\u00e3o em arte. \u2014 <strong>A.G.<\/strong><\/p>\n<p><iframe allowfullscreen=\"allowfullscreen\" frameborder=\"0\" height=\"352\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/open.spotify.com\/embed\/album\/3M1PhSsHmAlh79bAz9jBZs?utm_source=generator\" style=\"border-radius: 12px;\" width=\"100%\"><\/iframe><\/p>\n<h2>Ela Minus, \u2018Dia\u2019<\/h2>\n<p>A artista colombiana <strong>Ela Minus<\/strong> sempre usou sua m\u00fasica eletr\u00f4nica pulsante como espa\u00e7o de cura e reflex\u00e3o. Seu \u00e1lbum de estreia, <em><strong>Acts of Rebellion<\/strong><\/em>, foi uma explos\u00e3o emocional, celebrando a conex\u00e3o e o autoconhecimento nas batidas da pista. <em><strong>D\u00eda<\/strong><\/em>, seu sucessor, \u00e9 muito mais interiorizado \u2014 com estruturas expansivas e espa\u00e7osas que lhe permitem explorar novas sonoridades eletr\u00f4nicas enquanto busca catarse em tempos pessoais e pol\u00edticos turbulentos. A cura ainda acontece: \u201c<em>Vou continuar escrevendo melodias \/ Para cantar embora a tristeza<\/em>\u201d, ela declara em \u201c<strong>Broke<\/strong>.\u201d \u2014 <strong>Julyssa Lopez<\/strong><\/p>\n<p><iframe allowfullscreen=\"allowfullscreen\" frameborder=\"0\" height=\"352\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/open.spotify.com\/embed\/album\/39g8mTcJfSFimjIqtMxGJB?utm_source=generator\" style=\"border-radius: 12px;\" width=\"100%\"><\/iframe><\/p>\n<h2>Model\/Actriz, \u2018Pirouette\u2019<\/h2>\n<p>Em <em><strong>Pirouette<\/strong><\/em>, <strong>Model\/Actriz<\/strong> d\u00e1 sequ\u00eancia ao excelente <strong>Dogsbody<\/strong> com um disco que parece completamente imune \u00e0s expectativas. A banda de noise-rock do Brooklyn brinca com novas sonoridades desde o in\u00edcio, numa sequ\u00eancia inicial martelante onde cada instrumento soa como uma bateria indisciplinada \u2014 antes de colapsar em devaneios mel\u00f3dicos apenas insinuados no primeiro \u00e1lbum. Mas a maior evolu\u00e7\u00e3o talvez venha do carism\u00e1tico vocalista <strong>Cole Haden<\/strong>, cujas letras impressionistas agora soam mais diar\u00edsticas, relembrando fantasias infantis de <strong>Cinderela<\/strong> com f\u00faria er\u00f3tica e perturbadora. \u2014 <strong>Clayton Purdom<\/strong><\/p>\n<p><iframe allowfullscreen=\"allowfullscreen\" frameborder=\"0\" height=\"352\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/open.spotify.com\/embed\/album\/3MAtJ9jJmvkBZTGUhAHupj?utm_source=generator\" style=\"border-radius: 12px;\" width=\"100%\"><\/iframe><\/p>\n<h2>Momma, \u2018Welcome to My Blue Sky\u2019<\/h2>\n<p><strong>Momma<\/strong> entrega seu fant\u00e1stico novo \u00e1lbum <em><strong>Welcome to My Blue Sky<\/strong><\/em> bem a tempo para um novo <strong>Summer of Grunge<\/strong>. A banda do Brooklyn se deleita em sua obsess\u00e3o pelo rock dos anos 1990, roubando ganchos dos <strong>Breeders<\/strong>, <strong>Nirvana<\/strong> e <strong>Dinosaur Jr<\/strong>. Mas transforma tudo isso em joias emocionais pr\u00f3prias, como \u201c<strong>Speeding 72<\/strong>\u201d, um hino de amor de ver\u00e3o e viagem de carro, com o refr\u00e3o: \u201c<em>Voc\u00ea pode nos ver por a\u00ed ouvindo \u2018Gold Soundz\u2019<\/em>.\u201d <em><strong>Welcome to My Blue Sky<\/strong><\/em> \u00e9 totalmente ousado, sempre barulhento, sempre efusivo \u2014 e geralmente engra\u00e7ado, mesmo quando tudo na vida deles est\u00e1 desmoronando, o que \u00e9 quase sempre. \u2014 <strong>R.S.<\/strong><\/p>\n<p><iframe allowfullscreen=\"allowfullscreen\" frameborder=\"0\" height=\"352\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/open.spotify.com\/embed\/album\/014qKZpu8VekYsTceOSbiQ?utm_source=generator\" style=\"border-radius: 12px;\" width=\"100%\"><\/iframe><\/p>\n<h2>Cornelia Murr, \u2018Run to the Center\u2019<\/h2>\n<p>Em 2018, <strong>Cornelia Murr<\/strong> lan\u00e7ou seu hipnotizante \u00e1lbum de estreia <em><strong>Lake Tear of the Clouds<\/strong><\/em>, co-produzido por <strong>Jim James<\/strong>, do <strong>My Morning Jacket<\/strong>. Sete anos e um EP depois (<em><strong>Corridor<\/strong><\/em>, de 2022), <strong>Murr<\/strong> retorna com o deslumbrante disco de dream-pop <strong><em>Run to the Center<\/em><\/strong>. O t\u00edtulo \u00e9 literal: para criar o \u00e1lbum, ela se mudou para Red Cloud, Nebraska \u2014 uma cidade rural de 948 habitantes no cora\u00e7\u00e3o dos EUA. L\u00e1, restaurou uma casa enquanto gravava as dez faixas envolventes do disco, incluindo o destaque \u201c<strong>Meantime<\/strong>\u201d e o bel\u00edssimo encerramento \u201c<strong>Bless Yr Little Heart<\/strong>.\u201d Para onde <strong>Murr<\/strong> for a seguir, vamos tamb\u00e9m. \u2014 <strong>A.M.<\/strong><\/p>\n<p><iframe allowfullscreen=\"allowfullscreen\" frameborder=\"0\" height=\"352\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/open.spotify.com\/embed\/album\/2M2hv03RbHJPSRaumdKbDf?utm_source=generator\" style=\"border-radius: 12px;\" width=\"100%\"><\/iframe><\/p>\n<h2>Niontay, \u2018Fada&lt;3of$\u2019<\/h2>\n<p>Recentemente, <strong>Niontay<\/strong> disse \u00e0 <em><strong>Rolling Stone<\/strong><\/em> que n\u00e3o est\u00e1 preocupado em parecer ecl\u00e9tico: \u201cVai acontecer de qualquer forma&#8230; N\u00e3o estou tentando \u2018mostrar minha versatilidade\u2019.\u201d O resultado \u00e9 seu \u00e1lbum de estreia <em><strong>Fada&lt;3of$<\/strong><\/em>. Sobre o riff de baixo e os sintetizadores agressivos de \u201c<strong>Old Kent Road Freestyle<\/strong>\u201d, ele apresenta o \u201c<strong>tao<\/strong>\u201d da experi\u00eancia <strong>Niontay<\/strong>, rimando: \u201c<em>T\u00f4 no meu d\u00e9cimo terceiro flow da m\u00fasica \/ n\u00e3o preciso de refr\u00e3o nem de ponte, que porra \u00e9 essa<\/em>.\u201d Em \u201c<strong>GMAN balaclava(like09)<\/strong>\u201d, com um beat de sabor sulista da Louisiana, e em \u201c<strong>Mumbleman<\/strong>\u201d, ele cutuca com humor quem critica seu estilo de cantar. Ouvimos tudo \u2014 alto e claro. \u2014 <strong>A.G.<\/strong><\/p>\n<p><iframe allowfullscreen=\"allowfullscreen\" frameborder=\"0\" height=\"352\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/open.spotify.com\/embed\/album\/6bc9O7ao0ECKDAf6LsqTqj?utm_source=generator\" style=\"border-radius: 12px;\" width=\"100%\"><\/iframe><\/p>\n<h2>Obongjayar, \u2018Paradise Now\u2019<\/h2>\n<p>Para seu segundo \u00e1lbum <em><strong>Paradise Now<\/strong><\/em>, o brit\u00e2nico-nigeriano <strong>Obongjayar<\/strong> se inspirou em <strong>Bowie<\/strong> e <strong>Prince<\/strong>. \u201cEles n\u00e3o deixam gordura demais nas m\u00fasicas,\u201d disse \u00e0 <em><strong>Rolling Stone<\/strong><\/em>. \u201c\u00c9 tudo refinado a um ponto onde soa claro, compreens\u00edvel e ainda assim \u00fanico.\u201d A faixa \u201c<strong>Talk Olympics<\/strong>\u201d, com <strong>Little Simz<\/strong>, mostra isso com maestria. A percuss\u00e3o fren\u00e9tica evoca a agita\u00e7\u00e3o de um mercado africano, mas tamb\u00e9m reflete o burburinho incessante que transborda da internet para a vida real. \u00c9 uma das faixas mais marcadamente africanas do disco, onde <strong>Obongjayar<\/strong> brinca com highlife, eletropop, v\u00e1rios tipos de rock e uma pitada de rap. \u2014 <strong>M.C.<\/strong><\/p>\n<p><iframe allowfullscreen=\"allowfullscreen\" frameborder=\"0\" height=\"352\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/open.spotify.com\/embed\/album\/6Yzu9wAkkxRUpEGyVpun81?utm_source=generator\" style=\"border-radius: 12px;\" width=\"100%\"><\/iframe><\/p>\n<h2>Oklou, \u2018Choke Enough\u2019<\/h2>\n<p>O \u00e1lbum de estreia da queridinha do avant-pop <strong>Oklou<\/strong> \u00e9 carregado de romantismo pixelado e bipes cintilantes. A artista francesa (nome verdadeiro <strong>Marylou Mayniel<\/strong>) faz maravilhas com loops de sintetizador e vocais et\u00e9reos, transitando entre os mundos da m\u00fasica eletr\u00f4nica e pop, al\u00e9m de seu treinamento cl\u00e1ssico e o folclore regional franc\u00eas. O resultado \u00e9 um universo m\u00e1gico, muitas vezes impressionista e digital, mas nunca desconectado da natureza. <strong>Oklou<\/strong> atinge picos cristalinos em faixas como \u201c<strong>Blade Bird<\/strong>\u201d e \u201c<strong>Take Me By the Hand<\/strong>\u201d, dueto com <strong>Bladee<\/strong>, do <strong>Drain Gang<\/strong>, que enfrenta a incerteza e a ansiedade com um toque de delicadeza e clareza. \u2014 <strong>Jon Blistein<\/strong><\/p>\n<p><iframe allowfullscreen=\"allowfullscreen\" frameborder=\"0\" height=\"352\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/open.spotify.com\/embed\/album\/58PwJKq5KH2MjVt2Ih4nEt?utm_source=generator\" style=\"border-radius: 12px;\" width=\"100%\"><\/iframe><\/p>\n<h2>Osamason, \u2018Jump Out\u2019<\/h2>\n<p><em><strong>Jump Out<\/strong><\/em>, de <strong>Osamason<\/strong>, faz um argumento sonoro de que o caos \u00e9 a linguagem da nova gera\u00e7\u00e3o \u2014 e por que n\u00e3o seria? O rapper de 22 anos, \u00e0 frente da nova vanguarda do rage rap, equilibra uma sensibilidade mel\u00f3dica com uma abordagem maximalista ao g\u00eanero. Sintetizadores afiados como navalhas, incendiados em esta\u00e7\u00f5es digitais de \u00e1udio, baterias moduladas em frequ\u00eancias no limite do que o ouvido humano consegue captar, e letras como mantras que perfuram direto o c\u00e9rebro reptiliano. Um produto da precis\u00e3o emocional arrancada do fluxo intermin\u00e1vel de informa\u00e7\u00e3o que est\u00e1 em toda parte, o tempo todo. \u2014 <strong>J.I.<\/strong><\/p>\n<p><iframe allowfullscreen=\"allowfullscreen\" frameborder=\"0\" height=\"352\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/open.spotify.com\/embed\/album\/5Vb4K4Xf4KPFupmhHi5COM?utm_source=generator\" style=\"border-radius: 12px;\" width=\"100%\"><\/iframe><\/p>\n<p><em><strong>Glory<\/strong><\/em> come\u00e7a com um vislumbre da catarse monumental que se tornou a marca registrada de <strong>Perfume Genius<\/strong>. Mas os arroubos intensos de \u201c<strong>It\u2019s a Mirror<\/strong>\u201d logo d\u00e3o lugar a corredores mais meditativos que Mike Hadreas explora com sua banda afiada e seu colaborador\/produtor de longa data <strong>Blake Mills<\/strong>. Isso n\u00e3o quer dizer que os sons n\u00e3o sejam imersivos e ousados \u2014 mas eles tendem a pairar e lamentar, em vez de saltar e gritar. \u00c9 um clima sonoro que acompanha as reflex\u00f5es de <strong>Hadreas<\/strong> sobre a depress\u00e3o que o consumiu durante a pandemia. \u201cEu n\u00e3o buscava uma solu\u00e7\u00e3o,\u201d disse \u00e0 <em>Stereogum<\/em>, \u201cmas sim uma gra\u00e7a dentro disso. Uma mudan\u00e7a de perspectiva.\u201d \u2014 <strong>Jon Blistein<\/strong><\/p>\n<p><iframe allowfullscreen=\"allowfullscreen\" frameborder=\"0\" height=\"352\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/open.spotify.com\/embed\/album\/2Y5e4etT3wCXoyllnQ0aAD?utm_source=generator\" style=\"border-radius: 12px;\" width=\"100%\"><\/iframe><\/p>\n<h2>PinkPantheress, \u2018Fancy That\u2019<\/h2>\n<p><em><strong>Fancy That<\/strong><\/em> tira boa parte de sua energia dos batid\u00f5es brit\u00e2nicos do come\u00e7o dos anos 2000 e das amostragens ousadas que tornaram o hip hop e a m\u00fasica eletr\u00f4nica t\u00e3o empolgantes naquela \u00e9poca. O disco-funk \u201c<strong>Romeo<\/strong>\u201d, do <strong>Basement Jaxx<\/strong>, \u00e9 desconstru\u00eddo em \u201c<strong>Girl Like Me<\/strong>\u201d, e o DNA do duo aparece em outros momentos da mixtape \u2014 incluindo uma faixa original tamb\u00e9m chamada \u201c<strong>Romeo<\/strong>\u201d, que soa levemente inspirada na original. Em outros trechos, <em><strong>Fancy That<\/strong><\/em> recorta <strong>Jessica Simpson<\/strong>, <strong>Panic! at the Disco<\/strong> e une <strong>Walker<\/strong> ao \u00edcone indie-sleaze <strong>The Dare<\/strong>, em \u201c<strong>Stateside<\/strong>.\u201d O resultado: nove faixas crocantes que n\u00e3o se estendem demais nem dizem mais do que deveriam. \u2014 <strong>Will Hermes<\/strong><\/p>\n<p><iframe allowfullscreen=\"allowfullscreen\" frameborder=\"0\" height=\"352\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/open.spotify.com\/embed\/album\/3o81FH5FTYVtoBQOZr3T7y?utm_source=generator\" style=\"border-radius: 12px;\" width=\"100%\"><\/iframe><\/p>\n<h2>Pink Siifu, \u2018Black\u2019!Antique\u2019<\/h2>\n<p>O cat\u00e1logo de <strong>Pink Siifu<\/strong> \u00e9 vasto e profundamente enraizado em temas e influ\u00eancias pr\u00f3-Black. E ele nunca foi t\u00e3o expl\u00edcito quanto em <strong>Black\u2019!Antique<\/strong>: \u201c<em>Meu povo \u00e9 original e divinamente \u00fanico \/ E nosso valor s\u00f3 vai subir, como antiguidades negras<\/em>.\u201d Essa frase encerra uma extravag\u00e2ncia de 19 faixas em que <strong>Siifu<\/strong> e nomes como <strong>Bbymutha<\/strong>, <strong>WifiGawd<\/strong> e <strong>Ho99o9<\/strong> surgem sobre uma paisagem sonora esfuma\u00e7ada e pulsante. Ele pode ser propositalmente dissonante (\u201c<strong>Alive \u2018Direct<\/strong>\u201d), mas tamb\u00e9m \u00e9 capaz de soar reflexivo e cheio de alma (\u201c<strong>Outside\u2019!<\/strong>\u201d). As escolhas sonoras s\u00e3o ousadas, mas minimalistas \u2014 deixando espa\u00e7o para afirmar sua tese sobre a vitalidade da negritude. \u2014 <strong>A.G.<\/strong><\/p>\n<p><iframe allowfullscreen=\"allowfullscreen\" frameborder=\"0\" height=\"352\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/open.spotify.com\/embed\/album\/5DysldnqrOvaDbYyNHA2WZ?utm_source=generator\" style=\"border-radius: 12px;\" width=\"100%\"><\/iframe><\/p>\n<p><em><strong>Music<\/strong><\/em> mostra <strong>Carti<\/strong> plenamente consciente de seu potencial como talento geracional. H\u00e1 momentos em que camadas sintetizadas borbulham e se elevam, criando o efeito de luzes de est\u00e1dio refletindo sobre uma multid\u00e3o de milhares. Do alto da montanha, <strong>Carti<\/strong> olha para tr\u00e1s \u2014 para sua jornada e influ\u00eancias \u2014 enquanto tamb\u00e9m admira a vista e pondera sobre sua queda inevit\u00e1vel. Mesmo quando escorrega em cantos repetitivos ou exaure com sua fixa\u00e7\u00e3o em drogas, mulheres, carros e provoca\u00e7\u00f5es a rivais, ele continua sendo um astro pop magn\u00e9tico e absolutamente \u00fanico. \u2014 <strong>Mosi Reeves<\/strong><\/p>\n<p><iframe allowfullscreen=\"allowfullscreen\" frameborder=\"0\" height=\"352\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/open.spotify.com\/embed\/album\/0fSfkmx0tdPqFYkJuNX74a?utm_source=generator\" style=\"border-radius: 12px;\" width=\"100%\"><\/iframe><\/p>\n<h2>Pup, \u2018Who Will Look After The Dogs?\u2019<\/h2>\n<p>Os punks de Toronto do <strong>Pup<\/strong> j\u00e1 s\u00e3o veteranos, chegando com for\u00e7a ao quinto \u00e1lbum <em><strong>Who Will Look After the Dogs?<\/strong><\/em>. Doze anos ap\u00f3s o lan\u00e7amento do debut fren\u00e9tico e bem-humorado, eles continuam atravessando suas faixas com guitarras aceleradas, enquanto os coment\u00e1rios sarc\u00e1sticos de <strong>Stefan Babcock<\/strong> se transformam em refr\u00f5es cantados em un\u00edssono pelos \u201cbrothers\u201d. Mas agora o <strong>Pup<\/strong> encara emo\u00e7\u00f5es adultas mais dif\u00edceis. <strong>Babcock<\/strong> fala por todos n\u00f3s ao fazer a pergunta filos\u00f3fica: \u201c<em>Sempre me alimentando do cad\u00e1ver em decomposi\u00e7\u00e3o da boa vontade e do que resta da humanidade \/ Que porra h\u00e1 de errado comigo?<\/em>\u201d \u2014 <strong>R.S.<\/strong><\/p>\n<p><iframe allowfullscreen=\"allowfullscreen\" frameborder=\"0\" height=\"352\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/open.spotify.com\/embed\/album\/5wTc5JHsIufcPGetKKnrlv?utm_source=generator\" style=\"border-radius: 12px;\" width=\"100%\"><\/iframe><\/p>\n<h2>Rico Nasty, \u2018Lethal\u2019<\/h2>\n<p>Desde os tempos em que era uma adolescente em Maryland postando sons agressivos e influenciados pelo trap no <strong>SoundCloud<\/strong>, <strong>Rico Nasty<\/strong> conquistou seu pr\u00f3prio espa\u00e7o como uma f\u00faria colorida. Seu terceiro \u00e1lbum assume um tom mais introspectivo; \u201c<strong>Smile<\/strong>\u201d traz uma homenagem emocionante ao seu filho, e \u201c<strong>You Could Never<\/strong>\u201d a mostra refletindo sobre o quanto j\u00e1 percorreu. Mas <strong>Lethal<\/strong> ainda \u00e9 uma celebra\u00e7\u00e3o barulhenta da feminilidade e da ousadia sexual fluida que sempre marcaram sua obra \u2014 com faixas como \u201c<strong>Son of a Gun<\/strong>\u201d e \u201c<strong>Smoke Break<\/strong>\u201d evidenciando influ\u00eancias de \u00edcones do rock alternativo como <strong>No Doubt<\/strong>, <strong>Avril Lavigne<\/strong> e <strong>Paramore<\/strong>. \u2014 <strong>Mark Braboy<\/strong><\/p>\n<p><iframe allowfullscreen=\"allowfullscreen\" frameborder=\"0\" height=\"352\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/open.spotify.com\/embed\/album\/0HkRlQCLTYsr1K5cD33Gr4?utm_source=generator\" style=\"border-radius: 12px;\" width=\"100%\"><\/iframe><\/p>\n<h2>Saba &amp; No I.D., \u2018From the Private Collection of Saba and No I.D.\u2019<\/h2>\n<p><strong>Saba<\/strong> e <strong>No ID<\/strong> s\u00e3o duas lendas do hip hop de Chicago, vindos de gera\u00e7\u00f5es diferentes. <strong>Saba<\/strong> \u00e9 o poeta cerebral do rap que se destacou com obras dolorosamente intensas como <em><strong>Care for Me<\/strong><\/em> (2018) e <em><strong>Few Good Things<\/strong><\/em> (2022). J\u00e1 <strong>No ID<\/strong>, o \u201c<strong>Padrinho do Hip Hop de Chicago<\/strong>\u201d, passou a vida criando os beats com os quais <strong>Saba<\/strong> cresceu. <strong>Private Collection<\/strong> \u00e9 um trabalho feito com carinho por ambos \u2014 relaxado nos grooves, espiritual nas rimas. Uma obra-prima experimental em que a velha escola encontra a nova, com os dois artistas se desafiando mutuamente. \u2014 <strong>R.S.<\/strong><\/p>\n<p><iframe allowfullscreen=\"allowfullscreen\" frameborder=\"0\" height=\"352\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/open.spotify.com\/embed\/album\/7ha6zD0XRzUxAxxfXDLYfq?utm_source=generator\" style=\"border-radius: 12px;\" width=\"100%\"><\/iframe><\/p>\n<h2>Samia, \u2018Bloodless\u2019<\/h2>\n<p>Em <strong>Bloodless<\/strong>, a cantora e compositora indie <strong>Samia<\/strong> vai mais fundo do que nunca e entrega uma medita\u00e7\u00e3o sobre a experi\u00eancia da mulher moderna, repleta de honestidade crua e atmosfera quase sobrenatural. Ela desmonta sistemas de cren\u00e7a e reconstr\u00f3i sua identidade com uma ferocidade ao mesmo tempo implac\u00e1vel e libertadora. Seja usando met\u00e1foras de mutila\u00e7\u00e3o de gado (\u201c<strong>Bovince Excision<\/strong>\u201d) ou escrevendo homenagens a <strong>Sid Vicious<\/strong> (\u201c<strong>Hole in a Wall<\/strong>\u201d), cada can\u00e7\u00e3o gira e se transforma para formar algo que parece um salto definitivo na carreira de uma artista que j\u00e1 era essencial. \u2014 <strong>M.G.<\/strong><\/p>\n<p><iframe allowfullscreen=\"allowfullscreen\" frameborder=\"0\" height=\"352\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/open.spotify.com\/embed\/album\/37mwvUCrctINwVYeayXa7h?utm_source=generator\" style=\"border-radius: 12px;\" width=\"100%\"><\/iframe><\/p>\n<h2>Mei Semones, \u2018Animaru\u2019<\/h2>\n<p>Formada pela <strong>Berklee College of Music<\/strong>, <strong>Semones<\/strong> estreia com um \u00e1lbum que une musicalidade matem\u00e1tica a uma riqueza mel\u00f3dica impressionante. Ela e sua banda impec\u00e1vel misturam indie rock, jazz e pop de cantautora em composi\u00e7\u00f5es que vivem em constante muta\u00e7\u00e3o, sem nunca soar excessivamente complexas. Pelo contr\u00e1rio, tudo flui com leveza. Cantando em ingl\u00eas e japon\u00eas, <strong>Semones<\/strong> conduz faixas como a sutilmente explosiva \u201c<strong>I Can Do What I Want<\/strong>\u201d e a ador\u00e1vel bossa nova \u201c<strong>Dumb Feeling<\/strong>\u201d com sua voz acolhedora e letras orgulhosamente introspectivas. O resultado \u00e9 t\u00e3o luminoso e abstrato quanto a capa do disco. \u2014 <strong>J.D.<\/strong><\/p>\n<p><iframe allowfullscreen=\"allowfullscreen\" frameborder=\"0\" height=\"352\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/open.spotify.com\/embed\/album\/6giorr9WTWilWHmD0Ox4ow?utm_source=generator\" style=\"border-radius: 12px;\" width=\"100%\"><\/iframe><\/p>\n<h2>Skrillex, \u2018F*ck U Skrillex You Think Ur Andy Warhol But Ur Not!!\u2019<\/h2>\n<p>Como sempre com <strong>Skrillex<\/strong>, tem de tudo, em todo lugar, ao mesmo tempo: graves esticados como caramelo e falas sampleadas que s\u00e3o propositalmente cafonas. H\u00e1 algo de revigorado e energizado no trabalho mais recente da estrela do EDM. \u00c9 uma jornada do in\u00edcio ao fim, que revela novos detalhes a cada nova audi\u00e7\u00e3o. O som de <strong>Skrillex<\/strong> continua n\u00edtido e cheio de textura \u2014 h\u00e1 espa\u00e7o na mixagem mesmo quando ele empilha graves distorcidos tocando o mesmo padr\u00e3o absurdo. Seus subgraves ainda se contorcem e rugem com alegria, em padr\u00f5es quase caricatos. \u00c9 um estilo cultivado, uma marca sonora, um logotipo auditivo de <strong>Skrillex<\/strong>. \u2014 <strong>Michaelangelo Matos<\/strong><\/p>\n<p><iframe allowfullscreen=\"allowfullscreen\" frameborder=\"0\" height=\"352\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/open.spotify.com\/embed\/album\/784znju28Nz5zSuRuthPcO?utm_source=generator\" style=\"border-radius: 12px;\" width=\"100%\"><\/iframe><\/p>\n<h2>Stereolab, \u2018Instant Holograms On Metal Film\u2019<\/h2>\n<p>Qualquer momento \u00e9 \u00f3timo para um novo disco da banda pop retr\u00f4-experimental <strong>Stereolab<\/strong>, mas <em><strong>Instant Holograms on Metal Film<\/strong><\/em>, seu primeiro \u00e1lbum completo desde <em><strong>Not Music<\/strong><\/em> (2010), chega em um timing especialmente bom. Com grooves fluidos, sintetizadores pulsantes e letras que desejam mais com eleg\u00e2ncia, a m\u00fasica do <strong>Stereolab<\/strong> se entrega ao \u00eaxtase sem cair na aliena\u00e7\u00e3o. As joias pop meticulosamente constru\u00eddas, como a envolvente \u201c<strong>Transmuted Matter<\/strong>\u201d \u2014 uma can\u00e7\u00e3o de amor abstrata com uma se\u00e7\u00e3o instrumental sem palavras \u2014 fluem para instrumentais hipn\u00f3ticos como a rodopiante \u201c<strong>Electrified Teenybop!<\/strong>\u201d e jam sessions estendidas como a intensa \u201c<strong>Melodie Is a Wound<\/strong>.\u201d \u2014 <strong>M.J.<\/strong><\/p>\n<p><iframe allowfullscreen=\"allowfullscreen\" frameborder=\"0\" height=\"352\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/open.spotify.com\/embed\/album\/5nS7jRCPubnZF0OsXEM0D7?utm_source=generator\" style=\"border-radius: 12px;\" width=\"100%\"><\/iframe><\/p>\n<h2>Malcolm Todd, \u2018Malcolm Todd\u2019<\/h2>\n<p><strong>Malcolm Todd<\/strong> quer ser o pr\u00f3ximo <strong>Main Pop Boy<\/strong> \u2014 e seu \u00e1lbum de estreia mostra que ele est\u00e1 disposto a lutar por isso, mesmo que acabe um pouco machucado no caminho. Aos 21 anos, ele sabe que o pop n\u00e3o funciona mais como na \u00e9poca em que astros como <strong>Justin Bieber<\/strong> e <strong>Harry Styles<\/strong> surgiram. N\u00e3o d\u00e1 para copiar os manuais deles. Agora, ele entra no ringue com uma estrat\u00e9gia pr\u00f3pria: observa\u00e7\u00f5es cuidadosas, guitarras com pegada blues e sintetizadores distorcidos, al\u00e9m de uma vis\u00e3o intrigante de um novo tipo de astro pop masculino \u2014 algu\u00e9m que transforma a autoconsci\u00eancia (e at\u00e9 a inseguran\u00e7a) em parte do seu charme. \u2014 <strong>L.P.<\/strong><\/p>\n<p><iframe allowfullscreen=\"allowfullscreen\" frameborder=\"0\" height=\"352\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/open.spotify.com\/embed\/album\/6IkS2cDHxaYVkJueCPSdFs?utm_source=generator\" style=\"border-radius: 12px;\" width=\"100%\"><\/iframe><\/p>\n<h2>Sharon Van Etten, \u2018Sharon Van Etten and the Attachment Theory\u2019<\/h2>\n<p><strong>Sharon Van Etten<\/strong> assume aqui um novo papel musical: o de integrante de banda. Ela at\u00e9 nomeia o \u00e1lbum com o nome do novo quarteto, <em><strong>Sharon Van Etten and the Attachment Theory<\/strong><\/em>. \u00c9 sua obra mais orientada pelo groove \u2014 a primeira vez que comp\u00f5e a partir de jams com outros m\u00fasicos. <em><strong>Attachment Theory<\/strong><\/em> mergulha ainda mais no som carregado de sintetizadores que ela come\u00e7ou a explorar em <em><strong>Remind Me Tomorrow<\/strong><\/em> (2019). \u00c9 impulsivo, com bipes e borbulhas eletr\u00f4nicas no melhor estilo <strong>Vince Clarke<\/strong> guiando o ritmo. Ainda assim, mant\u00e9m a sinceridade emocional das baladas indie que ela dominou h\u00e1 uma d\u00e9cada com seu cl\u00e1ssico <em><strong>Are We There<\/strong><\/em>. \u2014 <strong>R.S.<\/strong><\/p>\n<p><iframe allowfullscreen=\"allowfullscreen\" frameborder=\"0\" height=\"352\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/open.spotify.com\/embed\/album\/5aGKc7OL3d1aJodCG2747F?utm_source=generator\" style=\"border-radius: 12px;\" width=\"100%\"><\/iframe><\/p>\n<h2>Pictoria Vark, \u2018Nothing Sticks\u2019<\/h2>\n<p><strong>Pictoria Vark<\/strong> \u00e9 o nome invertido de <strong>Victoria Park<\/strong>, jovem cantora e compositora que chamou aten\u00e7\u00e3o com o disco de estreia, <em><strong>The Parts I Dread<\/strong><\/em>, em 2022. Em <em><strong>Nothing Sticks<\/strong><\/em>, ela mira mais alto \u2014 \u00e9 o \u00e1lbum indie-rock perfeito para uma road trip de primavera que voc\u00ea n\u00e3o sabia que precisava. Cheio de guitarras suaves e neblina emocional, o disco se desenrola como o di\u00e1rio de um cora\u00e7\u00e3o jovem errante, que vaga de cidade em cidade, de sentimento em sentimento, mas sem se sentir conectado a lugar nenhum. Como ela canta, com humor, em \u201c<strong>San Diego<\/strong>\u201d: \u201cEu estou onde quer que eu v\u00e1.\u201d \u2014 <strong>R.S.<\/strong><\/p>\n<p><iframe allowfullscreen=\"allowfullscreen\" frameborder=\"0\" height=\"352\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/open.spotify.com\/embed\/album\/2rqd24oX8EmKQuaCrZSOO8?utm_source=generator\" style=\"border-radius: 12px;\" width=\"100%\"><\/iframe><\/p>\n<h2>Suzanne Vega, \u2018Flying with Angels\u2019<\/h2>\n<p>Quatro d\u00e9cadas ap\u00f3s sua estreia como a \u201cnova-fada\u201d do folk, <strong>Suzanne Vega<\/strong> mant\u00e9m seu talento para reflex\u00f5es l\u00facidas e m\u00fasicas limpas que acompanham esse tom, seja ao cantar sobre a doen\u00e7a inesperada de um ente querido ou sobre ucranianos fugindo do pa\u00eds ap\u00f3s a invas\u00e3o. A fr\u00e1gil faixa-t\u00edtulo e a luxuosa \u201c<strong>Galway<\/strong>\u201d remetem \u00e0 sua obra inicial, de tons mais folk, assim como sua voz \u2014 ainda perspicaz e observadora. Ao lado do ex-guitarrista de <strong>David Bowie<\/strong>, <strong>Gerry Leonard<\/strong>, que assina guitarras e melodias, <strong>Vega<\/strong> tamb\u00e9m mostra seu lado ir\u00f4nico e brincalh\u00e3o, com uma homenagem bem-humorada a <strong>Dylan<\/strong> (em cima da melodia de \u201c<strong>I Want You<\/strong>\u201d) e uma can\u00e7\u00e3o vigorosa sobre ratos urbanos. \u2014 <strong>David Browne<\/strong><\/p>\n<p><iframe allowfullscreen=\"allowfullscreen\" frameborder=\"0\" height=\"352\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/open.spotify.com\/embed\/album\/08K9yhbZAuNnbUPpvYy7l5?utm_source=generator\" style=\"border-radius: 12px;\" width=\"100%\"><\/iframe><\/p>\n<h2>Cameron Winter, \u2018Heavy Metal\u2019<\/h2>\n<p><strong>Cameron Winter<\/strong>, vocalista dos p\u00f3s-punks nova-iorquinos do <strong>Geese<\/strong>, exibe uma habilidade \u00e0 la <strong>Harry Nilsson<\/strong> de extrair o estranho do comovente \u2014 e vice-versa \u2014 em sua estreia solo. A paleta pop-rock dos anos 1970 range enquanto pulsa, oscila enquanto flutua, e <strong>Winter<\/strong> usa seu bar\u00edtono tanto em tons exaustos quanto em momentos eletrizantes. Ele transita entre destrui\u00e7\u00e3o e amor, desilus\u00e3o e transcend\u00eancia, com espanto, sinceridade, incredulidade e desconfian\u00e7a. E quando sua busca por sentido encosta em Deus, como em \u201c<strong>$0\u201d<\/strong>, <strong>Winter<\/strong> encontra tudo e nada: \u201c<em>Voc\u00ea me faz sentir como uma nota de um d\u00f3lar na sua m\u00e3o \/ Voc\u00ea me faz sentir como um homem de zero d\u00f3lar<\/em>.\u201d \u2014 <strong>J. Blistein<\/strong><\/p>\n<p><iframe allowfullscreen=\"allowfullscreen\" frameborder=\"0\" height=\"352\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/open.spotify.com\/embed\/album\/7mOrnQqDad3RgYQsJGaaqk?utm_source=generator\" style=\"border-radius: 12px;\" width=\"100%\"><\/iframe><\/p>\n<h2>The Weather Station, \u2018Humanhood\u2019<\/h2>\n<p>No aclamado <strong><em>Ignorance<\/em><\/strong> (2021), <strong>Tamara Lindeman<\/strong>, do <strong>The Weather Station<\/strong>, focou nas amea\u00e7as do colapso clim\u00e1tico. Desta vez, os dilemas s\u00e3o mais \u00edntimos. Em seu s\u00e9timo \u00e1lbum, <strong>Lindeman<\/strong> chega perigosamente perto de fazer a vers\u00e3o dos anos 2020 de <em><strong>Court and Spark<\/strong><\/em>, de <strong>Joni Mitchell<\/strong> \u2014 o tipo de obra-prima que muitos artistas indie sonham alcan\u00e7ar. Misturando com eleg\u00e2ncia pop, folk, rock, jazz e ambient, o disco encara crises pessoais, momentos de transi\u00e7\u00e3o e catarses com uma poesia envolvente e decidida. \u2014 <strong>J.D.<\/strong><\/p>\n<p><iframe allowfullscreen=\"allowfullscreen\" frameborder=\"0\" height=\"352\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/open.spotify.com\/embed\/album\/5oiIdyuDWZ9einLEUdAccO?utm_source=generator\" style=\"border-radius: 12px;\" width=\"100%\"><\/iframe><\/p>\n<h2>Billy Woods, \u2018Golliwog\u2019<\/h2>\n<p><strong>Billy Woods<\/strong> emergiu do subsolo do rap do Brooklyn como um poeta virtuoso \u2014 uma das mentes mais independentes e brilhantes do hip-hop nas \u00faltimas duas d\u00e9cadas. Em <em><strong>Golliwog<\/strong><\/em>, ele mergulha em um \u00e1lbum de hist\u00f3rias de terror. \u00c9 uma obra densa, po\u00e9tica, um verdadeiro tour de force onde <strong>Woods<\/strong> deixa sua imagina\u00e7\u00e3o expandida correr solta por uma distopia onde os monstros reais s\u00e3o mais assustadores do que qualquer inven\u00e7\u00e3o. <strong>Golliwog<\/strong> \u00e9 um show de horrores que exige \u2014 e merece \u2014 escuta atenta. Mas n\u00e3o oferece conforto: para <strong>Woods<\/strong>, os monstros est\u00e3o por toda parte, e sobreviver \u00e9 uma quest\u00e3o de se manter alerta, sempre um passo \u00e0 frente. \u2014 <strong>R.S.<\/strong><\/p>\n<p><iframe allowfullscreen=\"allowfullscreen\" frameborder=\"0\" height=\"352\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/open.spotify.com\/embed\/album\/6YjoANrjcsf17p1OmWESfo?utm_source=generator\" style=\"border-radius: 12px;\" width=\"100%\"><\/iframe><\/p>\n<h2>Thom Yorke &amp; Mark Prichard, \u2018Tall Tales\u2019<\/h2>\n<p><strong>Thom Yorke<\/strong>, vocalista do <strong>Radiohead<\/strong>, e o produtor <strong>Mark Pritchard<\/strong> v\u00eam desenvolvendo este projeto eletr\u00f4nico minimalista desde os dias sombrios de 2020, trocando faixas \u00e0 dist\u00e2ncia enquanto <strong>Yorke<\/strong> adicionava vocais t\u00e3o assombrosos e enigm\u00e1ticos quanto o esperado \u2014 ou ainda mais. Em \u201c<strong>Ice Shelf<\/strong>\u201d, sua voz \u00e9 distorcida num lamento rob\u00f3tico sobre uma ambi\u00eancia cinzenta e batidas subterr\u00e2neas, enquanto \u201c<strong>The Conversation Is Missing Your Voice<\/strong>\u201d soa como o negativo de uma faixa de R&amp;B. <strong>Pritchard<\/strong> mant\u00e9m as bases limpas e variadas, dando a Yorke espa\u00e7o infinito para se expandir. \u2014 <strong>J.D.<\/strong><\/p>\n<p><iframe allowfullscreen=\"allowfullscreen\" frameborder=\"0\" height=\"352\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/open.spotify.com\/embed\/album\/6KIRln7GBcc3eO22UDy8T2?utm_source=generator\" style=\"border-radius: 12px;\" width=\"100%\"><\/iframe><\/p>\n<h2>Zinoleesky, \u2018Gen Z\u2019<\/h2>\n<p>Embora <strong>Zinoleesky<\/strong>, de 25 anos, ainda n\u00e3o tenha alcan\u00e7ado o sucesso global avassalador de seu conterr\u00e2neo <strong>Asake<\/strong>, tamb\u00e9m vindo do street-pop nigeriano, seu segundo \u00e1lbum \u2014 inteligentemente intitulado <em><strong>Gen Z<\/strong><\/em> \u2014 \u00e9 uma prova do seu apurado gosto por produ\u00e7\u00f5es sofisticadas, sagacidade cool e entusiasmo juvenil que o tornaram querido em sua terra natal. Ele \u00e9, discretamente, um mestre de todos os climas: do tom triunfante de \u201c<strong>2Baba Flex<\/strong>\u201d, em que menciona \u00edcones do Afrobeats em suas eras de ouro, ao sexy e el\u00e9trico \u201c<strong>Suit &amp; Tie<\/strong>\u201d, parceria com o cantor de hip hop <strong>Toosii<\/strong>. Esta faixa, junto de colabora\u00e7\u00f5es como \u201c<strong>Ayamase<\/strong>\u201d com a rapper brit\u00e2nica <strong>Ms Banks<\/strong>, mostra que <strong>Zinoleesky<\/strong> tamb\u00e9m \u00e9 um colaborador vers\u00e1til. A domina\u00e7\u00e3o global talvez n\u00e3o esteja t\u00e3o distante assim. \u2014 <strong>M.C.<\/strong><\/p>\n<p><iframe allowfullscreen=\"allowfullscreen\" frameborder=\"0\" height=\"352\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/open.spotify.com\/embed\/album\/6A9vRCTrmUNqdsW93J3vPK?utm_source=generator\" style=\"border-radius: 12px;\" width=\"100%\"><\/iframe><\/p>\n<p><strong>+++LEIA MAIS: M\u00fasica do ver\u00e3o, de novo? Sabrina Carpenter lan\u00e7a &#8216;Manchild&#8217;<\/strong><\/p>\n<\/div>\n<p><br \/>\n<br \/>Fonte: <a href=\"https:\/\/rollingstone.com.br\/musica\/os-melhores-albuns-internacionais-de-2025-ate-agora-segundo-rolling-stone\/\">rollingstone.com.br<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Que ano tem sido para a boa m\u00fasica \u2014 ao contr\u00e1rio, por exemplo, de todo o resto. Mas j\u00e1 estamos quase na metade de 2025, e o ano est\u00e1 cheio de novos \u00e1lbuns que oferecem o que precisamos: inspira\u00e7\u00e3o, catarse ou apenas um pouco de eleva\u00e7\u00e3o emocional. 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