{"id":25522,"date":"2025-06-08T13:22:29","date_gmt":"2025-06-08T16:22:29","guid":{"rendered":"https:\/\/mussicom.com\/os-22-live-actions-da-disney-do-pior-para-o-melhor-segundo-rolling-stone\/"},"modified":"2025-06-08T13:22:29","modified_gmt":"2025-06-08T16:22:29","slug":"os-22-live-actions-da-disney-do-pior-para-o-melhor-segundo-rolling-stone","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/mussicom.com\/noticias\/os-22-live-actions-da-disney-do-pior-para-o-melhor-segundo-rolling-stone\/","title":{"rendered":"Os 22 live-actions da Disney, do pior para o melhor, segundo Rolling Stone"},"content":{"rendered":"<p> <br \/>\n<\/p>\n<div>\n<p>Os live-actions da Disney s\u00e3o frequentemente vistos como adapta\u00e7\u00f5es desnecess\u00e1rias por sua falta de criatividade e acusados de explorar apenas o apelo nost\u00e1lgico das anima\u00e7\u00f5es cl\u00e1ssicas que habitam o imagin\u00e1rio de crian\u00e7as e adultos.<\/p>\n<p>Para muitos cr\u00edticos e f\u00e3s, esses filmes raramente superam ou mesmo igualam o impacto emocional das obras originais, resultando em produ\u00e7\u00f5es que, embora tecnicamente impec\u00e1veis, carecem de alma e inova\u00e7\u00e3o. Ainda assim, \u00e9 ineg\u00e1vel que eles ocupam um espa\u00e7o consolidado no mercado, impulsionados por bilheterias robustas e pelo fasc\u00ednio cont\u00ednuo que as hist\u00f3rias exercem sobre o p\u00fablico.<\/p>\n<p>Querendo ou n\u00e3o, os remakes em live-action seguem sendo lan\u00e7ados, alimentando debates sobre sua relev\u00e2ncia e qualidade. Diante disso, <strong>Rolling Stone Brasil<\/strong> organizou uma lista com os 22 principais live-actions da Disney, ranqueados do pior ao melhor, de acordo com nossa prefer\u00eancia. Confira a seguir o ranking completo:<\/p>\n<h4><strong>22\u00ba &#8211; <em>Branca de Neve<\/em> (2025)<\/strong><\/h4>\n<p>\u00c9 dif\u00edcil assistir a <em><strong>Branca de Neve<\/strong><\/em> sem sentir um misto de frustra\u00e7\u00e3o e vontade de rir de desespero. A primeira princesa da Disney finalmente ganhou sua vers\u00e3o em <em>live-action<\/em> em 2025, mas o resultado \u00e9 decepcionante. Apesar de alguns acertos \u2014 como a tentativa de modernizar pontos pol\u00eamicos presentes em outras adapta\u00e7\u00f5es, como a quest\u00e3o dos sete an\u00f5es \u2014, o filme ainda sofre com a maior falha dessas novas vers\u00f5es: a total falta de alma.<\/p>\n<p><strong>Gal Gadot<\/strong> (<em><strong>Mulher-Maravilha<\/strong><\/em>) entrega uma Rainha M\u00e1 caricata e dif\u00edcil de levar a s\u00e9rio, mais preocupada com o visual do que com a profundidade da personagem. J\u00e1 <strong>Rachel Zegler<\/strong> (<em><strong>Amor, Sublime Amor<\/strong><\/em>) segura a protagonista com compet\u00eancia, mas nem isso \u00e9 suficiente para salvar um roteiro fraco, artificial e emocionalmente vazio.<\/p>\n<p>Visualmente, o filme tamb\u00e9m trope\u00e7a. A ambienta\u00e7\u00e3o \u00e9 excessivamente sint\u00e9tica, tirando qualquer senso de imers\u00e3o no mundo m\u00e1gico que deveria encantar o espectador. No fim, <em><strong>Branca de Neve<\/strong><\/em> parece mais uma produ\u00e7\u00e3o feita no piloto autom\u00e1tico \u2014 uma reformula\u00e7\u00e3o sem cora\u00e7\u00e3o, que aposta na nostalgia, mas n\u00e3o emociona de verdade. N\u00e3o \u00e9 \u00e0 toa que figura no \u00faltimo lugar de nossa lista. <strong>\u2014 Giulia Cardoso<\/strong><\/p>\n<figure class=\"image\"><figcaption>Os 22 live-actions da Disney, do pior para o melhor, segundo Rolling Stone (Divulga\u00e7\u00e3o\/Walt Disney Pictures)<\/figcaption><\/figure>\n<h4><strong>21\u00ba &#8211; <em>Pin\u00f3quio<\/em> (2022)<\/strong><\/h4>\n<p>Se voc\u00ea lembra desse aqui, voc\u00ea venceu. S\u00f3 n\u00e3o \u00e9 o \u00faltimo por mero detalhe. Convenhamos: a anima\u00e7\u00e3o original de <em><strong>Pin\u00f3quio<\/strong><\/em> (1940) j\u00e1 n\u00e3o \u00e9 exatamente a hist\u00f3ria mais envolvente, mas a vers\u00e3o em <em>live-action<\/em> da Disney, mesmo lan\u00e7ada fora do auge da pandemia, conseguiu ser mais esquec\u00edvel do que outros filmes da mesma leva.<\/p>\n<p>Nem mesmo <strong>Cynthia Erivo<\/strong> (<em><strong>Wicked<\/strong><\/em>) como a <strong>Fada Azul<\/strong> e <strong>Tom Hanks<\/strong> (<em><strong>Aqui<\/strong><\/em>) como <strong>Gepeto<\/strong> salvam a produ\u00e7\u00e3o, que parece feita sob medida para rodar ao fundo de um churrasco de fam\u00edlia. E o pior: foi lan\u00e7ada no mesmo ano da vers\u00e3o de Pin\u00f3quio em <em>stop-motion<\/em> de <strong>Guillermo del Toro<\/strong> (<strong><em>O Labirinto do Fauno<\/em><\/strong>). Ent\u00e3o, se bater a vontade de assistir a\u00a0<em>Pin\u00f3quio<\/em>, a dica t\u00e1 data: assistam ao dele. <strong>\u2014 G. C.<\/strong><\/p>\n<figure class=\"image\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"Os 22 live-actions da Disney, do pior para o melhor, segundo Rolling Stone (Divulga\u00e7\u00e3o\/Walt Disney Pictures)\" height=\"435\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/rollingstone.uol.com.br\/media\/uploads\/2025\/06\/os-22-live-actions-da-disney-do-pior-para-o-melhor-segundo-rolling-stone-21.jpg\" width=\"773\"\/><figcaption>Os 22 live-actions da Disney, do pior para o melhor, segundo Rolling Stone (Divulga\u00e7\u00e3o\/Walt Disney Pictures)<\/figcaption><\/figure>\n<h4><strong>20\u00ba &#8211; <em>Alice Atrav\u00e9s do Espelho<\/em> (2016)<\/strong><\/h4>\n<p data-end=\"483\" data-start=\"114\">Se voc\u00ea mal lembra que <strong>Alice Atrav\u00e9s do Espelho<\/strong> existiu, t\u00e1 tudo bem \u2014 n\u00e3o foi s\u00f3 voc\u00ea que esqueceu. Sequ\u00eancia do visualmente marcante <em><strong>Alice no Pa\u00eds das Maravilhas<\/strong><\/em> (2010), este filme trope\u00e7a ao tentar expandir um universo que j\u00e1 tinha pouco a dizer. A est\u00e9tica continua caprichada, com cen\u00e1rios e figurinos impressionantes, mas falta justamente o essencial: alma.<\/p>\n<p data-end=\"791\" data-start=\"485\"><strong>Tim Burton<\/strong> (<em><strong>Os Fantasmas Se Divertem<\/strong><\/em>) n\u00e3o retorna; agora a dire\u00e7\u00e3o fica a cargo de <strong>James Bobin <\/strong>(<em><strong>Dora e a Cidade Perdida<\/strong><\/em>). O elenco, sim, est\u00e1 de volta, com <strong>Mia Wasikowska<\/strong> (<em><strong>A Colina Escarlate<\/strong><\/em>), <strong>Johnny Depp<\/strong> (<em><strong>A Fant\u00e1stica F\u00e1brica de Chocolate<\/strong><\/em>) e <strong>Helena Bonham Carter<\/strong> (<em><strong>Sweeney Todd: O Barbeiro Demon\u00edaco da Rua Fleet<\/strong><\/em>) reprisando seus pap\u00e9is. Por\u00e9m, ningu\u00e9m parece realmente investido.<\/p>\n<p data-end=\"791\" data-start=\"485\">A trama, focada em viagens no tempo e dramas familiares for\u00e7ados, soa confusa e desinteressante, perdendo a leveza e a fantasia que deveriam ser a marca da franquia e que estiveram presentes no cap\u00edtulo anterior. \u00c9 aquela sequ\u00eancia desnecess\u00e1ria \u2014 como v\u00e1rios desses <em>live-actions<\/em> \u2014 com um fator que torna a experi\u00eancia ainda pior: <strong>Depp<\/strong> est\u00e1 num <em>overacting<\/em> intrag\u00e1vel. <strong>\u2014<\/strong><strong>Angelo Cordeiro<\/strong><\/p>\n<figure class=\"image\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"Os 22 live-actions da Disney, do pior para o melhor, segundo Rolling Stone (Divulga\u00e7\u00e3o\/Walt Disney Pictures)\" height=\"435\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/rollingstone.uol.com.br\/media\/uploads\/2025\/06\/os-22-live-actions-da-disney-do-pior-para-o-melhor-segundo-rolling-stone-9.jpg\" width=\"773\"\/><figcaption>Os 22 live-actions da Disney, do pior para o melhor, segundo Rolling Stone (Divulga\u00e7\u00e3o\/Walt Disney Pictures)<\/figcaption><\/figure>\n<h4><strong>19\u00ba &#8211; <em>Peter Pan &amp; Wendy<\/em> (2023)<\/strong><\/h4>\n<p>A hist\u00f3ria de <strong>Peter Pan<\/strong>, personagem criado por <strong>J. M. Barrie<\/strong> em 1902, j\u00e1 ganhou in\u00fameras adapta\u00e7\u00f5es: boas, ruins, cinematogr\u00e1ficas, televisivas e at\u00e9 teatrais. <em><strong>Peter Pan &amp; Wendy<\/strong><\/em> \u00e9 uma tentativa da Disney de revisitar um cl\u00e1ssico, mas que acaba esquecida tanto pela dire\u00e7\u00e3o de <strong>David Lowery<\/strong> (<em><strong>Meu Amigo, o Drag\u00e3o<\/strong><\/em>), que n\u00e3o parece ter sido a melhor escolha para o estilo da hist\u00f3ria, quanto pela sensa\u00e7\u00e3o de estarmos vendo mais do mesmo.<\/p>\n<p><strong>Alexander Molony<\/strong> (<em><strong>The Reluctant Landlord<\/strong><\/em>) como <strong>Peter Pan<\/strong> e <strong>Ever Anderson<\/strong> (<em><strong>Vi\u00fava Negra<\/strong><\/em>) como <strong>Wendy<\/strong> trazem novos ares aos personagens, e <strong>Jude Law<\/strong> (<em><strong>O Talentoso Ripley<\/strong><\/em>) interpreta um C<strong>apit\u00e3o Gancho<\/strong> mais contido e melanc\u00f3lico, dando alguma profundidade ao vil\u00e3o cl\u00e1ssico.<\/p>\n<p>Ainda assim, o filme parece preso demais ao compromisso de \u201ccorrigir\u201d o passado, investindo em discursos mais conscientes, mas esquecendo de entregar uma narrativa envolvente. O resultado \u00e9 uma aventura burocr\u00e1tica, como se fosse feita mais para cumprir tabela do que para encantar. <strong>\u2014<\/strong><strong>A. C.<\/strong><\/p>\n<figure class=\"image\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"Os 22 live-actions da Disney, do pior para o melhor, segundo Rolling Stone (Divulga\u00e7\u00e3o\/Walt Disney Pictures)\" height=\"435\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/rollingstone.uol.com.br\/media\/uploads\/2025\/06\/os-22-live-actions-da-disney-do-pior-para-o-melhor-segundo-rolling-stone-22.jpg\" width=\"773\"\/><figcaption>Os 22 live-actions da Disney, do pior para o melhor, segundo Rolling Stone (Divulga\u00e7\u00e3o\/Walt Disney Pictures)<\/figcaption><\/figure>\n<h4><strong>18\u00ba &#8211; <em>102 D\u00e1lmatas<\/em> (2000)<\/strong><\/h4>\n<p><em><strong>102 D\u00e1lmatas<\/strong><\/em> \u00e9 a t\u00edpica sequ\u00eancia que ningu\u00e9m pediu, mas que, ainda assim, aconteceu. O filme tenta repetir a f\u00f3rmula de sucesso de <em><strong>101 D\u00e1lmatas<\/strong><\/em> (1996), mas acaba entregando uma aventura esquec\u00edvel, que n\u00e3o acrescenta muito ao legado da franquia.<\/p>\n<p><strong>Glenn Close<\/strong> (<em><strong>Atra\u00e7\u00e3o Fatal<\/strong><\/em>) volta como <strong>Cruella de Vil<\/strong>, mais caricata e extravagante do que nunca, mas sem a mesma for\u00e7a que teve no primeiro filme. J\u00e1 <strong>Ioan Gruffudd<\/strong> (<em><strong>Quarteto Fant\u00e1stico<\/strong><\/em>), como o novo mocinho <strong>Kevin<\/strong>, e <strong>Alice Evans<\/strong> (<em><strong>Di\u00e1rios de um Vampiro<\/strong><\/em>), como a estilista <strong>Chloe<\/strong>, fazem o poss\u00edvel com um roteiro que aposta mais nas trapalhadas dos cachorros.<\/p>\n<p>O resultado \u00e9 um passatempo leve, que dificilmente ser\u00e1 lembrado com carinho. Um daqueles filmes que a gente s\u00f3 descobre que existe quando passa na televis\u00e3o numa tarde de domingo. Mas algu\u00e9m ainda v\u00ea TV? <strong>\u2014<\/strong><strong>A. C.<\/strong><\/p>\n<figure class=\"image\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"Os 22 live-actions da Disney, do pior para o melhor, segundo Rolling Stone (Divulga\u00e7\u00e3o\/Walt Disney Pictures)\" height=\"435\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/rollingstone.uol.com.br\/media\/uploads\/2025\/06\/os-22-live-actions-da-disney-do-pior-para-o-melhor-segundo-rolling-stone-3.jpg\" width=\"773\"\/><figcaption>Os 22 live-actions da Disney, do pior para o melhor, segundo Rolling Stone (Divulga\u00e7\u00e3o\/Walt Disney Pictures)<\/figcaption><\/figure>\n<h4><strong>17\u00ba &#8211; <em>O Rei Le\u00e3o<\/em> (2019)<\/strong><\/h4>\n<p>Um dos principais comprometimentos do diretor <strong>Jon Favreau<\/strong>(<strong><em>The Mandalorian<\/em><\/strong>) com a adapta\u00e7\u00e3o de\u00a0<strong><em>O Rei Le\u00e3o<\/em><\/strong> era com o hiper-realismo de uma hist\u00f3ria estrelada inteiramente por animais. Por\u00e9m, nessa tentativa, o cineasta acabou criando uma produ\u00e7\u00e3o ap\u00e1tica que, apesar de bem trabalhada e fiel \u00e0 anima\u00e7\u00e3o de 1994, parece mais um document\u00e1rio do Discovery Channel.<\/p>\n<p>Apesar disso, o\u00a0<em>live-action<\/em> de\u00a0<strong><em>O Rei Le\u00e3o<\/em><\/strong> ganha alguns pontos por seu elenco fant\u00e1stico, encabe\u00e7ado pelo ator <strong>Donald Glover<\/strong>(<em>Atlanta<\/em>), a cantora\u00a0<strong>Beyonc\u00e9 Knowles<\/strong> \u2014 que chegou a lan\u00e7ar um disco, <strong><em>The Gift<\/em><\/strong>, e um filme musical,\u00a0<strong><em>Black is King<\/em><\/strong>, baseados na obra \u2014\u00a0e o lend\u00e1rio <strong>James Earl Jones<\/strong>, que voltou a dar voz ao rei <strong>Mufasa<\/strong> quase duas d\u00e9cadas ap\u00f3s dubl\u00e1-lo na anima\u00e7\u00e3o. <strong>\u2014<\/strong><strong>Henrique Nascimento<\/strong><\/p>\n<figure class=\"image\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"Os 22 live-actions da Disney, do pior para o melhor, segundo Rolling Stone (Divulga\u00e7\u00e3o\/Walt Disney Pictures)\" height=\"435\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/rollingstone.uol.com.br\/media\/uploads\/2025\/06\/os-22-live-actions-da-disney-do-pior-para-o-melhor-segundo-rolling-stone-14.jpg\" width=\"773\"\/><figcaption>Os 22 live-actions da Disney, do pior para o melhor, segundo Rolling Stone (Divulga\u00e7\u00e3o\/Walt Disney Pictures)<\/figcaption><\/figure>\n<h4><strong>16\u00ba &#8211; <em>Mufasa: O Rei Le\u00e3o<\/em> (2024)<\/strong><\/h4>\n<p><em><strong>Mufasa: O Rei Le\u00e3o<\/strong><\/em>\u00e9 mais uma investida da Disney no universo hiper-realista iniciado com <em><strong>O Rei Le\u00e3o<\/strong><\/em> (2019). Dirigido por <strong>Barry Jenkins<\/strong> (<em><strong>Moonlight: Sob a Luz do Luar<\/strong><\/em>, 2016), o filme explora as origens de <strong>Mufasa<\/strong>, o lend\u00e1rio rei das Terras do Reino e pai de <strong>Simba<\/strong>, expandindo a mitologia do cl\u00e1ssico com novos personagens e desafios.<\/p>\n<p>Visualmente impec\u00e1vel, como seu antecessor, \u00e9 nesse realismo que reside o principal problema de <em><strong>Mufasa: O Rei Le\u00e3o<\/strong><\/em>: a beleza realista dificulta a expressividade emocional dos personagens, como aconteceu com <em><strong>O Rei Le\u00e3o<\/strong><\/em>.<\/p>\n<p>Ainda assim, a proposta de aprofundar a trajet\u00f3ria de <strong>Mufasa<\/strong> traz frescor \u00e0 franquia, mesmo que nem todos concordem com a necessidade dessa expans\u00e3o. Al\u00e9m disso, as m\u00fasicas est\u00e3o longe de serem t\u00e3o memor\u00e1veis quanto a do cl\u00e1ssico. N\u00e3o est\u00e1 entre os piores <em>live-actions<\/em>, mas falta cor, ritmo e, principalmente, cora\u00e7\u00e3o. <strong>\u2014<\/strong><strong>A. C.<\/strong><\/p>\n<figure class=\"image\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"Os 22 live-actions da Disney, do pior para o melhor, segundo Rolling Stone (Divulga\u00e7\u00e3o\/Walt Disney Pictures)\" height=\"435\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/rollingstone.uol.com.br\/media\/uploads\/2025\/06\/os-22-live-actions-da-disney-do-pior-para-o-melhor-segundo-rolling-stone-16.jpg\" width=\"773\"\/><figcaption>Os 22 live-actions da Disney, do pior para o melhor, segundo Rolling Stone (Divulga\u00e7\u00e3o\/Walt Disney Pictures)<\/figcaption><\/figure>\n<h4><strong>15\u00ba &#8211; <em>A Dama e o Vagabundo<\/em> (2019)<\/strong><\/h4>\n<p>Sim, existe um live-action de <em><strong>A Dama e o Vagabundo<\/strong><\/em>, anima\u00e7\u00e3o de de 1955. Pouqu\u00edssimo falado, o filme n\u00e3o ganhou os cinemas, sendo lan\u00e7ado diretamente no Disney+. N\u00e3o \u00e9 ruim, mas assim como <em><strong>O Rei Le\u00e3o<\/strong><\/em> (2019) e <em><strong>Mufasa: O Rei Le\u00e3o<\/strong><\/em> (2024), o realismo acaba impactando na conex\u00e3o emocional com os personagens.\u00a0<\/p>\n<p>A hist\u00f3ria mant\u00e9m a ess\u00eancia do romance improv\u00e1vel entre uma cocker spaniel mimada e um vira-lata aventureiro, com a diferen\u00e7a de que o remake atualiza alguns aspectos problem\u00e1ticos do original, como os gatos siameses apresentados como esteri\u00f3tipos asi\u00e1ticos. Sem grandes ambi\u00e7\u00f5es quanto outros da lista, <em><strong>A Dama e o Vagabundo<\/strong><\/em> \u00e9 uma adapta\u00e7\u00e3o digna, perfeita para ser assistida com toda a fam\u00edlia. Med\u00edocre, mas fofinha. <strong>\u2014<\/strong><strong>A. C.<\/strong><\/p>\n<figure class=\"image\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"Os 22 live-actions da Disney, do pior para o melhor, segundo Rolling Stone (Divulga\u00e7\u00e3o\/Walt Disney Pictures)\" height=\"435\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/rollingstone.uol.com.br\/media\/uploads\/2025\/06\/os-22-live-actions-da-disney-do-pior-para-o-melhor-segundo-rolling-stone-19.jpg\" width=\"773\"\/><figcaption>Os 22 live-actions da Disney, do pior para o melhor, segundo Rolling Stone (Divulga\u00e7\u00e3o\/Walt Disney Pictures)<\/figcaption><\/figure>\n<h4><strong>14\u00ba &#8211; <em>Mulan<\/em> (2020)<\/strong><\/h4>\n<p>O\u00a0<em>live-action<\/em> de\u00a0<strong><em>Mulan<\/em><\/strong> talvez seja o que mais se distancie da anima\u00e7\u00e3o \u2014 e talvez tamb\u00e9m seja por isso que a produ\u00e7\u00e3o seja t\u00e3o criticada. Em primeiro lugar, a vers\u00e3o lan\u00e7ada em 2020 n\u00e3o \u00e9 um musical, como \u00e9 o caso do filme original, e tamb\u00e9m n\u00e3o \u00e9 t\u00e3o c\u00f4mico quanto o seu antecessor \u2014 a aus\u00eancia do divert\u00eddissimo drag\u00e3o falante\u00a0<strong>Mushu<\/strong> foi um golpe duro para os f\u00e3s.<\/p>\n<p>Na realidade, o\u00a0<em>live-action<\/em> de\u00a0<strong><em>Mulan<\/em><\/strong> se aproveita do cora\u00e7\u00e3o da anima\u00e7\u00e3o, que \u00e9 a sua hist\u00f3ria, para apresentar uma vers\u00e3o mais madura da lenda da jovem chinesa que, temendo pela vida do seu pai, decide assumir o seu posto no ex\u00e9rcito. Essa mudan\u00e7a ainda traz uma vantagem: o longa realmente coloca <strong>Mulan<\/strong> no centro da a\u00e7\u00e3o, sem precisar do apoio de outros personagens \u2014 mais especificamente, homens, como \u00e9 o caso da anima\u00e7\u00e3o \u2014, mostrando que ela, por si s\u00f3, \u00e9 uma pot\u00eancia.<\/p>\n<p>Por fim, lan\u00e7ado no auge da pandemia do coronav\u00edrus, o\u00a0<em>live-action<\/em> de <strong><em>Mulan<\/em><\/strong> \u00e9 um espet\u00e1culo visual que merecia os cinemas, mas acabou saindo diretamente no Disney+. Sem a oportunidade de brilhar na tela grande, o longa acabou se tornando um dos menos queridos pelos f\u00e3s de longa data da Disney. <strong>\u2014 H. N.<\/strong><\/p>\n<figure class=\"image\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"Os 22 live-actions da Disney, do pior para o melhor, segundo Rolling Stone (Divulga\u00e7\u00e3o\/Walt Disney Pictures)\" height=\"435\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/rollingstone.uol.com.br\/media\/uploads\/2025\/06\/os-22-live-actions-da-disney-do-pior-para-o-melhor-segundo-rolling-stone-20.jpg\" width=\"773\"\/><figcaption>Os 22 live-actions da Disney, do pior para o melhor, segundo Rolling Stone (Divulga\u00e7\u00e3o\/Walt Disney Pictures)<\/figcaption><\/figure>\n<h4><strong>13\u00ba &#8211; <em>Dumbo<\/em> (2019)<\/strong><\/h4>\n<p>Talvez essa seja uma das posi\u00e7\u00f5es mais pol\u00eamicas da nossa lista. <em><strong>Dumbo<\/strong><\/em> (2019) \u00e9 uma releitura do cl\u00e1ssico animado de 1941, sob a dire\u00e7\u00e3o de <strong>Tim Burton<\/strong> (<strong><em>Edward M\u00e3os de Tesoura<\/em><\/strong>), que n\u00e3o foi bem recebida pelo p\u00fablico e pela cr\u00edtica justamente por esse distanciamento, al\u00e9m de ter sido lan\u00e7ado em uma \u00e9poca em que o estilo j\u00e1 come\u00e7ava a saturar.<\/p>\n<p>A escolha do cineasta j\u00e1 dava pistas de que a adapta\u00e7\u00e3o traria um tom mais sombrio e melanc\u00f3lico, afastando-se da leveza do original. Para isso, <strong>Burton<\/strong> contou com um elenco estelar, com nomes como <strong>Colin Farrell<\/strong> (<em><strong>O Vingador do Futuro<\/strong><\/em>), <strong>Danny DeVito<\/strong> (<em><strong>Matilda<\/strong><\/em>), <strong>Michael Keaton<\/strong> (<em><strong>Homem-Aranha: De Volta ao Lar<\/strong><\/em>) e <strong>Eva Green<\/strong> (<em><strong>Penny Dreadful<\/strong><\/em>).<\/p>\n<p>Abrindo m\u00e3o da simplicidade da anima\u00e7\u00e3o original, o <em>live-action<\/em> de <em><strong>Dumbo<\/strong><\/em> aposta em uma est\u00e9tica caprichada e a cr\u00edtica ao capitalismo predat\u00f3rio. Para alguns, o filme pesa demais na dramaticidade, perdendo parte da magia que consagrou o desenho. Por\u00e9m, c\u00e1 entre n\u00f3s, \u00e9 mais ou menos o que acontece com <em><strong>Mulan<\/strong><\/em>: vai refazer? Aposte em algo diferente, ainda que o resultado n\u00e3o agrade a muitos. <strong>\u2014<\/strong><strong>A. C.<\/strong><\/p>\n<figure class=\"image\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"Os 22 live-actions da Disney, do pior para o melhor, segundo Rolling Stone (Divulga\u00e7\u00e3o\/Walt Disney Pictures)\" height=\"435\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/rollingstone.uol.com.br\/media\/uploads\/2025\/06\/os-22-live-actions-da-disney-do-pior-para-o-melhor-segundo-rolling-stone-12.jpg\" width=\"773\"\/><figcaption>Os 22 live-actions da Disney, do pior para o melhor, segundo Rolling Stone (Divulga\u00e7\u00e3o\/Walt Disney Pictures)<\/figcaption><\/figure>\n<h4><strong>12\u00ba &#8211; <em>Mal\u00e9vola: Dona do Mal<\/em> (2019)<\/strong><\/h4>\n<p>Como j\u00e1 dissemos antes, <em><strong>Mal\u00e9vola: Dona do Mal<\/strong><\/em> (2019) \u00e9 mais um daqueles casos de sequ\u00eancia que ningu\u00e9m pediu, mas aconteceu mesmo assim. <strong>Angelina Jolie<\/strong> (<em><strong>Maria Callas<\/strong><\/em>) volta toda montada no chifre e na maquiagem afiada, mas agora sua personagem j\u00e1 n\u00e3o assusta tanto \u2014 pelo contr\u00e1rio, parece at\u00e9 meio domesticada.<\/p>\n<p>A sequ\u00eancia direta de <em><strong>Mal\u00e9vola<\/strong><\/em>\u00a0(2014) tenta aumentar a escala, com guerra, intriga pol\u00edtica e at\u00e9 <strong>Michelle Pfeiffer<\/strong> (<strong><em>Batman, o Retorno<\/em><\/strong>) aparecendo pra ser a verdadeira vil\u00e3 da vez, numa vibe \u201csogra insuport\u00e1vel\u201d. <strong>Elle Fanning<\/strong> (<em><strong>Super 8<\/strong><\/em>) continua fof\u00edssima como <strong>Aurora<\/strong>, mas passa a maior parte do tempo meio perdida entre ser filha da <strong>Mal\u00e9vola<\/strong> ou esposa do <strong>Pr\u00edncipe Phillip<\/strong> (<strong>Harris Dickinson<\/strong>, <em><strong>Babygirl<\/strong><\/em>).<\/p>\n<p>No fim, sobra excesso de enfeite e falta aquele impacto que o primeiro filme conseguiu, ainda que o resultado seja melhor que muitos desses <em>live-actions<\/em> ap\u00e1ticos. A tentativa de humanizar ainda mais a personagem e expandir o universo \u00e9 v\u00e1lida, mas a sensa\u00e7\u00e3o \u00e9 de que <em><strong>Dona do Mal<\/strong><\/em> \u00e9 longo demais para pouca hist\u00f3ria. Se vale a sess\u00e3o? Com certeza, mais do que os listados anteriormente. <strong>\u2014<\/strong><strong>A. C.<\/strong><\/p>\n<figure class=\"image\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"Os 22 live-actions da Disney, do pior para o melhor, segundo Rolling Stone (Divulga\u00e7\u00e3o\/Walt Disney Pictures)\" height=\"435\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/rollingstone.uol.com.br\/media\/uploads\/2025\/06\/os-22-live-actions-da-disney-do-pior-para-o-melhor-segundo-rolling-stone-6.jpg\" width=\"773\"\/><figcaption>Os 22 live-actions da Disney, do pior para o melhor, segundo Rolling Stone (Divulga\u00e7\u00e3o\/Walt Disney Pictures)<\/figcaption><\/figure>\n<h4><strong>11\u00ba &#8211; <em>101 D\u00e1lmatas<\/em> (1996)<\/strong><\/h4>\n<p>Quando esse aqui saiu, ningu\u00e9m nem fazia ideia de que, duas d\u00e9cadas e meia depois, os <em>live-actions<\/em> se tornariam uma praga. Gra\u00e7as a isso, <em><strong>101 D\u00e1lmatas<\/strong><\/em> (1996) resiste como aquele cl\u00e1ssico da Sess\u00e3o da Tarde que muita gente lembra com carinho \u2014 mais pela presen\u00e7a explosiva de <strong>Glenn Close<\/strong> (<em><strong>Liga\u00e7\u00f5es Perigosas<\/strong><\/em>) do que pelos pr\u00f3prios cachorros, \u00e9 verdade. E, sinceramente, com raz\u00e3o. A atriz abra\u00e7a com gosto a caricatura de <strong>Cruella de Vil<\/strong>, transformando a vil\u00e3 num \u00edcone ainda maior: puro exagero, puro glamour, puro caos. N\u00e3o \u00e0 toa, ganhou seu pr\u00f3prio <em>live-action<\/em> anos depois, mais \u00e0 frente no nosso ranking.<\/p>\n<p>A adapta\u00e7\u00e3o \u00e9 fiel ao esp\u00edrito da anima\u00e7\u00e3o de 1961, mas aposta em um tom mais cartunesco, com direito a cenas de pastel\u00e3o e armadilhas dignas de <em><strong>Esqueceram de Mim<\/strong><\/em>. A diferen\u00e7a? Aqui s\u00e3o dezenas de filhotes de d\u00e1lmata tentando escapar das garras da estilista obcecada por casacos de pele.<\/p>\n<p>O filme n\u00e3o tem grandes pretens\u00f5es al\u00e9m de divertir \u2014 e consegue. \u00c9 o t\u00edpico <em>live-action<\/em> que n\u00e3o tenta reinventar a roda, mas entrega exatamente o que promete: nostalgia, vilania deliciosamente exagerada e, claro, muitos, muitos cachorros fofos correndo pela tela. D\u00e1 saudade desse estilo despretensioso. <strong>\u2014<\/strong><strong>A. C.<\/strong><\/p>\n<figure class=\"image\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"Os 22 live-actions da Disney, do pior para o melhor, segundo Rolling Stone (Divulga\u00e7\u00e3o\/Walt Disney Pictures)\" height=\"435\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/rollingstone.uol.com.br\/media\/uploads\/2025\/06\/os-22-live-actions-da-disney-do-pior-para-o-melhor-segundo-rolling-stone-2.jpg\" width=\"773\"\/><figcaption>Os 22 live-actions da Disney, do pior para o melhor, segundo Rolling Stone (Divulga\u00e7\u00e3o\/Walt Disney Pictures)<\/figcaption><\/figure>\n<h4><strong>10\u00ba &#8211; <em>Mal\u00e9vola<\/em> (2014)<\/strong><\/h4>\n<p>Aqui, a Disney decidiu que era hora de contar o outro lado da hist\u00f3ria e, claro, capitalizar em cima disso. <strong>Angelina Jolie<\/strong> (<em><strong>Garota, Interrompida<\/strong><\/em>) renasce como a vil\u00e3 mais ic\u00f4nica do est\u00fadio, mas dessa vez com direito a l\u00e1grimas, traumas e at\u00e9 uma explica\u00e7\u00e3o para aquele famoso feiti\u00e7o do sono eterno.<\/p>\n<p>O filme aposta todas as fichas no carisma \u2014 e nas bochechas cadav\u00e9ricas \u2014 de <strong>Jolie<\/strong>, que realmente segura a produ\u00e7\u00e3o inteira com um olhar. A releitura da cl\u00e1ssica <em><strong>A Bela Adormecida<\/strong><\/em> tenta transformar <strong>Mal\u00e9vola<\/strong> numa anti-hero\u00edna, jogando a culpa do seu comportamento numa trai\u00e7\u00e3o amorosa, porque, claro, tem que ter um homem no meio.<\/p>\n<p>Visualmente, o filme \u00e9 um espet\u00e1culo: florestas m\u00e1gicas, criaturas esquisitas e muito filtro verde. N\u00e3o \u00e0 toa, o diretor \u00e9 <strong>Robert Stromberg<\/strong>, vencedor do Oscar de Melhor Dire\u00e7\u00e3o de Arte por <em><strong>Avatar<\/strong><\/em> (2010). O filme quer ser sombrio, mas tamb\u00e9m quer ser fofo; quer subverter o conto de fadas, mas n\u00e3o consegue largar totalmente a m\u00e3o da moral bonitinha. Ainda assim, marcou \u00e9poca e abriu a porteira para outros <em>live-actions<\/em>. S\u00f3 por isso j\u00e1 merece o respeito e abrir o nosso Top 10. <strong>\u2014<\/strong><strong>A. C.<\/strong><\/p>\n<figure class=\"image\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"Os 22 live-actions da Disney, do pior para o melhor, segundo Rolling Stone (Divulga\u00e7\u00e3o\/Walt Disney Pictures)\" height=\"435\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/rollingstone.uol.com.br\/media\/uploads\/2025\/06\/os-22-live-actions-da-disney-do-pior-para-o-melhor-segundo-rolling-stone-5.jpg\" width=\"773\"\/><figcaption>Os 22 live-actions da Disney, do pior para o melhor, segundo Rolling Stone (Divulga\u00e7\u00e3o\/Walt Disney Pictures)<\/figcaption><\/figure>\n<h4><strong>9\u00ba &#8211; <em>Alice no Pa\u00eds das Maravilhas<\/em> (2010)<\/strong><\/h4>\n<p>Visualmente deslumbrante, sombrio e exc\u00eantrico, o <em><strong>Alice no Pa\u00eds das Maravilhas<\/strong><\/em> de <strong>Tim Burton<\/strong> (<em><strong>Os Fantasmas Se Divertem<\/strong><\/em>)\u00a0pega emprestado o cl\u00e1ssico de <strong>Lewis Carroll<\/strong>\u00a0e transforma tudo numa aventura mais \u00e9pica e menos <em>nonsense<\/em>, o que, dependendo do ponto de vista, pode ser um acerto ou uma trai\u00e7\u00e3o ao esp\u00edrito da obra original.<\/p>\n<p><strong>Mia Wasikowska<\/strong> (<em><strong>Jane Eyre<\/strong><\/em>) segura bem a vers\u00e3o mais madura de <strong>Alice<\/strong>, que agora retorna ao Pa\u00eds das Maravilhas como uma jovem adulta. Ao lado dela, <strong>Johnny Depp<\/strong>\u00a0(<em><strong>Piratas do Caribe<\/strong><\/em>) entrega um <strong>Chapeleiro Maluco<\/strong> que \u00e9, ao mesmo tempo, melanc\u00f3lico e caricato, como s\u00f3 ele sabe fazer. E <strong>Helena Bonham Carter<\/strong>\u00a0(<em><strong>Clube da Luta<\/strong><\/em>) rouba a cena com aa sua <strong>Rainha Vermelha<\/strong> de cabe\u00e7\u00e3o, temperamental e hist\u00e9rica.<\/p>\n<p>No fim, o filme virou um marco dessa onda de <em>live-actions<\/em> da Disney: uma bilheteria monstruosa, efeitos visuais caprichados, mas uma narrativa que nem sempre empolga tanto quanto a est\u00e9tica. Ainda assim, \u00e9 dif\u00edcil negar: poucas portas de entrada para o Pa\u00eds das Maravilhas s\u00e3o t\u00e3o grandiosas quanto essa. O resultado \u00e9 muito acima da m\u00e9dia, mais pelo n\u00edvel das demais do que por m\u00e9ritos pr\u00f3prios. <strong>\u2014<\/strong><strong>A. C.<\/strong><\/p>\n<figure class=\"image\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"Os 22 live-actions da Disney, do pior para o melhor, segundo Rolling Stone (Divulga\u00e7\u00e3o\/Walt Disney Pictures)\" height=\"435\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/rollingstone.uol.com.br\/media\/uploads\/2025\/06\/os-22-live-actions-da-disney-do-pior-para-o-melhor-segundo-rolling-stone-4.jpg\" width=\"773\"\/><figcaption>Os 22 live-actions da Disney, do pior para o melhor, segundo Rolling Stone (Divulga\u00e7\u00e3o\/Walt Disney Pictures)<\/figcaption><\/figure>\n<h4><strong>8\u00ba &#8211; <em>Lilo &amp; Stitch<\/em> (2025)<\/strong><\/h4>\n<p>Novidade mais recente no cat\u00e1logo de\u00a0<em>live-actions<\/em> da Disney,\u00a0<strong><em>Lilo &amp; Stitch<\/em><\/strong> j\u00e1 nasceu com o grande desafio de encontrar uma jovem int\u00e9rprete com talento o suficiente para contracenar com o nada \u2014 ou melhor, com um <strong>Stitch<\/strong> criado inteiramente a partir de computa\u00e7\u00e3o gr\u00e1fica.\u00a0<\/p>\n<p>Felizmente, <strong>Maia Kealoha<\/strong> tirou a tarefa de letra e, n\u00e3o s\u00f3 isso, criou uma <strong>Lilo<\/strong> espevitada, durona e extremamente cativante, que consegue carregar as quase duas horas de filme como tudo n\u00e3o passasse de uma grande brincadeira.<\/p>\n<p><strong><em>Lilo &amp; Stitch<\/em><\/strong> pode at\u00e9 n\u00e3o trazer grandes surpresas, especialmente em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 anima\u00e7\u00e3o de 2002, mas \u00e9 embutido com um estilo de com\u00e9dias familiares t\u00edpicas dos anos 2000, como\u00a0<em><strong>Doze \u00e9 Demais<\/strong><\/em>(2003) e\u00a0<em><strong>Sexta-Feira Muito Louca<\/strong><\/em>(2003), recuperando um esp\u00edrito que n\u00e3o v\u00edamos desde <em>live-actions<\/em> como <strong><em>101 D\u00e1lmatas<\/em><\/strong> (1996), o que o torna ainda mais agrad\u00e1vel. N\u00e3o \u00e9 \u00e0 toa que, em apenas duas semanas, j\u00e1 \u00e9 o grande sucesso de 2025! <strong>\u2014<\/strong><strong>H. N.<\/strong><\/p>\n<figure class=\"image\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"Os 22 live-actions da Disney, do pior para o melhor, segundo Rolling Stone (Divulga\u00e7\u00e3o\/Walt Disney Pictures)\" height=\"435\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/rollingstone.uol.com.br\/media\/uploads\/2025\/06\/os-22-live-actions-da-disney-do-pior-para-o-melhor-segundo-rolling-stone-23.jpg\" width=\"773\"\/><figcaption>Os 22 live-actions da Disney, do pior para o melhor, segundo Rolling Stone (Divulga\u00e7\u00e3o\/Walt Disney Pictures)<\/figcaption><\/figure>\n<h4><strong>7\u00ba &#8211; <em>A Pequena Sereia<\/em> (2023)<\/strong><\/h4>\n<p>Adapta\u00e7\u00e3o da adorada anima\u00e7\u00e3o de 1989, <em><strong>A Pequena Sereia<\/strong><\/em> \u00e9 outra produ\u00e7\u00e3o que, assim como <em><strong>Mulan <\/strong><\/em>(2020), sofreu desde os seus primeiros est\u00e1gios de produ\u00e7\u00e3o, mas por um motivo muito mais grave do que a aus\u00eancia de um drag\u00e3o falante: o racismo. Desde o an\u00fancio de que <strong>Halle Bailey<\/strong> viveria <strong>Ariel<\/strong>, a atriz e cantora foi criticada por, supostamente, n\u00e3o ser ruiva como a protagonista do desenho. Na caracteriza\u00e7\u00e3o, ela ganhou longos cabelos avermelhados, mas as cr\u00edticas continuaram, deixando claro que o problema era muito maior do que a pigmenta\u00e7\u00e3o de suas madeixas.<\/p>\n<p>Apesar das cr\u00edticas, o <em>live-action<\/em> seguiu inabal\u00e1vel e provou ser uma boa produ\u00e7\u00e3o, n\u00e3o s\u00f3 pelo absurdo talento de <strong>Bailey<\/strong>, que criou uma <strong>Ariel<\/strong> carism\u00e1tica e com uma voz poderosa, mas tamb\u00e9m pelas pequenas altera\u00e7\u00f5es na narrativa, com destaque para a mudan\u00e7a no feiti\u00e7o de <strong>Ursula<\/strong> (<strong>Melissa McCarthy<\/strong>, <em>Miss\u00e3o Madrinha de Casamento<\/em>), que faz com que a sereia esque\u00e7a o que precisa fazer para continuar sendo humana e, portanto, n\u00e3o a joga direto nos bra\u00e7os de <strong>Eric<\/strong> (<strong>Jonah Hauer-King<\/strong>, <em>Doctor Who<\/em>), permitindo que ela se apaixone pelo pr\u00edncipe em seu processo de conhecer o mundo fora do mar, como sempre desejou.\u00a0<strong>\u2014<\/strong><strong>H. N.<\/strong><\/p>\n<figure class=\"image\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"Os 22 live-actions da Disney, do pior para o melhor, segundo Rolling Stone (Divulga\u00e7\u00e3o\/Walt Disney Pictures)\" height=\"435\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/rollingstone.uol.com.br\/media\/uploads\/2025\/06\/os-22-live-actions-da-disney-do-pior-para-o-melhor-segundo-rolling-stone-17.jpg\" width=\"773\"\/><figcaption>Os 22 live-actions da Disney, do pior para o melhor, segundo Rolling Stone (Divulga\u00e7\u00e3o\/Walt Disney Pictures)<\/figcaption><\/figure>\n<h4><strong>6\u00ba &#8211; <em>Cinderela<\/em> (2015)<\/strong><\/h4>\n<p>Este talvez seja o <em>live-action<\/em> mais cl\u00e1ssico e seguro dessa leva recente da Disney e, justamente por isso, um dos mais eficientes. <strong>Kenneth Branagh<\/strong> (<em><strong>Belfast<\/strong><\/em>) dirige com eleg\u00e2ncia, apostando numa adapta\u00e7\u00e3o que n\u00e3o inventa muito, mas acerta no tom, no visual e, principalmente, na emo\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Lily James<\/strong> (<em><strong>Pam &amp; Tommy<\/strong><\/em>) \u00e9 uma escolha certeira como <strong>Cinderela<\/strong>: doce, gentil e com uma vulnerabilidade que conquista. <strong>Richard Madden<\/strong> (<em><strong>Game of Thrones<\/strong><\/em>) entrega um Pr\u00edncipe que, se n\u00e3o \u00e9 dos mais memor\u00e1veis, pelo menos tem mais personalidade do que o boneco gen\u00e9rico da anima\u00e7\u00e3o de 1950. Mas quem rouba a cena, claro, \u00e9 <strong>Cate Blanchett<\/strong> (<em><strong>T\u00e1r<\/strong><\/em>), impec\u00e1vel como a madrasta vilanesca e glamurosa, com direito a figurinos de fazer qualquer um suspirar.<\/p>\n<p>O resultado \u00e9 um filme visualmente deslumbrante, com aquela pegada de conto de fadas cl\u00e1ssico, mas que soa mais caloroso e humano do que muitas das adapta\u00e7\u00f5es que vieram depois. Nem toda reinven\u00e7\u00e3o precisa ser radical para funcionar \u2014 e <em><strong>Cinderela<\/strong><\/em> prova isso com folga. <strong>\u2014 A. C.<\/strong><\/p>\n<figure class=\"image\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"Os 22 live-actions da Disney, do pior para o melhor, segundo Rolling Stone (Divulga\u00e7\u00e3o\/Walt Disney Pictures)\" height=\"435\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/rollingstone.uol.com.br\/media\/uploads\/2025\/06\/os-22-live-actions-da-disney-do-pior-para-o-melhor-segundo-rolling-stone-7.jpg\" width=\"773\"\/><figcaption>Os 22 live-actions da Disney, do pior para o melhor, segundo Rolling Stone (Divulga\u00e7\u00e3o\/Walt Disney Pictures)<\/figcaption><\/figure>\n<h4><strong>5\u00ba &#8211; <em>Cruella<\/em> (2021)<\/strong><\/h4>\n<p>Assim como <em><strong>Mal\u00e9vola<\/strong><\/em>(2014) e <em><strong>Mufasa: O Rei Le\u00e3o<\/strong><\/em>(2025),\u00a0<em><strong>Cruella<\/strong><\/em>\u00e9 uma produ\u00e7\u00e3o apenas inspirada pelas anima\u00e7\u00f5es da Disney, mas que volta ao passado para nos revelar a &#8220;hist\u00f3ria de origem&#8221; da vil\u00e3 de <strong><em>101 D\u00e1lmatas<\/em><\/strong>.<\/p>\n<p><strong><em>Cruella<\/em><\/strong> nos apresenta a extremamente inteligente, criativa e determinada\u00a0<strong>Estella<\/strong>, que sonha em se tornar uma grande estilista, mas se v\u00ea em uma situa\u00e7\u00e3o dif\u00edcil ao perder a sua m\u00e3e em um tr\u00e1gico acidente, que ela acredita ter provocado. Obrigada a viver sozinha, mas sem abandonar os seus sonhos, ela acaba chamando a aten\u00e7\u00e3o da renomada <strong>Baronesa Von Hellman<\/strong> (<strong>Emma Thompson<\/strong>,\u00a0<em>Harry Potter<\/em>), que a ajuda a realizar os seus sonhos. Por\u00e9m, o relacionamento das duas desencadeia uma s\u00e9rie de eventos\u00a0<\/p>\n<p>Estrelado pela vencedora do Oscar <strong>Emma Stone<\/strong> (<em>Pobres Criaturas<\/em>), o longa se destaca ao explorar, livremente, o passado de uma das personagens mais cru\u00e9is do cat\u00e1logo da Disney, nos revelando uma vil\u00e3 que, para a surpresa de muitos, nem sempre foi t\u00e3o m\u00e1 assim. N\u00e3o s\u00f3 isso, <strong><em>Cruella<\/em><\/strong> tamb\u00e9m ganha pontos por sua ambienta\u00e7\u00e3o na d\u00e9cada dos anos 1970, com direito a figurinos e uma trilha sonora t\u00edpica da \u00e9poca,\u00a0que d\u00e3o ao filme uma aura <em>punk rock <\/em>e combina perfeitamente com <strong>Cruella<\/strong>. <strong>\u2014<\/strong><strong>H. N.<\/strong><\/p>\n<figure class=\"image\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"Os 22 live-actions da Disney, do pior para o melhor, segundo Rolling Stone (Divulga\u00e7\u00e3o\/Walt Disney Pictures)\" height=\"435\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/rollingstone.uol.com.br\/media\/uploads\/2025\/06\/os-22-live-actions-da-disney-do-pior-para-o-melhor-segundo-rolling-stone-15.jpg\" width=\"773\"\/><figcaption>Os 22 live-actions da Disney, do pior para o melhor, segundo Rolling Stone (Divulga\u00e7\u00e3o\/Walt Disney Pictures)<\/figcaption><\/figure>\n<h4><strong>4\u00ba &#8211; <em>A Bela e a Fera<\/em> (2017)<\/strong><\/h4>\n<p>Primeira anima\u00e7\u00e3o da hist\u00f3ria a ser indicada \u00e0 categoria de Melhor Filme no Oscar,\u00a0<strong><em>A Bela e a Fera<\/em><\/strong> merecia um\u00a0<em>live-action<\/em> \u00e0 altura \u2014 e o teve. Estrelado por\u00a0<strong>Emma Watson<\/strong>, conhecida por interpretar <strong>Hermione Granger<\/strong> nos filmes da saga\u00a0<strong><em>Harry Potter<\/em><\/strong>, o longa conseguiu preservar a magia da anima\u00e7\u00e3o com uma cuidadosa constru\u00e7\u00e3o do universo da hist\u00f3ria \u2014 especialmente o castelo encantado da <strong>Fera<\/strong>, com todos os seus objetos animados \u2014, e novas vers\u00f5es bem trabalhadas dos cl\u00e1ssicos originais, como &#8220;Be Our Guest&#8221; (&#8220;Seja Nossa Convidada&#8221;), &#8220;Something There&#8221; (&#8220;Alguma Coisa Acontece&#8221;) e &#8220;Beauty and the Beast&#8221; (&#8220;A Bela e a Fera&#8221;). <strong>\u2014 H. N.<\/strong><\/p>\n<figure class=\"image\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"Os 22 live-actions da Disney, do pior para o melhor, segundo Rolling Stone (Divulga\u00e7\u00e3o\/Walt Disney Pictures)\" height=\"435\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/rollingstone.uol.com.br\/media\/uploads\/2025\/06\/os-22-live-actions-da-disney-do-pior-para-o-melhor-segundo-rolling-stone-10.jpg\" width=\"773\"\/><figcaption>Os 22 live-actions da Disney, do pior para o melhor, segundo Rolling Stone (Divulga\u00e7\u00e3o\/Walt Disney Pictures)<\/figcaption><\/figure>\n<h4><strong>3\u00ba &#8211; <em>Christopher Robin: Um Reencontro Inesquec\u00edvel<\/em> (2018)<\/strong><\/h4>\n<p>Feito sob medida para aquecer o cora\u00e7\u00e3o, <em><strong>Christopher Robin<\/strong><\/em> n\u00e3o apenas recria a anima\u00e7\u00e3o cl\u00e1ssica, partindo por uma abordagem mais melanc\u00f3lica e contemplativa, mas aposta numa hist\u00f3ria que fala diretamente com os adultos que cresceram com as aventuras do <strong>Ursinho Pooh<\/strong>.<\/p>\n<p><strong>Ewan McGregor<\/strong> (<em><strong>Moulin Rouge!<\/strong><\/em>) vive <strong>Christopher Robin<\/strong>, agora um homem adulto e desiludido, preso \u00e0s responsabilidades e ao peso da vida adulta. Mas \u00e9 justamente a\u00ed que o filme encontra sua for\u00e7a: quando <strong>Pooh<\/strong> e seus amigos, todos recriados com um visual encantador, meio pu\u00eddo, meio vintage, invadem a rotina cinzenta de <strong>Christopher<\/strong>, a m\u00e1gica acontece.<\/p>\n<p>No fim das contas, <em><strong>Christopher Robin<\/strong><\/em> \u00e9 uma carta de amor \u00e0 inf\u00e2ncia, \u00e0 imagina\u00e7\u00e3o e aos pequenos prazeres que a gente esquece no meio da correria da vida adulta. Pode n\u00e3o ser um <em>live-action<\/em> t\u00e3o lembrado quanto outros, mas \u00e9 um dos mais delicados e sinceros. Se voc\u00ea ainda n\u00e3o o assistiu, permita-se e ir\u00e1 se emocionar. <strong>\u2014 A. C.<\/strong><\/p>\n<figure class=\"image\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"Os 22 live-actions da Disney, do pior para o melhor, segundo Rolling Stone (Divulga\u00e7\u00e3o\/Walt Disney Pictures)\" height=\"435\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/rollingstone.uol.com.br\/media\/uploads\/2025\/06\/os-22-live-actions-da-disney-do-pior-para-o-melhor-segundo-rolling-stone-11.jpg\" width=\"773\"\/><figcaption>Os 22 live-actions da Disney, do pior para o melhor, segundo Rolling Stone (Divulga\u00e7\u00e3o\/Walt Disney Pictures)<\/figcaption><\/figure>\n<h4><strong>2\u00ba &#8211; <em>Aladdin<\/em> (2019)<\/strong><\/h4>\n<p>Um dos melhores exemplos de como fazer um live-action \u2014 para alguns, o melhor; para n\u00f3s, quase l\u00e1 \u2014, <em><strong>Aladdin<\/strong><\/em> conseguiu acertar onde tantas outras adapta\u00e7\u00f5es da Disney falharam. Com <strong>Will Smith<\/strong> (<em><strong>\u00c0 Procura da Felicidade<\/strong><\/em>) no papel do <strong>G\u00eanio<\/strong>, trazendo carisma e humor, o filme tamb\u00e9m contou com <strong>Naomi Scott<\/strong> como uma Jasmine poderosa e <strong>Mena Massoud<\/strong> (<em>Tratamento de Realeza<\/em>) como Aladdin.<\/p>\n<p><strong>Naomi<\/strong>, ali\u00e1s, brilhou tanto no papel que continua se destacando no cinema \u2014 \u00e9 s\u00f3 lembrar de sua performance marcante em <em><strong>Sorria 2<\/strong><\/em> (2024). No fim das contas, em meio a tantas decis\u00f5es question\u00e1veis da Disney nos live-actions, <em><strong>Aladdin<\/strong><\/em> se sobressai como uma adapta\u00e7\u00e3o que realmente funciona. <strong>\u2014 G. C.<\/strong><\/p>\n<figure class=\"image\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"Os 22 live-actions da Disney, do pior para o melhor, segundo Rolling Stone (Divulga\u00e7\u00e3o\/Walt Disney Pictures)\" height=\"435\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/rollingstone.uol.com.br\/media\/uploads\/2025\/06\/os-22-live-actions-da-disney-do-pior-para-o-melhor-segundo-rolling-stone-13.jpg\" width=\"773\"\/><figcaption>Os 22 live-actions da Disney, do pior para o melhor, segundo Rolling Stone (Divulga\u00e7\u00e3o\/Walt Disney Pictures)<\/figcaption><\/figure>\n<h4><strong>1\u00ba &#8211; <em>Mogli: O Menino Lobo<\/em> (2016)<\/strong><\/h4>\n<p><em><strong>Mogli: O Menino Lobo<\/strong><\/em> (2016) \u00e9, at\u00e9 hoje, o grande exemplo de como uma adapta\u00e7\u00e3o live-action da Disney pode e deve ser feita. Sob a dire\u00e7\u00e3o precisa de <strong>Jon Favreau<\/strong> (<strong><em>O Rei Le\u00e3o<\/em><\/strong>), o filme conseguiu um equil\u00edbrio raro: respeitou a ess\u00eancia da anima\u00e7\u00e3o cl\u00e1ssica de 1967, mas atualizou a narrativa com uma abordagem mais madura, emocional e visualmente impressionante.<\/p>\n<p>O jovem <strong>Neel Sethi<\/strong>, ent\u00e3o estreante, entrega uma performance surpreendente como <strong>Mogli<\/strong>, contracenando com criaturas criadas inteiramente em CGI, mas t\u00e3o realistas e expressivas que logo a gente esquece que est\u00e1 vendo efeitos visuais. A floresta digital criada para o filme \u00e9 um espet\u00e1culo \u00e0 parte: viva, pulsante, cheia de cores e texturas.<\/p>\n<p>O resultado \u00e9 uma aventura envolvente, que emociona e encanta com a mesma for\u00e7a, seja para quem cresceu com a anima\u00e7\u00e3o original ou para quem est\u00e1 conhecendo a hist\u00f3ria pela primeira vez.\u00a0N\u00e3o \u00e0 toa, <em><strong>Mogli: O Menino Lobo<\/strong><\/em> \u00e9 o nosso primeiro colocado: um <em>live-action<\/em> que tem tudo o que se espera: alma, t\u00e9cnica impec\u00e1vel e, acima de tudo, cora\u00e7\u00e3o. <strong>\u2014 A. C.<\/strong><\/p>\n<figure class=\"image\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"Os 22 live-actions da Disney, do pior para o melhor, segundo Rolling Stone (Divulga\u00e7\u00e3o\/Walt Disney Pictures)\" height=\"435\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/rollingstone.uol.com.br\/media\/uploads\/2025\/06\/os-22-live-actions-da-disney-do-pior-para-o-melhor-segundo-rolling-stone-8.jpg\" width=\"773\"\/><figcaption>Os 22 live-actions da Disney, do pior para o melhor, segundo Rolling Stone (Divulga\u00e7\u00e3o\/Walt Disney Pictures)<\/figcaption><\/figure>\n<p><strong>LEIA TAMB\u00c9M:<\/strong>Os 32 filmes de Martin Scorsese, do pior ao melhor, segundo Rolling Stone<\/p>\n<blockquote class=\"amdb-polls\" contenteditable=\"false\" data-sid=\"\/polls\/14\/embed\/\">\n<p>Qual foi o melhor filme de 2025 at\u00e9 agora? Vote no seu favorito!<\/p>\n<ul>\n<li>Baby<\/li>\n<li>Anora<\/li>\n<li>Conclave<\/li>\n<li>Acompanhante Perfeita<\/li>\n<li>Capit\u00e3o Am\u00e9rica: Admir\u00e1vel Mundo Novo<\/li>\n<li>Flow<\/li>\n<li>O Brutalista<\/li>\n<li>Um Completo Desconhecido<\/li>\n<li>Mickey 17<\/li>\n<li>Vit\u00f3ria<\/li>\n<li>Branca de Neve<\/li>\n<li>Um Filme Minecraft<\/li>\n<li>Pecadores<\/li>\n<li>Thunderbolts*<\/li>\n<li>Homem com H<\/li>\n<li>Karat\u00ea Kid: Lendas<\/li>\n<li>Premoni\u00e7\u00e3o 6: La\u00e7os de Sangue<\/li>\n<li>Hurry Up Tomorrow: Al\u00e9m dos Holofotes<\/li>\n<li>Lilo &amp; Stitch<\/li>\n<li>Miss\u00e3o: Imposs\u00edvel &#8211; O Acerto Final<\/li>\n<\/ul>\n<\/blockquote>\n<\/div>\n<p><br \/>\n<br \/>Fonte: <a href=\"https:\/\/rollingstone.com.br\/cinema\/os-22-live-actions-da-disney-do-pior-para-o-melhor-segundo-rolling-stone\/\">rollingstone.com.br<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os live-actions da Disney s\u00e3o frequentemente vistos como adapta\u00e7\u00f5es desnecess\u00e1rias por sua falta de criatividade e acusados de explorar apenas o apelo nost\u00e1lgico das anima\u00e7\u00f5es cl\u00e1ssicas que habitam o imagin\u00e1rio de crian\u00e7as e adultos. Para muitos cr\u00edticos e f\u00e3s, esses filmes raramente superam ou mesmo igualam o impacto emocional das obras originais, resultando em produ\u00e7\u00f5es [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":5,"featured_media":25523,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_seopress_robots_primary_cat":"","_seopress_titles_title":"","_seopress_titles_desc":"","_seopress_robots_index":"","footnotes":""},"categories":[51],"tags":[],"class_list":["post-25522","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-musica"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/mussicom.com\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/25522","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/mussicom.com\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/mussicom.com\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/mussicom.com\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/users\/5"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/mussicom.com\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=25522"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/mussicom.com\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/25522\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/mussicom.com\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/media\/25523"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/mussicom.com\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=25522"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/mussicom.com\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=25522"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/mussicom.com\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=25522"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}