{"id":24031,"date":"2025-05-30T09:15:30","date_gmt":"2025-05-30T12:15:30","guid":{"rendered":"https:\/\/mussicom.com\/as-bizarras-versoes-originais-de-take-on-me-hit-do-a-ha\/"},"modified":"2025-05-30T09:15:30","modified_gmt":"2025-05-30T12:15:30","slug":"as-bizarras-versoes-originais-de-take-on-me-hit-do-a-ha","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/mussicom.com\/noticias\/as-bizarras-versoes-originais-de-take-on-me-hit-do-a-ha\/","title":{"rendered":"As bizarras vers\u00f5es originais de \u201cTake On Me\u201d, hit do A-ha"},"content":{"rendered":"<p> <br \/>\n<\/p>\n<div>\n<p>Antes de se tornar o hit mundial de maior sucesso do <strong>A-ha<\/strong>, a m\u00fasica <strong>&#8220;Take On Me&#8221;<\/strong> foi desenvolvida aos poucos e sofreu algumas muta\u00e7\u00f5es. A primeira delas surgiu antes mesmo de a banda norueguesa de synthpop existir.<\/p>\n<p>Tudo come\u00e7ou com um outro grupo dos integrantes <strong>P\u00e5l Waaktaar<\/strong> e <strong>Magne Furuholmen<\/strong>, anterior ao A-ha. O projeto chamava-se <strong>Bridges<\/strong> e tinha uma can\u00e7\u00e3o com o nome <strong>&#8220;Miss Eerie&#8221;<\/strong>.<\/p>\n<p>Nela, Magne desenvolveu linhas de teclado inspiradas em <strong>Ray Manzarek<\/strong>, do <strong>The Doors<\/strong>, que come\u00e7aram a ser o esbo\u00e7o de <strong>&#8220;Take On Me&#8221;<\/strong>. Algo um tanto diferente do que se esperaria do A-ha. Confira a seguir.<\/p>\n<p><iframe title=\"Bridges -  Miss Eerie (The Juicyfruit Song, earliest recording of Take On Me)\" width=\"800\" height=\"450\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/cOhiDxuOEuI?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<h3>Fim do Bridges, in\u00edcio do A-ha<\/h3>\n<p>O Bridges, por\u00e9m, n\u00e3o durou muito tempo. Quando a banda terminou, P\u00e5l e Magne decidiram recrutar o vocalista <strong>Morten Harket<\/strong> e se tornaram, de fato, o trio que ganharia fama como A-ha.<\/p>\n<p>Com a nova forma\u00e7\u00e3o, decidiram trabalhar em cima de material escrito previamente, incluindo <strong>&#8220;Miss Eerie&#8221;<\/strong>, que, com o tempo, passou a se chamar <strong>&#8220;Lesson One&#8221;<\/strong> e depois, finalmente, <strong>&#8220;Take On Me&#8221;<\/strong>.<\/p>\n<figure class=\"image\"><figcaption>A-ha &#8211; Foto: David Redfern \/ Redferns<\/figcaption><\/figure>\n<p>S\u00f3 que mesmo com o t\u00edtulo que renderia fama e fortuna a seus autores, <strong>&#8220;Take On Me&#8221;<\/strong> ainda passou por algumas muta\u00e7\u00f5es antes de chegar a seu est\u00e1gio final.<\/p>\n<p>A primeira vers\u00e3o viu a luz do sol em outubro de 1984 e foi produzida por <strong>Tony Mansfield<\/strong>, sendo, pouco depois, remixada por <strong>John Ratcliff<\/strong>. <span style=\"text-decoration: underline;\"><strong>Ganhou at\u00e9 um videoclipe, que pode ser assistido no YouTube<\/strong><\/span>. A sonoridade ficou mais carregada, seja pelo uso mais forte de sintetizadores ou pela interpreta\u00e7\u00e3o vocal.<\/p>\n<h3>A vers\u00e3o definitiva de &#8220;Take On Me&#8221;<\/h3>\n<p>Nenhuma das vers\u00f5es de 1984 agradou tanto \u00e0 banda, muito menos ao p\u00fablico, visto que o single n\u00e3o emplacou nas paradas de in\u00edcio. Por isso, em 1985 o A-ha decidiu tentar uma nova cartada, desta vez produzindo <strong>&#8220;Take On Me&#8221;<\/strong> com <strong>Alan Tarney<\/strong>.\u00a0<\/p>\n<p>Essa \u00e9 a vers\u00e3o lan\u00e7ada no \u00e1lbum de estreia da banda, <strong><em>Hunting High and Low<\/em><\/strong> (1985), e que conquistou o mundo. Em setembro daquele, ano, <strong>&#8220;Take On Me&#8221;<\/strong> chegou ao primeiro lugar das paradas do <strong>Reino Unido<\/strong>; um m\u00eas depois, em outubro, alcan\u00e7ou o topo da <strong>Billboard Hot 100<\/strong>, nos <strong>Estados Unidos<\/strong>.<\/p>\n<p><strong>&#8220;Take On Me&#8221;<\/strong> foi impulsionada <span style=\"text-decoration: underline;\"><strong>tamb\u00e9m pelo videoclipe<\/strong><\/span> dirigido por <strong>Steve Barron<\/strong> e que foi exibido \u00e0 exaust\u00e3o na <strong>MTV<\/strong>. O clipe foi um dos destaques do <strong>Video Music Awards (VMA)<\/strong> da MTV em 1986.<\/p>\n<p><strong>+++ LEIA MAIS: Os 18 clipes mais ic\u00f4nicos da hist\u00f3ria da m\u00fasica: de Queen a Miley Cyrus [LISTA]<br \/>+++ LEIA MAIS: \u201c\u00c9 s\u00f3 uma musiquinha, n\u00e3o \u00e9 nada demais\u201d, diz Morten Harket sobre \u201cTake on Me\u201d<br \/>+++ LEIA MAIS: Olivia Rodrigo canta ao som de A-ha; os mashups mais loucos do TikTok<\/strong><\/p>\n<\/div>\n<p><br \/>\n<br \/>Fonte: <a href=\"https:\/\/rollingstone.com.br\/musica\/as-bizarras-versoes-originais-de-take-on-me-hit-do-a-ha\/\">rollingstone.com.br<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Antes de se tornar o hit mundial de maior sucesso do A-ha, a m\u00fasica &#8220;Take On Me&#8221; foi desenvolvida aos poucos e sofreu algumas muta\u00e7\u00f5es. A primeira delas surgiu antes mesmo de a banda norueguesa de synthpop existir. 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