{"id":21853,"date":"2025-05-20T20:20:34","date_gmt":"2025-05-20T23:20:34","guid":{"rendered":"https:\/\/mussicom.com\/7-bons-discos-de-rock-e-metal-que-nao-estao-no-spotify-e-voce-nao-se-deu-conta\/"},"modified":"2025-05-20T20:20:34","modified_gmt":"2025-05-20T23:20:34","slug":"7-bons-discos-de-rock-e-metal-que-nao-estao-no-spotify-e-voce-nao-se-deu-conta","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/mussicom.com\/noticias\/7-bons-discos-de-rock-e-metal-que-nao-estao-no-spotify-e-voce-nao-se-deu-conta\/","title":{"rendered":"7 bons discos de rock e metal que n\u00e3o est\u00e3o no Spotify e voc\u00ea n\u00e3o se deu conta"},"content":{"rendered":"<p> <br \/>\n<\/p>\n<div>\n<p>Quer garantir o acesso permanente a uma m\u00fasica ou um \u00e1lbum? <span style=\"text-decoration: underline;\">Compre<\/span>, seja em m\u00eddia f\u00edsica ou arquivo de download pago. Plataformas de streaming como <strong>Spotify<\/strong>, <strong>Deezer<\/strong>, <strong>Apple Music<\/strong>, <strong>Amazon Music<\/strong> e afins t\u00eam um cat\u00e1logo imenso \u2014 a primeira citada conta com mais de 50 milh\u00f5es de faixas, por exemplo \u2014, mas uma simples mudan\u00e7a em acordos com gravadora, editora ou artista <span style=\"text-decoration: underline;\">pode fazer com que discos saiam do ar<\/span>, tempor\u00e1ria ou definitivamente.<\/p>\n<p>A lista a seguir compila uma s\u00e9rie de <span style=\"text-decoration: underline;\">bons \u00e1lbuns<\/span> de rock e metal lan\u00e7ados por bandas conhecidas <span style=\"text-decoration: underline;\">que n\u00e3o podem ser ouvidos atrav\u00e9s do Spotify<\/span>. Alguns deles nunca estiveram no cat\u00e1logo da maior plataforma de streaming de m\u00fasica global; j\u00e1 outros, permaneceram dispon\u00edveis por algum tempo at\u00e9 serem retirados, sabe-se l\u00e1 por qual raz\u00e3o. Todos est\u00e3o dispon\u00edveis de alguma forma no YouTube, mas por meio da iniciativa de f\u00e3s.<\/p>\n<p>Confira!<\/p>\n<h2><strong>7 bons discos de rock e metal que n\u00e3o est\u00e3o no Spotify<\/strong><\/h2>\n<h3>Judas Priest \u2014 Jugulator (1997)<\/h3>\n<p><\/p>\n<p>Este \u00e9 o caso mais emblem\u00e1tico da lista, pois j\u00e1 foi comentado publicamente por mais de uma parte envolvida e segue sem solu\u00e7\u00e3o. Os dois \u00e1lbuns gravados pelo <strong>Judas Priest<\/strong>, um dos maiores nomes da hist\u00f3ria do heavy metal, com o vocalista <strong>Tim \u201cRipper\u201d Owens<\/strong>, integrante entre 1996 e 2003, n\u00e3o constam no Spotify ou em qualquer outra plataforma, tampouco em formatos f\u00edsicos. S\u00e3o eles: <strong><em>Jugulator<\/em><\/strong> (1997), o melhor, e <em><strong>Demolition<\/strong><\/em> (2001). Ambos trazem uma faceta mais pesada do grupo, que havia se reencontrado em <em><strong>Painkiller<\/strong><\/em> (1990) ao explorar influ\u00eancias do thrash\/speed metal.<\/p>\n<p>Em entrevista a Mitch Lafon, o baixista e \u00fanico membro fundador remanescente, Ian Hill, disse que \u201cdeve ser por algo contratual com a gravadora atual (Sony) e quem quer que tenha os direitos\u201d. Ripper insiste que tentam apagar sua hist\u00f3ria com o grupo e disse, em entrevista a Marcelo Vieira para o site Igor Miranda, que Hill est\u00e1 mentindo, pois ambos os trabalhos est\u00e3o presentes no box <strong><em>50 Heavy Metal Years of Music<\/em><\/strong> (2021).<\/p>\n<h3>Badlands \u2014 Badlands (1989)<\/h3>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" height=\"778\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/rollingstone.uol.com.br\/media\/uploads\/2025\/05\/02-badlands-badlands.jpg\" width=\"778\"\/><\/p>\n<p>No fim dos anos 1980, um supergrupo de hard rock uniu o guitarrista <strong>Jake E. Lee<\/strong> (<strong>Ozzy Osbourne<\/strong>), o vocalista <strong>Ray Gillen<\/strong> (<strong>Black Sabbath<\/strong>) e o baterista <strong>Eric Singer<\/strong> (Black Sabbath, futuramente <strong>Kiss<\/strong> e <strong>Alice Cooper<\/strong>). O <strong>Badlands<\/strong>, infelizmente, n\u00e3o conseguiu o sucesso almejado com os dois \u00e1lbuns produzidos enquanto o projeto existiu \u2014 a excelente estreia hom\u00f4nima de 1989 e o tamb\u00e9m \u00f3timo <em><strong>Voodoo Highway<\/strong><\/em> (1991) \u2014, mas ainda assim \u00e9 estranho n\u00e3o ter esse material \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o no streaming. O fato de Gillen ter falecido em 1993 e Lee ser um tanto recluso, definitivamente, n\u00e3o ajuda em eventuais negocia\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Curiosamente, o terceiro e \u00faltimo \u00e1lbum do grupo, <em><strong>Dusk<\/strong><\/em> (1998), pode ser ouvido na plataforma. O registro compila demos que dariam origem a um disco antes de a banda se dissolver em meio a brigas entre Ray e Jake. Chegou a p\u00fablico por outra gravadora, Pony Canyon, em vez da Atlantic Records, o que pode justificar sua presen\u00e7a.<\/p>\n<h3>Stone Temple Pilots with Chester Bennington \u2014 High Rise (2013)<\/h3>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" height=\"778\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/rollingstone.uol.com.br\/media\/uploads\/2025\/05\/03-stone-temple-pilots-with-chester-bennington-high-rise.jpg\" width=\"778\"\/><\/p>\n<p>Ok, esse n\u00e3o chega a ser um \u00e1lbum, mas um EP. Ainda assim, vale o registro. No in\u00edcio dos anos 2010, os instrumentistas do gigante grunge <strong>Stone Temple Pilots<\/strong> trouxeram <strong>Chester Bennington<\/strong>, vocalista do <strong>Linkin Park<\/strong>, para substituir o rec\u00e9m-demitido <strong>Scott Weiland<\/strong>. A parceria rendeu o EP <em><strong>High Rise<\/strong><\/em>, com cinco faixas que exploravam, em especial, um lado diferente da voz de Bennignton, aqui despido de seus famosos gritos para focar em linhas mais mel\u00f3dicas. O material atingiu a 21\u00aa coloca\u00e7\u00e3o na parada americana e rendeu boas cr\u00edticas, mas por alguma raz\u00e3o foi tirado do streaming h\u00e1 anos, sem retorno.<\/p>\n<h3>Jim Capaldi \u2014 Fierce Heart (1983)<\/h3>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" height=\"719\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/rollingstone.uol.com.br\/media\/uploads\/2025\/05\/04-jim-capaldi-fierce-heart.jpg\" width=\"713\"\/><\/p>\n<p>A longa discografia solo de <strong>Jim Capaldi<\/strong>, falecido baterista e membro do Rock and Roll Hall of Fame que tocou com <strong>Traffic<\/strong>, <strong>Jimi Hendrix<\/strong>, <strong>Eric Clapton<\/strong>, <strong>George Harrison<\/strong> e v\u00e1rios outros, inclui uma s\u00e9rie de trabalhos relativamente experimentais. Um deles, <em><strong>Fierce Heart<\/strong><\/em> (1983), n\u00e3o est\u00e1 dispon\u00edvel no Spotify \u2014 e por incr\u00edvel que pare\u00e7a, est\u00e1 entre seus discos mais conhecidos. Neste registro, h\u00e1 forte presen\u00e7a de uso de sintetizadores e colabora\u00e7\u00e3o de <strong>Steve Winwood<\/strong>, ex-parceiro de Traffic, na maior parte das faixas. Um de seus singles, <strong>\u201cThat\u2019s Love\u201d<\/strong>, ganhou videoclipe e chegou \u00e0 28\u00aa posi\u00e7\u00e3o da parada americana.<\/p>\n<h3>Tesla \u2014 The Great Radio Controversy (1989)<\/h3>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" height=\"784\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/rollingstone.uol.com.br\/media\/uploads\/2025\/05\/05-tesla-the-great-radio-controversy.jpg\" width=\"778\"\/><\/p>\n<p>Qual o sentido de manter fora do Spotify o \u00e1lbum mais famoso de uma banda, respons\u00e1vel por vender mais de 2 milh\u00f5es de c\u00f3pias nos Estados Unidos? Ningu\u00e9m sabe. Toda a discografia do <strong>Tesla<\/strong>, grupo de hard rock formado na Calif\u00f3rnia, mas longe dos excessos de Los Angeles, pode ser acessada pelo Spotify, exceto <em><strong>The Great Radio Controversy<\/strong><\/em> (1989). O segundo trabalho da banda traz m\u00fasicas como <strong>\u201cHeaven\u2019s Trail (No Way Out)\u201d, \u201cHang Tough\u201d, \u201cThe Way It Is\u201d<\/strong> e, especialmente, <strong>\u201cLove Song\u201d<\/strong>, seu maior hit, respons\u00e1vel por chegar ao 10\u00ba lugar da parada americana e \u00fanico compacto do quinteto a obter certifica\u00e7\u00e3o de ouro, pelas 500 mil unidades comercializadas.<\/p>\n<h3>The Scream \u2014 Let It Scream (1991)<\/h3>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" height=\"700\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/rollingstone.uol.com.br\/media\/uploads\/2025\/05\/06-the-scream-let-it-scream.jpeg\" width=\"700\"\/><\/p>\n<p>O \u00e1lbum que colocou o vocalista e guitarrista <strong>John Corabi<\/strong> no <strong>M\u00f6tley Cr\u00fce<\/strong> deve ter alguma qualidade, n\u00e3o \u00e9 mesmo? E tem, bastante. <em><strong>Let It Scream<\/strong><\/em>, \u00fanico disco do projeto, tamb\u00e9m uniu os habilidosos <strong>Bruce Bouillet<\/strong> (guitarra) e <strong>Juan Alderete<\/strong> (baixo), rec\u00e9m-sa\u00eddos do <strong>Racer X<\/strong>, al\u00e9m de <strong>Walt Woodward III<\/strong> (<strong>Shark Island<\/strong>), que por acaso ocupou a vaga deixada por\u2026 <strong>Scott Travis<\/strong>, vinculado posteriormente ao <strong>Judas Priest<\/strong> e creditado pelos \u00e1lbuns citados no item 1 desta lista. Guiado pela voz rasgada de Corabi, o grupo explora blues, country e at\u00e9 instrumentos de sopro sob uma est\u00e9tica ainda pesada. J\u00e1 esteve no Spotify, mas saiu h\u00e1 anos sem previs\u00e3o de retorno.<\/p>\n<h3>Steve Gaines \u2014 One in the Sun (1988)<\/h3>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" height=\"778\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/rollingstone.uol.com.br\/media\/uploads\/2025\/05\/07-steve-gaines-one-in-the-sun.jpg\" width=\"778\"\/><\/p>\n<p><strong>Steve Gaines<\/strong> foi um dos tr\u00eas integrantes do <strong>Lynyrd Skynyrd<\/strong> mortos no acidente de avi\u00e3o sofrido pela banda em 1977. Com o grupo de southern rock, ele gravou em est\u00fadio apenas <em><strong>Street Survivors<\/strong><\/em> (1977), mas anos antes j\u00e1 se destacava em uma carreira solo que, ao menos durante seus 28 anos de vida, n\u00e3o rendeu um disco. Em 1988, a gravadora MCA disponibilizou uma s\u00e9rie de registros feitos por ele em 1975, ao lado de uma banda chamada <strong>Crawdad<\/strong>, sob o t\u00edtulo <em><strong>One in the Sun<\/strong><\/em>. O resultado \u00e9 formid\u00e1vel: une blues, southern rock e um forte e emotivo senso de composi\u00e7\u00e3o. S\u00f3 n\u00e3o d\u00e1 para depender do Spotify para escutar, visto que o registro encontra-se indispon\u00edvel h\u00e1 um bom tempo.<\/p>\n<p><strong>+++ LEIA MAIS: A banda brasileira de rock que ajudou estudantes a tirar notas altas no Enem<br \/>+++ LEIA MAIS: Os melhores discos de rock de 2024 segundo cr\u00edtico da Rolling Stone Brasil<br \/>+++ LEIA MAIS: A melhor m\u00fasica do Black Sabbath com Ozzy, segundo Ronnie James Dio<br \/>+++ Siga a Rolling Stone Brasil @rollingstonebrasil no Instagram<br \/>+++ Siga o jornalista Igor Miranda @igormirandasite no Instagram<\/strong><\/p>\n<\/div>\n<p><script async src=\"\/\/www.instagram.com\/embed.js\"><\/script><br \/>\n<br \/><br \/>\n<br \/>Fonte: <a href=\"https:\/\/rollingstone.com.br\/musica\/7-bons-discos-de-rock-e-metal-que-nao-estao-no-spotify-e-voce-nao-se-deu-conta\/\">rollingstone.com.br<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Quer garantir o acesso permanente a uma m\u00fasica ou um \u00e1lbum? 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