{"id":20777,"date":"2025-05-16T04:26:46","date_gmt":"2025-05-16T07:26:46","guid":{"rendered":"https:\/\/mussicom.com\/ego-kill-talent-celebra-shows-com-system-of-a-down-e-fase-criativa-nova-identidade\/"},"modified":"2025-05-16T04:26:46","modified_gmt":"2025-05-16T07:26:46","slug":"ego-kill-talent-celebra-shows-com-system-of-a-down-e-fase-criativa-nova-identidade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/mussicom.com\/noticias\/ego-kill-talent-celebra-shows-com-system-of-a-down-e-fase-criativa-nova-identidade\/","title":{"rendered":"Ego Kill Talent celebra shows com System of a Down e fase criativa: &#8216;Nova identidade&#8217;"},"content":{"rendered":"<p> <br \/>\n<\/p>\n<div>\n<p>Nas \u00faltimas semanas, <strong>Ego Kill Talent<\/strong> acompanhou a ic\u00f4nica banda de nu metal arm\u00eanio-americana <strong>System of a Down<\/strong> como ato de abertura em todas as datas da <strong>Wake Up! South America Stadium Tour<\/strong>, que passou por <strong>Col\u00f4mbia<\/strong>, <strong>Peru<\/strong>, <strong>Chile<\/strong>, <strong>Argentina<\/strong> e <strong>Brasil<\/strong>.<\/p>\n<p>No \u00faltimo domingo, 11, poucas horas antes do grupo brasileiro, formado por <strong>Emmily Barreto<\/strong>, <strong>Theo van der Loo<\/strong>, <strong>Niper Boaventura<\/strong>, <strong>Raphael Miranda<\/strong> e <strong>Cris Botarelli<\/strong> (que usou um casaco listrado de rockstar, segundo os colegas de banda), apresentar-se no <strong>Allianz Parque<\/strong>, em S\u00e3o Paulo, a <em><strong>Rolling Stone Brasil<\/strong><\/em> bateu um papo com os artistas para falar sobre essa s\u00e9rie de shows, outras ocasi\u00f5es em que abriram para outros grandes artistas internacionais (<strong>Linkin Park<\/strong> e <strong>Evanescence<\/strong>, por exemplo), parcerias anteriores com <strong>Serj Tankian<\/strong> e <strong>John Dolmayan<\/strong> (ambos do <strong>SOAD<\/strong>), pr\u00f3ximos lan\u00e7amentos de in\u00e9ditas, e mais.<\/p>\n<p>Segundo <strong>Miranda<\/strong>, todo esse momento da banda \u00e9 &#8220;maravilhoso&#8221; e os shows ficavam cada vez melhores. At\u00e9 brincaram que a turn\u00ea acabou quando chegou no auge, mas o baterista constatou que a resposta do p\u00fablico fora do Brasil foi surpreendente, porque eles nunca tinham tocado em Col\u00f4mbia, Peru, Chile ou Argentina anteriormente.<\/p>\n<p>Nessas nove datas, <strong>Ego Kill Talent<\/strong> aproveitou para realizar alguns testes no ao vivo, com m\u00fasicas in\u00e9ditas (duas por dia), mas a estrutura do repert\u00f3rio se manteve basicamente a mesma. J\u00e1 em S\u00e3o Paulo, em cada um dos tr\u00eas shows, chamaram <strong>Chaene da Gama<\/strong> (<strong>Black Pantera<\/strong>), <strong>J\u00e9ssica di Falchi<\/strong> (ex-<strong>Crypta<\/strong>) e <strong>Jean Patton<\/strong> (<strong>Project46<\/strong>) para participa\u00e7\u00f5es especiais.<\/p>\n<p>&#8220;O show est\u00e1 bem amarradinho, porque come\u00e7amos a fazer uma coisa que a gente n\u00e3o fazia antes: tocar com o VS (trilha sonora pr\u00e9-gravada) junto, que soma muito no show&#8221;, disse <strong>Raphael<\/strong>. &#8220;Ent\u00e3o, temos percuss\u00e3o e um monte de coisa junto ali. Por conta disso, achamos mais seguro manter o mesmo set todas as noites. S\u00f3 que a\u00ed com essas novidades aqui em S\u00e3o Paulo. Mas \u00e9 basicamente isso&#8221;.<\/p>\n<h2>O relacionamento com System of a Down n\u00e3o \u00e9 de hoje<\/h2>\n<p>Cerca de quatro anos antes de abrir os nove shows do <strong>System of a Down<\/strong> na Am\u00e9rica do Sul, <strong>Ego Kill Talent<\/strong> lan\u00e7ou uma m\u00fasica com <strong>John Dolmayan<\/strong>, intitulada &#8220;<strong>Thousand Nails<\/strong>&#8220;, e nunca perderam o contato desde ent\u00e3o. Na verdade, essa rela\u00e7\u00e3o com o baterista, assim como Serj Tankian, existe desde antes da cria\u00e7\u00e3o da banda brasileira.<\/p>\n<p>&#8220;Inclusive, <strong>John<\/strong> e <strong>Serj<\/strong> est\u00e3o na lista das 10 primeiras pessoas que ouviram demos da <strong>Ego Kill Talent<\/strong> l\u00e1 em 2014&#8243;, relembrou <strong>Theo van der Loo<\/strong>. &#8220;Inclusive, eu acho que muito da banda existir tem a ver com isso, porque a rea\u00e7\u00e3o, quando a gente mostrou as demos l\u00e1 atr\u00e1s, foi muito de &#8216;p\u00f4, acho que voc\u00eas t\u00eam uma coisa a\u00ed que voc\u00eas deviam investir. A banda \u00e9 \u00f3tima'&#8221;.<\/p>\n<blockquote class=\"citacao\"><p>Temos um contato com eles, praticamente no \u00faltimo ano, quase di\u00e1rio de falarmos por <strong>WhatsApp<\/strong>, telefone\u2026 a rela\u00e7\u00e3o \u00e9 bem pr\u00f3xima, mesmo.<\/p><\/blockquote>\n<p><strong>Dolmayan<\/strong> opina muito nas nossas do grupo \u2014 at\u00e9 mesmo no nome da banda. Segundo <strong>van der Loo<\/strong>, o baterista insiste para o quinteto adicionar a letra &#8220;S&#8221; no fim de &#8220;Kill&#8221;. J\u00e1 o baixista <strong>Shavo Odadjian<\/strong> acha melhor como est\u00e1.<\/p>\n<p>&#8220;Por exemplo, quando lan\u00e7amos &#8216;<strong>Reflecting Love<\/strong>&#8216;, ele ligou s\u00f3 para dizer: &#8216;Cara, t\u00e1 muito melhor esse figurino, diferente'&#8221;, continuou. &#8220;Antes de <strong>Emmily<\/strong> e <strong>Cris<\/strong> entrarem na banda, toc\u00e1vamos todos de preto. E a\u00ed, quando ele ouviu &#8216;<strong>Reflecting Love<\/strong>&#8216;, falou: &#8216;Nossa, t\u00e1 muito melhor do que todas aquelas roupas pretas no palco&#8221;.<\/p>\n<p>Outra curiosidade: <strong>Dolmayan<\/strong> queria muito ver <strong>Niper Boaventura<\/strong> no palco com uma roupa toda prateada, enquanto <strong>Theo van der Loo<\/strong> deveria vestir um terno.<\/p>\n<p>&#8220;Mas assim, a rela\u00e7\u00e3o, como o <strong>Theo<\/strong> falou, \u00e9 desde l\u00e1 de 2011. Antes de &#8216;<strong>Thousand Nails<\/strong>&#8216;, j\u00e1 t\u00ednhamos tocado com o <strong>System<\/strong>&#8220;, complementou <strong>Raphael Miranda<\/strong>. &#8220;Fizemos uns shows na Europa juntos em 2017. \u00c9 uma rela\u00e7\u00e3o antiga&#8221;.<\/p>\n<p>Quanto aos feedbacks que recebem dos artistas arm\u00eanio-americanos, <strong>Ego Kill Talent<\/strong> n\u00e3o se preocupa em agradar, visto que enxergam a rela\u00e7\u00e3o como amizade: &#8220;A gente ouve e, obviamente, os caras s\u00e3o integrantes de uma das maiores bandas do mundo, ent\u00e3o escutamos com muita aten\u00e7\u00e3o porque eles s\u00e3o \u00f3timos no que fazem&#8221;.<\/p>\n<blockquote class=\"citacao\"><p>&#8220;Mas \u00e9 sempre muito construtivo. Por exemplo, o John falou no jantar anteontem: &#8216;Esse line-up da banda hoje \u00e9 disparado o melhor que voc\u00eas j\u00e1 tiveram&#8217;. Ele \u00e9 completamente apaixonado pela <strong>Cris<\/strong> e <strong>Emmily<\/strong>, ele acha elas incr\u00edveis. Tem uma sensibilidade muito interessante. Apesar de ser um cara muito brut\u00e3o, ele \u00e9 muito sens\u00edvel. Ele tem uma coisa de palco, de ver a banda no palco, e ele nunca nos elogiou tanto quanto ele elogiou quando viu pela primeira vez com <strong>Cris<\/strong> e <strong>Emmily<\/strong>. Ele \u00e9 entusiasta, joga pra cima&#8221;, disse <strong>Theo van der Loo<\/strong>.<\/p><\/blockquote>\n<h2>Chega de Ego Kill Talent?<\/h2>\n<p>N\u00e3o apenas em palcos de festivais grandes como <strong>Lollapalooza<\/strong> (2016, 2018 e 2022) e <strong>Rock in Rio<\/strong> (2019), mas <strong>Ego Kill Talent<\/strong> j\u00e1 tem muita experi\u00eancia como ato de abertura de shows solo de grandes artistas no Brasil.<\/p>\n<p>No pa\u00eds, antes de <strong>System of a Down<\/strong>, tocaram antes de nomes como <strong>Korn<\/strong> (2017), <strong>Foo Fighters<\/strong> (2018), <strong>Metallica<\/strong> (2022), <strong>Evanescence<\/strong> (2023) e <strong>Linkin Park<\/strong> (2024). Segundo <strong>Theo van der Loo<\/strong>, esse reconhecimento \u00e9 fruto de muito trabalho.<\/p>\n<p>&#8220;Nada acontece de forma f\u00e1cil, nada \u00e9 dado de m\u00e3o beijada. O fruto desse esfor\u00e7o acaba vindo com voc\u00ea conseguindo oportunidades, n\u00e9? Teve muitas turn\u00eas que a gente tentou abrir e n\u00e3o conseguiu&#8221;, explicou. &#8220;As pessoas n\u00e3o sabem, n\u00e9? Ent\u00e3o, na realidade, nos esfor\u00e7amos quando vemos uma oportunidade&#8221;.<\/p>\n<blockquote class=\"citacao\"><p>A gente manda material e entra em contato; \u00e9 uma sensa\u00e7\u00e3o incr\u00edvel tocar num est\u00e1dio. O que vivemos agora com voc\u00ea nessa sala, faltando duas horas para tocar para 50 mil pessoas, \u00e9 uma das melhores sensa\u00e7\u00f5es do mundo.<\/p><\/blockquote>\n<p>Para\u00a0<strong>Raphael Miranda<\/strong>, quando uma banda de grande porte escolhe uma banda para abrir shows, ela ser\u00e1 bastante criteriosa com uma s\u00e9rie de fatores, como qualidade da m\u00fasica e dos artistas, organiza\u00e7\u00e3o, a equipe, entre outros: &#8220;Isso tudo contou muito para conseguirmos fazer essas coisas todas, n\u00e9? Eu acho que isso conta demais&#8221;.<\/p>\n<p>&#8220;Se voc\u00ea pensar bem, se vierem <strong>Metallica<\/strong>, <strong>Foo Fighters<\/strong>, <strong>Queens of the Stone Age<\/strong>, <strong>Linkin Park<\/strong> e <strong>System of a Down<\/strong> chamarem voc\u00ea para abrir a turn\u00ea deles, o que voc\u00ea vai dizer? A gente acha que todo mundo deveria ter oportunidade, a gente t\u00e1 abra\u00e7ando as nossas. \u00c9 s\u00f3 isso que a gente t\u00e1 fazendo&#8221;, refletiu o baterista.<\/p>\n<p>&#8220;\u00c9 importante lembrar que o pessoal foca, mas teve o <strong>Bring Me the Horizon<\/strong> e n\u00e3o tocamos. Tiveram v\u00e1rios artistas que tiveram no Brasil e n\u00e3o abrimos, e se chamasse a gente ia abrir&#8221;, adicionou <strong>Theo van der Loo<\/strong>. Por fim, <strong>Emmily<\/strong> ainda brincou que eles v\u00e3o abrir at\u00e9 &#8220;geladeira, marmita e caixa de presente do <strong>Dia das M\u00e3es<\/strong>&#8220;.<\/p>\n<h2>Uma nova era criativa<\/h2>\n<p><strong>Ego Kill Talent<\/strong> n\u00e3o lan\u00e7a um disco de est\u00fadio de in\u00e9ditas desde 2021, quando divulgaram <em><strong>The Dance Between Extremes<\/strong><\/em> nas plataformas digitais. Agora, o plano \u00e9 seguir no est\u00fadio produzindo novas m\u00fasicas e analisar o mercado da m\u00fasica.<\/p>\n<p>&#8220;Temos debatido muito como que se lan\u00e7a m\u00fasica hoje em dia. Tem uma tend\u00eancia: ao inv\u00e9s de voc\u00ea lan\u00e7ar um \u00e1lbum de uma vez, voc\u00ea est\u00e1 sempre e continuamente lan\u00e7ando m\u00fasica&#8221;, disse <strong>Theo van der Loo<\/strong>. Estamos em um momento criativo muito bom&#8221;.<\/p>\n<p>Conforme o artista explicou, muito dessa fase de deve com a mudan\u00e7a do line-up, com as entradas de <strong>Emmily Barreto<\/strong> e <strong>Cris Botarelli<\/strong>: &#8220;Chegamos em um ponto no qual entendemos como funciona a din\u00e2mica funciona. Estamos muito felizes&#8221;. Ent\u00e3o, ele pediu para <strong>Cris<\/strong>, &#8220;a maior rockstar da banda&#8221;, explicar sobre isso.<\/p>\n<p>&#8220;\u00c9 s\u00f3 por causa desse casaco, que n\u00e3o vai dar para ver na entrevista, mas&#8230; [<strong>ent\u00e3o, digo que vou descrever o casaco com listras pretas e brancas no texto<\/strong>] Bom, eu fui a \u00faltima a entrar, eu sou a ca\u00e7ula. E desde ent\u00e3o a gente j\u00e1 fez v\u00e1rias coisas legais juntos, n\u00e9? Essa turn\u00ea \u00e9 com certeza a mais legal delas&#8221;, celebrou a baixista.<\/p>\n<blockquote class=\"citacao\"><p>&#8220;Agora, rola uma grande ansiedade de aproveitarmos a n\u00f3s juntos em mais composi\u00e7\u00f5es. Tivemos momentos de composi\u00e7\u00e3o, que est\u00e3o entre os meus favoritos. Estivemos juntos uma semana imersos compondo. \u00c9 a minha coisa favorita de fazer, a raz\u00e3o da minha exist\u00eancia. Estou muito empolgada para, depois desse momento de celebra\u00e7\u00e3o, viver essas coisas t\u00e3o maravilhosas, usarmos essa energia que coletamos aqui para cair para dentro de novas composi\u00e7\u00f5es&#8221;, afirmou <strong>Cris<\/strong>.<\/p><\/blockquote>\n<p><strong>+++LEIA MAIS: Os 4 maiores destaques dos shows do System of a Down no Brasil, segundo Rolling Stone<\/strong><\/p>\n<p><strong>+++LEIA MAIS: Ego Kill Talent abre o jogo sobre abrir tantos shows internacionais: \u2018nada de m\u00e3o beijada\u2019<\/strong><\/p>\n<\/div>\n<p><br \/>\n<br \/>Fonte: <a href=\"https:\/\/rollingstone.com.br\/musica\/ego-kill-talent-celebra-shows-com-system-of-a-down-e-fase-criativa-nova-identidade\/\">rollingstone.com.br<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Nas \u00faltimas semanas, Ego Kill Talent acompanhou a ic\u00f4nica banda de nu metal arm\u00eanio-americana System of a Down como ato de abertura em todas as datas da Wake Up! 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